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Livros e Leitura

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Originally shared by Antonio Milhomens
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Decoração com Livros.

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Faltou um bom livro kkkkkk
Boa semana leitores😚😚😚😚😚

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https://youtu.be/56f1bon0kOc

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Originally shared by Fazendo a Diferença
Para refletir:

" Não é fácil a vida do leitor, ainda mais nos dias que correm: somos construídos por coisas lidas de que não temos uma clara percepção.

Mais: estas coisas lidas, neste mundo cada vez mais prático e economicista, são frequentemente questionadas em sua utilidade.

No entanto, a avalanche de palavras nos invade e quem as ama não tem como não deixar-se ir na correnteza. "

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Trecho retirado de O Livro sou Eu, ou os livros que leio do Almanaque Literário de +Nell Morato.
http://almanaqueliterario.com/o-livro-sou-eu-ou-os-livros-que-leio
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http://www.blogleituravirtual.com/2017/10/resenha-ele-nao-e-meu-milionario-camila.html

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Quem foi?
Sua obra o deixou imortalizado.

Khalil Gibran (1883-1931) foi um filósofo, escritor, poeta, ensaísta e pintor libanês. Sua obra reflete a espiritualidade e os princípios que levam aos patamares mais altos da alma humana. É conhecido por ter criado frases inspiradoras. Seu livro mais conhecido é “O Profeta”.
Khalil Gibran (1883-1931) nasceu em Bsharri, nas montanhas do Líbano, no dia 06 de janeiro de 1883. Viveu a maior parte de sua vida nos Estados Unidos, para onde se mudou com sua mãe, o irmão e duas irmãs no ano de 1894. Nascido Gibran Khalil Gibran, reduziu seu nome para Khalil Gibran. Em 1898 retornou para o Líbano onde completou seus estudos árabes, no Colégio da Sabedoria, em Beirute.
Em 1902 voltou para os Estados Unidos. Nessa época escreveu poemas e meditações para um jornal árabe, publicado em Boston, chamado O Emigrante. Dedicou-se à pintura e ao desenho, numa arte mística que lhe é própria. Uma exposição com seus primeiros trabalhos despertou o interesse de Mary Haskell, diretora de uma escola americana, que lhe ofereceu um curso de artes em Paris. Publicou “A Música” (1905) e “As Ninfas do Vale” ( 1906).
Entre os anos de 1908 e 1910, Khalil Gibran estudou em Paris, na Académie Julien, onde produziu telas com temas místicos. Uma de suas telas foi escolhida para a Exposição de Belas Artes. Nessa época escreveu “Espíritos Rebeldes” (1908). Em 1910 volta para Boston e nesse mesmo ano muda-se para Nova York, onde reúne em volta de si, diversos escritores libaneses e sírios, que formam uma academia literária (A Liga Literária), que publicava duas revistas árabes: As Artes e O Errante.
Entre outros livros escritos em árabe estão: “Asas Partidas” (1912), “Uma Lágrima e um Sorriso” (1914), “A Procissão” (1919) e “Temporais” (1920).
A partir de 1918, Khalil Gibran passou a escrever alguns de seus livros em inglês, entre eles, “O Louco” (1918), “O Precursor” (1920), “O Profeta” (1923), “Areia e Espuma” (1927), “Jesus, o Filho do Homem” (1928) e “Os Deuses da Terra” (1931). Sem abandonar a pintura, ilustrou seus livros e seus quadros foram expostos em Boston e em Nova York.
Khalil Gibran faleceu, vítima de tuberculose, em Nova York, no dia 10 de abril de 1931. Após sua morte, foram publicados os livros: “O Errante”, “O Jardim Secreto do Profeta” e “Curiosidades e Belezas”.

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Primeira resenha no canal! Espero que vocês gostem!

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Originally shared by Rafaela Ribeiro
Nova resenha amores, espero que gostem
Bjs bjs
https://youtu.be/Nkz4WTml53s

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Outubro chegou… e com ele o Halloween! E para não deixar a data passar em branco nós decidimos fazer posts especiais recheados de conteúdos e indicações de leituras trevosas aqui no blog! E para começar quero dar algumas dicas de HQs de terror... Tem coragem?

Rubáiyát

19

Ó Allah!
Como queres que eu proceda?

Transcorridos inutilmente
milhares de séculos,
brincando, um dia, com água e com terra,
encontraste uma boa distração
e assim me moldaste,
e teceste depois
a epiderme em que fui envolvido.

No Livro do Destino,
inscreveste todo o mal
e todo o bem
que esperavas de mim
nesta existência.

Ora,
se eu sou aquele mesmo,
exatamente o mesmo indivíduo
criado por Ti,
e se tudo o que acontece estava escrito,
e Tu o sabias,
-Que posso fazer?
-Que posso fazer?

(Omar Khayyám, 2003, p.41)
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