Salve Nanã

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ESTADOS UNIDOS: "Jefferson terá mantido os filhos, dos quais apenas quatro terão sobrevivido, como escravos até ficarem maiores de idade, altura em que os terá libertado. E nunca terá dado a liberdade a Sally Hemings." #arquivodaescravidão

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Nesse artigo dois historiadores norte-americanos foram entrevistados sobre um possível pedido de desculpas da parte de Portugal pelo comércio atlântico de escravos. O problema é que ao contrário do que é afirmado no artigo, nunca nenhum país, presidente ou primeiro ministro formulou pedidos de desculpas oficiais pela escravidão. Clinton em Gorée, Lula em Gorée, o Papa em Gorée, assim como Blair em 2007 durante a comemoração do bicentenário da abolição britânica do comércio de escravos disseram que sentiam muito pelo comércio de escravos, mas nenhum deles infelizmente se desculpou em nome de seu país por essas atrocidades. Eles sabem que pedidos oficiais de desculpas são o primeiro passo para reparações (apesar de que esses pedidos de desculpa não precisam ser seguidos por pedidos de reparação). Eu escrevi sobre os pedidos de desculpa acima, inclusive sobre o curioso discurso de Lula em Gorée no meu livro Public Memory of Slavery: Victims and Perpetrators in the South Atlantic (2010), p. 62-68, que está parcialmente disponível no Googlebooks.

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"O facto de que vários países decidiram que era importante fazê-lo [pedir desculpas] sugere uma nova norma que merece reflexão. Do meu ponto de vista, um reconhecimento do passado contribui para um sentimento coletivo de reconhecimento de desumanidades do passado", disse à Lusa Walter Hawthorne, da Universidade de Michigan."

"O apoio do estado para estas iniciativas pode galvanizar a investigação e ajudar a informar melhor o público", explicou à Lusa Christopher Leslie Brown, professor da Universidade de Columbia, em Nova Iorque.

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"Um museu para despertar o incômodo de não esquecermos da escravidão está sendo pensando na Bahia pela Fundação Pierre Verger. O projeto, chamado de Museu da Escravidão e da Liberdade, envolve três das mais importantes Yalorixás da Bahia: Mãe Stella de Oxóssi (Ilê Axé Opô Afonjá), Mãe Carmen (Gantois) e Mãe Lúcia (Terreiro São Jorge Filho da Gomeia)." #arquivodaescravidão

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Fora temer e vem Lula

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