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Bruno Januario
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Freguesia Pataias e Martingança  - 
 
Praia das Paredes da Vitoria - Alcobaça

#pataias   #alcobaça   #praia   #beach   #portugal  
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Bruno Januario's profile photo
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Cascata da fiação em Alcobaça

#cascata   #portugal   #Alcobaça  
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luis silva's profile photo
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Cascata da levada

#alcobaça   #portugal   #levada   #levadinha   #cascata  
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O pombo e a cidade

#alcobaça   #portugal   #pombo   #cidade  
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Os dois amantes ...
#Alcobaça   #Portugal   #Pombos   #Amantes  
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Bruno Januario
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Fotos  - 
 
O Rio Alcobaça depois das inundações 
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Bruno Januario
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Fotos  - 
 
Serra dos Candeeiros ao Amanhecer .... 
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São Ramos's profile photoÂngelo Fernandes's profile photo
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Bom :)
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Bruno Januario
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Informações  - 
 
SERVIÇO DE EMAIL ALCOBACA.ORG

Pode ter o seu email: o-seu-nome@alcobaca.org.
Solicite-me por mensagem qual o nome que pretende e será criada uma caixa com 25Mb gratuitos!! 
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Bruno Januario
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História  - 
 
XXXXXX      HISTÓRIA DE ALCOBAÇA      XXXXXX
Síntese

A fundação da Abadia de Santa Maria de Alcobaça e respectiva Carta de Couto datam de 8 de Abril de 1153.

Os domínios da Ordem de Cister ficam assim consagrados.

Os do Reino de Portugal, com a conquista das cidades de Santarém e de Lisboa, em 1147, avançaram para sul em direcção à Linha do Tejo. Este facto,  obrigava a um povoamento rápido e eficaz para que a expansão cristã continuasse para sul. 

A protecção dos Coutos foi entregue à milícia da Ordem do Templo, isentando-os, tanto quanto possível, das investidas militares dos mouros.

O ponto fulcral e irradiador de toda esta dinâmica era a própria abadia. A respectiva construção foi iniciada em 1178.  Esta data está envolta em grandSíntese
A fundação da Abadia de Santa Maria de Alcobaça e respectiva Carta de Couto datam de 8 de Abril de 1153.

Os domínios da Ordem de Cister ficam assim consagrados.

Os do Reino de Portugal, com a conquista das cidades de Santarém e de Lisboa, em 1147, avançaram para sul em direcção à Linha do Tejo. Este facto,  obrigava a um povoamento rápido e eficaz para que a expansão cristã continuasse para sul. 

A protecção dos Coutos foi entregue à milícia da Ordem do Templo, isentando-os, tanto quanto possível, das investidas militares dos mouros.

O ponto fulcral e irradiador de toda esta dinâmica era a própria abadia. A respectiva construção foi iniciada em 1178.  Esta data está envolta em grande significado “estratégico”: quatro anos depois, São Bernardo foi canonizado. Será, decerto, uma das primeiras abadias da Ordem a ser construída já com esta  intenção.

A importância do Mosteiro de Alcobaça evoluiu num crescendo cultural, religioso e ideológico. A sua monumentalidade é tanto mais evidente quanto mais límpida e austera é a sua arquitectura. Trata-se, de resto, do primeiro ensaio de arquitectura gótica em Portugal: um modelo que ficou sem imediata continuidade e que não foi reproduzido a não ser muito mais tarde, funcionando como um pólo quase isolado, uma jóia branca na paisagem.  e significado “estratégico”: quatro anos depois, São Bernardo foi canonizado. Será, decerto, uma das primeiras abadias da Ordem a ser construída já com esta  intenção.

A importância do Mosteiro de Alcobaça evoluiu num crescendo cultural, religioso e ideológico. A sua monumentalidade é tanto mais evidente quanto mais límpida e austera é a sua arquitectura. Trata-se, de resto, do primeiro ensaio de arquitectura gótica em Portugal: um modelo que ficou sem imediata continuidade e que não foi reproduzido a não ser muito mais tarde, funcionando como um pólo quase isolado, uma jóia branca na paisagem.  
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Bruno Januario
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História  - 
 
XXXXXX      HISTÓRIA DE ALCOBAÇA      XXXXXX
Antes de Cister

O Concelho de Alcobaça está integrado no contexto geral da Estremadura Litoral a Norte do Rio Tejo, encerrando testemunhos da passagem e ocupação humana de épocas bem remotas.

Encontram-se abundantes vestígios do Paleolítico em Castanheira e Montes, bem como dos primeiros agricultores e pastores que ocuparam as grutas do Carvalhal de Aljubarrota. Estas grutas - Cabeço da Ministra e Calatras - foram utilizadas para sepultações ou apenas como locais de ocupação temporária.

Relativamente às sociedade primitivas do Calcolítico, existem também marcas da sua passagem ao longo do milénio III a.C., nomeadamente em Ervideira, nas grutas do Carvalhal de Aljubarrota e no Algar de João Ramos. Testemunhando a presença destes povos, foram encontrados vestígios arqueológicos – machados e pontas de lança em cobre em Carvalhal de Turquel, Évora de Alcobaça, Fonte Santa, Casais de Santa Teresa, Carris e na gruta X de Cabeço de Rastinho.

Anterior à Idade do Bronze, entre 1800/1700 a.C. e os séculos VIII/VII a.C., o período Calcolítico revela-nos uma região de forte substrato de utilização do cobre. Os hábitos sepulcrais apontam para a reutilização de locais de enterramento anteriores, designadamente em Carvalhal de Aljubarrota.

Da Idade do Bronze Final encontramos vestígios que comprovam ligações culturais com as chamadas comunidades do Bronze Atlântico, destacando-se os machados de dois anéis em Carvalhal de Aljubarrota, Fonte Santa, Carris e  gruta de Redondas.

Da  Iª Idade do Ferro, entre os séculos VIII a.C. e meados do século V a.C., foram encontrados relevantes vestígios no Bárrio, designadamente as fíbulas de Parreitas, datadas dos séculos VIII/VII a.C.

Da IIª Idade do Ferro, período caracterizado por expressivas alterações na geografia étnica causadas pelas deslocações dos povos de origem indo-europeia para Ocidente, encontramos vestígios na fundação de novos povoados – Collipo (S. Sebastião do Freixo) e Eburobrittium (nas cercanias de Óbidos).  

A  fundação destes povoados foi determinante na introdução de inovações técnicas  (metalurgia e  ferro).

A presença Romana na região de Alcobaça, de forma mais perene no século II a. C., manifesta-se através de valiosos vestígios, nomeadamente no povoado de Parreitas, na villa de Póvoa de Cós e, provavelmente,  num conjunto de povoados menores ainda por investigar.

A presença visigótica é mais conhecida em S. Gião da Nazaré, enquanto que a dos muçulmanos o é em Alfeizerão e na Torre de D. Framondo.

Relativamente ao castelo de Alcobaça, não existe consenso sobre a sua primitiva estrutura, atribuída por alguns autores aos visigodos. Destaca-se uma torre albarrã. Contudo, durante o período da Reconquista Cristã será tomado pelo rei D. Afonso Henriques, tendo sido reparado e reforçado. Entre 1191 e 1195, é novamente conquistado aos mouros pelo Rei D. Sancho I, que o reconstruiu para defesa das povoações, retomando assim o povoamento das terras circundantes.

A ocupação cisterciense iniciada em 1153 com a Carta de Doação dos Coutos de Alcobaça pelo Rei D. Afonso Henriques veio marcar definitivamente o rumo do povoamento e  desenvolvimento desta região.

O pólo principal deste centro é o Mosteiro de Alcobaça, que se ampliou e se prolongou no território através de granjas e quintas,  possibilitando  a conquista de serras e de vales até ao mar fazendo prosperar a região que chegou abastada, fértil e emblemática aos nossos dias.
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Bruno Januario
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História  - 
 
XXXXXX      HISTÓRIA DE ALCOBAÇA      XXXXXX
Cister em Alcobaça

A criação de um plano cisterciense constituiu, na definição e distribuição das diversas edificações do Mosteiro de Alcobaça, um dos mais importantes factores de normalização dado que, com poucas e justificadas excepções, seria sempre semelhante em toda a cristandade. 

As principais dependências do conjunto seriam a Igreja, com orientação definida tal como acontecia com as edificações medievais anteriores e o Claustro, o verdadeiro centro nevrálgico do mosteiro, geralmente localizado a sul do templo, sendo que em Alcobaça e por questões topográficas, se localiza a norte.

A referida orientação da Igreja significava o seu posicionamento num eixo poente-nascente, ficando a capela-mor virada para Oriente,  ou seja na direcção de Jerusalém e do túmulo de Cristo.

Em redor do Claustro distribuem-se as várias dependências conventuais, ficando a Igreja encostada a uma das galerias – a do topo sul, no caso de Alcobaça – seguindo-se, as restantes edificações, segundo uma ordem hierárquica de importância.

Deste modo, no piso térreo encontramos a Sacristia – com acesso pelo Claustro e pelo Transepto, seguindo-se a Sala do Capítulo, onde se reunia o Capítulo da Ordem, o Parlatório, e a Sala dos Monges.

Na galeria oposta à Igreja (norte) situam-se a Cozinha, o Refeitório e o Lavabo.

O primeiro piso do Claustro apresenta belíssimas galerias, cuja construção é datável  do reinado de D. Manuel I.

De facto, a localização dos mosteiros cistercienses obedecia sempre a imperativos  de implantação em terrenos que não poderiam ter grandes desníveis, isolados,  tendo como condição indispensável a presença de água. No caso de Alcobaça, são os seus dois rios (Alcoa e Baça) que possibilitam a construção do mosteiro, dotado de um sistema hidráulico que alimentava a própria abadia e que permitiu o funcionamento eficaz de latrinas junto do Dormitório.

Ainda hoje se conserva o grande canal que trazia a água para o conjunto monástico – a Levada – atravessando-o de sul para norte, passando por terrenos agrícolas da cerca do Mosteiro, mais tarde ocupados pelo Claustro do Cardeal.

Ao longo de todo o período que se estende até inícios do século XIX, os monges desenvolveram uma prodigiosa actividade agrícola, hidráulica e de povoamento. Cumprindo escrupulosamente a sua regra, cultivavam as terras, guardavam rebanhos, entregavam-se a todas as tarefas agrícolas, extraíam o ferro, forjavam as alfaias, instalaram as primeiras indústrias do País.

Desbravaram as charnecas e secaram os pântanos. Plantaram pomares, olivais e vinhas.  Em contexto de época, eram notáveis os seus conhecimentos sobre agronomia, irrigação de terras, e até metalurgia.

Não se pode afirmar com certeza que as granjas tenham sido escolas agrícolas. Provavelmente os monges conversos e o mestre da granja, dariam o exemplo e os colonos que aí se fixavam aproveitavam as alfaias e as sementes que lhes eram cedidas,  e também as lições e orientação.

Depois do longo período de implantação, o Mosteiro passou a intervir directamente no povoamento do território, através de Cartas de Povoação. Estas eram concedidas quando os monges queriam atrair colonos para um determinado local, que era cuidadosamente delimitado, com todas as condições determinadas e só então entregue.

As cartas de povoamento estipulavam o número de famílias que podiam fixar-se na zona, tendo em conta que quanto mais férteis fossem os terrenos, mais densa seria a população. Cada colono recebia uma parcela de terra e segundo indicação dos monges ficariam estipulados os tipos de culturas às quais os colonos deviam dedicar-se. Só mais tarde foram concedidos forais às povoações já suficientemente desenvolvidas para terem jus aos direitos cívicos.

O grande período de expansão da abadia teve início durante o reinado de D. Pedro I (1357/1367) e estende-se até ao reinado de D. João I (1385/1433); porém, com o passar dos séculos os coutos tornaram-se num feudo poderoso, com a figura também poderosa do D. Abade ao centro.

O enriquecimento correspondeu, na prática, a um crescimento territorial.  É com dificuldade que actualmente se conseguem traçar os limites desta imensa área que,  por certo,  abrangia muito mais que os actuais concelhos de Alcobaça e da Nazaré, incluindo também parte dos concelhos da Marinha Grande, Porto de Mós e Caldas da Rainha.

Tamanha riqueza e poder repercutiram-se de forma inevitável sobre a vida religiosa e observância monástica. A sábia administração do domínio deu lugar a um feudalismo exacerbado, com aumento de impostos e nova interpretação dos forais.

Cresciam os privilégios à medida que o poder e riqueza da abadia aumentavam: a decadência era portanto inevitável.

A situação foi fortemente agravada com a instituição do regime das comendas e só conhece melhoras com a instauração da Congregação Autónoma Portuguesa, nos finais do século XVI, dado que os infantes comendatários empreendem melhorias significativas  no Mosteiro.

Em 1755 com o terramoto e em 1772 com as inundações, o Mosteiro sofre graves danos, o que fez com que se recorresse a empréstimos para as obras de reconstrução. Estes deram origem a um terrível colapso financeiro.

Após o grande fausto e opulência dos séculos XVI e XVII e  o apogeu  do barroco, já não havia forma de travar a decadência financeira. Para agravar este quadro, as invasões francesas de 1810, depauperaram a abadia. Os danos foram irreparáveis na Igreja, com roubos e saques de objectos preciosos e  queima de várias dependências do Mosteiro.

As novas ideias introduzidas pela Revolução Francesa,  agravaram a hostilidade contra os monges, inviabilizando o recurso a novos empréstimos para a reconstrução. A situação tornou-se ainda mais hostil, quando em 1833, a população local invade o Mosteiro e o saqueia: a estes juntaram-se pessoas vindas dos arredores, bem como os soldados franceses, acantonados em Peniche.

Com grande dificuldade foram salvos manuscritos e livros da Biblioteca que actualmente constituem os valiosos arquivos da Biblioteca Nacional de Lisboa e do Arquivo Nacional da Torre do Tombo. 

A extinção das ordens religiosas em 1834, ditou o abandono do cenóbio do Mosteiro de Alcobaça e pela primeira vez em séculos, deu a conhecer aos alcobacenses o interior dos espaços monásticos.
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Portão antigo para a fábrica da fiação - Alcobaça

#Alcobaça   #portugal   #portão   #historia   #historico   #fabricafiacao  
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Canal do Rio Alcôa

#alcobaça   #rio   #alcoa   #canal   #portugal  
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Bilbioteca Municipal e as duas árvores

#alcobaça   #portugal   #biblioteca  
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Ponte sobre o Rio Alcobaça, é aqui que os dois rios se juntam (Alcôa e Baça)

#alcobaça   #rio   #alcoa   #baça   #ponte   #portugal  
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Bruno Januario
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Debate  - 
 
Previsão do tempo para Alcobaça - proximos 10 dias
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Bruno Januario
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Eventos  - 
 
Futebol Senior Distrital de Leiria
19-01-2014
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Informações  - 
 
Transportes Urbanos de Alcobaça
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Bruno Januario
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História  - 
 
XXXXXX      HISTÓRIA DE ALCOBAÇA      XXXXXX
Fundação da Nacionalidade

A Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça, fundada por D. Afonso Henriques no coração do imenso território da Estremadura, constituiu uma das mais importantes casas cistercienses da Península Ibérica e, sem dúvida, a mais plena de significado – político, económico e artístico – no território do emergente Reino de Portugal.

Importa, antes de mais, analisar o papel relevante de Bernardo de Claraval na Europa medieval do século XII, cuja acção terá sido essencial para a legitimação do novo Reino. Bernardo de Claraval foi o mentor de Inocêncio II, dos Templários, e o pregador da II Cruzada, tendo sido com o seu apoio que Inocêncio II triunfou sobre o seu rival, o anti-papa Anacleto II, prolongando depois a sua influência sobre a Cúria Romana com a eleição, em 1145, de Eugénio III, antigo monge cisterciense e seu discípulo.

Humilde e obstinado, esta figura primeira da Idade média, sempre recusou qualquer título superior ao de Abade, sendo no entanto protagonista incontornável política e religiosamente.  

Reflexo desse facto, e claramente sintomático da importância do acto, terá sido a outorga por Afonso I de Portugal, então ainda não reconhecido por Roma como Rex, da Carta de Couto directamente a Bernardo de Claraval, selando com esse acto uma vontade de afirmação por parte de ambos os intervenientes: Afonso Henriques conquista para a sua causa a influência da mais importante personagem do seu tempo, contrariando assim o ascendente dos cluniacenses ligados a Leão e Castela entre os reinos peninsulares; 

S. Bernardo e  os cistercienses, tomam posse de um domínio sem igual, com uma dimensão e uma importância pouco comuns, determinante para a respectiva implementação na Península Ibérica.

Tais factos ajudam a explicar o carácter invulgar da Abadia de Santa Maria de Alcobaça, tanto na erudição do programa construtivo como na grandeza do seu templo, com 106 metros de comprimento, dimensão que a coloca em terceiro lugar entre as fundações cistercienses – logo após as de Vancelles e Pontigny – e que implica uma escala absolutamente única entre nós.

A ocupação deste território pelos monges brancos – o mais vasto domínio monástico em todo o Reino – tornava-se absolutamente vital para a estratégia de expansão para Sul, já que, tomada a linha do Tejo com as conquistas de Santarém e Lisboa, só um eficaz povoamento poderia induzir a desejada estabilidade numa zona onde os cistercienses cumpririam uma outra função: a de normalizar o rito cristão.  
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Bruno Januario
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História  - 
 
XXXXXX      HISTÓRIA DE ALCOBAÇA      XXXXXX
Pós-Cister

Em 1834 é decretada a extinção das Ordens Religiosas  por Decreto de Outorga Real em Portugal.  Os monges cistercienses, que já haviam deixado o Mosteiro em 1833, são obrigados a abandonar o país, sendo o Monumento nacionalizado.

A partir deste momento foi desmembrado, vendido em hasta pública e sofreu ocupações múltiplas, públicas e privadas.

De toda a panóplia de ocupações e utilizações diversas destacam-se: Paços de Concelho, Câmara Municipal, Tribunal Judicial, Teatro, Repartição de Finanças, Conservatória do Registo Predial, Lar Residencial, Biblioteca Municipal, entre outras.

Saliente-se que  esta permanente utilização do monumento, ainda que por vezes provocando danos irreversíveis,  foi crucial para assegurar a sua “vida” e a integridade da sua estrutura.

Só a partir de 1928, por iniciativa do Estado Português, se inicia o gigantesco processo de “reagrupamento”, reunificação e recuperação de todo o complexo monumental, que só viria a estar concluído em 2002. 
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