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COMPREENDA OS ATAQUES DE PÂNICO E APRENDA A LIBERTAR-SE DA ANSIEDADE


Se você já teve um ataque de pânico ou se sofre recorrentemente de ataques de pânico, certamente qualifica as sensações sentidas de terríveis. Provavelmente o seu primeiro ataque de pânico veio do nada, de repente você sentiu tremores, medo, falta de ar, sentiu-se como se estivesse tendo um colapso, levando-o a pensar que a sua vida estava em perigo.  O que sentiu e pensou, foi uma reação de medo, uma resposta do seu organismo a uma percepção de perigo extremo. Poderei dizer que foi uma resposta normal do organismo perante uma percepção de ameaça imaginada.
acesse o link:   http://goo.gl/wq1kBY
Em dois artigos que escrevi anteriormente acerca da problemática em torno dos ataques de pânico, expliquei como lidar com um ataque de pânico e apresentei algumas estratégias de emergência para ataques de pânico. Neste artigo pretendo apresentar algumas explicações que possam ajudar a compreender melhor os mecanismos do medo e a forma de raciocínio que suporta a crescente cascata de aprendizagem de respostas disfuncionais do medo de ter medo. Essas respostas disfuncionais em parte são responsáveis na manutenção dos ataques de pânico o que consequentemente dificultam a extinção dos mesmos. Apresentarei ainda formas para conseguir libertar-se da ansiedade extrema.
acesse o link:   http://goo.gl/wq1kBY
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2014-07-07
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Medo, ansiedade e depressão

 
O medo faz parte do sistema adaptativo de sobrevivência dos indivíduos, sendo uma resposta perfeitamente normal perante a possibilidade de existir perigo de vida ou ameaça ao bem-estar, manifestando-se, entre outros factores, por tremores, sudação excessiva, aumento do ritmo cardíaco, entre outros, permitindo, também, ao indivíduo, avaliar as suas reais capacidades para enfrentar uma determinada situação.
Por seu turno, a ansiedade é algo normativo ao ser humano, sendo que, a título de exemplo, a experiência de graus ligeiros de ansiedade em situações sociais consiste num fenómeno frequente e a sua intensidade não impede o funcionamento social adequado do indivíduo, podendo até propiciar um efeito benéfico, uma espécie de agente motivador, sem originar sofrimento.

Mas qual é afinal a diferença entre medo e ansiedade?

O medo ocorre quando um estímulo exterior facilmente identificável, ou seja, algo concreto, desencadeia comportamentos de fuga ou evitação, associando-se a sentimentos de raiva ou vergonha, terminando aquando do desaparecimento desse mesmo estímulo , enquanto que a ansiedade consiste num estado emocional aversivo sem desencadeadores claros/concretos (medos difusos) e que, obviamente não podem ser evitados (Baptista, 2000), sendo difundida de um modo desagradável e persistente (Marks & Nesse, 1994).

E o que acontece quando estes fenómenos atingem proporções patológicas e indutoras de mal-estar e desconforto no indivíduo?

Os medos, os diversos tipos de ansiedade e as suas desregulações surgem num indivíduo em desenvolvimento, geralmente, no decorrer da infância até ao inicio da idade adulta, diminuindo posteriormente com a idade (Essau & Petermann, 2001; Last, 1993; March, 1995; Marks, 1987). De modo previsível, em determinadas alturas do desenvolvimento e de acordo com as tarefas típicas dessas etapas, os medos aparecem e desaparecem, reflectindo a maturação do organismo. As suas manifestações variam ao longo da vida (Vasey & Dadds, 2001). Os medos sociais aparecem no início da adolescência, altura de maior individualização, de afastamento dos progenitores, de integração nos grupos de pares e de atracção pelo sexo oposto. A preocupação com a aparência, o cuidado com a impressão causada e a opinião dos outros, são factores extremamente importantes nesta altura do desenvolvimento. O medo ou ansiedade social são factores motivadores adaptativos que promovem maior preocupação e cuidado com estes aspectos. No entanto, se este medo provocar a inibição de contactos sociais, ou se existir encorajamento familiar para a evitação, o medo tenderá a manter-se ou, pior, a aumentar transformando-se numa limitação (Baptista, A., Carvalho, M. & Lory, F., 2005).     acesse o link:   http://goo.gl/wq1kBY

Quando a ansiedade é sentida de modo excessivo condicionando a vida do indivíduo, considera-se que esta atinge um grau patológico, ou seja, induz um marcado desconforto no indivíduo e uma sensação de incapacidade, sobressalto permanente, angústia intensa, podendo surgir ou não paralelamente alguns sintomas fisiológicos, tais como: transpiração excessiva, vertigens, sensação de falta de ar, dores de cabeça, entre outros, ou mesmo, uma associação à patologia depressiva.        acesse o link:   http://goo.gl/wq1kBY
Existem inúmeras perturbações de ansiedade, nomeadamente, perturbação de ansiedade generalizada, fobias, transtorno de pânico, entre outros. Mas mais importante do que atribuir um rótulo a um indivíduo, é tentar compreender a razão porque os sintomas acontecem, relacionando, com a sua história de vida, sendo, na maioria das vezes, necessário um acompanhamento psicoterapêutico, podendo ou não haver uma componente de tratamento farmacológico associada.

Como é definido o tratamento?

Tal como em diversas situações, é necessária a motivação do indivíduo para superar o seu estado actual, para investir em si e no seu bem-estar mesmo, e não desistir caso os resultados não apareçam tão rapidamente como desejaria. Sofrer de perturbação da ansiedade não pode ser encarado como algo banal nem como uma fatalidade, sendo que os tratamentos variam e são estabelecidos em função da natureza do problema (fobias, obsessões, pânico, etc.) e da personalidade do sujeito que as sofre.
acesse o link:   http://goo.gl/wq1kBY

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Medo, ansiedade e depressão

 
O medo faz parte do sistema adaptativo de sobrevivência dos indivíduos, sendo uma resposta perfeitamente normal perante a possibilidade de existir perigo de vida ou ameaça ao bem-estar, manifestando-se, entre outros factores, por tremores, sudação excessiva, aumento do ritmo cardíaco, entre outros, permitindo, também, ao indivíduo, avaliar as suas reais capacidades para enfrentar uma determinada situação.
Por seu turno, a ansiedade é algo normativo ao ser humano, sendo que, a título de exemplo, a experiência de graus ligeiros de ansiedade em situações sociais consiste num fenómeno frequente e a sua intensidade não impede o funcionamento social adequado do indivíduo, podendo até propiciar um efeito benéfico, uma espécie de agente motivador, sem originar sofrimento.

Mas qual é afinal a diferença entre medo e ansiedade?

O medo ocorre quando um estímulo exterior facilmente identificável, ou seja, algo concreto, desencadeia comportamentos de fuga ou evitação, associando-se a sentimentos de raiva ou vergonha, terminando aquando do desaparecimento desse mesmo estímulo , enquanto que a ansiedade consiste num estado emocional aversivo sem desencadeadores claros/concretos (medos difusos) e que, obviamente não podem ser evitados (Baptista, 2000), sendo difundida de um modo desagradável e persistente (Marks & Nesse, 1994).

E o que acontece quando estes fenómenos atingem proporções patológicas e indutoras de mal-estar e desconforto no indivíduo?
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Os medos, os diversos tipos de ansiedade e as suas desregulações surgem num indivíduo em desenvolvimento, geralmente, no decorrer da infância até ao inicio da idade adulta, diminuindo posteriormente com a idade (Essau & Petermann, 2001; Last, 1993; March, 1995; Marks, 1987). De modo previsível, em determinadas alturas do desenvolvimento e de acordo com as tarefas típicas dessas etapas, os medos aparecem e desaparecem, reflectindo a maturação do organismo. As suas manifestações variam ao longo da vida (Vasey & Dadds, 2001). Os medos sociais aparecem no início da adolescência, altura de maior individualização, de afastamento dos progenitores, de integração nos grupos de pares e de atracção pelo sexo oposto. A preocupação com a aparência, o cuidado com a impressão causada e a opinião dos outros, são factores extremamente importantes nesta altura do desenvolvimento. O medo ou ansiedade social são factores motivadores adaptativos que promovem maior preocupação e cuidado com estes aspectos. No entanto, se este medo provocar a inibição de contactos sociais, ou se existir encorajamento familiar para a evitação, o medo tenderá a manter-se ou, pior, a aumentar transformando-se numa limitação (Baptista, A., Carvalho, M. & Lory, F., 2005).

Quando a ansiedade é sentida de modo excessivo condicionando a vida do indivíduo, considera-se que esta atinge um grau patológico, ou seja, induz um marcado desconforto no indivíduo e uma sensação de incapacidade, sobressalto permanente, angústia intensa, podendo surgir ou não paralelamente alguns sintomas fisiológicos, tais como: transpiração excessiva, vertigens, sensação de falta de ar, dores de cabeça, entre outros, ou mesmo, uma associação à patologia depressiva.        acesse o link:   http://goo.gl/wq1kBY
Existem inúmeras perturbações de ansiedade, nomeadamente, perturbação de ansiedade generalizada, fobias, transtorno de pânico, entre outros. Mas mais importante do que atribuir um rótulo a um indivíduo, é tentar compreender a razão porque os sintomas acontecem, relacionando, com a sua história de vida, sendo, na maioria das vezes, necessário um acompanhamento psicoterapêutico, podendo ou não haver uma componente de tratamento farmacológico associada.

Como é definido o tratamento?

Tal como em diversas situações, é necessária a motivação do indivíduo para superar o seu estado actual, para investir em si e no seu bem-estar mesmo, e não desistir caso os resultados não apareçam tão rapidamente como desejaria. Sofrer de perturbação da ansiedade não pode ser encarado como algo banal nem como uma fatalidade, sendo que os tratamentos variam e são estabelecidos em função da natureza do problema (fobias, obsessões, pânico, etc.) e da personalidade do sujeito que as sofre.
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DEPRESSÃO
DOENÇAS E SINTOMAS


Depressão é uma doença psiquiátrica, crônica e recorrente, que produz uma alteração do humor caracterizada por uma tristeza profunda, sem fim, associada a sentimentos de dor, amargura, desencanto, desesperança, baixa autoestima e culpa, assim como a distúrbios do sono e do apetite.

É importante distinguir a tristeza patológica daquela transitória provocada por acontecimentos difíceis e desagradáveis, mas que são inerentes à vida de todas as pessoas, como a morte de um ente querido, a perda de emprego, os desencontros amorosos, os desentendimentos familiares, as dificuldades econômicas, etc. Diante das adversidades, as pessoas sem a doença sofrem, ficam tristes, mas encontram uma forma de superá-las. Nos quadros de depressão, a tristeza não dá tréguas, mesmo que não haja uma causa aparente. O humor permanece deprimido praticamente o tempo todo, por dias e dias seguidos, e desaparece o interesse pelas atividades, que antes davam satisfação e prazer.
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SAIBA MAIS
ENTREVISTA
DEPRESSÃO: DOENÇA QUE PRECISA DE TRATAMENTO
OMS
MAIS DE 350 MILHÕES DE PESSOAS SOFREM DE […]
A depressão é uma doença incapacitante que atinge por volta de 350 milhões de pessoas no mundo. Os quadros variam de intensidade e duração e podem ser classificados em três diferentes graus: leves, moderados e graves.

Causas

Existem fatores genéticos envolvidos nos casos de depressão, doença que pode ser provocada por uma disfunção bioquímica do cérebro. Entretanto, nem todas as pessoas com predisposição genética reagem do mesmo modo diante de fatores que funcionam como gatilho para as crises: acontecimentos traumáticos na infância, estresse físico e psicológico, algumas doenças sistêmicas (ex: hipotireoidismo), consumo de drogas lícitas (ex: álcool) e ilícitas (ex: cocaína), certos tipos de medicamentos (ex: as anfetaminas).

Mulheres parecem ser mais vulneráveis aos estados depressivos em virtude da oscilação hormonal a que estão expostas principalmente no período fértil.

Sintomas

Além do estado deprimido (sentir-se deprimido a maior parte do tempo, quase todos os dias) e da anedonia (interesse e prazer diminuídos para realizar a maioria das atividades) são sintomas da depressão:

1) alteração de peso (perda ou ganho de peso não intencional); 2) distúrbio de sono (insônia ou sonolência excessiva  praticamente diárias); 3) problemas psicomotores (agitação ou apatia psicomotora, quase todos os dias); 4) fadiga ou perda de energia constante; 5) culpa excessiva (sentimento permanente de culpa e inutilidade); 6) dificuldade de concentração (habilidade diminuída para pensar ou concentrar-se); 7) ideias suicidas (pensamentos recorrentes de suicídio ou morte); 8) baixa autoestima, 9) alteração da libido.

Muitas vezes, no início, os sinais da enfermidade podem não ser reconhecidos. No entanto, nunca devem ser desconsideradas possíveis referências a ideias suicidas ou de autodestruição.

Diagnóstico

O diagnóstico da depressão é clínico e toma como base os sintomas descritos e a história de vida do paciente. Além de espírito deprimido e da perda de interesse e prazer para realizar a maioria das atividades durante pelo menos duas semanas, a pessoa deve apresentar também de quatro a cinco dos sintomas supracitados.

Como o estado depressivo pode ser um sintoma secundário a várias doenças, sempre é importante estabelecer o diagnóstico diferencial.

Tratamento

Depressão é uma doença que exige acompanhamento médico sistemático. Quadros leves costumam responder bem ao tratamento psicoterápico. Nos outros mais graves e com reflexo negativo sobre a vida afetiva, familiar e profissional e em sociedade, a indicação é o uso de antidepressivos com o objetivo de tirar a pessoa da crise.

Existem vários grupos desses medicamentos que não causam dependência. Apesar do tempo que levam para produzir efeito (por volta de duas a quatro semanas) e das desvantagens de alguns efeitos colaterais que podem ocorrer, a prescrição deve ser mantida, às vezes, por toda a vida, para evitar recaídas. Há casos de depressão que exigem a associação de outras classes de medicamentos – os ansiolíticos e os antipsicóticos, por exemplo – para obter o efeito necessãrio.

Há evidências de que a atividade física associada aos tratamentos farmacológicos e psicoterápicos representa um recurso importante para reverter o quadro de depressão.

 Recomendações

* Depressão é uma doença como qualquer outra. Não é sinal de loucura, nem de preguiça nem de irresponsabilidade. Se você anda desanimado, tristonho, e acha que a vida perdeu a graça, procure assistência médica. O diagnóstico precoce é o melhor caminho para colocar a vida nos eixos outra vez;

* Depressão pode ocorrer em qualquer fase da vida: na infância, adolescência, maturidade e velhice. Os sintomas podem variar conforme o caso. Nas crianças, muitas vezes são erroneamente atribuídos a características da personalidade e nos idosos, ao desgaste próprio dos anos vividos;

* A família dos portadores de depressão precisa manter-se informada sobre a doença, suas características, sintomas e riscos.  É importante que ela ofereça um ponto de referência para certos padrões, como a importância da alimentação equilibrada, da higiene pessoal e da necessidade e importância de interagir com outras pessoas. Afinal, trancafiar-se num quarto às escuras, sem fazer nada nem falar com ninguém,está longe de ser um bom caminho para superar a crise depressiva.
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PASSOS E FORMAS QUE PROMOVEM OS ATAQUES DE PÂNICO

Detectar o perigo. Você concentra-se nas suas sensações corporais como um sinal de perigo
Catastrofizar o perigo. Você interpreta as sensações corporais como um risco de vida
Controlar a situação. Você tenta controlar a sua respiração ou usa comportamentos de segurança
Evitar ou Escapar. Você evita situações que fazem sentir-se ansioso ou tentar escapar delas
Então, vamos imaginar que você começa a respirar rapidamente quando se sente ansioso e começa a ficar com falta de ar. Vai emergir em você uma sensação de medo de que no futuro volte a sentir essa falta de ar, assim passa a estar mais vigilante sobre a sua respiração, verificando se está “perdendo o fôlego”. Você também pode começar a focar-se no seu ritmo cardíaco. Quando você notar que a sua respiração se tornou mais rápida, começa a pensar que vai parar de respirar e que pode entrar em colapso, ter um ataque cardíaco ou até mesmo morrer.
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Você, começa então a alterar o seu estado, passa para o modo de ”controlador”  e tenta recuperar o fôlego, talvez fazendo respirações profundas, ou respirações rápidas, que o fazem ter ainda mais falta de ar. Pode ainda  passar a adotar comportamentos de segurança, por exemplo, você abranda o seu ritmo de caminhada ou caminha junto dos edifícios para poder agarrar-se em caso de perda de equilíbrio. Eventualmente, caso tenha vindo a praticar exercício físico, passa a evitá-lo (dado que o exercício físico aumenta o batimento cardíaco) ou começa também a evitar situações que possam ”deixá-lo ansioso”, como sentar-se num cinema lotado ou ir ao shopping. Neste caso muito provavelmente desenvolveu transtorno de pânico com agorafobia.
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2014-07-07
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PASSOS E FORMAS QUE PROMOVEM O TRANSTORNO DE PÂNICO COM AGORAFOBIA


Algumas dos seguintes exemplo fazem sentido para você?

Concentra-se em todas as sensações corporais que não parecem “normais”.
Interpreta essas sensações como um sinal de uma catástrofe prestes a acontecer.   acesse o link:   http://goo.gl/wq1kBY
Antecipa qualquer situação onde você pode ter essas sensações.
Evita essas situações, se puder.
Mas, se você não pode, então faz algo para que se sinta seguro.
Se você sobreviver à situação, atribuiu a sua sobrevivência aos seus comportamentos de segurança.
Quando você sentir as sensações de ansiedade aumentando, você pode ter alguns destes pensamentos:

Eu vou vomitar.
Estou prestes a desmaiar.
Eu devo ter um tumor cerebral.
Estou prestes a ter um ataque cardíaco.
Eu vou ter um derrame.
Estou prestes a sufocar até a morte.
Eu estou ficando cego.
Estou perdendo o controle de mim mesmo.
Estou fazendo alguma besteira.
Eu possa machucar alguém.
Eu posso me machucar.
Eu vou gritar.
Estou com muito medo de me mover.
Eu estou ficando louco.
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2014-07-07
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Psiquiatra aponta caminhos para se livrar da ansiedade e da angústia
Entenda as diferenças entre tristeza e depressão e seja mais feliz


O que difere a tristeza da depressão? Com consultoria de Ivan Morão, psiquiatra do Hospital São Luiz, em São Paulo, entenda os sintomas e os tratamentos de cada problema e livre-se da ansiedade e da angústia:

Depressão

O que é
Síndrome que pode ser leve, moderada ou grave. Não precisa de um motivo para acontecer, pois pode ser orgânica. O diagnóstico só deve ser feito por psiquiatra.

Sintomas
Alteração de humor e falta de energia. Pode causar insônia, perda de apetite, baixa na autoestima, insegurança, desinteresse por tudo e impulsos suicidas.

Tratamento
Em casos leves a indicação é terapia. Já os mais graves pedem uso de medicamento para estabilizar o humor. Outra possibilidade é aliar as duas opções.

Como sair dessa
Empenhe-se e siga o tratamento à risca. O apoio da família é essencial, mas desde que ela não pressione. Sair para se distrair? Só se você quiser.

Tristeza

O que é
Sentimento com origem emocional, resultado de um acontecimento que gerou muita dor. Ou seja, faz parte de um processo natural.

Sintomas
Desinteresse e desânimo. Caso a tristeza a deixe improdutiva (sem conseguir comer, dormir ou trabalhar), consulte um especialista para avaliação.

Tratamento
Se a pessoa não conseguir superá-la sozinha, precisa procurar ajuda de um psicólogo ou psiquiatra, pois esse quadro pode evoluir para depressão.

Como sair dessa
Fale sobre o que está pensando e sentindo com familiares e amigos. Depois, mude o foco. Assim, você abre espaço para sentimentos positivos animá-la.

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Medo, ansiedade e depressão

 
O medo faz parte do sistema adaptativo de sobrevivência dos indivíduos, sendo uma resposta perfeitamente normal perante a possibilidade de existir perigo de vida ou ameaça ao bem-estar, manifestando-se, entre outros factores, por tremores, sudação excessiva, aumento do ritmo cardíaco, entre outros, permitindo, também, ao indivíduo, avaliar as suas reais capacidades para enfrentar uma determinada situação.
Por seu turno, a ansiedade é algo normativo ao ser humano, sendo que, a título de exemplo, a experiência de graus ligeiros de ansiedade em situações sociais consiste num fenómeno frequente e a sua intensidade não impede o funcionamento social adequado do indivíduo, podendo até propiciar um efeito benéfico, uma espécie de agente motivador, sem originar sofrimento.

Mas qual é afinal a diferença entre medo e ansiedade?

O medo ocorre quando um estímulo exterior facilmente identificável, ou seja, algo concreto, desencadeia comportamentos de fuga ou evitação, associando-se a sentimentos de raiva ou vergonha, terminando aquando do desaparecimento desse mesmo estímulo , enquanto que a ansiedade consiste num estado emocional aversivo sem desencadeadores claros/concretos (medos difusos) e que, obviamente não podem ser evitados (Baptista, 2000), sendo difundida de um modo desagradável e persistente (Marks & Nesse, 1994).

E o que acontece quando estes fenómenos atingem proporções patológicas e indutoras de mal-estar e desconforto no indivíduo?

Os medos, os diversos tipos de ansiedade e as suas desregulações surgem num indivíduo em desenvolvimento, geralmente, no decorrer da infância até ao inicio da idade adulta, diminuindo posteriormente com a idade (Essau & Petermann, 2001; Last, 1993; March, 1995; Marks, 1987). De modo previsível, em determinadas alturas do desenvolvimento e de acordo com as tarefas típicas dessas etapas, os medos aparecem e desaparecem, reflectindo a maturação do organismo. As suas manifestações variam ao longo da vida (Vasey & Dadds, 2001). Os medos sociais aparecem no início da adolescência, altura de maior individualização, de afastamento dos progenitores, de integração nos grupos de pares e de atracção pelo sexo oposto. A preocupação com a aparência, o cuidado com a impressão causada e a opinião dos outros, são factores extremamente importantes nesta altura do desenvolvimento. O medo ou ansiedade social são factores motivadores adaptativos que promovem maior preocupação e cuidado com estes aspectos. No entanto, se este medo provocar a inibição de contactos sociais, ou se existir encorajamento familiar para a evitação, o medo tenderá a manter-se ou, pior, a aumentar transformando-se numa limitação (Baptista, A., Carvalho, M. & Lory, F., 2005).   acesse o link:   http://goo.gl/wq1kBY

Quando a ansiedade é sentida de modo excessivo condicionando a vida do indivíduo, considera-se que esta atinge um grau patológico, ou seja, induz um marcado desconforto no indivíduo e uma sensação de incapacidade, sobressalto permanente, angústia intensa, podendo surgir ou não paralelamente alguns sintomas fisiológicos, tais como: transpiração excessiva, vertigens, sensação de falta de ar, dores de cabeça, entre outros, ou mesmo, uma associação à patologia depressiva.      acesse o link:   http://goo.gl/wq1kBY
Existem inúmeras perturbações de ansiedade, nomeadamente, perturbação de ansiedade generalizada, fobias, transtorno de pânico, entre outros. Mas mais importante do que atribuir um rótulo a um indivíduo, é tentar compreender a razão porque os sintomas acontecem, relacionando, com a sua história de vida, sendo, na maioria das vezes, necessário um acompanhamento psicoterapêutico, podendo ou não haver uma componente de tratamento farmacológico associada.

Como é definido o tratamento?

Tal como em diversas situações, é necessária a motivação do indivíduo para superar o seu estado actual, para investir em si e no seu bem-estar mesmo, e não desistir caso os resultados não apareçam tão rapidamente como desejaria. Sofrer de perturbação da ansiedade não pode ser encarado como algo banal nem como uma fatalidade, sendo que os tratamentos variam e são estabelecidos em função da natureza do problema (fobias, obsessões, pânico, etc.) e da personalidade do sujeito que as sofre.
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método comprovado para acabar com a ansiedade e depressão

Despertar do Amor 
"como se livrar da ansiedade e depressão"
O Processo Despertar do Amor é um trabalho que foi desenvolvido pelos terapeutas psicocorporais Elaine Lilli e Saulo Fong.

É composto por dois arquivos MP3: Relaxamento Induzido e Subliminar. Tem o objetivo de ajudar a pessoa que o escuta a relaxar e integrar crenças possibilitadoras em sua Vida.

É também um trabalho terapêutico e de reprogramação mental, pois atua tanto à nível consciente como à nível inconsciente, fazendo com que a pessoa enfrente a Vida com mais harmonia, conexão, paz e serenidade.

Este trabalho é uma poderosa ferramenta que irá poderá ajudá-lo(a) a trazer à tona toda a manifestação e expressão de Amor já existente em seu interior.

A Paz, o Amor e a Vida já fazem parte do seu mais profundo Ser. Este trabalho irá apenas ajudá-lo(a) a entrar em contato com tudo aquilo que você já É.

Como Bônus, a pessoa receberá uma video aula de meditação ativa para potencializar o processo.

acesse o link:   http://goo.gl/wq1kBY
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2014-07-05
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como se livrar da ansiedade e depressão

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Despertar do Amor 
"como se livrar da ansiedade e depressão"
O Processo Despertar do Amor é um trabalho que foi desenvolvido pelos terapeutas psicocorporais Elaine Lilli e Saulo Fong.

É composto por dois arquivos MP3: Relaxamento Induzido e Subliminar. Tem o objetivo de ajudar a pessoa que o escuta a relaxar e integrar crenças possibilitadoras em sua Vida.

É também um trabalho terapêutico e de reprogramação mental, pois atua tanto à nível consciente como à nível inconsciente, fazendo com que a pessoa enfrente a Vida com mais harmonia, conexão, paz e serenidade.

Este trabalho é uma poderosa ferramenta que irá poderá ajudá-lo(a) a trazer à tona toda a manifestação e expressão de Amor já existente em seu interior.

A Paz, o Amor e a Vida já fazem parte do seu mais profundo Ser. Este trabalho irá apenas ajudá-lo(a) a entrar em contato com tudo aquilo que você já É.

Como Bônus, a pessoa receberá uma video aula de meditação ativa para potencializar o processo.
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