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http://www.painelflorestal.com.br/noticias/eventos/pesquisas-com-mogno-africano-avancam-no-brasil
O 2º Workshop Brasileiro de Mogno Africano realizado pela empresa Mudas Nobres, em Goiânia, começou com a palestra intitulada “Desenvolvimento do Mogno Africano e Inventário Florestal”, com a professora doutora Sybelle Barreira, da Universidade Federal de Goiás (UFG). Ela apresentou uma compilação de inventários feitos por vários pesquisadores.
De acordo com Sybelle Barreira, o mogno africano da espécie Khaya ivorensis, é oriundo da Costa do Marfim e da República dos Camarões, porém, a madeira se adaptou muito bem ao Brasil e hoje as condições do País – em termos de rendimento – supera a dos países do continente africano, por ter boa resistência a pragas e doenças.
O preço da tora está girando em torno de US$ 1 mil. No entanto, entre 2008 e 2010, o preço chegou a US$ 1.273 em exportações para França e Portugal.
Segundo Barreira, o mogno africano exige luz, mas possui muitas vantagens com destaque para a facilidade das podas. Outros países estão plantando mogno africano e sendo bem sucedidos, como a Malásia e a Austrália.
“Já no Brasil, no Estado do Pará, com apenas sete anos, o fuste da árvore chega a 12 metros. Hoje, a produção em florestas plantadas tem maior produtividade que a de florestas naturais em todos os desbastes. No mogno africano, os resultados com Khaya ivorensis são melhores que o Khaya senegalensis, que apresentam volumes de 5,2, contra 2,9 metros cúbicos por hectare ao ano, respectivamente”, disse Sybelle Barreira.

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Este trabalho tem como objetivo geral analisar a vi
abilidade técnica,
econômico-financeiro da implantação da cultura do m
ogno-africano
(Khaya
ivorensis A.Chev)
na região oeste de Minas Gerais. Neste estudo fora
m
levantadas informações técnicas sobre sistemas de p
rodução, pesquisas de
áreas implantadas e indicadores para análise econôm
ico-financeiro da cultura
do mogno-africano. Estima-se que, em virtude da bai
xa velocidade que vem
ocorrendo o reflorestamento de madeiras nobres para
atender a demanda futura
da indústria moveleira, a médio prazo haverá proble
mas de abastecimento.
Neste sentido tem crescido a utilização de espécies
exóticas, especialmente no
hemisfério sul, em países de clima tropical e subtr
opical. Em especial, o
mogno-africano, possui madeira de excelente qualida
de. É uma espécie de
moderado a rápido crescimento e pode ser cultivado
gerando a médio e longo
prazo excepcional retorno financeiro. O cultivo des
ta espécie contribuirá sem
dúvida com o aumento da oferta de madeira para as i
ndústrias moveleiras de
Minas Gerais que se beneficiarão com a utilização d
e uma madeira tão nobre.
Conforme Stumpp, E.(2008), a médio e longo prazo o
Brasil terá que dispor de
pelo menos duas a três dúzias de essências floresta
is diversificadas, para suprir
todas as necessidades e gostos. Conforme demonstrad
o o projeto é
extraordinariamente viável, tanto tecnicamente, eco
nomicamente e
financeiramente. Desta forma concluímos que a ativi
dade de reflorestamento
do
Khaya ivorensis
A.Chev.(mogno-africano), contribuirá efetivamente
com
nossa economia, gerando riquezas e oportunidades de
negócios nacionais e
internacionais.
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1 INTRODUÇÃO
O grande aumento da demanda e a exploração das flor
estas nativas feitas sem
critérios técnicos, coloca em risco a extinção de v
árias espécies vegetais de grande
valor. A madeira proveniente de mata nativa, bastan
te utilizada no Brasil, está em
rápido declínio e tende a desaparecer em função das
severas restrições internacionais e
dos severos problemas ambientais como o aquecimento
global.
Estima-se que, em virtude da baixa velocidade com q
ue vem ocorrendo o
reflorestamento de madeiras nobres para atender a d
emanda futura da indústria
moveleira, a médio prazo haverá problemas de abaste
cimento. Neste sentido tem
crescido a utilização de espécies exóticas, especia
lmente no hemisfério sul, em países
de clima tropical e subtropical.
Para um projeto florestal sob a ótica econômico-fin
anceira, geralmente tem-se
um plano de investimentos, que é um comprometimento
de recursos visando obtenção
de benefícios futuros durante um período de tempo,
e sua elaboração, análise e
avaliação de projetos envolve variáveis sociais, ec
onômicas, culturais, jurídicas,
ambientais e políticas.
No Brasil, alguns macros indicadores dessa importân
cia se baseiam na
formação do PIB, na geração de divisas e na contrib
uição para a melhoria da qualidade
de vida da sociedade.
No que diz respeito aos aspectos sociais, o setor f
lorestal é capaz de absorver
mão-de-obra numerosa, colaborando assim para uma me
lhor distribuição de renda para
a população.
Quanto ao meio ambiente, as influências florestais
podem ser divididas em três
grupos: as influências diretas (efeito mecânico), i
nfluências indiretas (efeito físico-
químico) e as influências psicofisiológicas (as que
atuam diretamente sobre o homem).
O consumo de produtos florestais, atualmente depara
-se com a problemática
do decréscimo de fornecimento de matéria-prima para
o setor, tanto pelas pressões
ecológicas, visando diminuir a exploração em matas
nativas, quanto pela escassez dos
produtos florestais que se encontram cada vez mais
distantes das áreas consumidoras.
11
Dentre os setores mais atingidos, destacam-se o das
serrarias e o da laminação, que,
em nosso país, sobrevivem da extração de matas nati
vas, quando se refere à "madeira
de lei".
Em especial, o Mogno-africano (
Khaya ivorensis
A.Chev.), possui madeira de
excelente qualidade e é uma espécie de moderado a r
ápido crescimento que substitui
plenamente o Mogno-americano
(Swietenia macrophylla)
e pode ser cultivado gerando
a médio e longo prazo retorno financeiro.
O plantio e cultivo desta espécie contribuirão sem
dúvida com o aumento da
oferta de madeira para as indústrias moveleiras de
Minas Gerais que se beneficiarão
com a utilização de uma madeira tão nobre.
Nas instituições, sejam públicas, privadas comercia
is, prestadores de serviços
ou indústrias, sempre existirá a necessidade de tom
ar decisões, visando maximizar a
curto, médio e longo prazo os seus resultados. A in
tensidade e a forma com que as
decisões são tomadas dependem do tipo, porte e área
de atuação da instituição. O
termo projeto florestal refere-se às necessidades o
u oportunidades de certa instituição,
tendo como objetivo executar ou realizar algo no fu
turo, para atender a necessidades
ou aproveitar oportunidades dentro do contexto e ca
racterísticas próprias.
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Mercado de Carbono
O homem lança mais de 46,5 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (incluindo mudanças no uso da terra e florestas), o principal gás causador do aquecimento global, por ano* na atmosfera. Para diminuir este número, foram criados mecanismos de redução de emissões de gases do efeito estufa através dos mercados de carbono.
Portanto, o mercado de carbono busca negociar a redução das emissões de dióxido de carbono, teoricamente auxiliando na mitigação das mudanças climáticas. Para compor tal sistema, é preciso a elaboração de uma série de metodologias, regulamentações e estruturas de monitoramento e comercialização dos ‘créditos’ de redução das emissões.
Atualmente o comércio de crédito de carbono, tanto no mercado compulsório quanto voluntário, está movimentando a economia de grandes atores da economia global, como os integrantes da União Europeia, Austrália, Nova Zelândia e Califórnia.
O maior mercado de carbono é o estabelecido pela União Europeia para cumprir seus compromissos sob o Protocolo de Quioto, que coloca o sistema como um dos mecanismos de flexibilização adicionais às ações tomadas em nível nacional, para o corte nas emissões.
Sob as regras do Protocolo de Quioto, o mercado de carbono é um mecanismo que busca diminuir custos para se chegar a um corte absoluto sobre as emissões. Assim, é determinado aos países que têm compromissos de redução (países do Anexo I de Quioto) um teto (‘cap’) para suas emissões através da alocação ou leilão de ‘permissões’.
A partir daí, os países ou empresas têm que montar estratégias para se manter abaixo da cota de emissões, o que possibilita o surgimento do comércio de permissões (quando um agente emite menos que a cota e vende para outro que está acima dela) ou de compensações de emissão.
Este último, representado mais significativamente pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), gera as chamadas ‘offsets’ ou créditos de compensação, permitindo a entrada no mercado de países que não têm metas sob Quioto com projetos avaliados segundo metodologias aprovadas pela Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC, na sigla em inglês).
Os projetos precisam ter como preceito o corte das emissões além do que ocorreria normalmente (sem o apoio do MDL) e o incentivo ao desenvolvimento sustentável.
O Brasil, que já ocupou o primeiro lugar no ranking dos principais produtores de projetos de MDL, acabou perdendo o lugar para a China e a Índia.
Iniciativas Nacionais   
A criação de um mercado de carbono internacional, conectando as iniciativas de todos os países voltadas ao corte das emissões de gases do efeito estufa, sempre foi almejada pela União Europeia.
Porém, com a falta de entendimento dos países nas negociações internacionais do clima, este objetivo parece cada vez mais longínquo. Assim, começaram a surgir iniciativas domésticas similares, mas não idênticas à da UE (Vejo o infográfico do Banco Mundial).
A Nova Zelândia foi o primeiro país fora da UE a aprovar e implantar o seu próprio esquema de comércio de emissões (Emissions Trading Scheme – ETS, em inglês), ativo desde 2010. Califórnia e Austrália estão avançando no mesmo caminho e outros países, como China, Coreia do Sul, México e Brasil têm iniciativas menos desenvolvidas, mas também neste sentido.
Acompanhando as iniciativas de controle das emissões de gases do efeito estufa, o Banco Mundial divulgou em junho de 2013 um relatório enfatizando a diversidade de novas abordagens que estão surgindo.
Foram identificados mais de 40 países e 20 jurisdições subnacionais que já implementaram ou estão considerando colocar um preço sobre o carbono, aprendendo com as experiências passadas e desenvolvendo novos elementos.
A quantidade de iniciativas, variando de esquemas de comércio de emissões a taxas sobre o carbono, mostra a importância que os legisladores dão à precificação como uma forma de lidar com as mudanças climáticas, destaca o Banco Mundial.
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CREDITO DE CARBONO

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FLORESTA DE MOGNO AFRICANO -RENTABILIDADE GARANTIDA

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A Cédula do Produto Rural (CPR) é um título de promessa de entrega de produtos rurais que pode ser emitida pelos agricultores e suas associações, inclusive cooperativas. É endossável e exigível pela quantidade do produto nela previsto.

Sua liquidação só é permitida por meio da entrega física da mercadoria. Por meio da CPR, o produtor antecipa a venda da produção, principalmente com a finalidade de obter recursos para custear o plantio. Pode ser negociada nos mercados de bolsas e de balcão, desde que registrada na Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (CETIP). Para dinamizar e tornar mais atraentes e seguras essas operações, o Banco do Brasil e outros bancos concedem aval aos emitentes da CPR, mediante a cobrança de comissão.


















O Banco do Brasil também realiza leilões das CPRs por ele avalizadas e já está começando a operar com a CPR Export, destinada à venda de produtos agropecuários no mercado internacional, com entrega física. A CPR com Liquidação Financeira tem as mesmas características da CPR física, mas possibilita o pagamento em dinheiro na data de vencimento do título.

Por intermédio da CPR com liquidação financeira, outros agentes econômicos, investidores externos, fundos de investimentos ou fundos de pensão, podem participar do financiamento ao setor rural, diminuindo os custos para o produtor. Ao fazerem a venda antecipada da produção, tanto o agricultor como a cooperativa poderão optar pelo uso da CPR com entrega do produto ou pela CPR liquidação financeira. Nessa modalidade de CPR é definido um preço de referência (ou índice de preços) para determinar o valor de resgate do título na data de vencimento.

Neste caso, a Seguradora garante o cumprimento das obrigações da CPR tanto para produtos agrícolas como para pecuário
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SUSTENTABILIDADE

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ESTUDO DO MOGNO NO BRASIL.

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