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Para debater sobre a educação em nossas escolas hoje.

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https://www.youtube.com/watch?v=h2K5fMFjcjk

Como tem se discutido a questão da militarização das escolas, resolvi colocar alguns materiais para debate. Todos os participantes fiquem a vontade para dar sua opinião. Tanto a favor quanto contra essa questão.

Obviamente este fala bem, por isso videos que mostrem um outro lado, só enriquecem a discussão.

Bom debate

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https://youtu.be/g6k4t8QvuRE

Para quem quer discutir educação, ver a hipocrisia de alunos sendo empurrados para passar e o pior parece que nada é feito. Reportagem de 07 anos atrás que infelizmente continua super atual

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Isso nos dá muito o que pensar. É incrível.

Que aspectos podemos refletir sobre o que identifica ou não um bom professor? (parte 01)

Num artigo do comentarista Gustavo IOSCHPE, intitulado: Como identificar um bom professor (Revista Veja, 13 de fevereiro de 2013, pg. 80-81. Edição 2308 – ano 46 nº.07. Editora Abril SP) se escreve o seguinte: “Uma série de estudos demonstra que um bom professor exerce influência substancial sobre os seus alunos, não apenas durante o período escolar, mas por toda a vida. Boa educação melhora a saúde, diminui a criminalidade e aumenta o salário. Eric Hanuschek, pesquisador de Stanford, calcula que um professor que esteja entre os 25% do topo da categoria e que tenha uma turma de trinta alunos gera, a cada ano, um aumento na massa salarial desses alunos de quase 500.000 dólares ao longo da vida deles.

O problema é que, mesmo que todos saibam intuitivamente quem é um bom professor, ainda não conseguimos explicar e decompor seu comportamento de forma que seja possível identificar os bons profissionais, promovê-los e reproduzir a sua atuação (...).”

Até aí um discurso que todos concordam, mas em seguida Ioschpe, aponta alguns aspectos polêmicos, mas que valem a pena ser analisados, tanto para os que venham a concordar como a discordar, de modo que se produzam outros pontos de vista: “(...) Os estudos estatísticos que se valem de dados facilmente quantificáveis, nos trazem alguns bons indícios – por exemplo, a experiência do professor só importa nos dois a cinco primeiros anos de carreira; professores que faltam às aulas têm alunos que aprendem menos; professores que obtiveram notas melhores em testes padronizados, estudaram em universidades mais competitivas e têm mais habilidade verbal exercem impacto positivo sobre o aprendizado dos alunos; quanto mais sindicalizados os professores, mais eles faltam e mais insatisfeitos estão com a carreira; e professores com expectativas mais altas para seus alunos também obtêm resultados superiores.

Essas são todas as variáveis “de fora”; estudos mais recentes começam a entrar na escola e na sala de aula e tentam explicar os componentes de um bom professor (...).

Sobre esse exposto que opiniões podemos vir a desenvolver?

COTAS RACIAIS PARA A ESCOLA PÚBLICA: solução para por fim à exclusão ou concessão disfarçada?

O Tema é abordado com frequência, porém, não o considero um assunto desgastado, na condição de professor que acredita na integração pela aquisição do saber e da auto-estima, e não a mera promoção como solução mais fácil que é como muitos acabam a encarando.

No caso um tema que não precisa ser "oito ou oitenta" como as pessoas geralmente o enxergam. No caso, a pergunta se as cotas podem realmente acabar com a exclusão como tanto a maioria dos discursos enfatiza. Pergunta feita e refeita por inúmeras pessoas.

Nisso, uma observação advinda de um trecho da transcrição do III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva de 2004, manifestada por um de seus palestrantes, o jurista Dalmo Dallari nos faz ficarmos mais atentos à esse discurso da solução ideal a longo prazo.

Dalmo ao definir o sistema de cotas como uma “discriminação positiva”, no sentido que a seu ver promove “concessões para não atacar as causas” (PUC - Anais do III Seminário, 24 a 28 de maio de 2004), nos levanta a questão sobre até que ponto nós não podemos vir a ferir auto-estima de muitos que (mesmo não o querendo se usar dessa concessão, ou mesmo a usando já conhecendo o discurso da reparação histórica) se sintam inferiorizados por sua classe ser beneficiada com tal concessão ao invés de receber uma preparação melhor de modo a compensar as deficiências do aprendizado em razão da falta de acesso a locais de ensino melhor.

Pois tal preparação não deixaria mais evidente a todos como todos os indivíduos são capazes competir com todos SEM TER COMO JUSTIFICAR NENHUM RISCO DE ALEGAÇÕES que de que dadas classes só podem progredir lhes sendo facilitado o acesso exigindo destes menos que dos outros?

Pois como melhor acabar com o preconceito: apenas com discursos sobre a mesma capacidade ou garantindo meios (DESDE QUE JUSTOS, ou seja, garantido a capacitação necessária, sem se medir custos PARA TAL DIREITO ÓBVIO) para todos competirem em igualdade e assim se evidenciar que classes diferentes possuem capacidades iguais, DESDE QUE PREPARADAS COM AS MESMAS CAPACITAÇÕES (que exige investimento pesado e dedicado).

Assim como também vale perguntar até ponto a facilitação em nome da oportunização antes negada em razão das desigualdades impostas, preparará para a competição onde não houverem cotas?

 Logo, estamos a acabar com a desigualdade ou apenas concordando com uma concessão pura e simples, mas que é mais fácil de ser aplicada, independente de resolver realmente ou não a questão? Queremos realmente acabar com a exclusão ou apenas fingimos aceitar isso por ser agradável este papel, quando não estamos realmente preocupados a longo prazo com o futuro das classes marginalizadas?

SOBRE A PROPOSTA ELEITORAL DE REDUÇÃO DAS DISCIPLINAS NO ENSINO MÉDIO - debatam enqunto há tempo!

Por ocasião do dia do professor, 15 de outubro, os educadores do Colégio Estadual do Paraná, na capital do estado, a cidade de Curitiba, fizeram um manifesto a favor de Dilma Roussef justificando o medo de retrocessos na educação, com o adversário Aécio Neves. Algo positivo, os professores buscarem se impor no discurso politico, MAS DESDE QUE TAMBÉM exigindo desde já um debate sobre como dadas mudanças ambos os lados: Dilma e Aécio, podem vir a implementar na educação brasileira. O que tenho minhas dúvidas se os professores estão tendo esta capacidade.

Entenda-se: a candidata Dilma, apesar de sua proposta exposta, tanto em horário eleitoral, como em reportagem do jornal Bom Dia Brasil do dia 22 de setembro, de um por assim dizer, "enxugamento" nas discplinas do ensino médio, não vi mobilizações dos educadores no sentido que a categoria não será sacrificada nesta reforma. Sendo que não é que a reforma seja ruim em si, mas o modo como ela possa ser conduzida.  ESTE É O PERIGO.

Ou seja, se esta reforma verá a questão: O que será dos  profissionais alguma das formações que possam ser cortadas, como a sociologia ou a filosofia, que Dilma dá a entender que cortará? Ou então se seu discurso de voltar o ensino Médio para a preparação mais técnica não irá repetir a violência de outrora em aleijar as ciências humanas em favor da mera capacitação para o trabalho, como quando no regime militar a história e a geografia foram resumidos no então "Estudos Sociais" (mais tarde OSPB e depois extinto)?

Meu questionamento assim não é se os professores devem apoiar Dilma ou Aécio, mas sim os professores proporem debates sobre estes pontos polêmicos, envolvendo mudanças na Educação, antes do apoio que é extremaente valioso a  ambos os lados (Dilma e Aécio) numa eleição tão disputada. Então diante deste poder na mão de segmentos que podem ser o diferencial na eleição, por que não exigir algum compromisso mais especifico além de promessas vagas como de praxe ocorrem nas eleições?

Ou será que os professores devem apenas seguir o romantismo de uma ideologia, em vez de serem pragmáticos e exigirem garantias de comprometimento objetivo de ambos os candidatos e então se decidirem por um deles?
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