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Amados simples assim...
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Salve as famílias!


Os desafios enfrentados hoje nos casamentos e famílias são grandes. Um dos jornais de Vitória divulgou, no dia 26 de outubro deste ano, a notícia de que 9.595 casamentos foram desfeitos no Espírito Santo, dos quais 1.149 ocorreram na capital, de janeiro até outubro de 2012. Isso nos leva a refletir como os cristãos têm se comportado nesse assunto?
 

Em seu livro “O Líder que Brilha”, David Kornfield diz: “Deus é um Deus de aliança, aquele que nunca quebra sua palavra e que ama incondicionalmente. Esse aspecto de seu caráter e de sua glória se revela de forma especial no casamento” (2007, p. 118). Deus escolheu a família para ser o lugar aonde ele iria se revelar e ser conhecido às gerações seguintes. Daí a importância de o relacionamento entre marido e esposa ser uma referência, para os filhos, de como Deus é e como ele age. Para Deus, a Aliança é inquebrável e, no casamento, ela reflete o caráter e a pessoa de Deus. “Ter aliança implica permanecermos juntos quando perdemos o ânimo para continuar”. Isso é sério e precisa ser ensinado nos dias de hoje, pois, por qualquer razão, acaba-se com um casamento.  Em seguida, o autor apresenta um acróstico indicando sete chaves para que um casamento ande segundo os propósitos de Deus:
 
Amor que valoriza: disposição em valorizar e se importar pelo outro.
 
Limites saudáveis: ambos se respeitam a si mesmos e mutuamente.
 
Interdependência: duas pessoas independentes escolhem compartilhar suas decisões.
 
Atenção ao ouvir: ouvir com atenção e apreço o que o outro quer comunicar.
 
Namoro contínuo: aquecer o romantismo e a paixão de um pelo outro.
 
Celebração das diferenças: cultivar a unidade para que seja maior que a diversidade.
 
Apoio eficaz: ter um casal amigo que ofereça suporte e companheirismo.
 
 
 
Qual das sete chaves da ALIANÇA mais chamou sua atenção?
 
Agora, deixo uma palavra de Jesus Cristo sobre o assunto: “Por isso o homem deixa o seu pai e a sua mãe para se unir com a sua mulher, e os dois se tornam uma só pessoa. Assim, já não são duas pessoas, mas uma só. Portanto, que ninguém separe o que Deus uniu” (Mateus 19.5,6).
 
Que cada um de nós tenha o temor de Deus para sustentar a aliança que fizemos, um dia, na presença do Senhor. Salve as famílias!
 
 
 
Pr. Andrielly Pevidor Thompson


Chamados à Santidade


“Eu sou o Senhor, que os trouxe do Egito a fim de ser o Deus de vocês. Portanto, sejam santos, pois eu sou santo.” (Levítico 11: 45)
 
Com frequência devemos ser lembrados que o cristianismo não é uma corrente da filosofia, uma escola de psicologia, não é uma ideologia política como também não representa meramente um postulado sociológico. Cristianismo é um projeto, um estilo de vida cujo alicerce chama-se conversão, ou seja, uma volta para Deus. Isso inclui arrependimento e fé que devem ser revelados através de atitudes concretas no dia a dia. Quando multidões procuraram João Batista no deserto para o batismo, esse profeta dizia: “Produzam frutos que comprovem a autenticidade da conversão de vocês”.
 
A sociedade moderna é caracterizada por uma profunda erosão de valores. Perdeu-se a noção de certo ou errado. Rejeita-se os absolutos em troca do relativismo. Por onde quer que se olhe, ficamos órfãos de referências. Falta-nos algum tipo de padrão, pelo qual se possa avaliar o comportamento humano. O pior é que essa mentalidade tem avançado no meio evangélico. Houve época em que a conduta de um crente era claramente diferente daquela revelada por uma pessoa ímpia. Hoje, infelizmente, há pessoas professando a fé cristã, cuja conduta é muitas vezes pior do que a dos incrédulos. Isso é muito triste.
 
Nesse contexto, precisamos de um retorno para Deus e para as escrituras. Quando fazemos isso somos confrontados com uma chamada à santidade. Deus nos chama para uma vida santa no meio de uma geração corrompida e perversa. Está na essência do cristianismo o ser diferente, o contraponto, o não se conformar ao meio, mas servir como agente de transformação da sociedade.
 

A principal razão por que devemos viver em santidade está no caráter do nosso Deus. Ele é Santo e como filhos devemos ser parecidos com Ele. O Senhor Jesus Cristo viveu em santidade diante do Pai e das pessoas que o cercava. Esse precisa ser o nosso alvo, a nossa ambição mais elevada – sermos parecidos com Jesus.
 
Em 2013, vamos lembrar todos os dias que somos chamados à santidade e que, isso não é algo abstrato, pelo contrário, santidade é um estilo de vida diferente.
 
 
 
                                                                                  Pr. Joarês Mendes de Freitas
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