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Sinceramente, fico imensamente triste e revoltado ao ler este tipo de notícias que provam que a nossa administração local e central se encontra a anos-luz das melhores práticas de transparência e defesa do erário público assumidas naturalmente por políticos e funcionários públicos de países como, por exemplo, a Dinamarca, a Suécia e muitos outros. Como é possível que, com a oferta de superior qualidade, robustez e segurança garantida pelo software "open source", ao nível de sistemas operativos e software de produtividade (se quisermos ficar apenas por estes dois grupos de produtos), se continue a delapidar os impostos pagos por todos nós de forma tão atroz adquirindo e revalidando licenças cujo custo poderia ser totalmente evitado. Quantos mais anos precisam os cidadãos deste país para abrirem "a pestana" e exigirem aos seus políticos que deixem de ser desonestos e parem de despejar dinheiro publico para os seus próprios bolsos, dos seus amigos e da sua própria família ou que deixem de gozar viagens e estatuto à conta do "pagode"? Este país se já foi "grande" no passado (e mesmo essa ideia já é bem discutível) prova, com estas atitudes, que continua bem pequenino e corre sério risco de mirrar de dia para dia se não encontrarmos rapidamente uma solução para este contínuo compadrio em que vivem a maioria dos políticos e dirigentes públicos portugueses. Existem regras e indicações claras, em Portugal, para a implementação de software “open source” por parte da administração pública. Porque não estão a ser cumpridas? Quem fiscaliza estes incumprimentos? Porque não são responsabilizados os infratores? Tão poucos habitantes, tantos funcionários públicos e dirigentes para quê? Será que a nossa Democracia (se é que efetivamente existe na prática) tem ainda capacidade para se auto-regenerar?

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Olá Comunidade!
Vamos participar, no próximo dia 20 de junho, em Valença, no Encontro de Cooperativas da Euroregião Galiza-Norte de Portugal.
Gostaríamos de aproveitar esse ensejo para divulgar as vantagens da utilização do LibreOffice por parte das organizações que vão participar no evento. Com quem poderíamos falar para pedir folhetos e posters por forma a ajudar à divulgação da solução de produtividade LibreOffice? Algum dos membros já recebeu algum apoio do tipo? Alguém residente na zona teria disponibilidade para ajudar no contacto com as cooperativas participantes? Grato.

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Já viram as novas opções de interface do LibreOffice 5.3?
Esta é muito similar ao MS Office. E agora, qual é a desculpa?
Ferramentas > Opções > LibreOffice > Avançado > Activar funcionalidades experimentais.
Depois é só escolher as opções no menu Ver.
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Olá Comunidade. Queria apresentar-vos uma proposta!

1 – Um prévio, sucinto mas necessário enquadramento da mesma:
Utilizo o GNU/Linux, de forma exclusiva, à já vários anos (em servidores e desktops) . Nos últimos tempos tenho andado pelo Debian mas regressei recentemente ao Ubuntu com o 16.04 LTS.
Fiquei curioso com a ideia da convergência pelo que decidi converter um Nexus4 (usado) em Ubuntu Phone. O processo de conversão Android->Ubuntu decorreu "sem espinhas". Tenho ainda o meu HTC Android a receber carga e preparado para reentrar em cena desde à cerca de duas semanas mas, curiosamente, ainda não senti que deveria abandonar o Nexus4 UbPhone com OTA13 (que até já deveria ter sido atualizado pela Canonical).
Tenho desenvolvido várias iniciativas ao longo dos últimos anos na divulgação das vantagens, para o comum dos mortais, do uso corrente do GNU/Linux. Idem relativamente ao software Open Source (nomeadamente o LibreOffice, Wordpress, Gimp, e muitos outros). Tenho repetidamente alertado para a necessidade do rigoroso cumprimento do RNID - Regulamento Nacional de Interoperabilidade Digital pela importância do mesmo na agilização do processo de comunicação horizontal de toda uma comunidade europeia que se deseja o mais livre possível de amarras “proprietárias”.
Julgo que tenho obtido algum sucesso na “empreitada” mas também me parece que chegou o momento de passar para uma segunda etapa desse processo de divulgação.

2 – A proposta propriamente dita:
A de criarmos um grupo de trabalho, de entre os membros desta comunidade, que defina uma estratégia eficaz de comunicação junto de particulares e empresas/empresários que os leve a perceber as vantagens da imediata adoção de uma distribuição GNU/Linux (como a Ubuntu), de ferramentas de produtividade como o LibreOffice ou o NextCloud e de muitas outras soluções Open Source disponíveis ao “virar da esquina”. A equipa que venha a ser formada poderá beneficiar, adicionalmente, do apoio financeiro do Portugal 2020 a que a cooperativa/rede nacional que integro se poderá candidatar por forma a facilitar a formação e suporte técnico necessários a agilizar o processo de migração.
Sugiro o agendamento de uma reunião, em Braga, a realizar na segunda semana de janeiro de 2017, para que possamos discutir/desenvolver a ideia. Quem alinha?

P.S. - Enderecei idêntico convite à comunidade portuguesa Ubuntu.

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Tens MacOS? Precisamos da tua ajuda!

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