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"Por quanto tempo podemos aguentar as agressões que causamos a nós mesmos até que elas se transformem em traumas, algumas vezes incuráveis? E quão difícil torna-se reconhecer a autoagressão, assumindo o feito, por essa perspectiva, para que as chances de transcendência sejam mantidas sem prejuízos? Parece mais cômodo, fácil, rápido e indolor sucumbir à hipocrisia, à dissimulação com máscara de ingenuidade."

leia mais:
https://sirinawadud.wordpress.com/2016/12/24/as-normoses-e-os-normais-violencias-implicitas/

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"— Dessa vida o que importa é o que a gente é. De verdade. Não o que tentam impôr na gente. Acho triste de vê umas pessoa que não sabe o que é. Na cidade tem umas muié que anda com salto alto, tão alto que as coitada chega a se curvá pra caminhá, deve sê ruim demais aquilo, não é? É, eu acho que é.
Então não é a roupa que vai fazê a pessoa sê outra coisa, não. Mas as pessoa parece preenchê um vazio na vida com as marca de roupa, com as comida dos xópins… Fui vê aquelas comida, provei uma, deuzolivre. Parecia borracha velha. Não gostei não.
A vida pra mim aqui na roça parece de outro jeito, é diferente. É mais feita de sentimento, da alegria com a lida e com o pençá. É o tempo que vai passando sem a gente percebê direito. Mais esse tempo ensina muita coisa. E a gente aprende com ele… —."

leia completo aqui:
https://sirinawadud.wordpress.com/2016/04/22/o-homem-e-a-filosofia-vidas-existenciais/#more-79

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Mesmo sem conhecer os acontecimentos relacionados a um tempo que viria e antes de deixar a cidade onde morava, Benjamim tinha grandes esperanças para quando se mudasse para aquele lugar que mais tarde ele chamaria de Cidade de Refugio. A oportunidade de viver uma nova vida teria que atender a uma necessidade pessoal e que consistiria em definir os pilares sobre os quais tudo aquilo que viesse a viver se apoiaria...
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AS MURALHAS DE GOLÃ
AS MURALHAS DE GOLÃ
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Para Benjamim, de certo modo, aquele lugar era uma Cidade de Refugio, embora ele não fosse um homicida e nem estivesse sendo caçado por parentes de um morto. Seu crime era outro e quem o caçava era ele mesmo. Seu pensamento, no que dizia respeito aos costumes sociais, destoava da moral coletiva presente na sociedade desumanizada da qual fazia parte...
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"Poucos são os que estão satisfeitos entre a espécie de gentes do planetinha, parece que eles pensam demais, logo, existem demais. Existem tanto que ficam cheios de si, fartos de si mesmos, transbordando de si mesmos, e não sobra espaço paro o outro. Assim como para Serguei, o Divino, e para a Princesa que prefere a companhia de seus livros, o outro é demais. Não sobrou espaço. O que há de se fazer agora? Como fazer perceber que estão sobrando sós justamente pelo excesso de suas sobras?

Parece haver uma tarefa de aparar as bordas desse comportamento, parece haver uma necessidade de mais diálogos falados e menos monólogos pensados. Parece. Que se dois exemplares da espécie de gentes quiser compartilhar uma convivência durante suas experiências existenciais, será necessário praticar a compreensão, a empatia, o envolvimento, a permissão, o resgate da ternura. Mas absurdamente, isso não acontece entre a princesa certa e o príncipe errado e a recíproca é verdadeira."

leia mais:
https://sirinawadud.wordpress.com/2016/03/04/a-princesa-e-o-desencanto-desamores-romanticos/

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"Não é a utopia que serve para que você possa caminhar dez passos adiante – caminhar é o natural. São as engronhas criadas que não permitem alcançar a simplicidade dos sonhos.

Abre a porta e olha. Volta-se para o sol nascente surgindo desde as Atlânticas e infinitas águas oceânicas. Lembra-se vagamente dos sonhos que experimentou durante o sono da noite e mais uma vez dirige-se à resolução de engronhas para justificar que sua vida tem sentido e que os sonhos não passam de mera ilusão. Afinal, são apenas sonhos."

https://sirinawadud.wordpress.com/2016/02/09/o-sonho-e-a-realidade-psicodelias-etereas/

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E NO INSTANTE QUE SE SEGUIU, todos os olhos continuavam fixos em Alves e, sem saber de quem partira, o silêncio foi quebrado....
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O RELATO QUE SE SEGUIU, dificilmente poderia ter sido imaginado ouvir. Pelo menos, não naquele dia e naquela hora.  João levantou-se da cadeira onde estivera sentado e demonstrando por sua atitude serena, porém firme, que queria a atenção de todos para o que iria falar...
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