Um lugar só seu

Mas agora, assim diz o Senhor, que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque Eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és Meu. Isa. 43:1.

Você já pensou se Deus sentiria sua falta, caso você se perdesse? Com milhões de milhões de anjos, e o número incontável de salvos, será que Deus notaria sua ausência entre eles, na eternidade? Você é único; não é apenas um amontoado de pele e ossos; não é um acidente biológico. Não há ninguém como você no Universo. Se você não estiver no Céu, haverá um vazio no coração de Deus. Ele anseia por você. Há um lugar no coração dEle que só pode ser preenchido pelo seu amor.

Suponhamos que uma mulher tenha dez filhos. Um deles, um menino de sete anos de idade, está jogando futebol no jardim com um irmão mais velho. Em determinado momento a bola vai parar na rua. O garoto menor vai buscá-la, mas um motorista dirigindo em alta velocidade o atropela e o mata. Tentando consolar aquela mãe, decido mostrar as vantagens da morte do garoto. Com a mão sobre o seu ombro, digo: "Senhora, sinto muito o que aconteceu com o seu filhinho. Sei que deve estar sofrendo. Mas, entendo que a senhora tinha dez filhos, o que quer dizer que ainda restam nove. Com apenas esses nove, a senhora ficará com mais dinheiro e mais tempo.

"Veja bem, a senhora agora terá 10% a mais de tempo para descansar, 10% a mais de dinheiro, 10% a mais das sobremesas, 10% a mais de tudo. Certamente os seus nove outros filhos substituirão muito bem o menino que a senhora perdeu." Será que aquela mãe concordaria com isso? Ela diria: "Eu não quero uma pessoa qualquer. Eu quero Joãozinho. É de Joãozinho que tenho saudades. É por Joãozinho que o meu coração aspira. À mesa, é a cadeira de Joãozinho que está vazia."

Quantos filhos o coração de uma mãe pode amar? Quem deu às mães tal capacidade de amar? Um Deus que também possui amor infinito; suficiente amor para você, para mim, para todos nós.

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Paz na tempestade

E Ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Acalma-te, emudece! O vento se aquietou, e fez-se grande bonança. Mar. 4:39.

O pequeno barco de pesca atravessava o Mar da Galiléia sob o sol da tarde. Muitas vezes, Jesus e Seus discípulos fizeram aquela viagem, mas, naquele dia, repentinamente, uma tempestade passou a fustigar o lago, agitando suas águas. Ondas quebravam por sobre o barco, enquanto o vento açoitava as velas. Os experientes pescadores entraram em pânico, certos de que todos morreriam afogados. Mas Jesus levantou-Se e apoiou a mão no mastro. Enfrentando a força do vento, calmamente pronunciou duas palavras: "Acalma-te, emudece!"

Logo, tudo mudou. As nuvens negras se dissiparam. O vento amainou. As ondas se acalmaram. Os discípulos ficaram atônitos, olhando para o mar azul e cristalino. E perguntaram: "Quem é Este que até o vento e o mar Lhe obedecem?" Mar. 4:41. "Quem é Este?" É Aquele que rege todas as coisas, que pode transformar a mais perigosa das situações, que está no controle da natureza; que diz uma palavra, e o vento e as ondas obedecem.

Jesus cria a paz e promete dá-la a cada um de nós. Fatos assustadores acontecem no mundo. Mas Jesus venceu todos os males da Terra. Venceu o caos do exterior e o caos do interior. Ele é mais forte do que qualquer coisa que possa nos ameaçar. É por isso que Ele nos traz a paz.

Há um enorme poder na paz de Jesus Cristo; um poder que podemos clamar nas circunstâncias mais difíceis, quando somos acometidos pela ansiedade ou atormentados por preocupações.

De acordo com Paulo, "a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus". Filip. 4:7. Há um paz que excede todo o entendimento. Mesmo quando a mente não pode entender, nem o coração confiar. Podemos ir a Cristo e depor a Seus pés nossos temores, preocupações, ansiedades e tensões. Ele acalmará a tempestade da nossa vida.

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Novo terror, guerra velha

Houve peleja no Céu. Miguel e os Seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos; todavia, não prevaleceram; nem mais se achou no Céu o lugar deles. Apoc. 12:7 e 8.

O mundo mudou no dia 11 de setembro de 2001, quando terroristas atacaram os Estados Unidos. Esse dia nos levou a um novo tipo de medo, de tristeza, um novo tipo de guerra. Os oficiais do governo a denominaram "a nova guerra contra o terrorismo." Na verdade, essa é uma guerra antiga, que, surpreendentemente, começou no Céu. Quando pensamos no Céu, pensamos na paz, na alegria, na calma; não na guerra, na tristeza ou no terror. Como pôde uma guerra ser deflagrada ali?

Em Sua infinita sabedoria, Deus dotou os seres criados à Sua imagem com liberdade de escolha. Retirar de nós esse atributo seria remover a nossa singularidade; mutilar a imagem de Deus. Quando não existe capacidade de escolher, não há também capacidade de amar. Quando não há oportunidade de amar, não existe oportunidade de felicidade duradoura.

Milhares de anos atrás, uma das criaturas de Deus começou a alimentar sentimentos estranhos; e questionou a sabedoria e a justiça de Deus. Seu nome era Lúcifer, "filho da manhã", que tinha um lugar privilegiado junto ao trono de Deus. Mas agora, permitia que o ciúme lhe envenenasse o ser. Ambicionando o louvor e a glória devidos ao Criador, passou a crer que só poderia realizar-se completamente se Deus saísse do caminho.

O ciúme de Lúcifer transformou-se em um ódio tão intenso que ele se dispôs a guerrear contra Deus, contra Cristo e Seus anjos. Convenceu alguns seres celestiais de que Deus não era justo nem confiável; que eles estariam melhor sozinhos. Seu descontentamento e sua frustração resumiam apenas uma idéia: não mais submeter-se ao controle de Deus. Convenceu-se de que derrubar o governo de Deus compensava qualquer sacrifício, mesmo o de se envolver em um conflito no qual ele é o grande vencido.

Lúcifer acabou expulso do Céu. Todas as vezes em que Deus e Satanás travam uma batalha, Deus é o vencedor. E será sempre assim. Você pode apostar sua vida nisso. Você está do lado vitorioso.
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