Pessoal, alguém tem a coleção "saber direito" de civil? Todos, como direito obrigacional, contratos, reais, familia, sucessoes, etc? 2016 por favor. Processo Civil ja atualizado com o novo cpc também estou a procura.

Estou a procura de empreego na area juridica, na regiao de Bh, de preferencia na regiao do barreiro e arredores, ou um trabalho que possa trabalhar em casa pela internet também na área jurídica e afins. Preciso de renda pois sou concurseira e estou tentando muitos concursos e como todos sabem é preciso dinheiro para pagar inscriçoes e investir em cursinhos e material de estudo atualizado. Se alguém souber de algo, me avise por aqui por favor, me formei no final do ano passado em Direito e aceito negociar um trabalho com salario e horario mais alternativo.

ESTOU REALMENTE PRECISANDO.

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OBRIGADO, SUPREMO


"O Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu na tarde desta quinta-feira que partidos e candidatos em campanha recebam doações de empresas."

Matéria do site globo.com (http://oglobo.globo.com/brasil/stf-decide-pela-proibicao-das-doacoes-eleitorais-por-empresas-17522193). 


Olá, brasileiros. 

É com muita satisfação que venho informar aos brasileiros a ocorrência de um dia histórico, um dos mais importantes da nossa época: 17 de setembro de 2015, quinta-feira. 

Os estudiosos de História, sejam eles historiadores amadores, graduandos ou mesmo graduados, sabem que não é comum um dia histórico ser reconhecido com tal no momento mesmo de sua chegada. Via de regra, sua importância para a História da nação não é percebida de imediato; ela só é entendida, compreendida, tempos depois. 

Pois eis que aqui temos, em tempo real, diante das nossas vistas, um evento como esse, com todo o simbolismo que lhe dá o pleno direito de ser no futuro uma data a ser lembrada. 

Sou da opinião de que o cidadão pode, e deve, fazer cobranças dos três poderes da república. Do Judiciário inclusive. Contudo, isso não abafa no brasileiro o direito de elogiar as instituições, quando elas acertam. Ontem o povo brasileiro conquistou uma grande vitória: a proibição de doação de empresas às campanhas eleitorais.

É normal que à maioria escape a importância de um fato como esse. Nem se conseguiu tudo, aliás; as doações de pessoas físicas (inclusive empresários) continuam toleradas. Mesmo com essas ressalvas, é inegável que, com essa decisão, o Supremo Tribunal da nossa nação desferiu um golpe profundo e certeiro na corrupção, e que deu, aos brasileiros, seu direito mais fundamental: o de escolherem seu próprio destino. A OAB também merece aplausos, por ter partido dela a iniciativa.

Não sou monarquista, sou republicano. Entretanto, a substituição da Monarquia pela República fez com que as empresas adquirissem sobre o governo uma tutela que elas não tinham antes. As obras públicas, antes iniciativa da Coroa, se tornaram iniciativa privada. Agora cabiam às empresas as obras e reformas, tendo o governo como testa de ferro, dando um verniz de legalidade à política de bota-abaixo. O que se viu depois foi um verdadeiro massacre dos bens culturais do país.

O mais aviltante nisso tudo é que essa gente nunca admitiu ser motivada pelo dinheiro. Todas essas barbaridades sempre foram feitas em nome do progre$$o...

Desde a queda da Monarquia em 1889 iniciou-se um ciclo de predatismo em que, com laços sinistros entre os poderes político e econômico, o meio ambiente, as populações pobres e sobretudo o patrimônio histórico foram duramente sacrificados com obras faraônicas, caras e, acima de tudo, desnecessárias. Aqui mesmo, no Rio de Janeiro, tivemos um ciclo de bota-abaixo que, por mais de cem anos, despejou famílias e mutilou a nossa cidade. O termo é esse mesmo: mutilou. Não vou ocupar o tempo dos internautas com exemplos, até porque teria que falar o dia todo. Mas basta lembrar o Morro do Castelo, impiedosamente abatido por Carlos Sampaio na década de 1920. Empresário da construção civil, e criminoso profissional, Carlos Sampaio, inebriado pela ganância e pela vaidade, privou as atuais gerações de cariocas de conhecerem um dos principais símbolos da nossa cidade. Fomos roubados do nosso passado. 

Quem pensa que os empresários do nosso tempo (alguns empresários, fique claro) são predadores é porque nunca leu a respeito de Carlos Sampaio. O Rio teve o infortúnio de tê-lo como prefeito. O pior que já tivemos, aliás. Cego pela ganância, ele não teve escrúpulos em por abaixo o que estivesse no caminho dos seus lucros e ganhos, nem que fosse um morro inteiro, com uma comunidade inteira, com monumentos históricos, e com pessoas. Ele tratou a nossa cidade como se sua fosse. A internet nos abre uma sinceridade que trabalhos universitários e acadêmicos não permitem. Falando sem rodeios, Carlos Sampaio foi um verdadeiro capo, p'ra mafioso nenhum botar defeito.

Infelizmente, Carlos Sampaio não foi levado a tribunal para responder por seus crimes contra a nação. Ainda assim, foi condenado pelo julgamento da História, e desse ninguém escapa.

E os crimes de lesa-pátria se sucederam, prefeito após prefeito, até o predador dos nossos dias: Eduardo Paes, que, com sua volúpia literalmente olímpica, tudo tem feito para varrer do mapa a comunidade do histórico Morro da Providência. Em 2011 o sórdido plano da Prefeitura era demolir 800 casas. Ou seja, ao invés de integrar essa comunidade ao cenário carioca, a abordagem da administração municipal era a de promover uma faxina, expulsando a pobreza do Centro. A Providência só não sofreu uma política de terra arrasada porque a nossa época não aceita mais isso. Ainda assim, várias famílias foram despejadas, imóveis demolidos, etc. Quem mora naquela comunidade sabe do que eu estou falando. O Morro da Providência é, também ele, um dos berços do nosso Rio. 

A matéria do site citado acima traz informações assustadoras. A campanha eleitoral de Dilma Rousseff teve nada menos que 95,66% de seus custos cobertos por empresas privadas. Aécio Neves teve 87,30%. Custos astronômicos, aliás: Dilma, a matrona dos pobres e proletários, gastou 350 milhões e 500 mil reais para convencer o eleitor de que ela era a melhor escolha para o Brasil; isso foi quase 124 milhões de reais acima de Aécio, o candidato da burguesia reacionária, que gastou 226 milhões e 800 mil. O mais espantoso é a naturalidade com que tudo isso é feito. De vereador a presidente, todos acham isso a coisa mais normal do mundo. Candidatos se vendem abertamente, com uma sem-cerimônia que deixaria corada qualquer prostituta. É mesmo preciso gastar tanto em uma campanha? O melhor candidato é o que gasta mais? É o que está mais comprometido com seus patrocinadores?

Nem posso dizer que campanha eleitoral no Brasil é uma coisa pornográfica. Os atores de filmes pornôs se sentiriam ofendidos, com razão.

As pessoas que nunca foram atingidas por uma ordem de desapropriação não imaginam o que é passar por isso. P'ra começar, o cidadão não pode contestar a desapropriação em si. No máximo, pode entrar na Justiça - com poucas chances de sucesso - questionando o valor pago por seu imóvel. Se a prefeitura entender que seu imóvel tem que ser desapropriado "a bem do interesse público" (rsrsrsrs!!!!!!...), trate de levantar acampamento. E a indenização será paga no valor que ela, prefeitura, entende ser o correto.

Essa lei de desapropriação, extremamente autoritária, é da década de 1930, e não foi modernizada nos últimos 80 anos. Por quê? Porque, se fosse modernizada, seria um obstáculo à indústria de obras públicas.

Minha proposta é que a prefeitura tenha que justificar a necessidade da desapropriação, mediante estudos técnicos, demonstrando ser a mesma inevitável; que, além do valor do imóvel, ainda cubra os custos com a mudança; e que pague ao morador uma indenização pelo transtorno de forçá-lo a mudar de endereço, que, além de todas as dificuldades práticas, ainda traz o desenraizamento. Isso teria o efeito salutar de desencorajar desapropriações levianas. Está fácil demais para o poder público expulsar um cidadão da sua casa. 

Ah, sim... Antes que eu esqueça... Algum brasileiro de norte a sul já viu a casa do prefeito da sua cidade ser desapropriada? 

Há mais de um século têm sido impostas ao carioca, e ao brasileiro, obras rigorosamente desnecessárias, com o propósito único de devolver às construtoras tudo o que elas investiram nas campanhas eleitorais. É evidente que, chegando ao cargo devendo favores, o político estará comprometido com os interesses mais mesquinhos, mas não com o cidadão. Quantos monumentos perdemos nesse ciclo de 126 anos? Quantos mais perderíamos? Difícil dizer, mas as baixas foram mesmo enormes. 

Ouso mesmo afirmar, com boa margem de confiança, que não há um só historiador sério do Oiapoque ao Chuí que seja contra a decisão do Supremo. Como foi dito acima, muito há ainda a conquistar: proibir as contribuições de pessoas físicas, instituir o voto facultativo, etc. É longo, ainda, o caminho para nos tornarmos uma democracia de fato, e não de fachada. Mas é fato também que um passo muito importante foi dado na tarde daquela quinta-feira. Um ciclo de 126 anos de demolições, de bota-abaixo, um ciclo de mais de cem anos de predatismo, sofreu um duro golpe nesse dia.

Que ninguém se iluda, porém. A essa hora, as empreiteiras certamente estão inconformadas. Toda a sociedade deve cerrar fileiras em torno do Supremo. Tem muita coisa envolvida. Muita coi$a, entenderam?... 

Obrigado, Supremo. Os senhores fizeram História. 

O Tamoio. 

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Os voluntários da campanha, no Estado de São Paulo, enviem e-mail para

alensenasena@gmail.com

e coloquem no assunto

VONLUNTÁRIO CAMAPANHA 2014 VALENTINA

No corpo do e-mail:

 coloque seu nome completo,

com RG e endereço, tels. e celulares com a indicação da operadora,

a idade e grau de escolaridade e profissão,

 as cidades onde pretende trabalhar como voluntário,

e que tipo de trabalho deseja realizar - e caso não saiba o que quer ou pode fazer, coloque " à critério dos organizadores da camapnha

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INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O III SECMASC – VAGAS LIMITADAS

Em 2013, nos dias 23 e 24 de setembro (segunda e terça-feira), a cidade de Joinville sediará o III SECMASC – Seminário de Conciliação, Mediação e Arbitragem de Santa Catarina. 
Numa parceria bem sucedida estabelecida entre a FECEMA – Federação Catarinense das Entidade de Mediação e Arbitragem e o CRCSC – Conselho Regional de Contabilidade de Santa Catarina, as duas primeiras edições do Seminário de 2011 e 2012, foram realizadas em Florianópolis, o qual contou com a presença de renomados palestrantes e com a significativa participação de público representativo de vários seguimentos. Para a realização do III SECMASC em 2013, a FECEMA e o CRCSC, promotoras do evento, contam também, com a parceria estratégica da SOCIESC – Sociedade Educacional de Santa Catarina, com sede em Joinville. 
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Expectativa: 400 pessoas (vagas limitadas). 

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Público: 
**Profissionais das áreas de contabilidade; 
** Juízes; 
** Promotores; 
** Árbitros; 
** Mediadores; 
** Conciliadores; 
** Advogados; 
** Engenheiros; 
** Empresários; 
** Economistas; 
** Corretores; 
** Psicólogos; 
** Administradores; 
** Professores; 
** Estudantes; 
** Demais interessados no conteúdo programático do evento. 
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Não perca esta oportunidade, faça a sua inscrição no link http://www.fecema.org.br/secmasc/insc e saiba mais sobre os métodos extrajudiciais de solução de conflitos. 


Contamos com a sua presença

Atenciosamente, 
CMAJ

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A comunidade dos operadores de Direito!! 
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