Post has attachment

Post has attachment

Post has attachment

Post has attachment

JÁ ESTA DISPONÍVEL A CARTILHA DO BROBO A LÍNGUA XUKURU DO ORORUBÁ, BAIXE O SEU!!!
https://www.hotmart.com/checkout.html?order=R2656589R

Post has attachment

Post has attachment
Cumprimentos indígenas:
É claro que nossos povos originais se cumprimentavam.
Mas não havia a maneira utilizada pelos “ditos”
civilizados. Porém quando todos os brasileiros (até
os afrodescendentes e portugueses) passaram a falar
tupi, é claro que a língua passou a possuir frases de
saudações. Isso seria um tema interessante para
pesquisas, já o tupí antigo era, menos que uma língua
escrita, um idioma oral. Muita coisa deve ter se
perdido com o tempo. Constitui-se num desafio
resgat-las, mesmo se formos nos basear em ditos
antigos de nossos avós ou nos modernismos do
nheengatu. Mas do tupi antigo temos algumas frases
interessantes e conhecidas:
Ereîurype? = vieste?; Pa, aîu = sim, vim. (o
cumprimento mais primitivo e mais comum da língua e
ainda usado em nações que falam dialetos tupis).
Xe rorybeté, estou muito feliz;
Toryba suí apopor, dou pulos de alegria;
Xe py’á-pe nde pora, moras no meu coração (sic);
Apixib’etá!, carinhos!;
Eneko’ema, bom dia;
Enekaruka, boa tarde;
Enepituna, boa noite;
http://www.superpostagem.com.br/pub.asp?cp=2044975

Post has shared content
Cumprimentos indígenas:
É claro que nossos povos originais se cumprimentavam.
Mas não havia a maneira utilizada pelos “ditos”
civilizados. Porém quando todos os brasileiros (até
os afrodescendentes e portugueses) passaram a falar
tupi, é claro que a língua passou a possuir frases de
saudações. Isso seria um tema interessante para
pesquisas, já o tupí antigo era, menos que uma língua
escrita, um idioma oral. Muita coisa deve ter se
perdido com o tempo. Constitui-se num desafio
resgat-las, mesmo se formos nos basear em ditos
antigos de nossos avós ou nos modernismos do
nheengatu...

Post has attachment
Por que você está na pindaíba? Pode ser porque está desempregado ou porque o salário é baixo. Mas os índios de língua tupi há séculos já podiam ficar na pindaíba, sem esses motivos. É que pindá, em tupi, significa anzol. Iba significa ruim. Então, pindaíba quer dizer “anzol ruim”. E, para os povos que viviam em grande parte da pesca, anzol ruim é o mesmo que não ter o que comer.
Pindaíba é um dos mais de 830 verbetes de Paca, Tatu, Cutia! – Glossário Ilustrado de Tupi (Editora Melhoramentos, 128 págs.), de autoria de Mouzar Benedito, com ilustrações de Ohi. O livro não é um dicionário, pois não tem nem formalidades nem estrutura para isso, mas traz verbetes que contam a origem e o significado de palavras de culturas indígenas incorporadas ao português cotidiano e histórias curiosas relacionadas a elas.
A obra apresenta informação histórica com humor. Por exemplo: jabá. Não o jabá com sentido de propina que alguns artistas pagavam (e ainda pagam) para tocar suas músicas nas rádios (mesmo porque o índio não conhecia esse tipo de jabá). Mas, originalmente, essa palavra não era sinônimo de carne seca. Jabá, em tupi, é “fuga, fugir, fugitivo”. Quando os índios escravizados pelos portugueses fugiam eles precisavam comer mas, como não podiam parar para caçar, levavam carne seca, que passou a ser chamada de jabá.

Post has attachment
Wait while more posts are being loaded