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23 de Abril. Hoje a Igreja celebra a festa de São Jorge.

Jorge nasceu na Capadócia, atual Turquia. Ele nascera numa família de tradição militar, que sempre servira ao Império Romano. Desde muito cedo, aprendeu as artes do combate e da estratégia militar, vindo a tornar-se soldado a serviço do Império. Lutou muitas batalhas, esteve nos lugares mais distantes do império e entrou em contato com muitos cristãos em diversos lugares. Naqueles anos, a Igreja gozava de uma certa liberdade e tolerância por parte do imperador Diocleciano. Assim, Jorge pôde conhecer melhor a fé cristã através de seus amigos no exército. Ficou tão impressionado com a Vida de Jesus Cristo, que decidiu converter-se à fé cristã. Recebeu a primeira instrução cristã e algum tempo depois, também recebeu o batismo. Passou-se um pouco mais de tempo e a consciência de Jorge não permitia mais que ele usasse de violência para resolver os problemas e as agitações dentro do império. Então, tomou a firme decisão de abandonar a vida militar e consagrar-se inteiramente a Deus. Recebeu a devida preparação e foi ordenado sacerdote.

Como servo da Palavra e dos Mistérios de Deus, Jorge alcançou a conversão de muitas pessoas. E algumas testemunhas registraram sinais extraordinários realizados pelas suas preces e intercessão, de modo que sua vida começou a ser alvo da imaginação popular, e as pessoas começaram a contar fábulas aonde Jorge era o personagem principal ou o herói de muitas delas. Após alguns anos de serviço a Deus nesta terra, o imperador Diocleciano iniciou uma nova perseguição aos cristãos. Jorge foi denunciado por antigos companheiros de armas e levado a julgamento. Foi condenado por um tribunal de Roma e martirizado em Lida, vilarejo próximo a Jerusalém na Terra Santa.

Peçamos hoje a intercessão de São Jorge, para que o Senhor conceda-nos também a coragem de seguir Jesus em todos os momentos de nossa vida, e a colocar Deus no lugar mais alto em nosso coração!
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Quarta-feira na Oitava do Tempo da Páscoa.

Evangelho segundo São Lucas 24,13-35.

13. Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos de Jesus iam para um povoado chamado Emaús, distante onze quilômetros de Jerusalém.

14. Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido.

15. Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles.

16. Os discípulos, porém, estavam como que cegos, e não o reconheceram.

17. Então Jesus perguntou: “Que ides conversando pelo caminho?” Eles pararam, com o rosto triste,

18. e um deles, chamado Cléofas, lhe disse: “Tu és o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que lá aconteceu nestes últimos dias?

19. Ele perguntou: “Que foi?” Os discípulos responderam: “O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras, diante de Deus e diante de todo o povo.

20. Nossos sumos sacerdotes e nossos chefes o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram.

21. Nós esperávamos que ele fosse libertar Israel, mas, apesar de tudo isso, já faz três dias que todas essas coisas aconteceram!

22. É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deram um susto. Elas foram de madrugada ao túmulo

23. e não encontraram o corpo dele. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que Jesus está vivo.

24. Alguns dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres tinham dito. A ele, porém, ninguém o viu”.

25. Então Jesus lhes disse: “Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram!

26. Será que o Cristo não devia sofrer tudo isso para entrar na sua glória?”

27. E, começando por Moisés e passando pelos Profetas, explicava aos discípulos todas as passagens da Escritura que falavam a respeito dele.

28. Quando chegaram perto do povoado para onde iam, Jesus fez de conta que ia mais adiante.

29. Eles, porém, insistiram com Jesus, dizendo: “Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando!” Jesus entrou para ficar com eles.

30. Quando se sentou à mesa com eles, tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e lhes distribuía.

31. Nisso os olhos dos discípulos se abriram e eles reconheceram Jesus. Jesus, porém, desapareceu da frente deles.

32. Então um disse ao outro: “Não estava ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho, e nos explicava as Escrituras?”

33. Naquela mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém onde encontraram os Onze reunidos com os outros.

34. E estes confirmaram: “Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!”

35. Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão.
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Terça-feira na Oitava do Tempo da Páscoa.

Evangelho segundo São João 20, 11-18.

Naquele tempo,

11. Maria estava do lado de fora do túmulo, chorando. Enquanto chorava, inclinou-se e olhou para dentro do túmulo.

12. Viu, então, dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés.

13. Os anjos perguntaram: “Mulher, por que choras?” Ela respondeu: “Levaram o meu Senhor e não sei onde o colocaram”.

14. Tendo dito isto, Maria voltou-se para trás e viu Jesus, de pé. Mas não sabia que era Jesus.

15. Jesus perguntou-lhe: “Mulher, por que choras? A quem procuras?” Pensando que era o jardineiro, Maria disse: “Senhor, se foste tu que o levaste dize-me onde o colocaste, e eu o irei buscar”.

16. Então Jesus disse: “Maria!” Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: “Rabuni” (que quer dizer: Mestre).

17. Jesus disse: “Não me segures. Ainda não subi para junto do Pai. Mas vai dizer aos meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”.

18. Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: “Eu vi o Senhor!”, e contou o que Jesus lhe tinha dito.
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Boa tarde!!!

mais um daqueles grafites que vc pode encorporar con a realidade
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Domingo da Páscoa da Ressurreição do Senhor.

Evangelho segundo São João 20, 1-9.

1. No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo.

2. Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”.

3. Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo.

4. Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo.

5. Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou.

6. Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão

7. e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte.

8. Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou.

9. De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.
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De uma antiga Homilia no grande Sábado Santo

Século IV

A descida do Senhor à mansão dos mortos

Que está acontecendo hoje? Um grande silêncio reina sobre a terra. Um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio, porque o Rei está dormindo; a terra estremeceu e ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam há séculos. Deus morreu na carne e despertou a mansão dos mortos.

Ele vai antes de tudo à procura de Adão, nosso primeiro pai, a ovelha perdida. Faz questão de visitar os que estão mergulhados nas trevas e na sombra da morte. Deus e seu Filho vão ao encontro de Adão e Eva cativos, agora libertos dos sofrimentos.

O Senhor entrou onde eles estavam, levando em suas mãos a arma da cruz vitoriosa. Quando Adão, nosso primeiro pai, o viu, exclamou para todos os demais, batendo no peito e cheio de admiração: “O meu Senhor está no meio de nós”. E Cristo respondeu a Adão: “E com teu espírito”. E tomando-o pela mão, disse: “Acorda, tu que dormes, levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará.

Eu sou o teu Deus, que por tua causa me tornei teu filho; por ti e por aqueles que nasceram de ti, agora digo, e com todo o meu poder, ordeno aos que estavam na prisão: ‘Saí!’; e aos que jaziam nas trevas: ‘Vinde para a luz!’; e aos entorpecidos: ‘Levantai-vos!’

Eu te ordeno: Acorda, tu que dormes, porque não te criei para permaneceres na mansão dos mortos. Levanta-te dentre os mortos; eu sou a vida dos mortos. Levanta-te, obra das minhas mãos; levanta-te, ó minha imagem, tu que foste criado à minha semelhança. Levanta-te, saiamos daqui; tu em mim e eu em ti, somos uma só e indivisível pessoa.

Por ti, eu, o teu Deus, me tornei teu filho; por ti, eu, o Senhor, tomei tua condição de escravo. Por ti, eu, que habito no mais alto dos céus, desci à terra e fui até mesmo sepultado debaixo da terra; por ti, feito homem, tornei-me como alguém sem apoio, abandonado entre os mortos. Por ti, que deixaste o jardim do paraíso, ao sair de um jardim fui entregue aos judeus e num jardim, crucificado.

Vê em meu rosto os escarros que por ti recebi, para restituir-te o sopro da vida original. Vê na minha face as bofetadas que levei para restaurar, conforme à minha imagem, tua beleza corrompida.

Vê em minhas costas as marcas dos açoites que suportei por ti para retirar de teus ombros o peso dos pecados. Vê minhas mãos fortemente pregadas à árvore da cruz, por causa de ti, como outrora estendeste levianamente as tuas mãos para a árvore do paraíso.

Adormeci na cruz e por tua causa a lança penetrou no meu lado, como Eva surgiu do teu, ao adormeceres no paraíso. Meu lado curou a dor do teu lado. Meu sono vai arrancar-te do sono da morte. Minha lança deteve a lança que estava dirigida contra ti.

Levanta-te, vamos daqui. O inimigo te expulsou da terra do paraíso; eu, porém, já não te coloco no paraíso mas num trono celeste. O inimigo afastou de ti a árvore, símbolo da vida; eu, porém, que sou a vida, estou agora junto de ti. Constituí anjos que, como servos, te guardassem; ordeno agora que eles te adorem como Deus, embora não sejas Deus.

Está preparado o trono dos querubins, prontos e a postos os mensageiros, construído o leito nupcial, preparado o banquete, as mansões e os tabernáculos eternos adornados, abertos os tesouros de todos os bens e o reino dos céus preparado para ti desde toda a eternidade”.
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Deus cuida de nós por meio de Maria
A Palavra meditada, hoje, está em São João 2,1-12.
"Por meio da sua obediência, você favorece os milagres de Deus para sua vida", afirma Alexandre.
Meus irmãos, na passagem bíblica de hoje, podemos ver que Nossa Senhora foca o seu olhar de Mãe em três ocasiões.


Ela está em uma festa de casamento e, naquela época, as festas duravam dias, portanto era preciso ter muito vinho para os convidados. E o vinho, para a cultura judaica, era símbolo de alegria.


Todos estavam alegres na festa e Nossa Senhora estava atenta ao que acontecia. Ela, então, olhou para os noivos, são os primeiros que ela contempla com seu olhar cuidadoso de Mãe.


De repente, Maria percebe uma agitação entre os serventes da festa. Serena e discreta como sempre, ela pergunta a eles o que estava acontecendo. Essa é a segunda situação que Nossa Senhora contempla.


São situações humanas envolvidas pelo olhar de Maria. Assim também ela olha para o nosso cotidiano, olha até para as coisas que não damos tanta importância. É Deus olhando para nós por meio da Mãe.


Vendo toda situação, Maria volta-se para o único que poderia resolver essa situação. Ela chega até Jesus e Lhe diz: “Eles não têm mais vinho”. Perceba que a preocupação de Nossa Senhora não era que o vinho acabasse, até porque ela sabia que Seu Filho tinha o poder para transformar a água em vinho. A preocupação dela era com as pessoas que ficariam sem a bebida.


O zelo materno era para com as pessoas. Ela via toda a alegria dos noivos e toda a angústia dos serventes. Com seu cuidado de mãe, ela diz: “Eles não podem ficar tristes neste dia tão especial”. Ao mesmo tempo, ela se preocupava com os serventes. O que eles iam fazer sem vinho?


Por tudo isso ela recorre ao Senhor. É seu terceiro olhar. Ela pede que seu Filho intervenha e realize o milagre da transformação. Nossa Senhora vai até os serventes e lhes diz: “Façam o que Ele mandar".


A Mãe vem lhe dizer no dia de hoje: “Vá com meu Filho, faça tudo o que Ele disser. Algumas coisas serão fáceis e outras não, mas, mesmo assim, faça tudo o que Ele lhe pedir”.


Quando você, docilmente, fizer tudo o que o Filho de Nossa Senhora disser, o milagre acontecerá. A água da sua vida se transformará em vinho. Por meio da sua obediência, você favorece os milagres de Deus para sua vida. E olha que Ele não faz milagres pela metade! O Senhor capricha, Ele dá o vinho da melhor qualidade.


Vendo a forma como Maria agiu nas bodas, hoje nós podemos contemplar nossas mães e o olhar o cuidado que elas sempre tiveram conosco.


Nessa manhã, a mãe vem apresentar o seu Filho a nós. É uma alegria podermos encontrar o Cristo, Aquele que tudo pode e tudo transforma. Deus tem o poder de transformar a nossa vida em um vinho da melhor qualidade, o vinho do Espírito e da santidade.


Maria está dizendo: “Preste atenção no meu Filho e não em mim, porque Ele é o centro de tudo”. Você que é mãe, tem de ensinar seu filho sobre Deus, rezar com ele e levá-lo à Igreja.


O CIC (Catecismo da Igreja Católica) fala, no número 2225, sobre a importância de os pais serem os primeiros evangelizadores de seus filhos. Você que é pai e, em especial, você que é mãe, têm de ser os “primeiros arautos” dentro de casa. Vocês têm de levar a Boa Nova do Evangelho a eles, desde pequenos, com palavras e exemplos. Levem Jesus como o Senhor, o centro da vida. Estejam atentos aos detalhes, caprichem na evangelização.


Quero terminar esta reflexão rezando por todas as mães, em especial àquelas que ainda não se conscientizaram da sua importância na vida de seus filhos. Eduquem-os de forma cristã, levem-os à Igreja.



Que Deus abençoe a todos, em especial, a todas as mães.


Fonte: Clube da EvangelizaçãoMensagem do missionário Alexandre Oliveira, no programa 'Sorrindo pra Vida', da TV Canção Nova,




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