garras

garras afiadas miram em mim
garras afiadas asseiam por meu
fim,trágico,sanguinário.

garras afiadas miram o meu ser
rasgam minha alma,minha liberdade
meu direito de ir,vir e ter.

sangue esparramado em toda minha
alma,garras afiadas que para o hades
a leva amarrada.

cultivo do não conhecer e
com os olhos arrancados
o caminho do condenado
do não libertado.

agonia

alma dilacerada
como papel sendo
rasgada,totalmente
massacrada.

caminhos escuros a serem
seguidos,com olhos malvados
ao seu lado,que em um único
pulo deixa seu ser dilacerado.

alma que cai em desgraça
sendo por demônios torturada
vendo sua vida nos caninos das
bestas ser triturada.

medo

correntes do não conhecer
fazendo de nosso semelhante
um corpo ao léu apodrecer.

para nossas mentes essas
correntes traz o padecer,profundo
abismo que tem como sina o desaparecer.

desentendimentos acontecem
a todo tempo,forte e maligno ser
que nos arrasta para uma vida de
lamentos.

um alerta de dois lados
boa mãe que te tem como
um filho amado,o outro te
leva a ser com as pessoas
desagradável.

caminhos obscuros

caminhos obscuros trilham o
meu ser,no mais profundo da
minha alma o padecer.

a lágrima que no rosto rola
bestas feras que não esperam
pois a minha alma há muito tempo
dilaceram.

na escuridão rostos desfigurados
por um ser que,no fogo da maldade
foi forjado,sempre com destino de
impor as nossas vidas,a palavra desencorajado.

cemitério de sonhos

coração em pedaços
sonhos como que mortos
sendo no cemitério lançados.

trilha da vida que é
proibida,caminhos
do engano,da mentira
do pranto.

demônios e serpentes nessa
trilha encontrarão e se vacilarem
seus sonhos no cemitério agonizando
estarão.

os espertos que a vida souberam domar
aos poucos ela vai seus sonhos realizar
mas,aos desavisados e fracos do cemitério
seus sonhos não sairão ressuscitados.
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