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Música de Vlado Coast em homenagem a NEYMAR Jr. com participação especial de Nurio Back.

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Regresso a Nambuangono... Era assim que "as pessoas" viviam no mato... estes dois idosos foram recuperados pelo meu Grupo de Combate, num ataque que fizemos em Micula... O terror que eles tinham de nós... depois, quando conviviam um pouco connosco tudo mudava... acabavam nossos amigos... o terror vinha de 1961 quando do início da guerra... Como teria sido fácil constituir em Angola uma Pátria em que Brancos e Negros podiam conviver pacificamente... Os políticos que respondam porque é que isso não aconteceu...
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Sul de Angola.
Por via de regra as mulheres andavam com a parte superior do corpo descoberta... digamos que, neste aspeto, se encontram mais evoluídas do que as Ocidentais...
Extremamente sociáveis, facilitavam o contato com as NT (Nossas Tropas) o que nem sempre dava bons resultados... mas a nossa atividade nos domínios das ações psico-sociais a isso "aconselhavam"
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Regresso ao Sul de Angola
Mais um Kimbo onde viviam os nativos.
Ainda por lá passei umas noites...
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Chiede... Sul de Angola.
Mais uma beldade nativa que encontramos durante mais uma patrulha... Era neste tipo de poços que eles se abasteciam de água... Eles e os animais que criavam e que era um sinal de riqueza.
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Também tínhamos momentos de descontração... Chamava-se Natalela. Era alegre, divertida e só falava inglês "sul africano". E nunca largava esta touca branca... como eram facilmente soviáveis "estas moças do Sul...talvez porque o nosso comportamento, contrastava com o dos nossos vizinhos sul africanos...
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Sul de Angola
Os chamados Kimbos... assim viviam os nativos nas suas povoações tradicionais.
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Sul de Angola...
Quando nos embrenhávamos na savana africana, encontrávamos com frequência beldades africanas que desapareciam quando nos viam... Este foi um dos casos, que consegui fotografar...
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Letra de “Nambuangongo, Meu Amor” (Manuel Alegre)

Em Nambuangongo tu não viste nada não viste nada nesse dia longo longo a cabeça cortada
e a flor bombardeada
não tu não viste nada em Nambuangongo
 
Falavas de Hiroxima tu que nunca viste
em cada homem um morto que não morre.
Sim nós sabemos Hiroxima é triste
mas ouve em Nambuangongo existe
em cada homem um rio que não corre.
 
Em Nambuangongo o tempo cabe num minuto
em Nambuangongo a gente lembra a gente esquece
em Nambuangongo olhei a morte e fiquei nu. Tu
não sabes mas eu digo-te: dói muito.
Em Nambuangongo há gente que apodrece.
 
Em Nambuangongo a gente pensa que não volta
cada carta é um adeus em cada carta se morre
cada carta é um silêncio e uma revolta.
Em Lisboa na mesma isto é a vida corre.
E em Nambuangongo a gente pensa que não volta.
 
É justo que me fales de Hiroxima.
Porém tu nada sabes deste tempo longo longo
tempo exactamente em cima
do nosso tempo. Ai tempo onde a palavra vida rima
com a palavra morte em Nambuangongo.

Bem... espero que não me peçam direitos de autor... já os terei pago com suor e lágrimas...
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Moças do Sul... extremamente amigáveis... Chamavam-se Elisa, Fernanda e Verónica... nomes tipicamente portugueses... e "adoravam os tropas"... mas isso não era só em Angola...
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