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A COMUNIDADE POESIAS QUE FALAM AO CORAÇÃO,
DESEJA A TODOS OS COLABORADORES UM
FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO.
BOAS FESTAS!!
A direção.
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Um caminho que à esperança levou
O Sonho este caminho trilhou
Tombos mágoas dores e lagrimas pelo caminho Ficou
Liberdade de Voar
As vezes se machucar
Mas nunca deixar de acreditar
No pensamento à Poesia como um presente para a Vida vamos entregar
Ao longo do caminho o Amor semear
No brilho dos Olhos o Amor sem fronteiras como uma bandeira nosso caminho Marcar
Na esquina dos Sonhos vamos chegar
E no bairro da felicidade nosso Lar encontrar
E o Natal em uma Poesia chegou!!
Sílvio N Júnior
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Que Deus nos ensine a plantar amor e distribuir sorrisos, pois a paz nada mais é do que nos sentir leves fazendo tudo aquilo que nos mantém iluminados por dentro...🖤

By (Patrícia R. de Souza)
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... E o vento aproximou-se, depois de ter seguido aquele perfume familiar de flores, o aroma era mais marcante, adocicado, misturado com o perfume natural da pele daquela mulher de olhar entristecido, vestida com um belo vestido.
Numa mesa em uma praça, sentada em um banco de pedra, escrevia uma carta, com disseres que só DEUS sabia, as lágrimas desciam e o vento soprou os seus cabelos e os levantou sobre a sua nuca, havia uma pequena tatuagem de um Sol e uma Lua, como se as duas fossem apenas uma.
E o vento, não parecia se conter com tanta curiosidade, queria entender do porque de sua tristeza e sem que a mulher esperasse, a roubou, levou a sua folha para longe, ventou e ventou...
E o vento olhou para trás, se emocionou a vê-la chorar e não entendeu de tanto pranto... Por um instante ele sossegou, a mulher se levantou e pegou a sua folha de volta e novamente se sentou.
O vento tornou-se brisa e bem de perto a observou... E ela nem imaginou que alguém assistia a sua dor.
E o vento naquela praça ventou sobre as copas das árvores e perguntou: -Por que de tanta dor?
E as árvores responderam, pela expressão dos seus olhos, provavelmente é uma carta de amor, uma triste despedida, afinal a mulher está tão sentida.
E quando a mulher se levantou, guardou a sua carta na bolsa grande e vermelha, o vento assoprou, como se fosse um leve suspiro, na verdade um pequeno rodamoinho, envolveu-a com a sua dor.
A carta, que foi envelopada, estava com cheiro de flor, o perfume das mãos da mulher, o papel roubou.
Foi se embora, sem que ninguém soubesse do seu destino, dizem que o vento ainda sente o seu aroma adocicado de flores misturado ao perfume natural da sua pele, provavelmente ela continua por perto, isso é quase certo. Mas, a respeito da carta, ninguém soube qual o fim levou, se era de despedida ou uma carta de amor.

Lucy Coelho
A carta
03.08.2016
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