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#Bolivia
Anciana fue llevada a una funeraria aún con vida.

Miércoles, 2 Agosto, 2017 - 18:57
Una mujer de 69 años fue llevada con vida a una funeraria de La Paz, donde sus familiares esperaban que muriera. Se presume que hay un conflicto de herencia, informó el director de la División Homicidios de la Policía, capitán René Tambo.

Según el informe, la Policía recibió la denuncia y se envió efectivos a la funeraria, pudieron evidenciar que la anciana estaba sobre una mesa convulsionando, tapada sólo con una sábana.

Con ayuda de Bomberos se rescató a la mujer y se la llevó al Hospital de Clínicas. La anciana estaba desde ayer en el establecimiento mortuorio.

El capitán Tambo indicó que en la funeraria estaban una hija, el esposo y una tía, quienes estaban esperando a que muera la anciana porque según su versión ya había sido desahuciada por un médico.

La Policía detuvo a los tres familiares y al administrador de la funeraria. Tambo indicó que el delito por el cual se los acusa es intento de homicidio, puesto que la mujer estaba viva, no había un certificado forense sobre su muerte y se la sometió a condiciones inhumanas para que fallezca.

El jefe de la División Homicidios manifestó que “de seguro” existe un conflicto de herencia en esta familia, puesto que eso explicaría la actitud de llevarla directamente a una funeraria aún con vida.
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Cemitério Verde, China inova em tecnologia nos cemitérios
julho 26, 2017

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A tecnologia tem tomado conta nos cemitérios na china, afim de anemizar a falta de espaço para sepultamentos
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Por ano, morrem entre 80 mil e 90 mil pessoas na capital chinesa. Os cemitérios da cidade começam a ficar sem espaço e a cremação é defendida como a melhor alternativa.
Na capital do país, está cada vez mais claro a escassez de espaço para sepultar. Com uma população local de quase 22 milhões de habitantes, a necessidade de proteger o meio ambiente e a ditadura tecnológica provocaram grandes mudanças na maneira de lembrar e honrar os mortos. E assim nasceram ideias que vão desde enterros ecológicos a caixas de correio para enviar cartas ao além e códigos QR em vez de lápides.

Pode parecer bizarro, em se tratando do difícil momento de se despedir de um ente querido, mas, no cemitério Changqingyuan de Pequim, são muitos os que já contratam estes serviços.

“Meu marido e eu viemos até aqui para ver em que consistem estas novas formas de enterro”, disse Yang, de 50 anos e natural da capital chinesa, à Agência Efe.

Yang olha com curiosidade uma pequena parte de um gramado cercado de cerejeiras floridas e que aparentemente não tem nada em particular, mas um dos trabalhadores do cemitério explica que sob essa terra “descansam” as cinzas de 31 pessoas.

Smartphone como Lápides

“Além disso, agora é possível acessar as informações pessoais do falecido no Smartphone com um código QR”, acrescentou Wu Yajun, diretor deste cemitério nos arredores da capital e que abriu suas portas em 2001.

Yajun mostrou vários modelos de códigos gravados em plástico com formato de flor ou de coração e contou que as próprias famílias decidem seu conteúdo, desde músicas e poemas até fotos ou vídeos dos falecidos.

“Estas pequenas placas com o código QR não são colocadas em nenhum lugar do cemitério, já que nos enterros ecológicos as lápides não existem”, explica Wu.

As famílias levam as placas para casa e enviam o código a outros parentes e amigos com os quais desejam compartilhar essa informação, “mas não é algo que seja público, por uma questão de privacidade”.

Espaço Verde como opção

No último dia 25 de março foi inaugurado este novo espaço “verde”, que os responsáveis do cemitério esperam popularizar muito em breve para resolver a escassez de terra e que o governo tenta promover com alguns incentivos.

A realização de enterros em locais “verdes”, eventualmente canteiros ou debaixo de árvores. Para a própria câmara, estas são, no entanto, opções menos viáveis que espalhar as cinzas dos entes queridos no mar. Apesar disso, a cremação não é praticamente escolhida pelos habitantes da cidade. Nos últimos 20 anos, apenas foram feitas 11, 876 cremações.

Pequim já promove um funeral gratuito no espaço verde do cemitério, já que os convencionais custam muito caro para o país.

Para atenuar as perdas econômicas a cemitérios como o de Changqingyuan, este recebe um subsídio governamental de 4 mil iuanes (R$ 1,8 mil) para cada serviço funerário do tipo.

Fontes do Escritório de Assuntos Sociais de Pequim assinalam que um metro quadrado no cemitério pode abrigar os restos de até dez pessoas, se estas forem cremadas de forma ecológica, enquanto da forma tradicional caberiam somente uma ou duas.

“Cerca de 70% das pessoas que estão aqui foram enterradas de maneira’ecológica”, afirmou Wu – outros cemitérios da cidade aderiram a este novo sistema há poucas semanas.

No último sábado, o cemitério Changqingyuan recebeu 15 mil visitantes, o dobro do que deve atrair na festividade que começa amanhã, aparentemente pela curiosidade gerada pelos novos sistemas.

“Venho todos os anos porque meus pais estão enterrados aqui, e para mim é como um ritual”, disse Liu, nascido em Pequim e que nesta ocasião foi ao cemitério acompanhado de sua filha, “para que experimente esta atmosfera”.

Liu contou não ter ouvido falar dos códigos QR, nem dos enterros “ecológicos”, mas acredita que é algo “positivo” se for para proteger o meio ambiente e “solucionar o problema da terra”.

Enquanto ele e sua filha se ajoelham junto ao túmulo de seus antepassados e os homenageiam com bandejas de frutas, doces e dinheiro, outra mulher colocava um papel em uma das muitas caixas de correio que levam mensagens ao além. A carta dizia: “renovar-se ou morrer”. Ou, neste caso, renovar-se ao morrer.

O cu$to de sepultamentos tradicionais

Para que as pessoas deixem de querer enterrar os seus entes queridos e passem a cremá-los, a autarquia decidiu este ano aumentar para o dobro o valor da concessão de um espaço nos cemitérios. De dois mil yuanes (300 euros), a tabela passou para quatro mil (600 euros), um valor pouco acessível para a maioria dos cidadãos, cujo salário médio não ultrapassa os 5,793 yuanes (870 euros). Além disso, para estimular a opção pela cremação, as empresas envolvidas asseguram o transporte gratuito até ao porto de Tianjin, local onde as pessoas podem espalhar no mar as cinzas dos familiares ou amigos. As empresas oferecem ainda um ramo de flores para complementar as cerimônias.

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Liquid Cremation May Soon Be Coming to California

By Kirsty Fowler

Liquid Cremation May Soon Be Coming to CaliforniaBio-Response Solutions
The container in which alkaline hydrolysis takes place.
The California State Senate is considering legalizing liquid cremation.
If approved, California will join several other states in offering the controversial process.

Supporters consider the method more environmentally friendly.
Bio-Response Solutions, a liquid cremation company based in Indiana, describes the method on their website as “nothing more than a large pressure cooker.”
INVESTIGATIVEFeds Say Oakland ISIS Sympathizer Wanted to Kill Thousands
The liquefying process mimics natural decomposition with alkaline hydrolysis, which involves a consistent flow of water combined with heat. Bio-Response Solutions Vice President of Research Samantha Sieber said takes up to six hours.

Sieber said Alkaline Hydrolysis using less water than the average US household does in a single day. She also pointed out that it does not emit any green house gasses, unlike traditional cremation.

The process of liquid cremation is also cited to be more energy efficient in comparison to classic cremation. A BBC article points out the heat used to traditionally cremate a body could keep an entire home heated for a week during cold winter months.

Friend in Disbelief Over Oakland Man's Terrorism Charges
Opponents of the bill though find the process to be unsettling. Executive director of the California Catholic Conference Ned Dolejsi told KQED that the process does not respect the natural cycle of life and death, referring to the steps within liquid cremation.

Fuente http://www.nbcbayarea.com/news/local/Looking-to-Get-Liquefied-After-You-Die--Californians-May-Soon-Offer-That-Option--436790023.html
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#ESPAÑA
LA DIPUTACIÓN DE ÁVILA ELEVA LA PRIMERA QUEJA

"Dejadnos trasladar a los muertos en paz": revuelta contra la ley funeraria de las 24h

Alcaldes, vecinos y pequeñas funerarias llevan años reclamando derogar una ley que solo mantienen algunas comunidades y que limita el transporte de cadáveres entre regiones.

16.07.2017 – 19:33 H.

Alguien fallece en Madrid y su familia planea enterrarlo en otra provincia, por ejemplo, en su localidad natal. Con este escenario de partida arranca una odisea que se repite a diario, un trámite de otros tiempos que abulta la factura de los servicios funerarios y hace aún más amargo el trago para sus clientes.

El problema radica en la llamada ‘ley de las 24 horas’, una regulación sanitaria que solo mantienen ya algunas comunidades autónomas —Madrid es la más rigurosa en su aplicación— y que obliga a esperar un día entero antes de trasladar el cadáver de una región a otra. La limitación obliga a muchas familias a dolorosas esperas, a pagar dos veces el velatorio o buscar otra solución extrema en el peor momento posible. Y genera la paradoja de que resulte mucho más sencillo —y barato— llevar un féretro de Valencia al Bilbao que recorrer los 15 kilómetros que separan Guadarrama (Madrid) de San Rafael (Segovia).

Tuvimos que hacer un primer velatorio en la capital y otro en el pueblo, fue una pesadilla

Le ocurrió a Alba, segoviana, que perdió a su padre en un hospital de Madrid hace cuatro años. “Cuando lo quisimos llevar a Segovia para el velatorio, nos dijeron que tenía que quedarse en Madrid al menos 24 horas. Tuvimos que hacer un primer velatorio en la capital y otro en el pueblo. También nos ofrecieron llevarlo a Torrelodones, que está más cerca de casa, pero venía gente de fuera y era aún más lío. Fue una pesadilla y nos costó dos o tres mil euros más que si hubiese muerto en Segovia. Y eso que nuestra provincia está ahí al lado. No sé por qué no nos dejan trasladar a los muertos en paz”.

La normativa lleva años soliviantando a vecinos, alcaldes y pequeñas funerarias, especialmente en las regiones limítrofes con Madrid. Pero hasta principios de julio nadie había elevado la voz a nivel institucional. La diputación de Ávila puso por primera vez el tema en la agenda política hace unos días, aprobando por unanimidad una moción que pide a la Junta llegar a acuerdos con otras comunidades vecinas para eliminar los “obstáculos legales” que existen para el traslado de personas fallecidas.

La burbuja de maquillar muertos: "Te engañan con un sueldazo pero vas al paro"

DAVID BRUNAT

Cada vez más academias dan cursos funerarios prometiendo trabajo seguro y título oficial. La realidad: temario nulo, prácticas grotescas y sensación de estafa entre los alumnos

Desde Ávila se ha abierto una ronda de consultas, especialmente con la Comunidad de Madrid, para “evaluar la problemática del traslado de cadáveres” ante el “evidente perjuicio económico” y el “elevado coste afectivo y sentimental”. El portavoz de la diputación, Juan Pablo Martín, alcalde de Sotillo de la Adrada, lo describió en declaraciones a la prensa local como un “tema urgente” y dijo que en su pueblo hay al menos un caso a la semana.

Presiones políticas y económicas

Consultados por este diario, los promotores de la iniciativa se negaron a hablar para "dejar que la negociación siga sus cauces", alegando que prefieren tratar el tema con discreción. Fuentes del sector atribuyen tanta cautela a las “enormes presiones económicas y políticas” que existen para evitar que deje de aplicarse una norma sanitaria totalmente obsoleta. “Hay un grupo de gente a la que le interesa mucho que se siga aplicando la norma, especialmente las funerarias más establecidas en Madrid, que tienen el monopolio de los fallecidos gracias a la normativa que dificulta el traslado”, aseguran.

Consultado al respecto, el directivo de una de las funerarias con más peso en la capital insiste en que "las grandes" también sufren la normativa de las 24 horas y están a favor de su derogación. “Entendemos que mover cadáveres es un tema muy serio porque hay muchos factores, como las enfermedades que pueden propagar. Pero es de sentido común que esta norma hay que cambiarla,independientemente de cómo afecte al mercado. Yo no creo que haya presiones, creo que el problema es que se sigue aplicando una ley de los años setenta por motivos sanitarios”, dice.

Sanidad manda inspectores pocos minutos antes de que se cumplan las 24 horas para poner multas

La norma de las 24 horas, desaparecida en Aragón, País Vasco y otras comunidades, sigue en vigor en lugares como Castilla y León o Cantabria. Pero es en Madrid, aseguran las empresas funerarias consultadas, donde se aplica con mayor celo. “Para trasladar el cuerpo hay que comunicarlo a Sanidad, y ellos a menudo mandan un inspector minutos antes de que se cumplan las 24 horas. Si el cadáver no está allí, imponen una sanción muy dura”, describen. Al respecto, la Consejería de Sanidad de la Comunidad de Madrid tampoco respondió a las preguntas de El Confidencial.

La normativa, en realidad, lleva años siendo objeto de polémica y aparece periódicamente en informes y comunicados sanitarios. En mayo de 2011, la ministra de Economía y Hacienda, Elena Salgado, lo anunció como una de las grandes promesas de su Anteproyecto de Ley Sobre Servicios Funerarios, una reforma para la liberalización del sector, en la que la ‘ley de las 24 horas’ era descrita como una medida “desproporcionada” en los cadáveres que “no presentan riesgos para la salud pública”. El texto, redactado por Economía y Sanidad, suponía la transposición de la directiva de servicios europea a la legislación española.

También el Ministerio de Economía, en un informe del Consejo para la Unidad del Mercado de julio de 2014, se expresó contra la ‘ley de las 24 horas’, al considerarla contraria a la Ley de Garantía de Unidad de Mercado.
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16/7/17
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#VENEZUELA
INSEGURIDAD AGOBIA A FUNERARIAS

Más allá de los actos velatorios que se realizan en funerarias, existen hechos hostiles dados por el consumo de sustancias ilícitas que han terminado, en muchos casos, con personas heridas o muertas dentro de las capillas fúnebres. El miedo a cumplir con un acto cristiano se ha trasladado de las casas velatorias a las viviendas de las víctimas. Es una lucha constante contra la inseguridad.

Para María Figuera, coordinadora de servicios de la funeraria Nazareth ubicada en la avenida Nueva Granada, “se ha vuelto normal que en los velorios los dolientes consuman droga y en los traslados secuestren a los conductores”.

Así transcurre el fenómeno de la violencia que se percibe durante los rituales de homenaje a los difuntos en las funerarias del país.
Enfrentamientos entre bandas o con funcionarios policiales son los casos que prefieren evitar las empresas fúnebres.


En los velorios de personas asesinadas a tiros el común denominador es el alcohol, las drogas y las armas de fuego, lo que genera situaciones violentas, donde los trabajadores funerarios no pueden hacer más que dejar que todo termine.

Uno de estos escenarios se suscitó a mediados de mayo en una funeraria del centro de Guarenas, donde cinco sujetos armados irrumpieron en una de las capillas para rematar a un difunto de una banda rival, que había caído en un enfrentamiento anterior.

Desde ese momento dicha casa velatoria decidió no aceptar más fallecidos bajo este tipo de circunstancias.

La coordinadora de la funeraria Nazareth asegura que aunque a veces tratan de evitar ese tipo de velorios, pero en su mayoría los tiene que aceptar porque las condiciones económicas no están dadas para discriminar la clientela.

El gerente de ventas de la funeraria Los Caobos, Hermes Veliz, denuncia que son cuantiosos los daños ocasionados por los dolientes de los baleados. “En más de una oportunidad nos han destrozado los lavamanos y las pocetas. Además, se han robado las sillas de las capillas”.

Además de los hechos de violencia el directivo manifiesta que en muchas oportunidades han evidenciado como los dolientes se drogan en los sanitarios de la funeraria. “En las instalaciones hemos encontrado desde inyectadoras hasta pitillos llenos de sustancias estupefacientes”.

Conductores asediados

La coordinadora de la funeraria Nazareth denuncia que en algunos casos los conductores de las carrozas fúnebres son amenazados a muerte por los dolientes para que se desvíen de la ruta hacia el cementerio.

Rafael León, conductor de Servicios Funerarios relata que muchas veces lo han obligado a meterse dentro de cárceles y barrios. No se puede negar porque lo pueden matar.

Aunque aún no se han registrado conductores muertos en estas prácticas, León manifiesta que hay velorios donde las carrozas terminan destrozadas, puesto que al momento del entierro los dolientes “se montan en los vehículos y en oportunidades le caen a plomo”.

Hace varios meses por el hecho de negarse a desviar su ruta hacia el camposanto, César Betancourt, quien es conductor de otra empresa, recibió un disparo en la pierna.

La víctima fue a buscar un cadáver en un barrio de Catia, y cuando lo trasladaban hacia el Cementerio General del Sur un sujeto que iba dentro de la misma carroza lo apuntó con un arma de fuego y lo obligó a ir hacia otro barrio del oeste de Caracas, donde le harían otro homenaje.

Betancourt se negó y en la Autopista Francisco Fajardo el pistolero lo bajó de la carroza, le disparó y luego huyó del sitio con el vehículo y el difunto.

Para evitar la violencia

Ante el peligro que generan los rituales de homenaje a los caídos en circunstancias violentas muchas funerarias de Caracas han decidido, de manera individual, tomar medidas para evitar que se generen este tipo de escenarios.

Aunque la norma común del gremio indica que se le debe prestar el servicio a todos los que lo requieran, hay funerarias que por medidas de seguridad intentan distanciar algunos casos.

La funeraria Hispania ubicada en avenida Andrés Bello de Caracas, trata de no aceptar personas asesinadas en balaceras por el resguardo de las instalaciones y los dolientes de otros difuntos.

Además, la empresa decidió hace poco más de siete meses por colocar rejas en toda su fachada para evitar ser víctimas de robos.

La Hispania mantienen sus puertas abiertas hasta las 8:00 de la noche, y solo permiten que se queden cinco acompañantes por capilla.Medidas de seguridad parecidas ha tomado la funeraria Los Caobos. Su directiva decidió colocar un cercado eléctrico para evitar que ingresen a robar.Asimismo  evita admitir casos de difuntos asesinados en tiroteos.

EL UNIVERSAL

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13/7/17
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La cantidad de personas de más de 60 años se duplicará para el 2050. ¿Estamos preparados? No creó.

Mas información aquí http://wef.ch/2sZcSZA
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Los países mas contaminantes del Mundo dentro de otros que también contaminan
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MEXICO
Hidalgo, sede del foro funerario por primera vez

Buscan elaborar un catálogo de obras y monumentos históricos en el arte literario, además de dar vigencia a tradiciones y manifestaciones rurales y urbanas.

Por primera vez la capital del estado fue sede de la 14 Reunión Nacional de la Red Mexicana de Estudios de Espacios y Cultura Funerarios a celebrarse del 28 al 30 de junio, la cual fue impulsada por la periodista e investigadora, Aída Suárez Chávez.

Olaf Hernández Sánchez, titular de Cultura en la entidad, explicó que el estado ha puesto el ejemplo con las medidas administrativas, políticas y económicas aplicadas al comentario británico “panteón inglés” que se ha constituido en uno de los atractivos turísticos y un símbolo de identidad para el municipio en Mineral del Monte.

En este sentido, Hernández Sánchez urgió a elaborar un Catálogo de Obras y Monumentos Históricos en el Arte Literario, así como, registrar la vigencia de costumbres, tradiciones, leyendas, piezas musicales, artesanías, comida y otras manifestaciones rurales y urbanas insertas en el culto a la muerte.

“En Mexico no se le teme a la muerte, se le guarda respeto y se considera como un paso transitorio entre dos mundos que se enlazan en un época del año y permiten la convivencia de nuestros seres queridos”, destacó Juan José Arias Orozco, delegado del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH). En las culturas prehispánicas la muerte formaba parte de la cosmogónica, filosofía, mitos y festividades propias de diversos pueblos, su cultura y conocimiento, generaba un entorno a una dualidad y la muerte como un principio fundamental de todo”, expresó.

José Arias Orozco resaltó que la celebración del Día de los Muertos en las comunidades indígenas mexicanas entró a formar parte hoy de la lista del Patrimonio Oral e Inmaterial de la Humanidad de la Orhanización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO) en el año 2008.

En este sentido, el delegado del INAH subrayó que en Hidalgo se celebra a la muerte en la fiesta del Xantolo, exclusiva de la Huasteca hidalguense, donde se recibe a los difuntos con danzas, cantos, platillos y otras tradiciones.

“La fiestas indigenas dedicadas a los muertos celebran el retorno transitorio a la tierra de los familiares y los seres queridos que perdieron la vida, estas fiestas tiene lugar cada año al finales de octubre y noviembre”, enfatizó Arias Orozco.

Por su parte, Laura Sánchez, que fungió como representante de la presidenta municipal de Pachuca, celebró que la entidad sea sede de este foro funerario, ya que, representa la oportunidad para la ciudad compartir el testimonio de la cultura funeraria que cuenta la historia de lugares emblemático de los ciudadanos hidalguenses.
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No se puede buscar la paz en el exterior cuando en el interior no existe, y la paz interior solo depende de un gran amor interior. El amor es la medida de nuestra capacidad de perdonar; cuanto más amamos menos necesitamos perdonar. Si el perdón se hace necesario es porque el amor no ocupa su lugar. J. Montoya Carrasquilla, 2016

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