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A esquerda russa classificou o romance " Os Demônios" como um panfleto antirrevolucionário, baseado em um caso isolado. Dostoiévski foi visto como um louco retrógrado. Paulo Bezerra afirma que:

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Felicidade de SÓCRATES; NIETZCHE E SLAVOJ ZIZEK, O VIRTUOSO, O IDIOTA E O PARADOXAL.

A felicidade para Sócrates é a obtenção do maior prazer possível e disponível ao ser humano; este agiria de forma a obter o máximo prazer.  É um caminho para a felicidade, independentemente da noção que se tenha do que é a felicidade. Assim, todos agem de acordo com aquilo que julgam ser “bom”, independentemente da noção que se tenha do que é bom, pois desejar aquilo que é bom é o único meio de alcançar a felicidade.

FELICIDADE DE NIETZSCHE
Para Nietzsche uma vida feliz era um desejo de pessoas medíocres e idiotas que não sabem valorizar a vida. Segundo Nietzsche o "Estar bem" graças a alguma circunstância favoráveis ou na hora da sorte não é felicidade,pois nessa condição efêmera pode mudar a qualquer momento da vida.
Estar bem seria uma espécie de "estado ideal de preguiça " onde não existe preocupação é sobressaltos. Para o filósofo Alemão a felicidade é a força vital de espírito, é a luta contra os obstáculos da vida, o espírito de luta em meios obstáculos da vida. Ser feliz é ser capaz de provar a força vital em meio a dificuldade. "O lúcido angustiado " seria um homem feliz na concepção de Nietzsche, pois a lucidez é o indivíduo aceitar as dores e perdas da vida...A angústia seria a busca de um sentido para suprir essas dores. Devemos nos preparar para tudo. Cólera, Adultério e a morte. ..Não esperemos perfeição dos homens pois esses homens não são perfeitos são seres falhos. ..Não espere algo de ninguém dê sempre o melhor de si...Para Nietzsche o sentido mais amplo da felicidade é encontrar a paz em si mesmo não ao seu redor.

Para Slavoj Zizek a felicidade é uma questão de opinião, e não de verdade ; ele considera a felicidade um produto dos valores capitalistas que prometem satisfação através do consumo.
No entanto, o ser humano é um eterno insatisfeito por que na realidade não sabe o que quer.
Para Zizek as pessoas se prendem em status ( comprar casa,carro,roupa e possuir muito dinheiro ) ; Mas inconscientemente o desejo é outro que ele ainda não sabe o que é ...e por isso permanece insatisfeito...A famosa frase que dinheiro não trás felicidade seria um verdadeiro paradoxo do mundo moderno ...ao pobre que se encontra na dificuldade de pagar uma dívida ele desejaria está rico..milionário para quitar essa dívida; ao mesmo tempo também não queria trabalhar visto que na concepção possuindo o bastante ele poderia desfrutar dos bens que a vida moderna oferece. ..por outro lado temos milionários que compram tudo o que querem; viajam para onde bem entende , e mesmo assim falta algo para esta pessoa ela não se sente feliz....Isso Zizek chama a paradoxo da felicidade.


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A parte mais substancial da obra filosófica de Marsílio Ficino foi completada entre 1458 e1493. Sua Theologia platonica ou De immortalitate animarum, dedicada a Lourenço de Médicis, é considerada a síntese do seu pensamento hermético e filosófico. Trata-se de um tratado sistemático sobre a imortalidade da alma, no qual procura conciliar o platonismo e o cristianismo.

Seu pensamento propõe uma visão do Homem com forte afinidade cósmica e mágica, no centro de uma machina mundianimada e altamente espiritualizada, porque imbuída do spiritus mundi. A função principal do pensamento humano seria a de atingir - através de uma iluminação racional (ratio), intelectual (mens) e imaginativa (spiritus efantasia) - a autocosciência da própria imortalidade e a divinização do Homem, graças àqueles signa e symbola - signos cósmicos e astrais comparáveis a hieróglifosuniversais, originários do mundo celeste.

Existiria, segundo Ficino, uma antiga e consistente tradição teológica - desde Hermes Trimegisto até Platão, passando porZoroastro, Orfeu, Pitágoras e outros - que se propõe a subrair a alma do engano dos sentidos e da fantasia, para conduzí-la à mente que percebe a verdade e a ordem de todas as coisas que existem em Deus ou que emanam de Deus. Assim estabelecia vínculos dessa antiga tradição com o Cristianismo, exprimindo o universalismo religioso da Renascença.*

Segundo Ficino, o agir humano em todas as suas manifestações - artísticas, técnicas, filosóficas ou religiosas - exprime, no fundo, a presença divina de uma mens infinita na Natureza, dentro de uma visão cíclica da história, marcada pelo mito do retorno platônico. Sua ideia animadora é a exaltação do homem como microcosmo, síntese do universo, um conceito antigo, neoplatônico, mas que teve no Humanismo do Renascimento valor e significado particulares. Outra ideia que o inspirava é a da continuidade do desenvolvimento religioso, desde os antigos sábios e filósofos -Zoroastro, Orfeu, Pitágoras, Platão - até o cristianismo, ideia que expressa o universalismo religioso da Renascença.

A atividade principal de Marsílio Ficino foi traduzir. Traduziu elegantemente, para o latim, Platão (1477) e Plotino (1485), além de outros neoplatônicos. Expôs o seu pensamento em uma grande obra (Theologia platonica de immortalitate animorum - 1491), em que procura concordar o platonismo, do qual era entusiasta, com o cristianismo, em que acreditava seriamente. Entretanto não foi um metafísico, mas um eclético e suas finalidades eram morais.


https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Mars%C3%ADlio_Ficino
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"Podemos enfrentar as leis humanas ,mas não podemos resistir às leis naturais"
(Júlio Verne)
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O medo da morte deriva de uma vida sem significação.

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Bom dia pessoal hoje estou com uma preguiça danada ,por isso tô pegando uns textos do site "Wikipedia " e tô colando,copiando e jogando na comunidade. ..por que isso ? Pelo fato dos links que compartilho apenas 5% abrem o sites e fazem a leitura do conteúdo....espero que os Blogs não denunciem a página por violação dos direitos autorais. ..😂😂😂😂

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A arte de dar risadas
Para o filósofo Alemão Immanuel Kant : "A risada colabora com a saúde ao restaurar o equilíbrio emocional" ( Kant) 
Sem contar que uma gargalhada não somente é gostoso e divertido como também faz bem para a saúde listamos os principais benefícios de dar risadas:
Quais os benefícios de dar risadas?

1. Diminui o nível de colesterol no sangue, já que equivale a um exercício aeróbico.

2. Favorece a digestão, ao aumentar as contrações dos músculos abdominais.

3. Contribui para aplacar a raiva.

4. Contribui para uma mudança de atitude mental que favorece a diminuição de doenças, já que aumenta o ritmo cardíaco e o pulso; quando rimos, liberamos endorfinas (hormônios da felicidade).

5. Diminui a glicose no sangue.

6. Faz-nos liberar emoções negativas como o medo e a angústia.

7. Potencializa as relações sociais

A risada também é um dos assuntos que chamou a atenção de Henri de Mondeville, cirurgião medieval - século XIII que dizia : " As emoções negativas podem interferir na recuperação depois de uma operação, enquanto que a alegria, o positivismo e a risada podem facilitá-la"

A quem diga que rir é o melhor remédio, e eu realmente concordo visto que tanto no estudo da psicologia ou no ramo filosófico e sociógico desde a Arte do Sarcasmo do Velho Diógenes conhecido como o pai do cinismo O cinismo foi uma corrente filosófica fundada por um discípulo de  Sócrates chamado Antístenes  e cujo maior nome foi  Diógenes de Sínope, por volta de 400 a.C., que pregava, essencialmente, o desapego aos bens materiais e externos. O cinismo está, ainda, relacionado com a busca pela verdade, de tal forma que o cínico diz o que pensa sem o artifício de eufemismosː pelo contrário, a integridade moral o impede de mascarar a realidade para torná-la mais atraente. Ao contrário do irônico, que revela através da negação, o cínico o faz pela via direta. É visto como indiferente aos sentimentos alheios.

Também na Literatura O sarcasmo é uma  figura de estilo  muito utilizada nas artes orais e escritas, designadamente na literatura e na oratória.Fyodor Dostoyevsky foi um dos grandes representantes do uso deste recurso estilístico, definindo-o como "o último refúgio dos modestos e virtuosos quando aprivacidade das suas almas é invadida vulgar e intrusivamente".

A arte de contar uma boa Piada :
" Vamos fazer uma comparação entre os Japoneses; americanos e brasileiros ....eles estão ansiosos para ligarem o novo aparelho que compraram ....O japonês vai colocá-lo para funcionar , e antes de ligá-lo lê o manual ; Já o americano é diferente liga primeiro e lê o manual; já o brasileiro. ..liga o computador; danifica o computador; depois queima o computador e é aí que o idiota lê o manual ".

Não sei se a piada foi boa, mas espero tirar a risada de uns 10% dos que estão na comunidade. ...A risada também é um fator de expressar alegrias quando estamos ao lado de quem gostamos um casal apaixonado por exemplo ...isso costuma-se desencadear em uma mulher quando está acompanhada do homem de quem ela gosta Segundo o neurocientista cognitivo Scott Weems, A valorização do humor não tem a ver somente com nossa química interna. Ela atende a uma finalidade social e evolucionária poderosa que ajuda a orientar o desenvolvimento das relações humanas de inúmeras maneiras. O mesmo acontece com outras atividades. Quando lemos, estamos sempre pensando em qual será a próxima palavra antes de chegarmos a ela e em situações sociais nosso subconsciente cria previsões de curto prazo sobre como os outros irão se comportar. Esses efeitos neurais tornam-se mais intensos quando é você quem conta a piada. Ori Amir, pesquisador da University of Southern California, realizou um dos primeiros estudos funcionais por imagem baseados em ressonância magnética que examinavam o cérebro durante a criação de humor.
No estudo, as pessoas criavam legendas para uma série de imagens Os resultados indicaram que a atividade nos centros de recompensa era mais forte e começava mais cedo quando as pessoas escreviam legendas mais engraçadas.

Scott Weems afirma que as pessoas podem dar risadas é uma interação social entre amigos ,ou entre homem e mulher durante uma piada ou durante um elogio...tudo acontecendo em situações inesperadas ao autor ou ao ouvinte da piada ou elogio. ...freqüentemente ao elogiar as pessoas elas desencadeiam um leve sorriso,pois o elogio de certa forma proporcionou prazer....uma moça ao ser elogiada como batom, roupa ou cheiro do perfume a tendência é desencadear o prazer dela dar risadas. ...A mesma coisa acontece com uma boa Piada ou um constrangimento em público. ..isso nos faz dar risadas. O riso é nada mais que uma situação de interação social.

Dar risadas faz parte da vida humana e faz bem pra saúde. ..um dos meus seriados que me despertava gargalhadas foi o seriado " Bean"; fiquei tão fã da série que tive uma interação social com o seriado tanto que não perdia um episódio.


https://youtu.be/JJuG8RqcOJ0

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Livro (Em busca do Tempo Perdido )
Proust teceu a Primeira Grande Guerra na sua história, incluindo o bombardeamento aéreo de Paris; os pesadelos de juventude do narrador transformaram-se num campo de batalha, com 600.000  alemães  mortos na luta por Méséglise, e com Combray dividida entre os dois exércitos.

Embora Proust fosse contemporâneo de Sigmund Freud, nenhum dos dois conhecia a obra do outro. O Dr. Howard Hertz, da Universidade de Pasadena City, comparou a obra de Proust com a de Melanie Klein, uma estudiosa das teorias freudianas.

O papel da memória é central no romance. Quando a avó do narrador morre, a sua agonia é retratada como um lento desfazer; em particular, as suas memórias parecem ir-se evaporando dela, até já nada restar. No último volume, O Tempo Reencontrado, o autor utiliza uma  analepse, e faz com que o narrador recue no tempo das suas memórias, em episódios desencadeados por recordações de cheiros, sons, paisagens ou mesmo sensações tácteis.

Uma grande parte do romance debruça-se sobre a natureza da arte. Proust avança com uma teoria da arte em que todos somos potenciais artistas, se por arte entendemos transformar as experiências de vida do dia a dia em algo revelador de maturidade e entendimento. A música é também abordada extensamente. Morel, o violinista, é apresentado para exemplificar um certo tipo de carácter artístico, e o valor da música de Wagner é também debatido.

A homossexualidade  é um dos temas principais do romance, especialmente emSodoma e Gomorra e nos volumes seguintes. "Em Busca do Tempo Perdido" é o primeiro dos grandes romances em que a homossexualidade é tema central, tanto como conceito para discussão como pela descrição do comportamento dos seus personagens. Embora o narrador se descreva como heterossexual, suspeita constantemente das relações da sua apaixonada com outras mulheres. Também Charles Swann, a figura central de grande parte do primeiro volume, tem ciúmes da sua amante Odette (com quem mais tarde casará), que acabará por admitir ter realmente mantido relações sexuais com outras mulheres. Alguns personagens secundários, como o Barão de Charlus (inspirado em parte pelo o famoso Robert de Montesquiou), são abertamente homossexuais, enquanto outros, como o grande amigo do narrador, Robert de Saint-Loup, são mais tarde apresentados como homossexuais não assumidos. A monumental confrontação do tema da homossexualidade em "Em Busca do Tempo Perdido" permitiu aos leitores que a homossexualidade poderia ser mais que apenas actos lascivos de sodomitas ou os maneirismos afectados de homens obcecados em negar a sua masculinidade. Em vez disso, o romance de Proust apresentou a homossexualidade como um assunto complexo e multifacetado, que, se examinado de perto, derrota todos os estereótipos.

Em 1949, o crítico literário Justin O'Brien, publicou um artigo denominado "Albertine the Ambiguous: Notes on Proust's Transposition of Sexes"("A ambiguidade de Albertina; notas sobre a transposição de géneros sexuais em Proust"), que afirmava que alguns dos personagens femininos, nomeadamente a amante do narrador, Albertina, seriam melhor entendidos se se lhes mudasse o género sexual para o masculino: os nomes das amantes do narrador são todos possíveis no masculino: Albertine (Albert), Gilberte(Gilbert), Andrée (André). Esta teoria ficaria conhecida como a "teoria da transposição dos sexos" na análise crítica da obra literária de Proust, que seria mais tarde desafiada por Eve Kosofsky Sedgwick em "Epistemology of the Closet" (A Epistemologia do Armário).

Outros temas importantes nesta obra são a doença física e a crueldade.

Texto: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Em_Busca_do_Tempo_Perdido


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