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A medida em que a situação vai ficando pior, os "amores" terminam...

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Percival Puggina.
- http://www.puggina.org/imagem-comentada/1390

"Prometo estar contigo na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, amando-te, respeitando-te e sendo-te fiel em todos os dias de minha vida, até que a morte nos separe."

Ao deparar, na rede, com a imagem acima, vieram-me à mente essas palavras que fazem lembrar os casamentos antigos, o tradicional matrimônio civil e religioso, celebrado diante do altar, com promessas para valer, custe o quanto custar.

A imagem, como se percebe, é apenas um retalho. A tela inteira teria centenas de rostos de supostos, autodefinidos e, mesmo, verdadeiros intelectuais e artistas que casaram com o PT, mediante promessas que resistem ao tempo e ao vento e admitem, até mesmo, o clássico "Tu não prestas, mas eu te amo".

No somatório de interesses e afinidades está o esclarecimento sobre tamanha devoção. A proteção dos seus artistas e intelectuais, num conluio reciprocamente benéfico e em escala planetária integra as mais consistentes estratégias do movimento revolucionário de esquerda. Mundo afora, no ambiente cultural, eles se conhecem, reconhecem, trocam prêmios, distribuem troféus e, sempre que próximos a um cofre, se abastecem de vantajosos contratos.

São raros os divórcios. A revolução cubana já contava 44 anos quando Saramago rompeu com ela. "Até aqui eu vim!", disse antes de lançar a aliança sobre o leito nupcial, no que foi seguido, dias depois, por Mercedes Sosa. Nos dois casos, o humanismo comunista resistiu sem engulhos um histórico de 20 mil execuções, antes de dizer "Chega!". Não é diferente a tolerância dessa turma com a descomunal organização criminosa que operou no governo companheiro.

#PT #Lula  #esquerda  
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- http://observador.pt/2014/07/11/incesto-e-pedofilia-como-homossexualidade-nao-devem-ser-tabu-diz-juiz-australiano/

“Incesto e pedofilia, como a homossexualidade, não devem ser tabu”, diz juiz australiano.

O tribunal não tem de achar nada de mal nos avanços de um irmão sobre a irmã desde que ela tenha maturidade sexual, que já tenha tido relações sexuais com outros homens e que esteja ‘disponível’ no momento, ou seja, que não tenha nenhum parceiro sexual”. “Se estivéssemos nos anos 50 qualquer júri diria que isso não é natural, assim como não é natural que um homem se interesse por outro homem ou que um homem se interesse por uma criança. Mas esses anos já lá vão”. Quem o diz é Garry Neilson, um juiz australiano que está a ser alvo de duras críticas depois de, numa sessão de julgamento, ter defendido desta forma bizarra a descriminalização do incesto, e da pedofilia, que coloca no mesmo patamar da homossexualidade.

Segundo o juiz do tribunal distrital do estado de New South Wales, em Sidney, tal como o “tabu” da homossexualidade era recorrente na década de 50 e agora “não faz sentido”, o mesmo se aplica às relações sexuais entre irmãos. “A única razão” para que o incesto ainda seja crime, diz o juiz, citado pelo The Sydney Morning Herald, deve-se ao facto de haver um elevado risco de anomalias genéticas nas crianças nascidas dessas relações. “Mas mesmo isso pode ser contornado com o uso de métodos contraceptivos ou com o acesso à prática do aborto”, continuou.

O juiz australiano falava desta forma durante o julgamento de um homem de 58 anos, acusado de ter violado repetidamente a sua irmã mais nova em 1981. O homem já tinha sido considerado culpado de agressão sexual por abusos cometidos na década de 70, quando a irmã tinha 10 ou 11 anos, mas foi ilibado das restantes acusações relacionadas com as relações sexuais que mantiveram nos anos 80, quando a irmã tinha entre 18 e 26 anos. Porque “nessa altura eram ambos adultos”, decretou o juiz.

Os comentários “completamente vergonhosos” do juiz chegaram às mãos do Procurador-Geral Brad Hazzard, que ordenou a apresentação de Garry Neilson perante uma Comissão Judicial que ficará encarregue de avaliar as consequências das suas declarações. O Procurador pediu ainda ao juiz que preside ao tribunal distrital de New South Wales, que mantivesse Neilson afastado das salas de audiências até que a Comissão se pronunciasse sobre a matéria.

Fiquei extremamente preocupado depois de ler os comentários do juiz Garry Neilson em relação às suas opiniões sobre o incesto”, disse Brad Hazzard em comunicado, citado pelo The Sidney Morning Herald

Ao mesmo jornal, Cathy Kezelman, advogada especializada em casos de abusos sexuais infantis, reiterou que o incesto era “horrível”, independentemente da idade dos envolvidos. “É sempre um crime hediondo”, disse.

#família
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- https://br.noticias.yahoo.com/ped%C3%B3filo-tem-pena-reduzida-porque-v%C3%ADtima--de-6-anos---era-gay-143724958.html

Um juiz argentino reduziu a pena de um pedófilo sob a alegação de que a vítima, de 6 anos, já tinha orientação homossexual e, como havia sido alvo de abuso de outro violador, esse segundo caso “não era tão ultrajante” e não justificaria uma agravante.

A decisão do magistrado de segunda instância Horacio Piombo o colocou sob ameaça de cassação de organizações jurídicas e associações LGBT. Ele defendeu, porém, a sentença. “A decisão é técnica.

O réu não merecia a agravante pedida, pois a vítima não tinha sido violada pela primeira vez”, disse à Rádio La Red. Em sua sentença, o juiz escreveu que o menino “estava habituado a situações de travestismo”. “Não pode ser ultrajado alguém cuja orientação sexual está definida.”

Juiz Horacio Piombo reduziu a pena de um pedófilo sob a alegação de que a vítima, de 6 anos, já tinha orientação homossexual.

Ao baixar a pena de 6 anos para 3 anos e 2 meses do condenado, Mario Tolosa, dirigente de um clube de futebol da região metropolitana de Buenos Aires, foi solto. Ele vive a quatro quarteirões da família da vítima, que hoje tem 11 anos. A aproximação ocorreu quando ele se ofereceu para dar carona ao menino, que treinava no clube Florida. Segundo a vítima, o homem deu à vítima 2 pesos (R$ 0,67). Haverá recurso da decisão na Suprema Corte da Província de Buenos Aires.

A outra rádio, a Vorterix, o juiz queixou-se de perseguição política por outras decisões. Em 2011, ele reduziu pela metade a pena de um pastor que havia violado duas adolescentes, a quem prometia salvação se tivessem relação sexual com ele. O juiz argumentou em sua decisão que as meninas viviam em lugar pobre, onde as relações sexuais começam mais cedo.

Piombo é alvo de um processo de cassação por isso. “É a ideologia dele, não é uma decisão causal. Há muita garantia para delinquente, pouca para as vítimas”, disse o advogado Julio Torrada ao Estado que trabalha na cassação do juiz e de outro magistrado ligado ao caso.

#gayzismo   #guerracultural   #marxismocultural   #revoluçãocultural  
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- http://www.apyus.com/afinal-sabia-de-algo-dilma-ja-disse-desconhecer-o-petrolao-pasadena-maranhao-e-o-caixa-2/

Afinal, sabia de algo? Dilma já disse desconhecer o Petrolão, Pasadena, Maranhão e o caixa 2.

Se qualquer um roubava sem Dilma saber de nada, por que confiar a ela a Presidência?.

Quando candidatou-se à Presidência da República, Dilma Rousseff foi defendida por Lula, o PT e o governismo como sendo ela a pessoa mais preparada para dar continuidade ao “crescimento chinês” vivido pelo Brasil em 2010. Seis anos depois, a petista tenta se safar da Justiça alegando que nada sabia sobre alguns dos mais graves crimes cometidos no país por obra de seus comandados diretos.

O rastro da desfaçatez está quase todo registrado no perfil que ainda mantém no Twitter. Em 24 de outubro de 2014, quando ainda buscava a reeleição, a presidente usou a rede social para negar que tivesse algum conhecimento do esquema corrupto que quebrava a maior estatal no país. Contudo, meses depois, quando a delação colhida pela Lava Jato tornou-se pública, confirmou-se que a capa da Veja dizia a verdade.

Em maio passado, o desmentido ocorreu no microfone do Palácio do Planalto. E, para todos os presentes, a petista alegou que nada sabia sobre a movimentação de Waldir Maranhão para anular o processo de impeachment que a afastaria do cargo. Mas a própria imprensa a desmentiria.

Em junho, já sem o Palácio do Planalto para fazer de palanque, a presidente agora afastada usou novamente o Twitter para dizer que nada sabia dos crimes cometidos por Nestor Cerveró no tocante ao prejuízo bilionário da refinaria de Pasadena.

Agora, o mesmo argumento foi usado para tentar se livrar da acusação protagonizada por João Santana e Mônica Moura, marketeiros que confessaram o uso do caixa 2 da campanha que levou Dilma à Presidência da República.

As comparações com o padrinho, que por meia década repetiu na chefia do executivo que nada sabia do Mensalão, que fora traído por uns “aloprados”, são inevitáveis. Cabendo a pergunta: Dilma e Lula de nada sabiam ou preferiam saber de nada para não se incriminarem?

#Dilma   #manipulação  #PT #esquerda  #revoluçãocultural   #política   #reformapolítica   #nãovaitergolpe  
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- http://www.conjur.com.br/2016-ago-06/stf-julgou-constitucional-lei-proibe-manifestacao-estadios

Com o início dos Jogos Olímpicos, um burburinho que vai além das vaias e aplausos passou a eclodir nas arquibancadas. Pessoas com cartazes com conteúdo político — em geral o bordão “Fora Temer” — são abordadas por policiais que exigem recolher a faixa (veja vídeo abaixo). A outra opção é se retirar do local. Filmagens de cenas como essa passaram a ser compartilhadas e criticadas nas redes sociais, mas a determinação supostamente autoritária tem o amparo na Lei 13.284.

O próximo passo seria analisar se o legislador avançou o sinal e criou uma lei inconstitucional. Especialistas entendem que sim, a norma fere a Carta Magna. Porém, a jurisprudência aponta em direção contrária. Situação idêntica ocorreu na Copa do Mundo de 2014: uma lei específica para o evento proibia manifestações políticas por parte dos torcedores nos estádios. O texto foi levado ao Supremo Tribunal Federal, que entendeu que a proibição era constitucional — mas houve divergência entre os ministros.

As críticas para a lei de agora, da Olimpíada, têm sido feitas por partidários ou simpatizantes da presidente afastada Dilma Rousseff. A lei, no entanto, foi sancionada por ela, no dia 10 de maio, em um de seus últimos atos no comando do Planalto. E em 2014, quem questionou a lei da Copa — sancionada em 2012, também por Dilma — foi o PSDB.


No julgamento de 1º de julho de 2014, o relator era o ministro Gilmar Mendes, que defendeu a constitucionalidade da lei, ressaltando que ela ajudava a prevenir conflitos em potencial. À época, o ministro disse que era “notória a importância da liberdade de expressão para o regime democrático”, mas que “o constituinte não a concebeu com abrangência absoluta, insuscetível de restrição”. Segundo Gilmar, quando houver uma colisão de outros direitos fundamentais, cabe fazer a ponderação entre eles e aplicar o princípio da proporcionalidade.

Como de costume, a divergência veio do ministro Marco Aurélio, mas ele não ficou sozinho: Joaquim Barbosa afirmou que, “se outros direitos forem respeitados, não há razão para restringir a expressão do público nos jogos da Copa ao que os organizadores e o governo entendem como adequado, mas a expressão deve ser pacífica, não impedir que outros assistam às partidas”.


Interpretação forçada.

O jurista Lenio Luiz Streck vê uma interpretação "forçada e em fatia" da lei por parte das autoridades. Isso porque o artigo 28 contém incisos que proíbem manifestações racistas e xenófobas. Até chegar ao inciso X, que dispõe: "Não utilizar bandeiras para outros fins que não o da manifestação festiva e amigável". É baseado nesse trecho que a polícia tem retirado os cartazes dos torcedores.

"O inciso X deve ser lido no contexto no qual estão todos os outros incisos. Ele veda a manifestação com bandeira de mensagens racistas e xenófobas, e não a manifestação política. Para mim, isso está muito claro", afirmou Lenio em entrevista à revista eletrônica Consultor Jurídico.

Outro ponto é que, no mesmo artigo, o parágrafo primeiro determina: "É ressalvado o direito constitucional ao livre exercício de manifestação e à plena liberdade de expressão em defesa da dignidade da pessoa humana". O jurista explica que o parágrafo tem prevalência sobre o inciso em um texto legislativo. Assim, mesmo que se utilizasse interpretação fechada do inciso X, o parágrafo primeiro deixa claro que a liberdade de manifestação está garantida.


Em busca da liminar.

Para o professor de Direito Constitucional da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Pedro Estevam Serrano, a lei que veta a manifestação na Olimpíada é inconstitucional e todos que querem se manifestar nos estádios devem ir à Justiça para obter liminar. “A tendência da jurisprudência brasileira e mundial é fazer uma desidratação dos limites da liberdade de manifestação. Desde que a manifestação seja pacífica, ela não deve ser tolhida. O Brasil tem um controle constitucional difuso e não concentrado. Por isso, quem quiser se manifestar deve recorrer ao Judiciário e não depende de uma análise da lei pelo STF”, disse Serrano em entrevista à ConJur.

Já o professor e advogado Eduardo Mendonça entende que a lei não é totalmente arbitrária, mas mesmo o contexto no qual ela foi criada não justifica a proibição de manifestação pacífica como mostrar cartazes. “Devido ao momento político, o medo do legislador era de que uma pessoa fizesse uma crítica política, alguém perto discordasse e um tumulto começasse, colocando a segurança das pessoas em risco. É um medo justificável, já que estamos num momento muito polarizado. Mas vejo com desconforto essa lei, pois a presunção deve sempre ser em favor da liberdade, e não o contrário. Qualquer início de tumulto teria a interferência dos seguranças e polícia, como é o que vai acontecer de qualquer forma. É um trecho inconstitucional da lei”, disse Mendonça.
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2016-08-08
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No link que indico por aqui temos acesso a uma palestra de Enéas em que ele comenta sobre o que entende por ser conservador. Também podemos ver a resposta dele a seguinte pergunta de um aluno:

Aluno que assistia a palestra.

"Você, Enéas, me parece uma pessoa muito conservadora... e você comentou de tecnologia. Tecnologia na realidade implica em você não ser conservador. Implica em você conseguir passar do seu tempo, da história que você aprendeu e inovar. Queria saber como que você pode fazer isso?"

Pode parecer brincadeira, mas essa pergunta foi feita por um aluno de faculdade, em tom sério! Dai se entende a razão de o Brasil estar sempre entre os piores no quesito educação. As pessoas estudam, se "formam", e não aprendem a contextualizar.

Vale a pena assistir o vídeo.
- https://www.youtube.com/watch?v=rVwOtDJpdWs

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Por aqui quero compartilhar a nota de repúdio do PSDB à Internacional Socialista, por não ter permitido que ele participasse do congresso.

É interessante notar as criticas feitas pelo PSDB e como ele próprio se considera socialista, no mínimo tanto quanto o PT, embora a nota deixe transparecer que ele se considere mais socialista que o PT.

É um documento claro e direto, que não permite subterfúgios, mas apenas expõe claramente que o PSDB não é oposição legítima ao PT.

Allan Roberto Regis.

Leia também.
A "oposição" do PSDB.
- https://mundo-nosso.blogspot.com.br/2016/06/a-oposicao-do-psdb.html

Nota de repúdio do PSDB à IS.
- http://www.psdb.org.br/congresso-da-internacional-socialista/


#PT   #PSDB   #Aécio   #Lula #Marinasilva   #redesustentabilidade   #Dilma   #esquerda   #socialismo   #Brasil   #política   #Bolsonaro  
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Vamos lembrar da proibição à manifestações nos estádios durante a Copa?

- http://www.conjur.com.br/2014-jul-01/supremo-veta-manifestacoes-ideologicas-estadios-copa

Por 8 votos a 2, o Supremo Tribunal Federal rejeitou, nesta terça-feira (1/7), pedido de liminar do PSDB para permitir manifestações ideológicas dentro dos estádios da Copa do Mundo. O alvo da ação era o parágrafo 1º, do artigo 28 da Lei Geral da Copa, segundo o qual é ressalvado o direito ao livre exercício de manifestação e à plena liberdade de expressão em defesa da dignidade humana nas arenas.

Segundo o partido, o dispositivo “cria limitação à liberdade de expressão, em defesa da diginidade humana, para além daquelas reconhecidas pela Constituição”. Os tucanos argumentam que a regra contraria o artigo 5, inciso IV da Carta Magna, segundo o qual “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato” e o artigo 220, que impede qualquer restrição à manifestação de pensamento e veda toda e qualquer forma de censura de natureza política, ideológica e artística.

De acordo com o relator da ação, ministro Gilmar Mendes, a lei não limita a liberdade de expressão e foi elaborada para prevenir confrontos dentro dos estádios. Ele foi seguido por Luís Roberto Barrosos, Teoriz Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski.

Mendes acrescentou que a norma impugnada pelo PSDB “parece ter objetivado manifestações com potencial para gerar maiores conflitos que possam afetar a segurança dos demais”. Ele lembrou que medidas semelhantes já se encontram no Estatuto do Torcedor, que dispõe sobre medidas de repressão e prevenção a atos de violência por ocasião de competições desportivas.

O presidente da corte, ministro Joaquim Barbosa, votou a favor da ação, sendo vencido pela maioria. “O direito à liberdade de expressão preserva o indivíduo e impede que o Estado molde a sua vontade, seus pensamentos”, afirmou, acrescentando que “se outros direitos forem respeitados, não há razão para restringir a expressão do público nos jogos da Copa”.

Para o ministro Marco Aurélio, que também foi vencido, as demais manifestações não violentas têm amparo constitucional. “Outras manifestações bem-vindas podem ocorrer”, sustentou.

No dia 7 de maio, ao julgar ADI proposta pela Procuradoria-Geral da República, a corte já havia declarado a constitucionalidade da Lei Geral da Copa. A ação questionava os artigos que tratam da responsabilidade da União por prejuízos causados por terceiros e por fenômenos da natureza; de prêmio em dinheiro e auxílio mensal a ser concedido aos jogadores campeões das Copas de 1958, 1962 e 1970 e a isenção da Fifa e suas subsidiárias do pagamento de custas judiciais. Com informações da assessoria de imprensa do STF e da Agência Brasil.
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- http://br.sputniknews.com/mundo/20160426/4305808/eua-coreia-ataque.html

Os Estados Unidos não excluem a possibilidade de usarem armas nucleares contra a Coreia do Norte, informou a agência sul-coreana Yonhap, citando Robert Einhorn, ex-conselheiro de controlo e de não-proliferação de armas no Departamento de Estado dos EUA.

“Uma das razões por que não excluem isso é a existência potencial de ameaça à Coreia do Sul por parte dos norte-coreanos”, disse o político americano.

Segundo ele, Washington nunca seguiu o princípio de “não usar as armas nucleares em primeiro lugar”.

“Então, os EUA dizem que estão prontos, se for necessário, a usar em primeiro lugar as armas nucleares, na Europa ou na Ásia Oriental, a fim de apoiar a Coreia do Sul e o Japão. Isto permanece na política americana”, disse Einhorn na conferença “Asan Plenum 2016” em Seul.

A Coreia do Norte também declarou que está pronta a realizar um ataque preventivo contra os EUA e a Coreia do Sul em caso de qualquer ameaça. Neste momento, Pyongyang terminou os preparativos para o quinto teste nuclear.

Em janeiro, a Coreia do Norte realizou o quarto teste de armas nucleares, lançando em fevereiro um míssil que pode atingir, segundo avaliações, alvos na distância de 12 mil quilômetros. Em resposta, o Conselho da Segurança da ONU aprovou diferentes sanções para fazer Pyongyang cessar qualquer desenvolvimento das armas nucleares.

Entretanto, o líder coreano Kim Jong-un ordenou preparativos para novos testes de mísseis e foguetes “no futuro próximo”, de maneira a garantir a segurança contra a agressão de inimigos.
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- http://br.sputniknews.com/mundo/20160803/5919467/eua-bomba-modernizada.html

A entrada ao serviço dos EUA das bombas B61-12 vai diminuir significativamente o limiar de aplicação das armas nucleares, disse o chefe do departamento do Ministério das Relações Exteriores para questões de não-proliferação e controle de armas, Mikhail Ulyanov.

"Ao que sei, trata-se da passagem a uma nova etapa de preparação da produção da assim chamada ogiva nuclear unificada, destinada, primeiramente, a ser instalada no território de cinco países europeus (Bélgica, Alemanha, Itália, Países Baixos e Turquia) com objetivo de renovação das armas nucleares norte-americanas aí existentes", disse Ulyanov.

Ele acrescentou que, segundo a informação disponível, um determinado número destas bombas modernizadas será mantida no território dos EUA para uso futuro.

"A decisão, tomada por Administração Nacional da Segurança Nuclear dos EUA não vai ter influência direta sobre a situação na Europa e no Mundo nem hoje, nem amanhã, porque a entrada dos mísseis nucleares ao serviço vai se iniciar só em 2020. É nesta altura que as consequências negativas da modernização vão ser verdadeiramente sentidas", acrescentou Ulyanov.

Segundo ele, neste caso se pode distinguir dois aspetos: o militar e o político-militar. Primeiro, as bombas modernizadas vão ser mais precisas mas serão, entretanto, menos destrutivas.

"Não é por acaso que vários analistas norte-americanos classificaram estas novas armas como mais 'éticas'. Mas isto é um ponto negativo: as características de tais tipos de armas vão induzir a utilizá-las. Isto vai significar a diminuição significativa do limiar de aplicação das armas nucleares com todas as consequências ulteriores. Não quero 'aumentar a pressão' mas há razões de pensar que as novas bombas estão classificadas pelo Pentágono não só como meio de contenção, más como arma que pode ser usada em combates, cujas características são convenientes para a realização de certas missões operacionais. Espero estar engado", disse Ulyanov.

No que se toca ao aspeto político-militar, segundo a opinião do diplomata, a modernização dos arsenais nucleares norte-americanos na Europa significa o prolongamento da prática "de missões nucleares conjuntas" na OTAN, no âmbito das quais pilotos de países não-nucleares se preparam para a utilização das armas nucleares norte-americanas.

"Estas missões, segundo a nossa opinião, são graves violações dos princípios do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares", disse ele.

O Artigo № I deste tratado proíbe aos países nucleares entregar o controle de armas nucleares a países não-nucleares.

As autoridades da Rússia têm falado repetidamente sobre as possíveis medidas de resposta às ações dos EUA.

#EUA #armasnucleares   #guerra   #Rússia   #socialismo  
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