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Os benefícios do banho de mar
O prazer de ir à praia, pegar sol e dar um mergulho no mar, e aproveitar as altas temperaturas do ano, é mais do que uma prática relaxante e prazerosa, é sinônimo de saúde! Além de trazer paz e tranquilidade ao corpo e à mente. Quando entramos em contato com a água salgada, o nosso organismo também responde de uma forma positiva, fortalecendo, desde questões estéticas, como a pele, até o combate de doenças.

Todos os dias novas descobertas são feitas quanto às propriedades medicinais da água do mar. Além disso, a água do mar tem sido estudada desde a antiguidade como um poderoso remédio natural.
Saiba mais sobre os benefícios do banho de mar para a sua vida!

10 dos principais benefícios do banho de mar
- Para pele: Quem tem doenças de pele como a psoríase e também Caspa, um banho na Água do Mar no local com intenção de descamar a pele e tratar a doença. A água do mar elimina a comichão e a pele morta acumulada.

- Para insônia: Quem sofre de Insônia pode recuperar o sono perdido e ganhar uma noite bem dormida ao passar o dia todo na praia, em frente ao mar, respirando a brisa, ouvindo o barulho das ondas, em contato com a água.

- Para o sistema imunológico: Um estudo realizado pela Universidade de Alicante, na Espanha, constatou que a Água do Mar fortalece o corpo contra os vírus, bactérias e reforça o Sistema Imunológico do corpo. O cloreto de sódio, substância que faz com que a água do mar seja salgada, possibilita melhor funcionamento das células do corpo, principalmente as imunológicas.

- Para cicatrização: A Água do Mar é rica em sais minerais, como Sódio e Iodo, elementos que possuem ação cicatrizante e antisséptica para a pele. No entanto, a higienização com água potável é indispensável, caso haja algum ferimento.

- Para limpar os pulmões: Quando mergulhamos no mar, expiramos o ar que temos em nossos pulmões. Esse movimento proporciona limpeza dos brônquios.

- Para eliminar a ansiedade: Por conter magnésio, a Água do Mar é um importante calmante e alivia consideravelmente a ansiedade. Quem vive tenso com o estresse do dia a dia, deve ir à praia não só pelo ambiente relaxante, mas também pelas propriedades medicinais calmantes da Água do Mar.

- Para a musculatura: A Água do Mar é rica em Magnésio, substância responsável por relaxar a musculatura do corpo. Um mergulho no mar pode ajudar a diminuir o estresse e dormir melhor.

- Para neutralizar as cargas negativas: A ideia de que um mergulho no mar ajuda a renovar as energias não é apenas uma figura de linguagem. Os sais presentes na água ajudam a normalizar as reações bioquímicas do corpo, energizando o organismo.

- Para problemas no fígado e nos rins: A água do mar é ideal para tratar doenças no fígado e rins pois acelera o processo de regeneração das células danificadas por doenças como a cirrose, por exemplo. A Água do Mar ajuda a eliminar o excesso de água acumulado no abdômen, que ocorre como consequência da doença.

Proporciona energias positivas: Impossível não se sentir bem após um delicioso mergulho no mar, não é verdade? A composição da água ajuda a energizar o nosso organismo, traz a sensação de bem-estar e relaxamento.

Cuidados com a pele após o banho de mar

Os cuidados com a pele são extremamente importantes, sendo válido ressaltar que, após o banho de mar, mesmo com tantos benefícios, é imprescindível o uso do protetor solar. "Segundo estudos, quando nos expomos a água rica em sal, diminuímos a nossa proteção ao raios ultravioletas B, isto quer dizer que ficamos vermelhinhos mais cedo do que se não tivéssemos nos exposto a água do mar"
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Calúnia
Não deixe que a calunia o perturbe!
Todos nós estamos sujeitos calúnia.
Mas saiba superá-la, vivendo de tal maneira que o caluniador não tenha razão.
Não revide um ataque com outro ataque.
Não se magoe com o caluniador.
Perdoe sempre.
A penas viva de tal maneira que jamais o caluniador tenha razão. C. Torres Pastorino
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Calúnia
sabedoria.me

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Aprenda como lidar com o início da vida escolar dos filhos
A adaptação a essa situação não é uma coisa muito fácil, sobretudo pelo fato das mães já carregarem características de super proteção

Por mais que o tempo passe, você sempre vai se deparar com uma mãe que ainda enxergue o filho como uma criança frágil e indefesa que precisa de toda proteção do mundo.

Já quando as crianças realmente são pequenas e precisam dessa atenção, difícil mesmo é vê-las preparando o espírito para o início da vida escolar do filho. Por mais cuidado que tenha envolvido, essa é uma fase mais que necessária.

De acordo com a psicóloga do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Yara Satie dos Santos, o início da vida escolar da criança é um desses momentos impactantes para uma mãe. “Os filhos estão começando na escola cada vez mais cedo, em função de fatores sociais, familiares e econômicos, por isso muitas mães relutam em aceitar e permitir que seus filhos tenham independência emocional”, analisa.

Para viver essa nova etapa de maneira menos conflituosa, o ideal é a família incentivar a auto segurança nas crianças para o enfrentamento de desafios desde bebês, assim se sentirão capazes de resolver sozinhos novas situações. Já por outro lado, isso também acaba ajudando as mães, que passam a enxergar os filhos com mais autoconfiança, o que acaba ajudando em deixá-la mais conformada com o início da fase escolar.

Aprendendo com a situação
Na intenção de tornar essa fase da vida de toda criança mais fácil para ela própria e também para os pais, Yana passa algumas orientações.

Comportamento da criança
A primeira delas diz respeito ao próprio ambiente escolar. “Não é raro crianças demonstrarem recusa ao ambiente escolar, chorarem ao se despedirem e serem encontradas sorridentes na saída da escola. Tudo faz parte do período de adaptação. Os pais não devem induzir respostas do filho como forma de justificar a própria recusa de vê-lo bem com outras pessoas”.

Essa é uma fase muito difícil para os pais que também não entendem o motivo de toda essa contradição comportamental dos filhos. “Somente quando maiores é que conseguem se expressar e dizer o motivo de não gostarem da escola, cabendo aos pais analisar o que realmente está acontecendo”, explica a especialista.

Perfil da criança
Uma atitude muito essencial que ajuda muito a contornar situações de recusa da própria criança ao ambiente escolar é que se leve em consideração a escolha da escola com o perfil da criança, “É um momento de muitas dúvidas e preocupações, então é importante visitar várias instituições, solicitar indicações aos mais próximos, priorizar locais de fácil acesso para que a criança não se canse no percurso da casa ao colégio, que o ambiente seja seguro, agradável e adequado à faixa etária do filho”, aconselha Yana.

Relacionamento
A empatia da criança com os novos amiguinhos começa antes mesmo de chega à escola. Por isso, o relacionamento da criança com colegas de diversas idades é possível desde o transporte escolar. Muitos pais não têm disponibilidade de levar e buscar seus filhos, de tal forma a contratação de peruas escolares é bastante comum. De acordo com a especialista, além das experiências de convício social, ainda aprendem a dividir o espaço e cuidar de seus pertences.

Adaptação
Na intenção de ajudar no processo de adaptação das crianças ao ambiente escolar, muitas instituições permitem que os pais passem um tempo com os pequenos, inclusive vivenciando atividades junto com o filho. Nesse caso, a psicóloga diz que, “cabe aos pais preparem os filhos para reconhecerem suas capacidades para o enfrentamento do novo. Confie nos exemplos e ensinamentos oferecidos a eles”, endossa.

Para finalizar, a especialista ainda joga uma frase de efeito que tem tudo a ver com a ideia que muitos pais carregam na cabeça, sobretudo no que se relaciona com a independência dos filhos. “O amor que as crianças têm pelos pais não mudará mesmo que elas sejam independentes”, finaliza.

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Quando começar a vida escolar das crianças?
Acho que todas as mães e pais corujas ficam com dúvidas quanto ao início da vida escolar dos seus filhos. Quando deve começar? Será que a criança é muito nova? Vai se adaptar?

Como todas nós do Corujices passamos por essas angústias, procuramos uma profissional da área de educação para tentar ajudar a resolver algumas dúvidas. Enviamos algumas perguntas para a pedagoga e professora Betânia Ferreira, que é diretora do Colégio Casa Forte. Com mais de 20 anos de experiência em sala de aula, ela fez observações bastante interessantes sobre o assunto. Vamos ler?

Existe idade ideal para a criança iniciar a vida escolar? E complementando: É necessário não usar mais fralda para começar na escola?

Quando a criança já começa a dar os primeiros passinhos, por volta de um ano de idade, já se torna possível acompanhar uma rotina escolar em um ambiente especializado em Educação Infantil. O ambiente estruturado e organizado com atividades direcionadas por profissionais qualificados para a educação infantil só tem a contribuir no desenvolvimento da criança nos aspectos motor, cognitivo, emocional e social.

A rotina escolar permite momentos específicos para as atividades com música, arte, jogos, brincadeiras e outras que envolvem a psicomotricidade, o que em muito contribui para estimular o aprendizado e a socialização. Na escola, as atividades bem planejadas envolvendo a contação de histórias e outros momentos específicos com destaque à alimentação das crianças permitem uma vasta possibilidade de desenvolvimento.

Não há necessidade de criança não usar mais fralda para iniciar na escola. Convém lembrar, inclusive, que a organização da rotina escolar contribui de forma muito positiva para o processo da retirada da fralda. A ida ao banheiro, nessa fase do aprendizado, torna-se uma atividade divertida e importante para, aos poucos, realçar as primeiras noções de higiene pessoal. Nesse período de retirada de fralda, é possível, inclusive, que uma criança que já não usa mais fralda incentive o coleguinha que ainda está dentro do processo, aproveitando a interação das crianças em compartilhar a experiência no estímulo ao uso do vasinho.

É preciso escolher um turno (manhã ou tarde) específico para a criança, levando em consideração hábitos de sono (se dorme mais) ou é melhor adaptá-la ao turno escolhido?

O turno específico deve ser escolhido a partir das necessidades da criança, em atendimento ao seu reloginho, ao ritmo já observado pelos pais, de modo que ela possa aproveitar o máximo possível as atividades realizadas na escola.

Independente do horário escolhido pela família, a criança – e os pais, muitas vezes – precisará, de qualquer forma, passar pela fase de adaptação aos novos horários, que precisam ser devidamente respeitados. Neste primeiro momento de adaptação à rotina escolar será importante para reorganizar o horário do soninho de descanso da criança, que pode ser comum tanto durante a manhã quanto no período da tarde.

O que levar em consideração para escolher a primeira escola da criança?

Torna-se muito importante a concepção de que escola e família devem caminhar juntas para o desenvolvimento da criança. A família precisa conhecer a escola e identificar-se com a proposta pedagógica apresentada. A estrutura da escola precisa ser observada pelos pais com um olhar voltado para a criança, para as possibilidades de aprendizado e de convivência da própria criança: os espaços devem atender ao mundo infantil, precisam ser aconchegantes e seguros, a fim de que os pequenos sintam-se seguros. É preciso não esquecer que espaço para criança deve ser espaço de criança.

A localização da escola também deve ser levada em consideração por conta dos grandes transtornos de trânsito que enfrentamos no dia a dia, para que as crianças não se atrasem nem ao chegar nem ao sair da escola.

A criança vai começar na escola. Que dicas a gente pode dar aos pais para ir preparando o filho para essa novidade?

Pensem no tamanho da novidade!

Aconselhamos que, quando for chegando o momento (duas, três semanas antes do primeiro dia de aulas) os pais conversem livremente com a criança sobre o mundo de descobertas que a escola proporcionará! Falem sobre os novos coleguinhas que vai conhecer (mesmo que os pais considerem que elas não entendem tudo o que está sendo dito). Outra opção é passar pela frente da escola – propositadamente ou não – uma, duas, três vezes, devagarzinho (pode até parar um pouco na frente) e comentar sobre a nova fase que vai se iniciar em breve. Caso seja possível, mais uma opção que recomendamos que os pais – antes do início das aulas – é que levem a criança para conhecer a escola, de forma que ela possa visitar os espaços e, quem sabe, até conhecer alguns futuros coleguinhas.

Mais alguma observação importante, Betânia, para passar aos pais?

Papai e mamãe! Vocês precisam considerar o fato de que tudo em uma escola especializada em Educação Infantil estará voltado para atender às necessidades das crianças. Elas estarão sob o cuidado e a atenção de profissionais devidamente capacitados e orientados e, certamente, farão do ambiente escolar e das atividades nele desenvolvidas um lugar bastante atrativo para receber com qualidade os seus filhos.

Lembramos ainda que um detalhe deve ser por vocês considerado: a necessidade de estar à vontade, de demonstrar confiança na decisão tomada e passar para as crianças toda a segurança necessária nessa fase de adaptação à vida escolar. Afinal, trata-se de uma situação nova também para vocês. Concordam?

Ressaltamos, portanto: a escolha de uma instituição séria e comprometida com a educação infantil será fundamental para o conforto da criança e, consequentemente, para a tranquilidade de vocês e de toda a família.

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Qual é a verdadeira missão de um pai na vida de um filho?

Não é só necessário que um pai seja presente; é imperativo gerar vínculos afetivos sólidos com os filhos

Papai, viva de tal maneira que, quando seu filho pensar em lealdade, honestidade, integridade, justiça, respeito, trabalho, fidelidade, serviço e caridade, a sua imagem venha à mente dele.

Embora a sociedade ocidental dê mais importância à figura materna, a figura do pai na vida dos filhos é tão importante como a da mãe, pois ele desempenha um papel único, intransferível, insubstituível e fundamental no desenvolvimento emocional, psicológico e social dos filhos.

Papai, quando eu crescer quero ser igual a você

Os filhos que têm a oportunidade de contar com os pais emocional e fisicamente presentes no decorrer da vida – em especial nos momentos mais importantes de seu desenvolvimento – apresentam maior tolerância à frustração, maior confiança em si mesmos, autocontrole e autoestima elevada.

Mas não é necessário ser apenas um pai presente, é imperativo gerar vínculos afetivos sólidos com os filhos. Ou seja, ser pai ativo, sempre pendente às necessidades deles. Algumas vezes você satisfará essas necessidades ou dará ferramentas para que eles encontrem soluções. Em outros casos, simplesmente vai consolá-los e dar palmadinhas nas mãos com a seguinte mensagem oculta: “tudo ficará bem porque estou com você”. Isso vai garantir segurança aos pequenos.

O desenvolvimento de uma relação positiva com o pai ajudará o filho a ser um adulto equânime e seguro. A sensação que lhe dá de poder contar com um pai que lhe oferece respaldo é simplesmente indescritível.

Todo filho merece sentir-se desejado e aceito pelo pai – não somente pela mãe. A aceitação precede da vontade; o desejo, do sentimento. Se um filho percebe o abandono, seu desenvolvimento pode sofrer um bloqueio. E não será tanto por não ter sido desejado, mas por não ter sido aceitado. A aceitação da paternidade e a aceitação de sua pessoa são necessárias e muito importantes para o saudável desenvolvimento individual e social do indivíduo.

Algumas atitudes de aceitação ou rejeição:

Você provoca rejeição quando se transforma em um pai autoritário e tirano. A mensagem que você manda para o filho é que ele não te perturbe ou que tivesse sido melhor que não tivesse nascido. Você também provoca rejeição quando se comporta como um pai indulgente, indiferente, o “colega” de seus filhos.

A mensagem que você passa é que o pequeno não é sua prioridade.

Também causa rejeição a superproteção (ou quando você se transforma em um pai autoritário e perfeccionista). Neste caso, a mensagem que você passa a seu filho é que ele deve seguir o seu modelo e ser como você.

O filho se sente com o amor condicional. Quando há superproteção ou quando você passa a ser um pai narcisista, o filho pensa que não há ninguém como ele. Embora pareça o contrário, ele desenvolverá uma autoestima frágil.

A palavra convence, mas o exemplo arrasta

Se há algo que os filhos observam nos pais é a forma de trabalhar. Ou seja, o pai deve ensinar a virtude e o valor humano do trabalho. Por seu modo de trabalhar, um pai pode ser prestigiado ou desprestigiado pelos filhos, obterá a admiração e respeito dele ou o contrário.

Os filhos são inteligentes e se a imagem que eles têm do trabalho do pai, a partir das conversas familiares ou da sua atitude diante deles, for negativa, os feitos na educação serão nocivos.

Também terá efeito negativo o fato de o filho perceber que o que se diz não coincide com o que se faz. Com a incongruência, perde-se a autoridade, e sem autoridade dificilmente haverá admiração e respeito.

Para qualquer filho, não há nada mais fortalecedor do que sentir-se amado e protegido pelo homem que ele mais admira, seu super-herói. Esse sentimento de proteção vai com ele por toda a vida.

No caso particular da relação pai/filha, se ela se sentir abandonada pelo pai, quando for escolher seu marido, dificilmente saberá fazê-lo, porque terá a necessidade inconsciente de preencher o vazio que o pai lhe deixou. Portanto, em vez de buscar um companheiro de vida, em cada homem que conhecer, ela vai querer encontrar esse pai para protegê-la. Isso é muito perigoso e dificilmente resultará em relações amorosas estáveis.

Por isso, mamães, precisamos deixar os papais exercerem seus papeis de esposos e pais. É importante que a mãe dê espaço e não interfira nessa relação, mesmo que ela ache que “faria melhor do que ele”. O posto de um pai na vida de um filho ou filha é insubstituível!

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6 dúvidas sobre as cólicas do bebê solucionadas
Qual é a melhor maneira de tratá-las? A alimentação da mãe influencia? Reunimos informações e dicas de especialistas para ajudar os pais!

Elas normalmente aparecem após a segunda semana de vida do bebê, causam desconforto e dores na região abdominal e podem durar até o terceiro mês. Sim, estamos falando das temidas cólicas! Apesar de ainda não existir um motivo exato para o surgimento do problema, sabe-se que ele está relacionado com a imaturidade do sistema digestivo dos pequenos. Diante de tanto choro, os pais costumam ficar aflitos e buscam diversas maneiras para amenizar os incômodos dos filhos – algumas até que não são mais recomendadas pelos pediatras. Para ajudar , conversamos com especialistas, que esclarecem as perguntas mais frequentes sobre o assunto. Confira!

1. Quais sinais indicam que o bebê está com cólicas?

Os pais de primeira viagem sempre se questionam como saber se a queixa do filhote realmente tem a ver com incômodos abdominais. “Choro intenso, encolhimento das perninhas e eliminação de gases durante o choro são os sinais mais comuns de cólica”, revela Talita Magalhães, enfermeira supervisora da UTI Neonatal do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, de São Paulo. A pediatra e homeopata da Clínica de Especialidades Integrada, Silvana Matoso, chama a atenção dos pais para outros fatores: “Geralmente, as cólicas se iniciam após quinze dias de vida e acontecem pelo menos uma vez ao dia, quase sempre no mesmo horário. Entretanto, o final da tarde e à noite são os períodos mais críticos”, explica.

2. Qualquer bebê pode ter o problema?

Segundo a enfermeira Talita Magalhães, ainda não se sabe ao certo por quais motivos alguns pequenos são mais suscetíveis a sentir tais desconfortos, que acometem tanto crianças que foram amamentadas no peito quanto as que tomaram mamadeira. “As fórmulas lácteas são feitas a partir da proteína do leite de vaca e, apesar de elas serem modificadas para parecer com o leite materno, serão digeridas com mais dificuldade – o que pode levar ao surgimento das cólicas”, esclarece a pediatra Silvana Matoso.


3. Os hábitos da mulher durante a gestação podem influenciar posteriormente nas cólicas do filho?

Essa é uma questão controversa, que divide opiniões dos especialistas. No entanto, para a enfermeira Talita Magalhães, essa relação existe, sim. “O consumo de alguns alimentos durante a gravidez – geralmente os que provocam gases como leite, chocolate, brócolis, couve-flor, cebola, feijão, entre outros – podem predispor o bebê a ter cólicas”, afirma.

4. A alimentação da lactante também está relacionada com o surgimento das cólicas?

Muito se fala sobre a influência que existe entre os alimentos que a mãe consome com os desconfortos que os bebês sentem nos primeiros meses de vida. “Não há nada comprovado cientificamente, mas acredito que é prudente evitar café, chocolate, pimenta e alho em excesso quando a mulher estiver amamentando. Isso porque esses alimentos contêm substâncias estimulantes, que podem passar para o leite e deixar a criança irritada”, explica Susana Matoso, pediatra de São Paulo. Para que o aleitamento materno seja bem sucedido, é importante que a mãe beba muito líquido, esteja calma e tenha uma alimentação saudável. A médica também sugere que as lactantes fujam das comidas industrializadas, que possuem corantes e conservantes.


5. Como aliviar as dores do bebê?
Aquecer a barriga do pequeno com compressas, oferecer colo, deixar a pele da criança em contato com a da mãe e fazer massagens com óleos indicados para o público infantil são algumas maneiras naturais de amenizar as cólicas. “Deite o bebê de barriga para cima e massageie suavemente a região abdominal com movimentos circulares em sentido horário”, orienta a enfermeira Talita. A amamentação também costuma melhorar o incômodo, assim como o banho quente. A médica Silvana Matoso sugere que os pais coloquem o bebê deitado de bruços em seus braços para ajudá-lo a eliminar gases e a evacuar. Em alguns casos, o uso de medicamentos é necessário, mas eles devem ser prescritos pelo pediatra que acompanha a criança.


6. O bebê pode tomar chá para ajudar a amenizar as cólicas?

Essa medida já foi muito comum e, apesar de algumas pessoas ainda sugerirem os chás como uma alternativa eficaz, eles são contraindicados pelos especialistas. “Não se deve dar chá para recém-nascidos, especialmente para aqueles que são amamentados exclusivamente. O leite materno é o alimento adequado, pois tem a quantidade necessária de água, nutrientes e outras substâncias capazes de acalmar a criança”, aponta a pediatra Susana Matoso. A enfermeira obstetra Cinthia Calsinki também fala sobre os outros malefícios dessa atitude: “Os chás interferem no ganho de peso, podem causar falsa saciedade e até mesmo problemas mais graves como diarreias e vômitos”, explica.

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A conjuntivite em bebê
A conjuntivite em bebê é caracterizada por uma inflamação da conjuntiva, uma membrana que reveste os olhos e as pálpebras, deixando os olhos do bebê vermelhos, lacrimejantes, com secreção e coceira.

O tratamento da conjuntivite no bebê deve ser orientado pelo oftalmologista ou pediatra e pode ser feito com colírios ou pomadas antibióticas, remédios anti-histamínicos ou limpeza dos olhos com gazes umedecidas em água filtrada ou soro fisiológico, de acordo com o tipo de conjuntivite.

Na maioria das vezes a conjuntivite é facilmente controlada mas é importante levar o bebê ao pediatra porque, em alguns casos, ela pode levar à meningite.
O bebê pode ter conjuntivite devido a uma infecção por bactéria, sendo chamada de conjuntivite bacteriana, devido a uma infecção por um vírus, tendo o nome de conjuntivite viral ou devido a uma substância alérgena, sendo chamada de conjuntivite alérgica, sendo que a conjuntivite é facilmente transmissível de uma pessoa para outra, quando é causada por vírus ou bactérias.


Como tratar a conjuntivite em bebê
O tratamento para conjuntivite em bebê deve ser sempre orientado pelo oftalmologista ou pediatra e varia de acordo com o tipo de conjuntivite:

.Conjuntivite bacteriana: colírio ou pomada antibiótica;
.Conjuntivite viral: limpeza dos olhos com gazes individuais umedecidas em água filtrada, água mineral ou soro fisiológico, pois este tipo de conjuntivite geralmente tende a desaparecer naturalmente em cerca de 1 semana;
.Conjuntivite alérgica: remédios anti-histamínicos e ou cortisona e evitar a substância alérgena causadora da conjuntivite.
A conjuntivite bacteriana pode causar complicações como meningite ou pneumonia, e por isso é importante seguir todo o conselho do médico para evitar estas complicações, garantindo a saúde do bebê.

Não é recomendado pingar gotas do leite materno diretamente nos olhos do bebê com conjuntivite porque não existe comprovação de sua atuação de forma tópica, no entanto, os benefícios do leite materno quando ingerido pelo bebê são indiscutíveis, e por isso o bebê também pode se beneficiar da toma do leite materno se estiver com conjuntivite. Além disso, a água boricada também é totalmente contraindicada devido ao risco de intoxicação pelo ácido bórico.

O que fazer durante o tratamento da conjuntivite em bebê
Durante o tratamento da conjuntivite infantil, é importante adotar alguns cuidados como:

Manter os olhos do bebê sempre bem limpos, utilizando lenços de papel descartáveis e sempre um novo para cada olho;
Seguir a forma de tratamento recomendada pelo médico;
Não levar o bebê para a creche ou para a escola enquanto os sintomas durarem;
Lavar o rosto e as mãos do bebê várias vezes ao dia;
Evitar abraçar e beijar o bebê;
Trocar a fronha do travesseiro e a toalha do bebê diariamente.
??Estes cuidados são muito importantes porque evitam o contágio da conjuntivite de um olho para o outro do bebê e do bebê para outras pessoas.

Sintomas de conjuntivite em bebê
Os sintomas da conjuntivite no bebê ou no recém-nascido incluem:

.Olhos avermelhados e irritados;
.Olhos lacrimejando;
.Olhos remelando muito, com muita secreção, que pode ser branca, espessa ou amarelada;
.Coceira nos olhos;
.Pequeno inchaço nas pálpebras e ao redor dos olhos;
.Hipersensibilidade à luz;
.Irritabilidade e dificuldade em comer;
.Febre, principalmente no caso da conjuntivite bacteriana.
Estes sintomas podem estar presentes em apenas um olho ou nos dois olhos, sendo que geralmente quando estão presentes em ambos os olhos trata-se de uma conjuntivite alérgica. Porém, é muito importante a avaliação do bebê pelo oftalmologista para fazer o diagnóstico e orientar o tratamento de acordo com o tipo de conjuntivite.

Saiba mais sobre os tipos de conjuntivite em:
.Conjuntivite viral
.Conjuntivite bacteriana
.Conjuntivite alérgica

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Caráter
Para a “feiura”, há plástica. Para o peso, há o regime. Para a pobreza, há o trabalho. Para os doentes, há aparelhos. Mas para a falta de caráter e hipocrisia, não há nenhum tipo de tecnologia que resolva
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6 dúvidas sobre as cólicas do bebê solucionadas
Qual é a melhor maneira de tratá-las? A alimentação da mãe influencia? Reunimos informações e dicas de especialistas para ajudar os pais!

Elas normalmente aparecem após a segunda semana de vida do bebê, causam desconforto e dores na região abdominal e podem durar até o terceiro mês. Sim, estamos falando das temidas cólicas! Apesar de ainda não existir um motivo exato para o surgimento do problema, sabe-se que ele está relacionado com a imaturidade do sistema digestivo dos pequenos. Diante de tanto choro, os pais costumam ficar aflitos e buscam diversas maneiras para amenizar os incômodos dos filhos – algumas até que não são mais recomendadas pelos pediatras. Para ajudar , conversamos com especialistas, que esclarecem as perguntas mais frequentes sobre o assunto. Confira!

1. Quais sinais indicam que o bebê está com cólicas?

Os pais de primeira viagem sempre se questionam como saber se a queixa do filhote realmente tem a ver com incômodos abdominais. “Choro intenso, encolhimento das perninhas e eliminação de gases durante o choro são os sinais mais comuns de cólica”, revela Talita Magalhães, enfermeira supervisora da UTI Neonatal do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, de São Paulo. A pediatra e homeopata da Clínica de Especialidades Integrada, Silvana Matoso, chama a atenção dos pais para outros fatores: “Geralmente, as cólicas se iniciam após quinze dias de vida e acontecem pelo menos uma vez ao dia, quase sempre no mesmo horário. Entretanto, o final da tarde e à noite são os períodos mais críticos”, explica.

2. Qualquer bebê pode ter o problema?

Segundo a enfermeira Talita Magalhães, ainda não se sabe ao certo por quais motivos alguns pequenos são mais suscetíveis a sentir tais desconfortos, que acometem tanto crianças que foram amamentadas no peito quanto as que tomaram mamadeira. “As fórmulas lácteas são feitas a partir da proteína do leite de vaca e, apesar de elas serem modificadas para parecer com o leite materno, serão digeridas com mais dificuldade – o que pode levar ao surgimento das cólicas”, esclarece a pediatra Silvana Matoso.


3. Os hábitos da mulher durante a gestação podem influenciar posteriormente nas cólicas do filho?

Essa é uma questão controversa, que divide opiniões dos especialistas. No entanto, para a enfermeira Talita Magalhães, essa relação existe, sim. “O consumo de alguns alimentos durante a gravidez – geralmente os que provocam gases como leite, chocolate, brócolis, couve-flor, cebola, feijão, entre outros – podem predispor o bebê a ter cólicas”, afirma.

4. A alimentação da lactante também está relacionada com o surgimento das cólicas?

Muito se fala sobre a influência que existe entre os alimentos que a mãe consome com os desconfortos que os bebês sentem nos primeiros meses de vida. “Não há nada comprovado cientificamente, mas acredito que é prudente evitar café, chocolate, pimenta e alho em excesso quando a mulher estiver amamentando. Isso porque esses alimentos contêm substâncias estimulantes, que podem passar para o leite e deixar a criança irritada”, explica Susana Matoso, pediatra de São Paulo. Para que o aleitamento materno seja bem sucedido, é importante que a mãe beba muito líquido, esteja calma e tenha uma alimentação saudável. A médica também sugere que as lactantes fujam das comidas industrializadas, que possuem corantes e conservantes.


5. Como aliviar as dores do bebê?
Aquecer a barriga do pequeno com compressas, oferecer colo, deixar a pele da criança em contato com a da mãe e fazer massagens com óleos indicados para o público infantil são algumas maneiras naturais de amenizar as cólicas. “Deite o bebê de barriga para cima e massageie suavemente a região abdominal com movimentos circulares em sentido horário”, orienta a enfermeira Talita. A amamentação também costuma melhorar o incômodo, assim como o banho quente. A médica Silvana Matoso sugere que os pais coloquem o bebê deitado de bruços em seus braços para ajudá-lo a eliminar gases e a evacuar. Em alguns casos, o uso de medicamentos é necessário, mas eles devem ser prescritos pelo pediatra que acompanha a criança.


6. O bebê pode tomar chá para ajudar a amenizar as cólicas?

Essa medida já foi muito comum e, apesar de algumas pessoas ainda sugerirem os chás como uma alternativa eficaz, eles são contraindicados pelos especialistas. “Não se deve dar chá para recém-nascidos, especialmente para aqueles que são amamentados exclusivamente. O leite materno é o alimento adequado, pois tem a quantidade necessária de água, nutrientes e outras substâncias capazes de acalmar a criança”, aponta a pediatra Susana Matoso. A enfermeira obstetra Cinthia Calsinki também fala sobre os outros malefícios dessa atitude: “Os chás interferem no ganho de peso, podem causar falsa saciedade e até mesmo problemas mais graves como diarreias e vômitos”, explica.

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A sabedoria
O saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria se aprende é com a vida e com os humildes. Cora Carolina
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