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Nossa linha de publicação nesta página segue a seguinte estrutura de conteúdo, conforme a proposta inicial de refletir sobre o ensinamento de Paulo VI na encíclica Humanae Vitae (apoiado pelos Papas que o sucederam, em especial o Papa João Paulo II, com a encíclica Familiaris Consortio):
1- O conteúdo da Humanae Vitae.
2- A reflexão sobre o entendimento da Humanae Vitae e a vivência de seus ensinamentos, proposta para o Sínodo dos Bispos.
2- O caráter Procriativo e a vocação de um casal para a formação da Família.
3- O caráter Unitivo e a sintonia dos corpos como caminho de unidade espiritual.
4- O recurso aos períodos infecundos para o ato conjugal e o importante papel do Método de Ovulação Billings.

Procure nas diversas postagens, o tema de seu interesse.
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Fecundidade e Regulação da Natalidade
A Posição da Igreja - Humanae Vitae

“Sede Fecundos e multiplicai-vos.” Desta afirmação alguns interpretam que a finalidade única do matrimônio e do ato conjugal seria a procriação, o que é um grande engano. O Ato conjugal possui dois aspectos inseparáveis: O aspecto unitivo e o procriativo, ou seja o ato conjugal, ao mesmo tempo que une profundamente os esposos num verdadeiro laço de amor, torna-os aptos a geração de novas vidas.

A criação de diversos métodos para o controle dos nascimentos, levou a Igreja a criação de uma Comissão de Estudos com a finalidade de estudar problemas pertinentes a vida conjugal, em especial sobre regulação da natalidade. Esta comissão tinha por objetivo estudar e fornecer elementos significativos de informação, para que o Magistério pudesse dar uma resposta adequada à expectativa não só dos fiéis, mas também da opinião pública mundial. Esta resposta veio através da Encíclica Humane Vitae, do Papa Paulo VI.

A Humanae Vitae afirma que: Sim, um casal pode e deve gerir responsavelmente o dom de poder gerar vida, porém o amor conjugal requer nos esposos uma consciência da sua missão de Paternidade Responsável, devendo-se então reconhecer que os filhos são o dom mais excelente do Matrimônio e que contribuem grandemente para o crescimento dos mesmos. Que o casal exerce a Paternidade Responsável tanto com a deliberação ponderada e generosa de fazer crescer uma família numerosa, como com a decisão, tomada por MOTIVOS GRAVES e com RESPEITO pela LEI MORAL, de evitar temporariamente, ou mesmo por um tempo indeterminado, um novo nascimento. (Humanae Vitae 10)

A Igreja decreta assim que é lícito fazer a regulação da natalidade, desde que hajam motivos sérios e fazendo-se recurso aos períodos infecundos para o ato conjugal. Ou seja o casal deve recorrer aos métodos naturais, que utilizam os sinais da fecundidade cíclica da mulher e o reconhecimento da fecundidade masculina (fertilidade combinada) para se alcançar uma gravidez ou quando necessário evitar uma nova gravidez.

A Humanae Vitae além de expressar como lícitos os métodos naturais de regulação da natalidade, deixa clara sua posição com relação aos método artificiais, declarando-os como ilícitos e considerando-os um caminho fácil para a infidelidade conjugal, para a degradação da moralidade e para a intromissão das autoridades públicas na vida das famílias.

Trecho de texto postado por "Sede Fecundos"
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DIFICÍLIMA... NUNCA PORÉM IMPOSSÍVEL

A Encíclica de São João Paulo II, Veritatis splendor, no ponto n°102, nos ensina que: “A observância da lei de Deus, em determinadas situações, pode ser difícil, até dificílima; nunca porém impossível... NINGUÉM pois, mesmo justificado, SE DEVE SE CONSIDERAR LIVRE DA OBSERVÂNCIA DOS MANDAMENTOS...

...Seria um erro gravíssimo concluir que a norma ensinada pela Igreja é em si própria apenas um “ideal” que deve posteriormente ser adaptado, proporcionado...”

Por vezes a castidade será dificílima aos casais, é verdade. Estarão sujeitos a queda? Sim. Mas autorizar o uso dos meios artificiais é como que derrubá-los ao chão e dizer que eles não precisam se levantar porque a caminhada para eles é árdua demais.

A vivência da castidade matrimonial torna o amor do casal semelhante ao de Cristo, amor doação e é um caminho que conduz para o Céu.

É na Cruz salvadora de Jesus, no dom do Espírito Santo, nos Sacramentos que emanam do lado trespassado do Redentor, que o crente encontra a graça e a força para observar a lei santa de Deus, mesmo em meio as mais graves dificuldades (cfr. VS n.102)

“Deus não manda coisas impossíveis, mas ao ordená-las exorta-te a fazeres tudo o que podes, e a pedires o que não podes, ajudando-te para que possas” (VS 102)

São João Paulo II 
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É importante que os esposos adquiram o sentido claro da dignidade da sua vocação, saibam que foram chamados por Deus para atingir também o amor divino através do amor humano, que foram escolhidos, desde a eternidade, para cooperar com o poder criador de Deus, pela procriação e depois pela educação dos filhos, que o Senhor lhes pede que façam, do seu lar e de toda a sua vida familiar, um testemunho de todas as virtudes cristãs.

O matrimônio - não me cansarei nunca de o repetir - é um caminho divino, grande e maravilhoso e, como tudo o que é divino em nós, tem manifestações concretas de correspondência à graça, de generosidade, de entrega, de serviço. O egoísmo, em qualquer das suas formas, opõe-se a esse amor de Deus que deve imperar na nossa vida. Este é um ponto fundamental que é preciso ter muito presente a propósito do matrimônio e do número de filhos.

São Josemaria Escrivá
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