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Globalização X Globalismo

A Globalização e o Globalismo são políticas econômicas internacionais, mas com características opostas (a classificação será vista mais adiante no texto). Se, por um lado a Globalização é tratada como um fenômeno, que banha o Estado simplesmente por ele existir no contexto internacional, a política globalista é movida apenas por interesses, que vão além do Estado, ou do que sua nação delimitada no território pode imaginar.

Apesar do Globalismo se tratar de uma política econômica, seu processo de penetração na fronteira de um país se dá pelo enfraquecimento da soberania desse país. Por isso, o grande embate de forças ocorre no âmbito de políticas sociais que intentam a perda do sentimento de nação do povo em questão, pois miram no principal ponto fraco desse povo: sua consciência (ver LINK [1], em complementação).
[1]: https://plus.google.com/105193352569699409491/posts/JPYKBaP6w1m

A perda do sentimento de nação acarreta na depreciação da significância do Estado. Em termos práticos, como primeiro sinalizador, o término da infraestrutura do "Estado forte" se dá na medida em que a população não vê mais sentido em manter empresas estatais estratégicas, ou garantir que os recursos naturais visem a promoção de empresas em seu próprio país. No outro plano, tem-se a superestrutura do "Estado forte", que é nada mais que a já mencionada soberania [2], ou seja, a legitimidade dos representantes do povo e da Constituição (diz as regras da representação e sua limitação de poderes).
[2]: https://plus.google.com/105193352569699409491/posts/UeED5LLz6Lo

Para que se atinja o nível letárgico da soberania, há que se desprender o elo entre representante e representado, e a maneira mais simples é atacando diretamente o "Estado mínimo", como será visto no próximo parágrafo. No caso da penetração do Globalismo, note que, por padrão, o Direito internacional não pode adentrar no país sem antes esse país permitir, isto é, que seus cidadãos aceitem por meio de seus representantes. No entanto, cada vez mais estes representantes flexibilizam o modo de ratificação do Direito internacional, muitas vezes implementando mecanismos tácitos (o Congresso não precisa nem ratificar em se tratando de algumas matérias).

Em outro fronte, para frustrar ainda mais o sistema de representação, torna-se a população estrangeira, que possui costume diverso, equiparada aos cidadãos (cidadania política) de costume nativo. Então, enquanto em sua superestrutura, o "Estado mínimo" é deformado nos costumes sociais (legislação encabeçada pelos códigos civil e penal), no âmbito de sua infraestrutura, o "Estado mínimo" é sobrecarregado diretamente nas questões da saúde, educação e emprego (segurança). A crise de representação faz com que não se tenha maior sentido em participar de pleitos eleitorais e votar em candidatos que protejam os interesses do Estado. Isto é cada vez mais agravado à medida que o ordenamento jurídico não seja mais dependente da legislação pátria, ficando ditado por organizações internacionais.

Adentrar no campo do Direito costumeiro é essencial quando se fala em Globalismo. Quando esta política é posta em prática em um bloco econômico, tende a desprezar o processo de Direito costumeiro, substituindo-o por normas definidas em âmbito centralizado. Em sentido amplo, da Globalização, vigora no Direito Internacional o sistema de Direito costumeiro, em que o regramento jurídico surge de acordo com os costumes que vão sendo adotados nas relações (tratados) entre os Estados. Ou seja, no Direito Internacional sem contaminação não há lei escrita prévia, sendo a fonte do Direito os casos precedentes julgados.

Pois bem, visto como funciona o sistema de Direito Internacional, agora vejamos as bases do Direito interno de um país que, historicamente, pode ter adotado o sistema de Direito costumeiro, como ocorre nos países anglo-saxões (sistema da "common law"). Ou, por outro lado, não adotado o sistema de base costumeira, mas adotado o sistema baseado em leis escritas previamente aos julgamentos, que é o chamado sistema da "civil law" (ocorre no Brasil e nos países da Europa continental).

Finalmente, descritos os sistemas de Direito pátrio e de Direito internacional, observa-se um marco na história atual que deve ser indagado neste sentido: por que houve a saída do Reino Unido da União Européia (o "Brexit")? Levando em consideração os aspectos trazidos neste artigo, em sua essência, a Inglaterra viu todo o seu ordenamento costumeiro em cheque, sob uma nova ordem de normativos globalistas do bloco europeu. Como a Inglaterra não possui uma proteção do direito pátrio (em forma de cláusulas pétreas), assim como possuem os países da "civil law" em suas Constituições, seria o país que mais rapidamente sucumbiria na causa Globalista.

Conforme visto, o "Brexit" deu um fôlego a mais para a existência dos costumes ocidentais. No entanto, a política Globalista não atua somente pelo viés de bloco econômico, mas também por políticas sociais que afrouxem a soberania dos países. Neste caso, o meio instrumentalizado é a ONU, que está abandonando os direitos humanos mínimos, absolutos, e legitimando a transferência de costumes de um país para outro, muitas vezes considerados indignos pelo país de destino.

Segue a Classificação das políticas de Globalização e de Globalismo (BORJA, J. G., 16/03/2017 [3]), sendo uma oposta à outra:

Globalização: países soberanos (país livre para proteger sua economia, desde que não interfira na dignidade de outro povo); Direito internacional de todos os povos (direitos humanos mínimos e absolutos).

Globalismo: regionalização com centralização política (Direito imposto por liderança regional/global); interdependência de economias (sem atividade localmente inviável - sem protecionismo no bloco regional/global).

Referência [3]: https://plus.google.com/105193352569699409491/posts/WThyatCne4T

Textos da charge: estratégias de implantação do comunismo e do libertarismo.

Karl Marx: Preciso da dependência recíproca entre países em um dado bloco econômico (libertarismo). Depois causo uma crise de desabastecimento e faço a revolução por meio dos idiotas úteis!

George Soros: Preciso da sincronia da força de trabalho das ditaduras, e para isso vou usar a demagogia comunista. A tomada de poder pelo povo será bloqueada pelas teocracias isoladas do Islã!

Tema: Teoria do Estado, Direito Internacional.

Autor: BORJA, J. G. - Estudante do 6º semestre de Direito/UFRGS.

Para citação: BORJA, J. G. Globalização X Globalismo. Revista Estado Democrático de Direito - Política. In: Google Plus, Junho 2017.

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TEORIA CRÍTICA APLICADA COMO INSTRUMENTO IDEOLÓGICO

O problema da discussão sobre fins

"Observe que em muitas das discussões do dia a dia, sobre os mais variados temas, em grande parte das vezes, as pessoas querem dizer a mesma coisa, isso é, querem o mesmo objetivo/fim. Por exemplo: que esse objetivo seja a justiça, então, as discussões se dão, na verdade, pelo diferente ponto de vista (modo de raciocínio/ modo de pensar), e não pela justiça em si. Assim, para justificar seu próprio raciocínio, acabam por acusar o outro de ser mau. Uma maldade intrínseca incompreensível...
- O outro tem espírito maligno pois não consegue compreender a bondade do meu modelo. Melhor: ele entende mas diz não entender para justificar seus argumentos falaciosos! Nossa, isso é muita maldade!!!"
Fonte: https://plus.google.com/105193352569699409491/posts/GNNaYmXoN7W

Os ideais buscados através dos meios

Na incessante busca pela "justiça" - ou pelo "bem comum" - diversos MEIOS de alcançar estes FINS são propostos e disseminados mundialmente. Pela aderência de mais pessoas em uma dada ideologia, há uma ferrenha disputa entre argumentos diversos, os quais têm a função de sustentar os MEIOS propostos.

Alguns dos MEIOS políticos (sociais), que influenciam a vida do indivíduo (em si), são questões como o aborto, a legalização das drogas e o desarmamento. Assim, os confrontos entre ideologias que pretendem influenciar pessoas passam a ocorrer em relação aos MEIOS, em virtude de terem um conteúdo mais palpável e presentes no cotidiano.

Portanto, a influência das ideologias nos FINS intrínsecos de cada indivíduo ocorre, basicamente, de maneira indireta (através dos MEIOS), em um processo de auto-convencimento filosófico e individual. Por outro lado, quando algum FIM teórico-ideológico é apresentado diretamente à pessoa, para aceitá-lo como proposição de seu ser, esta pessoa deve assimilá-lo ao seu modo de vida prático, avaliando alterações significativas em seus MEIOS buscados e adotados (socialmente e individualmente). Esta avaliação ocorre de maneira inversa da primeira situação mas, ainda assim, a influência sobre os FINS intrínsecos do indivíduo continua sendo de forma indireta.

FINS teóricos podem ser até mesmo incompatíveis de refutação direta, pois, no caso de serem transcendentais, são declarados por sua "ideologia" (modelo) como inalcançáveis, o que inviabiliza um confronto direto com uma outra ideologia em que os FINS sejam materiais, por exemplo.

FINS íntegros, visados naturalmente por uma pessoa, fornecem uma baliza para os MEIOS a serem buscados e adotados por uma pessoa, sendo que estes MEIOS, ainda, devem guardar coerência entre si em uma rede complexa dos mais variados assuntos. Um estado de apatia é verificado quando a pessoa não relaciona os MEIOS adotados, entre si, e ao menos com algum FIM.

As conexões entre MEIOS e FINS

Os modelos e as ideologias são formados por conjuntos de FINS, relacionados a MEIOS por métodos de sistematização teóricos. Conforme visto, pode haver interconexão entre MEIOS, e destes com os FINS, mas também pode haver somente uma preocupação da ideologia em ligar MEIOS à FINS, sem que haja coerência entre MEIOS.

A sistematização de ideias e argumentos proposta por uma ideologia pode ter maior ou menor compatibilidade com o modo de raciocínio ("ponto de vista"), específico, de uma pessoa. Por isso é importante que algumas ideologias de massa também tenham um mecanismo auxiliar de convencimento. Sendo assim, a "doutrinação" é promovida e disseminada por um modo de operação, pelo qual os próprios doutrinados passam a propagá-la.

As pessoas possuem predisposição de seu intelecto a um modo de raciocínio individual, que pode condicionar uma pessoa a ser influenciada por um sistema existente em seu ambiente, ou, caso não haja sistemas coincidentes, que elabore sistematizações próprias. Então, devido a esta condição de natureza humana diversificada, e que torna desfavorável a doutrinação de toda a sociedade por uma única ideologia, esta mesma pode ser instrumentalizada com um modo de operação de forte atuação psicológica.

Modo de Operação Dedutivo

Com um modo de raciocínio a partir da dedução lógica, uma pessoa, tendo por base FINS íntegros de si mesma (aplicáveis em circunstâncias gerais), está apta a gerar uma série de argumentos que justifiquem, para si mesma, a adoção de certos MEIOS. Recomenda-se ler o artigo do seguinte link, em complementação: https://plus.google.com/105193352569699409491/posts/ZnVZNVQYTCP

As religiões mais populares conseguiram coincidir seus valores com a natureza do ser humano (não se está dizendo que esta natureza seja boa ou má). Quando os FINS intrínsecos do indivíduo ainda não estão íntegros, é possível fazer uma "educação extremada", com valores de tolerância ou intolerância. No caso desta última, tem-se como exemplo o modo de operação nazista, e no caso daquela, tem-se como modo de operação a tolerância de atos praticados por alguma seita que contrariam as leis gerais do Estado em questão, as quais são aplicadas à maioria.

Modo de Operação Indutivo

O modo inverso da dedução lógica é a indução lógica, em que a pessoa adota premissas verdadeiras para si (MEIOS), construindo, de modo inverso, uma base sistematizada (FINS) que sustente as premissas pressupostas. Este modo de raciocínio tende a ser mais liberal, pois pode haver um ímpeto em assumir MEIOS antes de se proceder com qualquer verificação de coerência destes, entre si, ou com determinado FIM.

A "Teoria Crítica" pode ser classificada, então, como um modo de operação indutivo, pois atua em psicologia de grupos, com objetivo de convencimento sobre os MEIOS necessários. Este modo de operação é um potencial transformador de fãs (possuem valores democráticos) em fanáticos (não possuem valores democráticos).

Crítica inflamada contra argumentos, para afastá-los

No capítulo anterior foi visto como se encaixa a atuação da "Teoria Critica", que é um modo de operação (para outrem) que visa cooptar indivíduos para uma ideologia específica. Para isso, usa de uma crítica inflamada contra ideias consideradas inválidas de uma ideologia antagônica.

O problema é que esse instrumento não dispõe de uma construção lógica dedutiva a partir de uma base, mas compõe-se de argumentos opostos a algo já construído (ideologia antagônica). Sendo assim, não possui argumentos que sustentem uma coerência entre os MEIOS adotados. Contudo, a forte atuação psicológica desse modo de operação faz com que o doutrinado o tome para si, substituindo seu próprio modo de raciocínio individual e, desta forma, bloqueando argumentos que possam refutar os novos MEIOS adotados.

Daí que entra a necessidade do ódio empregado pela "Teoria Crítica", a qual permitiu Goebbels arrastar milhares para a ideologia nazista. Da mesma forma, essa prática já foi aplicada no Brasil por João Cerqueira de Santana, o marqueteiro petista. O VÍDEO ABAIXO mostra porque ainda há apoio ao discurso petista, mesmo já tendo sido desconstruído por muitos fatos, sendo que já perdeu até o apoio de sua base política - partidos de linha auxiliar.
VÍDEO (ver a partir do minuto 6:30): https://www.youtube.com/shared?ci=1dlNXPjLViU

Não deixe de ver os comentários suplementares ao presente artigo

TEMA: Filosofia do Direito.
AUTOR: Estudante de Direito na UFRGS.
FONTE: BORJA, J. G. Teoria Crítica Aplicada como Instrumento Ideológico & Comentários. Revista Estado Democrático de Direito - Política. In: Google Plus, Dezembro 2016.

Ilustração: https://m.facebook.com/SempreFreud/photos/a.590527587635947.1073741828.590362887652417/1214781751877191/?type=3&refid=52
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Senso Ético X Politicamente Correto
(Primeira parte)

Ainda não tinha comentado sobre o "politicamente correto". Termo este que está na moda, enquanto a palavra "ética" caiu em desuso.

Artigo de referência:
https://plus.google.com/105193352569699409491/posts/VURqk8BJn6m

Ao termo em questão pode ser feita uma analogia com o Artigo destacado acima, na parte em que foi tratado dos "códigos de ética funcionais", de profissões ou de entidades. Como foi explicado, a palavra "ética" presente nesses códigos não faz jus à função dos mesmos, sendo empregada de modo errôneo, de enfeite.

Os códigos referidos dispõem, na verdade, de "regras de conduta", tipificadas e positivadas, isto é, escritas em papel exatamente como devem ser cumpridas. Desta forma, assim como os conselhos de ética passaram a ser meros aplicadores do limitado texto escrito, as atitudes das pessoas sujeitas a esses códigos passaram a ser restringidas por, exatamente, a lógica explícita em tais papéis.

A condição do "tudo que não é proibido é permitido" é um problema do Direito Positivo, tendo suas raízes em Hobbes (séc. XVII), conforme explicado no Artigo seguinte:
https://plus.google.com/105193352569699409491/posts/co5F38SEMrY

Portanto, conforme exposto (ler os dois artigos de referência), "ética" é tudo aquilo que o indivíduo entende, de modo introspectivo, ser certo ou errado. Por exemplo: conhecendo os princípios da administração pública, o servidor pode entender que não deve utilizar um carro funcional fora do âmbito de suas atribuições, não sendo necessário que isto esteja expressamente escrito em dado código de conduta. Essa, e outras atitudes, são basicamente um conflito entre o bom senso da pessoa (ética individual) e o senso comum (moral de grupo).

Conforme já abordado (Artigo acima), a moral da sociedade, em geral, é afetada gradativamente pelas medidas corretivas e educacionais do Estado - sentido coercitivo -. Estas medidas, lidas como "diretrizes morais", podem ter, dependendo do governo de situação, maior ou menor enfoque.

O abandono da "ética", ou desprezo pela mesma, nas relações dentro e fora do governo, é um problema brasileiro que se alastra cada vez mais. Como isso se dá na administração pública é retratado no seguinte Artigo:
https://plus.google.com/105193352569699409491/posts/h1grVqDvvpF

Por conseguinte, o "politicamente correto" surge quando, por um lado, mais um governo despreza as auto avaliações éticas individuais de seus correligionários - membros internos do governo e militantes externos -, e por outro lado, mais estará empenhado na elaboração de "regras de condutas" que mapeiam os pontos morais que justificam determinada política pública.

Então, exemplificando-se sobre os princípios que regulam a "ética", tem-se que um estrangeiro ou uma criança que atinge a adolescência, poderão discernir o certo do errado apenas se deparando com princípios de determinada cultura. Já no caso das "regras de conduta", por não terem prerrogativa de serem dedutíveis ou lógicas, tornam a convivência social confusa.

O padrão positivo destas "regras de conduta" dão uma ideia lógica - falsa - de que a oposição à elas é possível, como a seguinte simplificação: cria-se uma lei que proíbe homens de bater em mulheres, porém, já havia a proibição de qualquer ser humano bater em outro por injusto motivo. Isto, conforme colocado, dá a ideia sugestiva de que mulher pode bater em homem, aumentando os conflitos sociais. Além do mais, dadas as novas regras inseridas no seio da sociedade, os princípios universais dos homens vão sendo esquecidos pela população, que cada vez perde mais a capacidade de elaborar "raciocínios éticos".

Ver Segunda Parte deste artigo no link:
https://plus.google.com/105193352569699409491/posts/L8XmvwhJ3ez

FONTE: BORJA, J. G. Senso Ético X Politicamente Correto (Primeira Parte). Revista Estado Democrático de Direito - Política. In: Google Plus, Julho 2016.

Segunda Parte: Derrubando Tabus

Você já ouviu a seguinte frase: "não posso falar sobre isso pois é anti-ético"? Isso pode acabar com uma discussão que adentra em um assunto específico, evidenciando, então, que as pessoas se depararam com um "tabu".

Exemplo disso é um caso escolar corriqueiro, a medida que aprendemos sobre a "evolução das espécies". Nos termos colocados, sabemos que, por nossos princípios culturais, ser anti-ético (ou, "errado") falar que essa evolução ocorreria na espécie humana. Se, por um lado, a seleção do mais apto pressupõe a existência de indivíduos menos aptos, o que contraria nossos princípios de que todo o ser humano é igual, independente de sua origem étnica, por outro lado, a aceitação dessa teoria implicaria deixar um deficiente físico, por exemplo, à sua própria sorte.

É mesmo, o objetivo deste texto indicar que princípios éticos (dependendo da cultura) são virtuosos, e que isso, inexoravelmente, torna alguns assuntos em "tabu". Ainda, é intenção fomentar e dizer que é saudável a discussão desses assuntos em questão, mas com informações qualificadas sobre cada tema (política e o discurso de palanque são perigosos neste aspecto).

Se tratando da "evolução das espécies", a mesma não ocorre com o ser humano: por isso é errado falar o contrário. Esta evolução (para "pior" ou para "melhor") ocorre em espécies que ficam ditas "isoladas" em certo meio. Sendo assim, a espécie humana, que está em processo de internacionalização e mesclagem de povos, estagnou-se no processo evolutivo. Quando a mesclagem estiver completa (em nível global), ainda assim, o processo mencionado ficará muito lento, pois quanto maior é o tempo de vida até as gestações, além do que, quando maior é a escala (número de indivíduos) de relacionamento, que estará em nível global, mais lenta é a "evolução". Não é preciso entrar no mérito do avanço medicina para concluir isso.

Viu? Com certo conhecimento foi possível validar os princípios éticos que afirmam a evolução humana "ser errada", simplesmente porque ela não ocorre de fato. O que ocorre é uma mesclagem genética que nos torna cada vez menos propensos à doenças congêneres. Além do mais, uma discussão política para fins da evolução humana em longo prazo, de milhares de anos, não é plausível.

Atualmente, a internet está sofrendo com o aumento de páginas anônimas, sem conteúdo ou pessoas qualificadas, que propagam certos discursos políticos. Páginas estas, intituladas de, por exemplo, "Quebrando o Tabu", recebem enxurradas de curtidas diárias, evidenciando que o brasileiro está cada vez mais perdendo seu "senso ético" para o "politicamente correto". Ver exemplo:
https://plus.google.com/105193352569699409491/posts/TNATSYG1vyY

FONTE: BORJA, J. G. Segunda Parte: Derrubando Tabus . Revista Estado Democrático de Direito - Política. In: Google Plus, Julho 2016.

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Psicologia das ideologias (Cães e Gatos)

O presente artigo NÃO se trata das diretrizes econômicas e sociais dos regimes capitalista e socialista, mas especificamente dos aspectos psicológicos das pessoas que tendem a se identificar mais com um ou com outro modelo ideológico.

Os diferentes Regimes Socioeconômicos são tratados neste LINK:
https://plus.google.com/105193352569699409491/posts/EriAV6W2abG

Você já se perguntou porque algumas pessoas tendem a ser socialistas, contrário a tudo e a todos, renegando até mesmo seus entes queridos? Não paremos por aí, pois o mesmo ocorre no sentido inverso, caindo nas garras da ideologia capitalista.

Para que se aceite essa natureza humana, não basta entender a vasta experiência sobre esses dois modelos ideológicos antagônicos. É preciso retroceder até os princípios comportamentais humanos mais primitivos.

Observe que em muitas das discussões do dia a dia, sobre os mais variados temas, grande parte das vezes as pessoas querem dizer a mesma coisa, isso é, querem o mesmo objetivo/fim. Por exemplo: que esse objetivo seja a justiça, então, as discussões se dão, na verdade, pelo diferente ponto de vista (modo de raciocínio/ modo de pensar), e não pela justiça em si. Assim, para justificar seu próprio raciocínio, acabam por acusar o outro de ser mau. Uma maldade intrínseca incompreensível...

"O outro tem espírito maligno pois não consegue compreender a bondade do meu modelo. Melhor: ele entende mas diz não entender para justificar seus argumentos falaciosos! Nossa, isso é muita maldade!!!"

Voltando, então, aos princípios comportamentais ditos primitivos... Cada um desses modelos ideológicos (capitalismo e socialismo), tem gerado enormes discussões através dos tempos, aparecendo com outras denominações e, possivelmente, gerando discussões que antevieram à escrita. Esses princípios comportamentais aparecem na origem da convivência social dos animais, sendo que o ser humano detém a capacidade de raciocínio que é facilitada um ou de outro modo. É o ego, conceito bem trabalhado por Freud.

Podemos distinguir duas formas de raciocínio, através da observação instintiva de animais que compreendemos bem: o cão e o gato domésticos. O primeiro, de origem lupina, vive em bando; se submete a um líder; e os súditos repartem as benécies entre si. O segundo vive independente e tem seu dono como um objeto (o gato é frio): se sofrer agressão, terá seu dono como um objeto ponteagudo; se não sair para passear, não ficará triste com o dono, mas com a situação.

São dois pontos de vista do mundo ao seu redor. Conforme colocado, um gato nunca agredirá alguém ou outro gato devido a um sentimento de ciúmes. Isto já não é possível dizer para o comportamento canino, que deve estar preparado para derrubar o líder da matilha no momento certo, conquistando seu lugar.

Mas que relação tem o sentimento de ciúmes para com os dois modelos ideológicos atuais? Para entender esta analogia, precisamos saber quais os princípios comportamentais que norteiam a aderência das pessoas a um ou a outro modelo.

No direito romano, advindo do pensamento aristotélico, o entendimento crucial de justiça era: "dar a cada um o que lhe pertence". Isto remete ao conceito de meritocracia que temos hoje, em que o indivíduo deve provar sua maior aptidão, a fim de que a sociedade confie uma função específica a esse indivíduo.

Note que a relação acima é válida, tal sua origem, entre o poder público e o particular, e não entre indivíduos particulares. Nisso, é permitida a livre relação entre particulares, desde que não haja interferências no patrimônio ou honra do outro.

O modelo mencionado perdurou por um longo período, sendo que os homens, em sua maioria, ou eram livres; ou recebiam soldo; ou eram escravos de guerra. Na época, também era permitida a escravidão por dívidas. Assim, o modelo idealizado pelo princípio de Aristóteles permite a acumulação de riqueza, que pode ser usada posteriormente, para o lazer ou ócio do indivíduo, a qualquer tempo.

Na Idade Moderna, a relação entre particulares é então subsidiada pelo Código Civil, separando o tema do Código Penal, o qual é efetivado sob monopólio do Estado. Na Idade Contemporânea, principalmente com a miséria que surgiu depois da escravidão e do abuso da mão de obra assalariada, surgiu uma preocupação com a dignidade do próximo, preocupação esta que a psicologia individualista do modelo em questão não é capaz de lidar.

Até agora, foi visto como o modelo capitalista é norteado psicologicamente, permitindo a geração livre de riqueza, desde que não haja interferência no direito de outros, e depois, sua evolução, a qual é resumida aqui nos seguintes problemas que apareceram em sequência: escravidão, miséria, dignidade (direitos humanos universais).

Finalmente trataremos do princípio que norteia a psicologia das pessoas que aderem ao modelo socialista: "De cada um conforme seus meios, a cada um conforme suas necessidades" cravado por Louis Blanc (1839) e propagado por Karl Marx no decorrer do século XIX. Esse pensamento já coexistia dentre indivíduos com a outra forma de pensar já descrita, tendo sido proeminente em formas de comunismo primitivo.

Do axioma dado, tem-se que, ao invés da relação meritocrática com o Estado, o indivíduo é posto como dependente e como instrumento do Estado. Nesta relação, inexiste a troca de riquezas entre os indivíduos, pois a relação passa a ser somente para com o Estado.

Inexistindo as trocas e a acumulação de riquezas dentre os indivíduos, o ócio e o lazer, essenciais na psicologia humana, podem ser majorados para o indivíduo, que obtém os "prêmios" por outro modo de organização social. Isto quer dizer que no modelo socialista, assim como no capitalista, há valoração de cargos, mas enquanto em um é pelo salário ofertado, pelo outro a valoração se dá basicamente pelo trabalho ser mais prazeroso; não ser tão desgastante fisicamente; permitir maior tempo de ócio, ou sair à noite e nos finais de semana; etc.

Dada a motivação vista no parágrafo anterior para se conseguir uma progressão na carreira, o servidor deve provar lealdade perante o sistema e, acima de tudo, cobiçar o posto superior, visto que não há outra maneira de conseguir maior ócio/lazer/felicidade. Assim, retoma-se aqui a analogia com o comportamento de ciúmes canino, o qual foi reportado mais acima no texto.

Neste artigo foram analisados os princípios psicológicos referentes aos modelos ideológicos capitalista e socialista. Por conseguinte, foi abordado como a mentalidade do ser humano reage diante destes princípios, podendo se apegar de modo extremista a um dos modos de pensar que foram revelados. O primeiro sentimento verificado é o egoísmo, isso é, de pessoas que evitam a benevolência. Já o segundo sentimento verificado é o ciúmes, ou seja, de pessoas que faltam quando o quesito se trata de honra ou da ética.


TEMA: Filosofia do Direito.

AUTOR: Estudante de Direito na UFRGS.

FONTE: BORJA, J. G. Psicologia das ideologias (Cães e Gatos) . Revista Estado Democrático de Direito - Política. In: Google Plus, Julho 2016.

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Via +Indiana Ariete

Minha página, Faca na Caveira, com quase 2 milhões de seguidores foi excluída pelo facebook arbitrariamente. As páginas:

*Bolsonaro Opressor - Quase 1 milhão de seguidores
*Sargento Fahur- Mais de um milhão de seguidores
*Moça não sou obrigada a ser feminista - 600 mil seguidores
*Desquebrando Tabu- Quase 400 mil seguidores
*Loira Opressora - Mais de 200 mil seguidores

Todas excluídas... E tem gente realmente achando que vivemos em uma democracia! Páginas com milhões de seguidores, os maiores portais de comunicação da direita, foram simplesmente censurados, sem motivo algum!

"Viva La Revolución"

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Antes dos OTÁRIOS começarem a reclamar, vou refrescar a memória deles, se é que têm. Essa é a DILMA, vendendo as hidrelétricas pra fechar caixa.

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