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De mais ninguém

Sabiá, tu bem que sabia
Desse amor que me rói
Que dói noite e dia
Tu bem que sabia, sabiá

Não tem cantoria que sare
Quando vejo você
Me diga porque
Não há remendo que repare

Meu coração não sabia, sabiá
Nunca valeu vintém
Nunca quis se entregar
Agora não quer ser de mais ninguém


https://compassolento.wordpress.com/2015/12/02/de-mais-ninguem/

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Sem Pistas

De escura, a noite some
Estrelas dormem a brilhar
A madrugada se ofusca
Faz de si morada e busca
Os que na noite chegam
E se vão ao clarear

Poesia: Adriano Yamamoto
Fotografia: Suellem Almeida


https://compassolento.wordpress.com/2015/10/03/sem-pistas/

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Sobrevivi!

Inspirado num herói da infância eu superei esse meu inferno!

Para ler minha crônica é só clicar no urro do Balboa aí em baixo:

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