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No ano pastoral 2016+17 vamos aprofundar a temática da fé contemplada, tendo Maria de Nazaré como modelo prioritário de fé e de contemplação. Para isso, começamos com uma característica essencial da fé contemplada: o silêncio. O Advento surge como oportunidade para encontrar «um tempo diferente», um tempo preenchido pelo silêncio.

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Volta a olhar o mundo pela primeira vez

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Rezar o domingo décimo quarto, Ano A: 6 de julho de 2014

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Arte de celebrar
CINQUENTA DIAS DE PÁSCOA. É sempre Páscoa! Os domingos seguintes ao «primeiro» não são domingos «após» ou «depois da» Páscoa. São domingos «de Páscoa». A Igreja celebra a ressurreição de Jesus Cristo ao longo de cinquenta dias. Ora, isto tem de estar visível e tem de ser proclamado. A decoração floral, o Círio Pascal, a aspersão com a água (em todos os domingos), a iluminação do altar, do ambão e da fonte batismal, e todos os sinais e símbolos presentes na Vigília Pascal têm de estar presentes e visíveis em todas as celebrações até ao dia de Pentecostes. Sem esquecer a parte musical: os cânticos escolhidos hão de ajudar a perceber o contexto pascal; tal como o «Aleluia», que há de ser cantado com solenidade antes e depois da proclamação do evangelho.
http://bit.ly/QIBxPy

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O Secretariado de Liturgia da diocese do Porto, num artigo do jornal «Voz Portucalense» (19 de março de 2008), apresenta a importância e a simbologia do Círio Pascal, benzido e apresentado solenemente na celebração da Vigília Pascal; e aceso e visível a toda a assembleia em todo o tempo de Páscoa (desde a Vigília Pascal até ao Pentecostes). O Círio Pascal é «símbolo de Cristo»: «O Círio está gravado com um alfa e ómega, primeira e última letra do alfabeto grego (vestígio do tempo em que a liturgia era em grego). O sentido é que Cristo compendia tudo, abarca o tempo todo, nada se exime a Ele. Além disso, o ano indica que a Páscoa é sempre nova, isto é, única e atual, a mesma. Estes símbolos são enquadrados na Cruz: o mistério pascal supõe a morte e a ressurreição (é passagem, não ilude a nossa condição). Tais pormenores não são visíveis, mas permitem uma aproximação, uma informação, despertam a curiosidade e envolvem-na, como complementos enriquecedores, numa expressividade forte».
http://bit.ly/1k3YSoD

A alegria de acreditar
A Páscoa é o tempo da fé. O segundo domingo de Páscoa é, todos os anos, dominado pela figura de Tomé, que nos desafia à alegria de acreditar. Jesus Cristo declara «felizes os que acreditam sem terem visto», os que abrem o coração à vida nova oferecida pela ressurreição. Nascidos na Páscoa, batizados em Cristo, somos os crentes de hoje chamados a construir a Igreja, apoiados no sinal de Cristo Servo: a nossa comunidade é fiel à escuta da Palavra, à oração, à comunhão, ao serviço aos outros? A Eucaristia é fonte de caridade e de alegria para todos os seres humanos.
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