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"MATA ATLÂNTICA"
Poesia


Por trás das montanhas
Além, muito além do infinito
Ecoa uma voz em forma de grito
É a natureza a expressar sua dor

Bosques e florestas, rios, riachos e regatos
Partiram os pássaros, onde estão os animais
Toda riqueza destruída, natureza aniquilada
Enchentes e catástrofes,lagrimas da destruição

De toda sua exuberância floral
Hoje floresta morta, fragmentada
Mata atlântica em seu estado terminal
Resiste ao pouco que lhe resta de vida

Agoniza a natureza aos pés do mar
Quantas vidas destruídas, riquezas perdidas
Que sera das flores? quando a primavera voltar
E não mais a mata atlântica encontrar
Choram as flores silvestres, onde se multiplicar
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26/01/2018
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"AS LAGRIMAS DO JASMIM"
Poesia


Um poema, uma lagrima
O silenciar da alma
No jardim das margaridas
O jasmim sentido se entristeceu

A batido perdeu o perfume a cor!
Entre todas as flores
Somente o jasmim desapercebido passou
E sofre por falta de carinho, amor

Na triste partida, se foi a margarida
A flor de toda uma vida
Até a primavera solidaria se enlutou
Pelo jasmim também sofreu e chorou

Aos elogios e galanteios recebidos, envaidecida
Pobre margarida deslumbrada partiu
Abrigou-se em novo e acolhedor jardim
Sequer um sorriso ao jasmim restou

Até o poesia se descreve amargurada
Pobre jasmim, pobre primavera
Perdeu-se em perfume a jovem margarida
Por vaidade perdeu-se em quimera

O abandono do jasmim a própria sorte
Que perdeu a margarida seu amor
Por tantos anos numa só primavera
Hoje já não sabe por onde anda sua flor
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"UM POUCO POETA, UM POUCO LOUCO"


Distraído olhar vaga pelo horizonte
Me sinto longe ausente
O presente me passa desapercebido
O que esta perto perde o valor

Sou um grão de areia
Perdido neste peito deserto
Me vejo a caminhar por tantos lugares
Como um solitário navegante dos mares

Sinto-me um pouco poeta, um pouco louco
Ao longo da noite caminhando na escuridão
Todos os pensamentos, e insonia
Ou simplesmente falta-me razão,

A lua passeia sozinha pelo universo
Por vezes oculta atrás dos montes
E as estrelas, apenas as estrelas
Se faz luz em seu olhar neste verso


Poeta do Nordeste
A Voz do Sertão
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"FILHAS DA CRUEL SOCIEDADE"
Poema


Favelas herança dos opressores
O espelho da vida vem nos mostrar
Por quantos, e mais quantos
Ao relento deserdadas filhas destes senhores

Favelas!!!
Gente que sofre paciente seu abandono
O sofrimento estampado em cada olhar
Ainda assim não se deixam derrotar

Nobres anônimos das favelas
Vem fevereiro foliões, a festa da igualdade
Carnaval, desce o morro vem pra cidade
Para mostrar a vida em forma de arte

Lá do alto do morro vê-se toda realidade
Discriminadas favelas ocultas na cidade
Um mar de erros e discrepâncias
Gente humilde a superar toda desigualdade

Filhas bastardas do sistema sem endereço,
Nobres tu és anônimas favelas
Quanta tristeza me invade o peito
Sufoca-me a alma tão inglória existência

Num olhar quanta gente empobrecida
Casas simples a fome ronda as paredes
Favelas, vitimas inocentes da cruel sociedade
Que não houve seus filhos a chorar


Poeta do Nordeste
A Voz do Sertão
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VIDAS QUE SE CRUZAM"


Um caminho desconhecido
Cidade sem rumo
Vidas sem esperanças
O amor por tortos caminhos se perdeu

O sol e a chuva, o vento, o frio
Vidas que se cruzam
Por suas calçadas sem destino
Indômita cidade, flores sem jardim

Anestesiadas vidas sem esperanças
Corpos que se juntam na calçada
Numa cidade com suas portas fechadas
Sem pudor, sem amor ou piedade

Sonhos interrompidos, passos indecisos
Ausência de amor mentes em desespero
Um crack sem a bola!!! lhe falta habilidade
Um jovem, uma triste historia
Sufocando-lhe a memoria


Poeta do Nordeste
A Voz do Sertão
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