E quando a gente acha que pode com o sobrenatural, ele vem e nos prova o contrário...

Relato enviado pelo nosso leitor Marcos.

Nessa época eu tinha uns 06 anos de idade e morava no interior de São Paulo. Era de manhã, eu tinha acabado de acordar, tinha dormindo mais minha mãe. Então, levantei e minha mãe permaneceu na cama dormindo normalmente. Abri a porta e comecei a brincar sozinho do lado de fora. Nessa época eu era da igreja, fazia parte de grupos de crianças. Então eu ali brincando vi um vulto passar para um bazinho do lado de minha casa. 

O bar estava com as portas abertas, então quando vi aquele vulto pensei : "Sou de Deus, frequento a Igreja, vou fazer ir embora qualquer coisa que existir ali". Então todo encorajado começei a invocar, falando que se existia algo que saísse naquele momento dali  e o impressionante aconteceu. Quando eu menos penso, sai uma criatura de lá, não me lembro da feição. Só sei que no mesmo instante saí correndo para junto de minha mãe na cama. Foi totalmente horrível, nunca mais quis saber de mexer com essas coisas.

por: Marcos

O sobrenatural faz parte da cultura japonesa e quem mora lá tem umas histórias de arrepiar pra contar, como o relato que posto abaixo:

Se você mora aqui no Japão saberá sobre o que eu estou dizendo!
Uma vez eu e uns amigos fomos acampar na praia de Haibara, Numa noite as meninas inventaram de fazer um luau, já eram 23:00 horas e começou a ventar muito, nesse lugar tinha um paredão, tipo de uma ponte que entrava mais ou menos uns 200 metros pro mar, feito para os pescadores, na ponta dessa ponte tinha uns rochedos onde as ondas batiam fortes, e nessa noite estava muito forte, pois começava um Taifu (Vento forte), então as autoridades locais, pediram que todos que estavam na areia que fossem para os estacionamentos. Quando olhamos pra essa ponte, tinha umas meninas com uniformes escolar, indo em direçao a ponta. Seria muito perigoso, pois a maré aqui no Japão sobe muito rápido devido aos fortes ventos! Nós chamamos um Japonês que tinha um tipo de barzinho de 2 andares, que existe em todas as praias do Japão, e ele só disse que era pra gente não olhar e sair logo dali! Nós saimos,os portões que dividem a cidade com a praia foram fechados e ficamos lá no estacionamento, questionando a sorte das meninas, no outro dia então, já mais calmo, os portões já estavam abertos, e as praias cheias de conchas e algas. Nós perguntamos pro dono do bar se ele tinha notícias das meninas. Ele disse que eram 5 meninas, que várias noites apareciam ali e tinham se jogado a muito tempo atrás!! Nossa, eu fiquei com muito medo de olhar pra lá, nas duas ultimas noites que ficamos ali!!

por: Nando Une

Um relato retirado do blog Histórias Sobrenaturais, espero que curtam :D

Inominável

Meu tio Sebastião já falecido, me relatou esse fato em 1977 quando eu tinha 6 anos.
Hoje aos 42 eu me lembro bem desse relato que ele ao contar se arrepiava:
" Quando ele tinha 18 anos, trabalhava na região nordeste do país abrindo estradas. O trabalho era exaustivo, iniciava-se às 7 da manhã e somente às 17 horas finalizava-se o turno.
Muito cansado, meu tio chegou em casa onde morava com meu pai e minha tia (irmã mais nova), que se preparava para sair. Meu pai não se encontrava na ocasião. Pediu então que minha tia aquecesse seu jantar enquanto ele tomava banho. Minha tia se negou a fazer o que meu tio pedira, afirmando que estava atrasada para um compromisso deixando as panelas sem aquecer a comida.
Meu tio ficou furioso após a saída de minha tia e começou a xingar vários palavrões e dentre eles aquilo que é contrário à "GRAÇA", ou seja, a "DES..."( não escreverei a palavra toda para que não traga energias ruins para mim e para os possíveis leitores dessa história), após ter dito essa palavra inominável, ouviu-se batidas na porta. Ao abrir ainda furioso, meu tio viu um par de pés grandes que sustentavam pernas longas e finas que passavam da soleira da casa, cobertas por um vestido todo rasgado. A figura se abaixou e encarou meu tio ,o seu rosto lembrava uma anciã muito velha com cabelos desgrenhados , os olhos saltando das órbitas, nariz muito fino e apenas um dente lhe saindo do lábio inferior. Meu tio ainda irritado, perguntou o que ela queria.
A resposta veio também em forma de pergunta acompanhada de uma voz horrível, semelhante (segundo ele mesmo me disse), a três vozes falando ao mesmo tempo:
" Ora Sebastião, você não me chamou agora a pouco!!"
Ele então caiu em si e percebeu o que dissera instantes atrás. Sua espinha gelou e numa fração de segundos lembrou-se de invocar o "Arcanjo Miguel" que o defendesse daquela aparição batendo a porta em seguida e trancando-a. Ajoelhou-se no chão da sala e mais uma vez invocou o "Arcanjo Miguel".
Meu tio afirmava sem nenhum constrangimento que chegou a urinar no momento em que se ajoelhou na sala tamanha foi a situação de medo que passou naquele dia. Os anos que se seguiram , jamais se ouviu da boca de meu tio Sebastião qualquer palavra feia.
por: Wilton Freire

O Encontro

Sexta-feira, noite de lua cheia na pequena Greenville, Pensilvânia. As casas acesas, as pessoas na rua, o bar do Bill lotado. Podiam-se ouvir as risadas dos beberrões que já tinham passado do limite. Sentia-me estranha, tinha uma sensação de que algo ruim estava para acontecer.
Experimentei olhar a lua, para esquecer. Linda, gorda e amarela. Hipnotizei-me por alguns instantes.
De repente, escuto barulhos se aproximando, me tiraram do transe. Entre os galhos das árvores, atrás de mim, sai um casal. Reconheci o garoto, Joe Schmied, lembro-me dele pequeno, vinha sempre aqui com seus pais e irmãos, para brincarem durante horas.


Ouvi Joe dizer, certamente sua família nem imaginava onde ele estava e muito menos às escondidas com sua namorada que quando olhou para cima em direção a lua, pude reconhecê-la, Jennifer Sanders, cabelos loiros e encaracolados, rosto redondo, os olhos eram duas esmeraldas, pele branca, macia e bem cuidada, uma menina linda. Joe tinha bom gosto. Resolvi prestar atenção no que faziam. Ele montou a barraca enquanto Jennifer juntava os gravetos e acendia a fogueira. Tiraram alguns marshmallows da mochila, sentaram nas grandes raízes da árvore atrás deles e começaram a cozinhar os pedacinhos brancos presos nos espetos.
Tudo perfeito, o tempo passou rápido e já era tarde quando senti o chão tremer. O casal não sentiu, continuaram abraçados olhando a fogueira consumir toda  a madeira. Vejo algo correndo, pequeno e distante, aquela sensação ruim toma conta de mim. Sei que aquilo que está vindo é algo ruim. Continua avançando, como um trem desgovernado, o casal estático, não sente o chão tremer.


Tento avisá-los, grito, gesticulo, mas sem sucesso, eles não me ouvem e não me vêem. A coisa é uma fera, um lobo que avança em minha direção, o chão treme com mais intensidade conforme se aproxima, mas nem Joe nem Jennifer sentem. Grito e gesticulo de novo, mas nada, eles não olham pra mim. O lobo, que ao longe era pequeno, é enorme, pêlos espessos pretos, o focinho comprido, os olhos dilatados e as orelhas pontudas em alerta. Ele pára atrás de mim. O casal está distraído, conversando amenidades.Moon Werewolf


- Ei Joe, sai daí. - tento chamá-lo sem que a fera  me escute.


Ele não ouve e ela dá o bote. Arranca a cabeça, o sangue jorra, Jennifer grita horrorizada, o animal investe contra a garota, provando sua carne e se lambuzando de sangue. Tentei avisá-los, mas não me ouviram. O lobo, satisfeito após a refeição, dá um uivo de triunfo. Fez-me gelar, minhas raízes tremerem e minhas folhas... Chacoalharem.
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