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Segunda-feira, 25 de março (Ano Bíblico: 1Samuel 7–10)


O ARMAGEDOM CHEGA AO FIM

2. Leia Apocalipse 19:11-16. Qual é o nome do cavaleiro montado no cavalo branco, e o que significa o fato de que uma espada afiada sai de Sua boca? Como podemos estar do lado vencedor no fim?_____________________________________________________________________________________________

O que vemos aqui é uma descrição da segunda vinda de Cristo, o cumprimento da promessa tão almejada pelos cristãos de todos os séculos. Como Jesus, Seu povo tem fundamentado sua fé na Palavra de Deus. Em Apocalipse 19:11 a 16, está registrado o ponto culminante das muitas vitórias de Jesus: Ele derrotou Satanás no Céu; Ele o derrotou no deserto; também o derrotou na cruz; e Ele o derrotará em Seu retorno.

“Surge logo no Oriente uma pequena nuvem negra, aproximadamente da metade do tamanho da mão de um homem. É a nuvem que rodeia o Salvador, e que, a distância, parece estar envolta em trevas. O povo de Deus sabe ser esse o sinal do Filho do homem. Em solene silêncio fitam-na enquanto se aproxima da Terra, mais e mais brilhante e gloriosa, até se tornar uma grande nuvem branca, mostrando na base uma glória semelhante ao fogo consumidor e coroada pelo arco-íris da aliança. Jesus, na nuvem, avança como poderoso vencedor. Agora, não como ‘Homem de dores’, para sorver o amargo cálice da ignomínia e miséria, Ele vem vitorioso no Céu e na Terra para julgar os vivos e os mortos. ‘Fiel e verdadeiro’, Ele ‘julga e peleja em justiça.’ E ‘seguiram-No os exércitos no Céu’ (Apocalipse 19:11, 14). Com antífonas de melodia celestial, os santos anjos, em vasta e inumerável multidão, acompanham-No em Seu avanço. O firmamento parece repleto de formas radiantes – ‘milhares de milhares, milhões de milhões.’ Nenhum ser humano pode descrever a cena, nenhuma mente mortal é apta para conceber seu esplendor” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 640, 641).

Em 2 Tessalonicenses 1:8 a 10, Paulo apresentou outra descrição da vitória final de Cristo na Sua segunda vinda, quando todos os poderes seculares e religiosos que conspiraram contra Ele serão destruídos, e Seu povo será libertado por toda a eternidade.

Em Apocalipse 19, são descritas duas ceias, uma no verso 9 e outra nos versos 17 e 18. Na primeira ceia, a pessoa se alimenta; na outra, ela serve de alimento. É difícil imaginar um contraste mais forte entre o que está em jogo no grande conflito pelos seres humanos. Ao refletir sobre essa imagem, por que devemos levar a sério nossa fé e a missão que a fé nos leva a cumprir?

Fortaleça sua vida por meio do estudo da Palavra de Deus: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org
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Domingo, 24 de março (Ano Bíblico: 1Samuel 4–6)


A CEIA DAS BODAS DO CORDEIRO

1. Leia Apocalipse 19:6-9 e João 14:1-3. Por que a ceia das bodas ilustram adequadamente a tão aguardada união entre Cristo e Seu povo?_____________________________________________________________________________________________

Há dois mil anos, Cristo deixou Sua casa celestial para convidar Seus seguidores às bodas (Mateus 22:1-14), que ocorreriam após Seu casamento com Sua noiva. “O casamento representa a recepção do reino por parte de Cristo. A santa cidade, a Nova Jerusalém […], é chamada ‘a esposa, a mulher do Cordeiro’ […]. No Apocalipse é dito que o povo de Deus são os convidados à ceia das bodas (Apocalipse 19:9). Se são convidados, não podem ser também representados pela esposa […].

“A mesma figura do casamento é apresentada na parábola do capítulo 22 de Mateus, em que claramente se representa o juízo de investigação como ocorrendo antes das bodas. Antes das bodas o rei vem para ver os convidados (Mateus 22:11), a fim de verificar se todos têm trajes nupciais, vestes imaculadas do caráter lavadas e embranquecidas no sangue do Cordeiro” (Apocalipse 7:14; Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 426-428). Depois de Sua morte e ressurreição, o Noivo voltou à casa de Seu Pai para preparar um lugar para Seu povo, Seus convidados (veja João 14:2, 3). Eles permanecem na Terra se preparando para o retorno Dele. No fim deste mundo de pecado, Ele retornará para levá-los à casa de Seu Pai.

Em Apocalipse 19:8, está escrito que Cristo entregou o linho finíssimo e puro à noiva. Isso mostra que os convidados para as bodas que entram na cidade não reivindicam nenhum mérito por suas obras. Portanto, o “linho finíssimo, resplandecente e puro” representa “os atos de justiça dos santos”, provenientes de sua união com Cristo, que vive neles. Consequentemente, essas vestes simbolizam Sua justiça, e o fato de que Seu povo guarda “os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12). Enquanto esteve na Terra, Jesus contou uma parábola sobre um casamento. No entanto, um dos convidados preferiu usar suas próprias vestes em lugar das vestes nupciais oferecidas pelo rei, e foi, assim, expulso da festa (Mateus 22:1-14).

Em Apocalipse 3:18, vemos que as vestes da justiça de Cristo, o ouro da fé e amor, e o colírio do Espírito Santo são a maior necessidade do povo de Deus que vive no tempo do fim. A oferta de Jesus aos laodiceanos para que eles comprem Dele essas dádivas nos mostram que Ele pede algo em troca daquilo que é oferecido. Devemos abandonar a autossuficiência e a confiança em nós mesmos por uma vida de obediência fiel a Cristo e confiança Nele como nossa única esperança de salvação.

Embora não sejamos salvos por nossas obras, qual é a posição que os “atos justos” ocupam em nossa vida? O que eles revelam sobre nossa salvação?
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Lição dos adultos 13 - 23 a 29 de março


“FAÇO NOVAS TODAS AS COISAS”

SÁBADO À TARDE (Ano Bíblico: 1Samuel 1–3)

VERSO PARA MEMORIZAR: “E Aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras” (Apocalipse 21:5).

LEITURAS DA SEMANA: Apocalipse 19:6-9; 19:11-16; 20:1-3; 20:4-16; 21:2-8; João 14:1-3; Jeremias 4:23-26

A destruição da Babilônia do tempo do fim é má notícia para os que colaboraram com esse sistema religioso apóstata. No entanto, é uma boa notícia para o povo de Deus (Apocalipse 19:1-7). Babilônia é a responsável por induzir os poderes políticos seculares a perseguir e a prejudicar os cristãos fiéis (Apocalipse 18:24). A destruição dessa grande adversária significa libertação e salvação para o povo remanescente.

Com a destruição de Babilônia, a oração do povo de Deus, na cena do quinto selo, é finalmente respondida. O clamor deles: “Até quando, ó Soberano Senhor?” (Apocalipse 6:10) representa a súplica dos fiéis oprimidos e sofredores desde Abel até o momento em que Cristo finalmente os vindicará (Salmo 79:5; Habacuque 1:2; Daniel 12:6, 7). O livro de Apocalipse assegura ao povo de Deus que o mal, a opressão e o sofrimento chegarão ao fim.

Chegou então o tempo de Cristo inaugurar Seu reino eterno. Os capítulos restantes do Apocalipse descrevem não apenas a destruição da Babilônia do fim dos tempos, mas também a destruição de Satanás e de todo o mal. Também vislumbramos o estabelecimento do reino eterno de Deus.
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Escola Sabatina - Lição 13 - Faço novas todas as coisas

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Sexta-feira, 22 de março (Ano Bíblico: Rute)


ESTUDO ADICIONAL

Antes do pleno colapso moral de Babilônia, uma voz do Céu apela ao povo de Deus que ainda está em Babilônia: “Retirai-vos dela, povo Meu” (Apocalipse 18:4). Muitos adoradores de Deus ainda estão em Babilônia por várias razões. Deus usa Sua igreja para apelar a essas pessoas que saiam desse sistema religioso apóstata e não participem de seus pecados. Elas devem se retirar para escapar do destino de Babilônia. Deus não deseja que ninguém pereça (2Pedro 3:9). Em Apocalipse 19:1 a 10, revela-se que muitas pessoas que temem a Deus em Babilônia responderão ao chamado. Pense na tremenda responsabilidade que recai sobre nós como igreja remanescente de Deus. O que isso revela sobre nossa necessidade da verdade divina em nosso coração e do derramamento do Espírito Santo em nossa vida?


PERGUNTAS PARA DISCUSSÃO

1. Como Apocalipse 18:4 revela, há muitas pessoas tementes a Deus em Babilônia a quem o Senhor chama de “Meu povo”. “Não devemos sair de nosso caminho para fazer duras acusações aos católicos. Entre eles existem muitos que são cristãos muito conscienciosos, que andam em toda a luz que brilha sobre eles, e Deus agirá em favor deles. Os que têm tido grandes privilégios e oportunidades, e que não têm aproveitado suas faculdades físicas, mentais e morais […] estão em maior perigo e em maior condenação diante de Deus, do que os que se acham em erro a respeito de pontos doutrinários, mas que, não obstante, procuram viver para fazer o bem aos outros” (Ellen G. White, Evangelismo, p. 575). Como devemos tratar os outros?

2. Em Apocalipse 17, é descrita uma prostituta montada em uma besta escarlate. Enquanto a mulher do capítulo 12 simboliza a igreja de Deus, a do capítulo 17 se refere a uma igreja apóstata que engana o mundo. Quais são as semelhanças e diferenças entre elas?

3. Por que é tão importante que hoje permaneçamos fiéis, verdadeiros e puros à mensagem que Deus nos concedeu? Leia Apocalipse 16:15, um apelo à fidelidade em meio à descrição da apostasia mundial. Como podemos aplicar essa advertência a nós hoje?
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Quarta-feira, 20 de março (Ano Bíblico: Juízes 17–19)


AS SETE CABEÇAS DA BESTA

6. Leia Apocalipse 17:9-11 e 13:18. A condição para compreender as sete cabeças é ter uma mente sábia (NVI). Que tipo de sabedoria está em questão aqui? Como se obtém essa sabedoria comunicada por Deus (veja Tiago 1:5)?_____________________________________________________________________________________________

O anjo explicou que as sete cabeças eram sete montes. Alguns tradutores consideram que essas sete montanhas fazem alusão às sete colinas sobre as quais a cidade de Roma está situada e, por essa razão, eles traduziram a palavra grega oroi (“montes”) como “colinas” (NVI). Porém, há também sete reis, que são simbolizados pelos sete montes. Além disso, esses montes são sucessivos, não simultâneos.

Esses montes não simbolizam reis de maneira individual, pois o Apocalipse não lida com indivíduos, mas com sistemas. Na Bíblia, os montes muitas vezes simbolizam poderes ou impérios do mundo (Jeremias 51:25; Ezequiel 35:2, 3). Na profecia bíblica, os “reis” representam reinos (veja Daniel 2:37-39; 7:17). Portanto, os sete montes simbolizam sete grandes impérios sucessivos que dominaram o mundo ao longo da história, mediante os quais Satanás se opôs a Deus e feriu Seu povo.

Da perspectiva de tempo de João, cinco desses impérios já haviam caído, um deles existia e o outro ainda não havia chegado ao poder. Embora os intérpretes adventistas não concordem em uma única opinião, muitos defendem que os cinco que haviam caído foram os grandes reinos que dominaram e, por vezes, feriram o povo de Deus nos tempos do Antigo Testamento. São estes: Egito, Assíria, Babilônia, Média-Pérsia e Grécia. O reino que existia era o Império Romano dos dias de João.

O sétimo reino que ainda não havia chegado era a besta do mar de Apocalipse 13, o papado romano, que dominou e feriu o povo de Deus, e que viria após os dias de João e após a queda do Império Romano pagão. A história tem atestado poderosamente a verdade dessa profecia, escrita muitos séculos antes que os acontecimentos se desenrolassem.

João foi ainda informado de que a besta escarlate é um oitavo poder mundial, embora seja uma das sete cabeças (poderes mundiais). Qual das sete? Visto que as cabeças estão em uma sequência de tempo, a oitava deve ser a sétima cabeça que recebeu a ferida mortal. Nos dias desse oitavo poder mundial, a besta escarlate aparece, levando a prostituta, Babilônia, e promovendo seus objetivos. Hoje, vivemos no momento da cura da ferida mortal. O oitavo poder mundial aparecerá em cena pouco antes do fim e caminhará para a perdição.
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Quinta-feira, 21 de março (Ano Bíblico: Juízes 20, 21)


O JUÍZO DE BABILÔNIA

7. Leia Apocalipse 16:14-16 e 17:12-15. O que esses textos declaram sobre os “dez reis”? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:

A. (  ) Eles ainda não haviam recebido o reino, mas receberiam autoridade como reis, com a besta, por uma hora.

B. (  ) Eles haviam se humilhado perante Deus.

Diferentes interpretações têm sido oferecidas em relação à identidade dos dez reis. No entanto, o Apocalipse não revela quem eles são. Tudo o que podemos extrair do texto é que eles são uma confederação política efêmera que surgirá pouco antes do fim e que apoiará a prostituta. O número deles significa que os poderes mundiais renderão total e resoluta fidelidade à besta.

Em Apocalipse 17:13, 14, reitera-se, em poucas palavras, a batalha do Armagedom, introduzida em Apocalipse 16:12 a 16. Induzida pelos poderes demoníacos operadores de milagres juntamente com o dragão, a besta do mar e o falso profeta, a confederação política mundial guerreará contra o Cordeiro. Em outras palavras, a batalha do Armagedom não será um conflito bélico no Oriente Médio, mas o conflito final da segunda vinda de Cristo, no qual Satanás e sua confederação lutarão contra Cristo e Sua hoste angélica.

8. Leia Apocalipse 17:16-18. Pelo que vimos em Apocalipse 16:2-12, o que está por trás da mudança de atitude dos dez reis em relação a Babilônia? Quem é responsável pelo que acontecerá com Babilônia?_____________________________________________________________________________________________

Os dez chifres, que sãos os poderes que sucedem as nações divididas da Europa, cheios de ódio, de repente se voltarão contra a prostituta, Babilônia (a manifestação do papado no tempo do fim), fazendo-a desolada e despojada. Simbolicamente, eles comerão sua carne e a destruirão com fogo. Ao escrever sobre o que ocorrerá com a prostituta Babilônia, João empregou uma linguagem semelhante ao que Deus disse que ocorreria com a adúltera Jerusalém (Jeremias 4:30). Queimar no fogo era o castigo da filha do sacerdote que estivesse envolvida com imoralidade sexual (Levítico 21:9). Os poderes políticos enganados ficarão desiludidos por causa da incapacidade de Babilônia para protegê-los das pragas. Eles se sentirão enganados e, em hostilidade, a atacarão. Esse sistema religioso apóstata do tempo do fim sofrerá a plenitude do juízo divino, juntamente com todos aqueles que escolheram se identificar com ele.

Muitas perguntas sobre os eventos finais ainda permanecem sem resposta e, portanto, podem parecer confusas para nós. Qual promessa específica foi dada em Apocalipse 17:14, e o que essa promessa significa para nós?
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Segunda-feira, 18 de março (Ano Bíblico: Juízes 11, 12)


A PROSTITUTA MONTADA NA BESTA ESCARLATE

3. Leia Apocalipse 17:1, 3. Por que os símbolos “água” e “besta” descrevem adequadamente os apoiadores de Babilônia?_____________________________________________________________________________________________

Ao ser levado em visão para o deserto, João viu uma mulher montada em uma besta escarlate. Enquanto a prostituta representa uma entidade religiosa, a besta simboliza um poder político. A imagem da religião dominando os poderes seculares e políticos indica duas entidades separadas, algo que não era o caso no passado, quando a religião e a política estavam integradas. Contudo, a profecia revela que essas duas entidades se unirão no tempo do fim. O conceito de montar em uma besta indica domínio; como aquela que está montada na besta, esse sistema religioso do tempo do fim dominará os poderes seculares e políticos.

4. Quais características da prostituta apontam para o dragão, para a besta do mar e para a besta que emerge da Terra, em Apocalipse 12 e 13?_____________________________________________________________________________________________

A prostituta foi retratada de maneira extravagante, vestida de púrpura e escarlate, e adornada com ornamentos de ouro, pedras preciosas e pérolas. O ato de se adornar era uma prática das prostitutas na Antiguidade para aumentar seu poder de sedução (Jeremias 4:30). Como a cor do sangue, a escarlate corresponde ao caráter opressor desse sistema religioso.

O vestido da prostituta falsifica as vestes do sumo sacerdote no Antigo Testamento, que incluíam as cores púrpura, escarlate e ouro (Êxodo 28:5, 6). A inscrição blasfema na testa da prostituta substitui a inscrição “SANTIDADE AO SENHOR” na mitra do sumo sacerdote (Êxodo 28:36-38). O cálice em sua mão nos lembra os utensílios do santuário, nos quais o rei Belsazar e seus convidados beberam vinho (Daniel 5:2-4). O cálice na mão da prostituta utiliza a aparência da verdade para esconder o vinho, as falsidades do sistema religioso de Satanás no fim dos tempos, a fim de seduzir o mundo para longe de Deus.

Além disso, a prostituta Babilônia foi descrita como embriagada com o sangue dos santos e dos mártires que morreram como resultado de seu testemunho. Esses crimes de sangue ligam a Babilônia do tempo do fim ao cristianismo apóstata medieval, liderado pelo papado e responsável pela morte de milhões de cristãos fiéis ao evangelho.

A descrição da prostituta Babilônia reflete a imagem de Jezabel na igreja de Tiatira (Apocalipse 2:20-23). Como os paralelos entre essas mulheres elucidam o caráter da Babilônia do tempo do fim?
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