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Para presidente da Turquia, vários dólares dos EUA foram dados para forças terroristas no território sírio

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Pi (1998) de Darren Aronofsky.
Para os desinformados que não gostam de exercitar a mente, que gostam de tudo mastigado e explicadinho, fiquem  sabendo que o filme não tem muita inclinação para esse estilo. “Pi” a todo momento é um exercício para a mente. Desafiador, complexo, alucinante e frenético. Assisti-í-lo, já é um grande desafio. É um filme anormal e nada convencional que pode fazer bastante gente desistir de assistí-lo logo nos primeiros minutos, pela tamanha complexidade e informações que invadem os cérebros desprevinidos. Mas não há o que temer. O filme pode sim ser assitido sem o menor problema e o que menos importa é entendê-lo ou decifrá-lo. Darren Aronofsky deixa a maior parte das perguntas no ar, mesmo após o término do filme. E mantér o público no escuro é apenas mais umas de suas táticas infalíveis para tornar mais doloroso o ritmo nervoso e rápido do filme.
Filmado em preto e branco de alto contraste com várias técnicas frenéticas e radicais de câmera, Pi é um daqueles filmes que não conseguimos entender como alguém pode criar ou escrever algo com tamanha genialidade. A trajetória de Max durante todo o filme, leva o espectador a se fazer tal pergunta. Suas descobertas e suas pesquisas estão o deixando louco. Tido como um gênio da matemática, Max está prestes a descobrir o número completo do Pi, o que fez ainda com que compreendesse tudo o que existe na Terra, já que percebeu que todos os eventos se repetiam após um determinado espaço de tempo. Assim, Max pôde adivinhar o que viria a acontecer no mercado da Bolsa de Valores, o que ocasiona a cobiça por parte dos representantes da Wall Street e por uma seita que tem a intenção de desvendar os segredos do Torá, livro que contém segredos das antigas escrituras sagradas, e que lhe daria acesso diretamente ao criador.
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O Jardim Zoológico e de Aclimação de Lisboa MHB localiza-se em Sete Rios, em Lisboa, Portugal. Actualmente reúne um conjunto representativo de todo o planeta, com cerca de 2000 animais de 332 espécies diferentes, assim divididos:
114 mamíferos
157 aves
56 répteis
5 anfíbios e
1 colecção de artrópodes.
Inaugurado em 1884, as suas primitivas instalações foram no Parque de São Sebastião da Pedreira, vindo a serem transferidas em 1894 para os terrenos de Palhavã, no terreno onde hoje se situa a Fundação Calouste Gulbenkian. Mais tarde, em 1905, o Jardim Zoológico foi transferido para a sua actual localização, na Quinta das Laranjeiras, em Sete Rios.
História
O Zoo tem 136 anos.
Antecedentes
A ideia para a criação de um jardim zoológico em Portugal, nomeadamente em Lisboa, remonta a 1882, conforme rumores que começaram a circular na imprensa lisboeta em Agosto daquele ano. À época ainda não existia na península Ibérica nenhum parque dedicado à flora e fauna exóticas do mundo, embora tanto Espanha quanto Portugal já terem sediado menageries reais anteriormente.
Os seus idealizares foram Dr. Van Der Laan, proprietário do maior aviário do país à época, Bento de Sousa, o Dr. Sousa Martins e May Figueira. Juntos decidiram formar uma sociedade zoológica e de aclimação de animais e plantas nos moldes das que já existiam em França e nos Países Baixos.
Nos finais desse ano o grupo viajou pela Europa, em visita aos jardins zoológicos já existentes em algumas capitais europeias, recolhendo conhecimentos e práticas para a criação de um jardim zoológico em Lisboa.
A 19 de Fevereiro de 1883 um grupo de notáveis portugueses reuniu-se para a apresentação do projecto, e com o incentivo do próprio rei D. Luís foi elaborada uma escritura (5 de Setembro de 1883), após os necessários estudos e levamento de capital. Em seguida iniciaram-se as obras nos terrenos escolhidos, em São Sebastião da Pedreira, com a construção de pavilhões, viveiros e gaiolas, para manter os primeiros animais em exposição.
Desse modo, a 28 de Maio de 1884 foi inaugurado solenemente o Jardim Zoológico de Lisboa, com uma colecção de 1127 animais à disposição do público, alguns dos quais doados pela Família Real Portuguesa e outras personalidades.
Primeiros anos
O público acorreu em grande número e euforia à cerimónia de inauguração, que contou com a presença da Família Real e de diversas autoridades. Até ao fim do ano registou-se uma afluência de 170.000 visitantes, que elegeram como principal atracção sobretudo os grandes felinos e a fauna do continente africano.
Os dois anos seguintes continuaram a atrair muitos visitantes, mas dificuldades diversas, entre as quais alegadamente o mau tempo, registou-se uma queda acentuada no número de visitas, defrontando-se o jardim zoológico com algumas dificuldades, solucionadas com um pedido de subsídios à Câmara Municipal da cidade, e com a criação de uma nova atracção, passeios de barco pagos no lago do parque, bastante populares à época. Com isso a instituição conseguiu equilibrar as receitas e fazer algumas obras.
O ano de 1892 começou com um rigoroso Inverno que provocou diversos estragos no jardim, como o derrubamento de árvores e a destruição da cobertura de alguns pavilhões e viveiros. Antes do final do ano vieram a falecer os donos do parque, o Dr. João António Pinto e D. Maria das Dores Pinto, com o fim da cessão dos terrenos onde se instalara o jardim.
Mudança para a Palhavã
Em 1894, o jardim zoológico foi obrigado a contentar-se apenas com os terrenos da Palhavã (onde hoje se situa Fundação Calouste Gulbenkian), contíguos a Norte aos de São Sebastião da Pedreira, que arrendara para as suas novas instalações. Os terrenos de semeadura adivinhavam-se difíceis devido à falta de vegetação e à difícil comparação com a beleza do antigo parque, que os visitantes já estavam acostumados. Procedeu-se então a uma rápida arborização e construção de instalações para os animais.
A 13 de Maio de 1894 procedeu-se a reinauguração do parque, ainda sem o grande lago e a vegetação frondosa a que o público já se acostumara. Neste período, o Jardim Zoológico começou a vender e exportar animais, dos que possuía em excesso, de forma a conseguir equilibrar as finanças do parque. Esta tarefa era facilitada uma vez que a Empresa Nacional de Navegação cedia gratuitamente o transporte dos animais, o que também facilitava a vinda de novos espécimes doados pelas várias colónias portuguesas em África e no Oriente. No coreto do jardim, também tiveram lugar concertos por parte de bandas musicais, o que atraía mais público, convertendo o Jardim Zoológico em um autêntico espaço cultural.
Em 1902 foi inaugurada uma nova linha de elétrico (carreira 24) que parava no Zoo, facilitando assim o afluxo de visitantes ao parque.
Com o arrendamento dos terrenos a acabar em 1905 a sociedade do jardim, em 1903, decidiu arrendar os terrenos da Quinta das Laranjeiras em Sete Rios, com a generosidade do proprietário, o Conde de Burnay. Durante os meses seguintes fez-se uma vez mais a mudança dos equipamentos do Jardim Zoológico para a nova morada.
Quinta das Laranjeiras
Em 28 de Maio de 1905 ocorreu a inauguração do novo parque na Quinta das Laranjeiras. Estes terrenos já se encontravam bastante arborizados, e a área oferecia maior espaço para as instalações dos animais (cerca de 94 000 m²). Em Agosto desse ano registou-se a fuga de um leopardo enquanto estava a ser transferido. O animal teve que ser abatido por um membro da Guarda Nacional, não causando feridos ou danos materiais, mas a Imprensa deu enorme destaque ao acontecimento, chegando a exagerar em algumas ilustrações.
Apenas em 1907 foram assinadas as escrituras com as cláusulas para o estabelecimento definitivo do Jardim Zoológico no Parque das Laranjeiras.
O rei D. Manuel II foi convidado para presidente honorário da instituição, a suceder a D. Carlos I, seu pai.
Nesta época o Jardim Zoológico enfrentou alguns problemas ligados aos cuidados de saúde com algumas espécies que lentamente se iam extinguindo no parque, nomeadamente os chimpanzés. Por outro lado, outras mostravam grande vivacidade e longevidade, havendo ursos, grifos, águias e macacos que remontavam às instalações de São Sebastião da Pedreira e outras que mostravam elevada capacidade de reprodução, nomeadamente felinos, ursos, veados, lobos e primatas. O Jardim Zoológico continuava a receber uma grande variedade de fauna africana doada pelos membros dos seus governos e assim, em 1911 iniciam-se as primeiras permutas de animais com outros jardins zoológicos do mundo.
Século XX
Em 1912 o Jardim Zoológico de Lisboa pediu a colaboração do arquitecto Raul Lino para projectar novas instalações para os animais, a começar pela dos cangurus. Ainda nesse ano, a 12 de Março, o Congresso da República decretou uma lei que declarou o "Jardim Zoológico e de Aclimação de Portugal" como instituição de Utilidade Pública, tendo o decreto a data de Março de 1913. Ainda nesse ano foi fundado o "Grupo dos Amigos do Zoológico", tendo como primeiro associado o então presidente da República, Dr. Manuel Arriaga. O ano foi marcado também pelo recebimento, como doação, do seu primeiro hipopótamo. A instituição aproveitou este animal de grande porte para fazer uma grande campanha de publicidade, com numerosos cartazes pelas ruas da cidade, registando com isso um aumento de visitas.
Em Agosto de 1926 o Jardim recebeu mais uma importante doação de animais, inclusive o seu primeiro elefante africano, oferecido pelo rei de Itália juntamente com dois dromedários.
Raul Lino prosseguiu os seus trabalhos de requalificação e construção de novas instalações para os animais com destaque para a aldeia dos macacos, que viria a ser um dos marcos mais conhecidos do Jardim Zoológico e atrairia quantidade expressiva de visitantes após a sua inauguração, em Maio de 1927.
O ano de 1928 foi marcado pelo recebimento de um grande lote de aves do Brasil, oferecidas pelo cônsul de Portugal em Manaus, Sr. Anuplio de Lemos.
Em 22 de Maio de 1931 foi inaugurado o "Solar dos Leões", com a presença do Presidente da República e outras autoridades. O Solar possibilitava uma visão inovadora sobre estes animais, uma vez que não tinha barras de ferro na frente, algo que agradou muito aos visitantes.
O realizador Cottinelli Telmo filmou no Jardim Zoológico em 1933 cenas para a sua "A Canção de Lisboa", filme que alcançou enorme sucesso. Nele, o personagem interpretado por Vasco Santana visita o zoológico com as suas tias. Também nesse ano foram construídos a ilha dos ursos e o cerrado dos elefantes.
Em 1936 regista-se o falecimento de Manuel Emygdio da Silva, presidente da administração, homenageado com um busto no parque e o seu nome dado a uma rua adjacente ao zoo.
No ano de 1937, entre outros, apenas da colónia da Guiné Portuguesa, chegaram cerca de 440 animais.
Em 1940, a pedido do comissariado para as comemorações da exposição "O Mundo Português", o Jardim Zoológico cedeu vários animais para participarem no desfile de abertura, entre os quais um elefante asiático.
As suas instalações foram melhoradas com a execução de novas obras nos anos de 1946 e 1947 destacando-se a "casa das girafas", a "torre dos corvos", e ainda um parque rústico onde os habitantes de Lisboa podiam apreciar um pouco da vida rural.
Em 1949 foi feita uma homenagem a Raul Lino com a instalação de lápide com o nome "Jardim Raul Lino" no espaço da esplanada do lago.
Mais tarde, em 1952, foi entregue a medalha de ouro da cidade com que a Câmara Municipal de Lisboa galardoou a instituição naquele ano, ficando o Jardim com os dois mais prestigiados prémios de reconhecimento: o de "Instituição de Utilidade Pública" e a "Medalha de Ouro de Lisboa".
Em 1955 o jardim zoológico recebeu, como presente da Companhia de Diamantes de Angola, um ocapi macho e recebeu uma cria de rinoceronte branco, espécie que não se via no país desde o reinado de D. Manuel. O "Solar dos Leões" também foi requalificado e ampliado.
No ano seguinte (1952) a instituição continuou a receber mais espécimes raros nomeadamente aves do Brasil, ursos polares, flamingos, cangurus mais um rinoceronte e com grande destaque um gorila. Estas novas atracções fizeram aumentar o número de visitantes (meio milhão só no ano de 1956). Já se dizia na época que o Jardim Zoológico de Lisboa era um dos mais belo da Europa.
Continuaram nos anos seguintes novas remessas de animais com destaque para uma casal de tigres, crocodilos, chimpanzés, gibões, uma foca da Gronelândia, uma tartaruga marinha.
Em 1961, ano em que o jardim zoológico ultrapassou o meio milhão de visitantes, inaugurou-se em Outubro a nova e majestosa entrada de Sete Rios. Para além disto também se destacou a inauguração do "Jardim Zoológico dos Pequeninos", um espaço dedicado às crianças. Esse ano destacou-se ainda por mais de 1000 nascimentos, das mais variadas espécies, e pela aquisição de um casal de orangotangos. Inauguraram-se ainda uma pista de patinagem, os passeios de elefante e o retorno dos passeios de barco no lago.
A 9 de Junho de 1965 foi feito Membro-Honorário da Ordem de Benemerência.[2]
Do ano de 1965 em diante continuaram a haver inúmeros nascimentos com destaque para o de um gorila em 1969, espécie em perigo de extinção. Em 1972 nasceu uma ninhada de tigres da Sibéria.
Os anos de crise (1974 a 1980)
A Revolução dos Cravos e a independência das antigas colónias portuguesas mergulharam o Jardim Zoológico numa situação de crise por falta de verbas. À época deixou de receber subsídios oficiais e as verbas que provinham dos governos de Angola e Moçambique. Também ficaram suspensas as remessas de animais desses países africanos.
No início da década de 1980 foram tomadas medidas para solucionar os problemas que o zoológico enfrentava. Com o falecimento do Prof. Viegas da Costa foi nomeada em 1983 uma nova administração que, graças à publicidade, à participação de várias empresas e entidades, e da criação do bingo, tornou possível revitalizar a instituição.
Após a aquisição de novos animais e da celebração do centenário do Jardim Zoológico, na qual se fez uma homenagem ao anterior administrador, com a presença de vários membros do Governo, a inauguração do Bingo, no qual as receitas reverteriam para a modernização do zoo, como a ampliação do cemitério dos cães entre outras o Jardim conseguiu melhorar as condições oferecidas aos seus animais.
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2016-01-05
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QUEM SÃO OS “ARCONTES” MENCIONADOS EM ANTIGAS ESCRITURAS? quarta-feira, 26 de abril de 2017
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90% dos judeus do mundo não vêm do Israel bíblico, mas das terras do Cáucaso. Além disso, eles nem são inteiramente judeus. Seu material genético é um mosaico de genes dominados pelos antigos povos caucasianos da Mesopotâmia, antepassados ​​europeus e até mesmo cipriotas, além do semítico. De acordo com pesquisas publicadas em Biologia e Evolução do Genoma, grupos de israelenses chegaram a essas terras entre o Mar Negro e o Mar Cáspio até o império que as acolheu foi convertido ao judaísmo. Foram esses convertidos que encenaram uma nova diáspora para a Europa.

A história, cheia de muitos gramas de mito, considerava que os judeus europeus atuais (que 90% e que na verdade, depois do Holocausto, não vivem nesse continente, mas na América e no Israel moderno) são descendentes de tribos israelitas e cananeus . Após a conquista muçulmana da Palestina no século VII, eles a abandonaram para se estabelecer na Alemanha (Ashkenaz, em hebraico). Mais tarde, no século XV, um pequeno grupo de cerca de 50 mil indivíduos iria para o leste (Polônia, Rússia da Ucrânia ...) e em um boom surpreendente se multiplicaria para supor a maior parte da população judaica. Estes são os elementos básicos da hipótese de Renânia (ou terras do Reno, um rio alemão) sobre a origem dos judeus europeus, que não inclui Sephardim ou espanhóis (ver suporte).

No entanto, o geneticista da Universidade Johns Hopkins (EUA) e de origem judaica, Eran Elhaik , realizou uma investigação cujos resultados provocativos desmantelaram vários mitos. A genética, sugere seu estudo, argumentaria que não havia essa emigração seminal para a Alemanha ou, pelo menos, o fator alemão não explicaria a origem da maioria dos judeus europeus. Na verdade, estes viriam do Cáucaso. Lá, desde o fim da Idade do Ferro, o i japzaroemergiu. Formado por uma amálgama de tribos eslavas, citas, iranianos, turcos e até mesmo hunos e alanos, frequentou durante séculos chegadas sucessivas de judeus tanto Palestina e Mesopotâmia, onde os descendentes do povo judeu viveu babilônico Nabucodonosor II levou com ele depois destruir Jerusalém, em 587 antes da nossa era. Séculos mais tarde, os Khazars se converteram ao judaísmo

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Defesa russa: os EUA impedem a entrega de ajuda humanitária à Síria

Rússia denuncia os EUA por obstruir a chegada da ajuda humanitária ao território da Síria.

Conforme informado pela agência russa Sputnik na quarta - feira , o Ministério da Defesa da Rússia atacou os Estados Unidos porque este impede a chegada de ajuda humanitária a áreas localizadas no território sírio, onde ainda existem confrontos.

"Durante a conferência de vídeo, o lado russo (o Ministério da Defesa) abordou e apontou a questão das atividades dos EUA, que visam impedir a passagem da ajuda humanitária através da zona de 55 quilômetros (Al-Tanf, no sul da Síria) ", lê uma declaração do Centro Russo para a Reconciliação na Síria.

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Los terroristas publican las imágenes de su nueva base en el sur de #Siria y cerca de los altos de Golán ocupado por Israel, bautizada como “Abu Hashim”, en memoria del cabecilla de Daesh abatido el año pasado.
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