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INTERVENÇÃO NO RIO - INCOMPETÊNCIA, DESPREZO E OPORTUNISMO DO SISTEMA

Ora, não é de hoje que todos sabem que a situação no Rio de Janeiro está fora de controle. A intervenção federal no estado ocorreu não por real preocupação com a segurança pública, mas porque restavam poucos dias para a esperada votação da reforma da Previdência, que sinalizava um retumbante fracasso para Michel Temer, que pretende se candidatar à reeleição.

Isso mostra o quanto a atual classe política está se lixando para o eleitor. Ao invés de tomar atitudes no tempo certo para o bem estar da sociedade, eles mantêm essas alternativas na prateleira esperando o tempo certo para eles mesmos - não importando o custo financeiro ou de vidas humanas.

É preciso acabar com a estrutura de organização e poder dessa classe nociva, que privatizou o Estado e nos condena ao atraso. É preciso dar poderes à sociedade para destituir os maus governantes - como o governador do Rio de Janeiro, surgido de um grupo de corruptos e um verdadeiro baluarte da incompetência nacional.

>>>>> O Brasil precisa acabar com o sistema. Ou, como estamos vendo, o sistema acabará com o Brasil.<<<<<
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UM SISTEMA INSACIÁVEL

Em mais um tapa na cara do eleitor-folião brasileiro, o TSE liberou o uso do Fundo Partidário para campanhas em 2018. A finalidade desse fundo - que para este ano está orçado em R$ 888 milhões - basicamente, é cobrir os custos de funcionamento da máquina partidária (o que já é um absurdo, já que os partidos são entidades de natureza privada).

Esses recursos se somarão ao R$ 1,7 bilhão do Fundo Eleitoral, perfazendo R$ 2,6 bilhões para campanhas. Ora, se os recursos do Fundo Partidário podem ser utilizados em campanhas, é porque está havendo sobras, certo? ESTÁ SOBRANDO DINHEIRO PARA OS PARTIDOS.

Isso mesmo: enquanto lutamos aqui pela nossa previdência, por mais educação, saúde e tantas outras prioridades, os partidos nadam de braçada.

Esse é um modelo falido, que não tem futuro. Os partidos políticos devem sumir da ordem democrática, pois já provaram inúmeras vezes que não são elementos úteis à democracia, ao governo e ao povo.
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GEORGE SOROS, QUE DEFENDE UM GOVERNO MUNDIAL, ESTÁ POR TRÁS DA SMARTMATIC, QUE FABRICA AS URNAS ELETRÔNICAS

Para quem não sabe, George Soros, o famoso bilionário húngaro-americano, é um dos ícones do globalismo – ideologia que defende um governo acima das nações individuais. Ele não está brincando em serviço – só em outubro/2017 ele doou US$ 18 bilhões para a Open Society Foundation, instituição da qual é presidente e que financia ações obscuras em diversos países neste sentido, entre eles o Brasil.

Pois bem, o presidente da Smartmatic é ninguém menos que seu vice-presidente na Open Society, Sr. Mark Malloch. Ele é também vice-presidente dos fundos de investimento de George Soros. Veja:

http://www.smartmatic.com/…/detalhe/lord-mark-malloch-brown/

O Sr. Malloch é autor de um livro chamado “The Unfinished Global Revolution: The Road to International Cooperation”. Na resenha do livro, no site da Amazon, lê-se:

“Com o advento da crise econômica de 2008, muitos foram forçados a admitir que a economia global precisa de instituições globais para governá-la. O que vale para a economia, segundo Malloch, certamente vale para a saúde pública, pobreza ou questões climáticas”.

Ora, já estamos cansados de ver tantas “boas intenções” encobrindo objetivos espúrios. SE FOSSE VERDADE TODA ESSA BALELA, NÃO HAVERIA RAZÃO PARA O SR. GEORGE SOROS E SUA GANGUE SE METEREM COM URNAS ELETRÔNICAS.

Vale lembrar que a Smartmatic é uma multinacional Venezuelana, nascida durante o governo de Hugo Chávez.

Vamos compartilhar essas informações ao máximo, pois nossa nação passa por um momento crucial em sua história e não podemos ficar reféns de fraudes do sistema de votação. A PGR Raquel Dodge atualmente tenta derrubar o voto impresso. O Gilmar Mendes já havia determinado que apenas 5% das urnas tivessem impressoras, só para não figurar que ele descumpriu a lei 13.165/2015. O sistema vai fazer “o diabo”, como disse Lula, para continuar mamando. Não sejamos passivos diante de tantas agressões ao nosso futuro.
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COLLOR É SÓ UM DETALHE SÓRDIDO
O QUE O BRASIL PRECISA É ELIMINAR O SISTEMA

VAMOS BANIR OS PARTIDOS DO BRASIL
E INSTAURAR UMA NOVA ORDEM DEMOCRÁTICA

Collor anunciou ontem sua pré-candidatura à Presidência da República. Não falta mais nada. Ou falta? Sim – pode e vai piorar se esses elementos não forem banidos da vida pública.

Desde 2002, o índice médio de “renovação” no Congresso Nacional é de 49,5% a cada eleição. E o que temos? Para onde estamos indo? A renovação é uma ilusão, defendida por aqueles que vêm na esperança do povo mais uma forma de ganhar tempo e perpetuar seus negócios espúrios.

Não há escolha para os eleitores – eles votam em candidatos pré-selecionados por caciques de um sistema formado por organizações criminosas. E a auto-correção desse sistema é simplesmente impossível, pois seus chefões a todo momento mudam as leis para dificultar a ascensão das verdadeiras forças renovadoras.

Aqui no BRASIL SEM PARTIDO defendemos a instauração de uma nova ordem democrática para o País – com a completa eliminação dos partidos políticos e o pleno controle da sociedade sobre seus governantes. Afinal, chega de ficarmos assistindo à destruição do Nação pelo sistema partidário.

Junte-se a nós!
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SIM, VOCÊ PAGA O IPVA. E VAI PAGAR PELOS OUTROS.

Pelo IPVA dos veículos dos partidos políticos e de suas fundações, por exemplo - que são imunes a impostos.

Veja com o que nos brinda o art. 150, VI, c da Constituição Federal:

Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

(...)

VI - instituir impostos sobre:
a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros;
b) templos de qualquer culto;
c) patrimônio, renda ou serviços dos PARTIDOS POLÍTICOS, INCLUSIVE SUAS FUNDAÇÕES, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei;
d) livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão.

Por que será que imprensa, que tanto ataca os “privilégios” do setor público, não denuncia isto? Será que é por causa do inciso d?

Essa é só mais uma evidência de legislação em causa própria e do caráter nocivo dos partidos políticos, que nada mais são que agremiações de natureza privada, voltadas a seus próprios interesses.

É necessário dar um basta nisso tudo. Não somos nós, eleitores, que devemos trabalhar para sustentar partidos. Se eles não se corrigem, então devemos procurar outro caminho e eliminá-los da estrutura da democracia.
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ORA, MAS E DAÍ?

Nelson Nahim (PSD-RJ), que deve assumir a vaga da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) após ela tomar posse como ministra do Trabalho, foi preso em junho de 2016 sob acusação de participar de uma rede de exploração sexual de crianças e adolescentes. Nelson é irmão de Anthony Garotinho, também ex-presidiário.

Veja na reportagem:

http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,suplente-de-cristiane-brasil-na-camara-e-ex-presidiario-e-irmao-de-garotinho,70002137599
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UM SISTEMA QUE DEBOCHA DO BRASIL

Segundo o Antagonista, o novo diretor do Detran foi indicação do governador Fernando Pimentel (PT-MG), aquele que coleciona acusações da Operação Acrônimo - tráfico de influência, lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

Afinal, para alguém como Pimentel, qual o problema de nomear um diretor do Detran só porque ele é um infrator contumaz das leis de trânsito?

É como dissemos no post anterior: essa gente vem destruindo os valores morais da Nação, passando o recado de que o crime compensa. Ao invés desses elementos estarem presos e inabilitados, estão aí no comando das instituições. A situação de contaminação da máquina pública chegou a um ponto irreversível. Só uma ruptura poderá nos tirar dessa.

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Sugerimos ao leitor uma leitura atenta da notícia abaixo. Ele mostra como os partidos políticos estão organizados internamente de forma a seus caciques terem o total controle sobre a agremiação - inclusive em quem você vai votar. Os partidos são estruturas autoritárias, não representativas e nocivas à democracia. Todos devem ser eliminados, para dar lugar a uma nova ordem democrática - que estabeleça seus líderes através de concurso público seguido de eleições. Não há porque insistir mais nessas organizações espúrias.
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