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Nasceu no dia 20 de outubro de 1920, em Santa Rita do Glória, hoje a pequena cidade
de Miradouro, Minas Gerais. Filho de Júlio Augusto do Amaral e Palmira Maria da Çonceição.
Vivia num lar abastado até aos 12 anos de idade, quando seu pai perdeu na política
tudo que possuia. Aos 13 anos se tornou aprendiz de sapateiro, e aos 14 anos, trabalhando
nessa profissão, garantiu "9 sustento da família.
Era muito novo quando começou a tocar surdo na banda de música local. Tinha então
12 anos. Aos 16 já tocava saxofone e trombone na mesma banda, apelidado por seus próprios
componentes de "espanta-cabritos"
CONVERSÃO E VOCAÇÃO
Desde criança Feliciano Amaral participou em festas da Igreja Batista de Miradouro,
onde era muito, amigo dos netos do Pastor Ernesto, porém só começou a se interessar pelo
evangelho realmente aos 20 anos, quando trabalhava no DNER, em Bicuíba. Seu colega de
trabalho, que hoje é o Pastor Osvaldo Viana, falou-lhe do evangelho. Sua mãe conseguiu
desviá-Io do caminho de Deus. E ele, amante da música, começou a cantar na Rádio
Sociedade de Muriaé, e se tornou também músico de Jazz.
Aos 22 anos, já consagrado artista e com um fã-club considerável, Deus o tocou. Num
, domingo ti tarde, num dos intervalos do seu programa na Rádio Sociedade de Muriaé, estava
na sacada do prédio, quando viu um grupo de crentes na praça, num culto ao ar lívre. Ele
ouviu o hino que cantavam e sentiu saudades dó evangelho. No dia seguinte, o pastor.
Antonio Bispo da Luz o procurou na sapataria, e falou-lhe do evangelho. O pastor e sua
esposa se interessaram muito pela sua conversão, e no dia 7 de março de 1943, num domingo,
às 13 horas, Feliciano foi batizado na Igreja Batista de Muriaé, depois de enfrentar grande
luta para poder abandonar o rádio e o jazz.
Feliciano sentiu que Deus o chamou para o seu trabalho. E em junho de 1943, foi
para o Colégio Batista Mineiro, em Belo Horizonte, estudar.

NOIVADO E PRIMEIRO DISCO
Em 1944, Feliciano ficou noivo de Elza Rocha Gotelip. Em 1945, quando sua noiva
esperava viajar para o campo missionário, Feliciano gravou seu primeiro disco em acetato para dar-lhe de presente. Em um lado ele gravou a música Adeus, e do outro, o hino A Voz de Jesus - 384 do Cantor Cristão. Este acetato, em janeiro de 1946, caiu no fundo do rio Tocantins, quando sua noiva sofreu um naufrágio.

No dia 5 de maio de 1947 Feliciano e Elza se casaram e em dezembro desse mesmo ano viajaram par,a o Rio de Janeiro, para estudar no Seminário Teológico Betel. Feliciano tornou.se, por algum tempo, seminarista da Igreja Batista da Pavuna, da qual hoje é pastor. Formou-se em outubro 1950, e no dia 4 de novembro desse mesmo ano, poucos dias após sua formature., foi consagrado ao santo ministério, na Igreja Batista de Agostinho Porto, a pedido da Igreja Batista de Montes Claros, que pastoreou por 3 anos e meio. No ano de 1948 Feliciano gravou para o Serviço Noticioso Atlas, seu primeiro disco, o de n." 35001 - Vem a Cristo (240 do Cantor Cristão de um lado) e Mensagem Real (207 do Cantor Cristão)do outro lado. Nestes 25 anos de gravação, tem sido grande o numero de hinos que Feliciano tem gravado.
Dedicou 16 anos de seu ministério no interior de Minas Gerais, sendo 13 na vila Croslândia, trabalho que ele mesmo fundou. Em 1962 sentindo a necessidade de educar os filhos, aceitou o pastorado da Igreja Batista de Renascença em Belo Horizonte, onde permaneceu apenas 8 meses, voltando ao pastorado,da Igreja de Croslândia, que nesses 8 meses não conformada com a saída do pastor, apelou quatro vezes pelo seu retorno, o que aconteceu em março de 1963. "
Apesar do grande amor que dedicou a Igreja de Croslândia, Feliciano sentiu a grande
responsabilidade de educar seus filhos. Por isso quando recebeu o convite para retomar ao pastorado da Igreja de Montes Claros, e outro para pastorear a Igreja de Pavuna, decidiu aceitar este último. Em 19 de junho de 1965 foi empossado no pastorado dessa querida igreja. Em 1971 visitou o campo amazonense, e sentiu a falta de obreiros daquele campo. Por isso quando em fevereiro de 1972 recebeu o convite da Igreja Batista Memorial de Manaus.aceitou-o com alegria. Após telegrafar aceitando convite, pediu exoneração do pastorado da Igreja Batista de Pavuna, que não aceitou o pedido de exoneração, concedendo-lhe apenas
uma licença para ele ficar até um ano em Manaus, se fosse preciso.

No dia 8 de abril ele assumiu o pastorado da Igreja Memorial, mas envolvido de uma tal maneira, pelo amor dos membros da Igreja de Pavuna , e pela inconformação dos mesmos pela sua ausência. não resistiu à saudade. E em Julho do mesmo ano retomou à Guanabara, reassumindo o pastorado da igreja que há 8 anos está sob sua liderança. Feliciano é um homem simples. Profundamente dedicado à causa de Cristo e à sua família, que não é pequena pois é formada da esposa e 11 filhos. sendo 3 adotivos. Hoje a família está acrescida de dois genros, 1 neto, e em dezembro será vovô mais uma vez.
Hoje o maior empenho de Feliciano Amara! é o término da construção do templo
da Igreja da Pavuna, o que não está fácil. pois é um templo muito grande. e o término do mesmo tem embranquecido rapidamente seus cabelos.
É grande o número de almas que Feliciano Amaral; tem levado aos pés de Cristo,
quer através dos seus hinos, quer através das mensagens inspiradas que prega do púlpito de sua Igreja, nas conferências que realiza ou atrevés dos programas de rádio que dirige.
A vida de Feliciano Amara! é tão rica. em experiências, que para relata-las. é necessário um livro não pequeno.

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#Encarte  do LP 20 Anos de Bençãos a Sombra da Cruz.
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Feliciano Amaral - Comunidade
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Feliciano Amaral, Zilanda Valentim, com Sandrinha ontem no 3 Louvor Saudade na AD Sete Lagoas - MG.
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