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Napoleon Hill foi um dos homens mais magníficos da história, deixando um legado riquíssimo a todos nós. Seus livros possuem revelações impressionantes sobre como se tornar uma pessoa de Sucesso, remodelando completamente sua realidade. Não importa quantas vezes você já fracassou, o que importa é o quanto você deseja vencer, pois "tudo que a mente humana pode conceber, ela pode realizar".
O Treinamento A Lei do Triunfo é inspirado em seu principal livro de mesmo nome, porém vai muito além do que é revelado nele. Nesse treinamento você estará se aprofundando nos ensinamentos deixados pelo gênio que auxiliou os homens mais ricos do séc. 21, passando por uma verdadeira Reprogramação Mental e transformando-se em uma pessoa de absoluto Sucesso!
A cada semana estudaremos 1 lição do livro, aprofundando os ensinamentos passados e potencializando seus resultados através de exercícios de Coaching, PNL e Reprogramação Mental. Esse Treinamento é diferente de qualquer outros que você já tenha visto e certamente fará com que você alcance grandes resultados!
Garanta sua vaga e torne-se uma pessoa verdadeiramente rica!
FORMAS DE PAGAMENTO
À Vista R$ 400,00: Transferência bancária pela Caixa Econômica Federal
Parcelado no Cartão R$ 499,90 + Taxas: Pelo Sympla (link de ingresso)
Opção extra: Parcelado em 4x R$ 125,00 através de Transferência bancária pela CEF também.

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Trecho do livro “A Lei do Triunfo” de Napoleon Hill

Não é desarrazoado esperar que qualquer declaração, qualquer idéia ou palavra estimulante do nosso Curso sobre a Lei do Triunfo, sirva como um incentivo que remodelará o destino do leitor, dando nova direção ao seu pensamento e energia, ao longo de uma estrada que o conduzirá finalmente ao seu objetivo principal. Parece estranho, mas é uma verdade, que os pontos mais decisivos da vida apareçam muitas vezes nos momentos mais inesperados e da maneira mais diversa. Narrarei aqui um exemplo típico de como algumas dessas experiências que parecem insignificantes tem muitas vezes uma importância capital na nossa vida. O caso que vou narrar demonstra também que um homem pode chegar a grandes realizações, quanto tem compreensão plena do valor da confiança em si mesmo. O incidente a que me refiro teve lugar em Chicago, quando lá estive, realizando analises de caráter. Um dia, apresentou-se no meu escritório um maltrapilho que me pediu uma entrevista. Ergui os olhos do trabalho, e ele falou sem demora:
“Vim ver aquele que escreveu este livro”. E tirou do bolso um livrinho intitulado Autoconfiança, que eu escrevera há vários anos. “Foi decerto a mão da Providencia que pôs no meu bolso este livro, ontem à noite”, prosseguia a homem, “quando eu já estava disposto a abandonar a vida, atirando-me no Lago Michigan. Já havia chegado à conclusão de que nada mais tinha a esperar da vida, dos homens, ou até mesmo de Deus. Esse livro, porém, me deu uma nova maneira de pensar; despertou a coragem e confiança que me sustentaram durante a noite. Compreendi que se pudesse falar com o autor, ele poderia ajudar-me. Agora eis-me aqui; gostaria de saber o que poderia fazer por um homem como eu.”
Enquanto ele falava, estudei-o da cabeça aos pés e confesso que fiquei desolado, pois não acreditei que fosse possível fazer coisa alguma por ele. Mas não queria dizer-lhe isso.
Aquele homem tinha os olhos embaçados; as rugas do desânimo sulcavam-lhe a fisionomia. A posição do corpo, a barba de dez dias, a maneira nervosa de expressar-se, tudo nele indicava o individuo desesperado. Contudo, pedi-lhe que se sentasse e me contasse a sua história. Disse-lhe que fosse absolutamente franco, e me dissesse, sem nada omitir, as causas que o haviam levado àquela situação. Prometi-lhe que depois de ouvir tudo, dir-lhe-ia se era possível prestar-lhe alguma assistência. O homem narrou a sua história, com todos os detalhes. Os fatos podem ser resumidos da seguinte maneira:
Empregara ele toda a sua fortuna numa fábrica; quando rebentou a Guerra de 1914, foi-lhe impossível arranjar matérias-primas para o funcionamento da industria e, finalmente, foi à falência. A perda da fortuna abateu-o profundamente e ele ficou tão perturbado que abandonou a esposa e os filhos e se tornou um desclassificado. De degrau em degrau, chegou ao estado em que se encontrava então. Agora pensava em suicídio.
Terminada a narrativa disse-lhe eu o seguinte: “Ouvi o seu caso com maior interesse e desejava poder fazer alguma coisa em seu favor; infelizmente, porém, nada há a fazer.”
O homem tornou-se de uma palidez mortal, recostou-se à cadeira, baixou a cabeça com ar de resignação. Esperei alguns segundos e falei:
“Conquanto nada possa fazer pelo senhor, vou apresentá-lo a uma pessoa, aqui nesse edifício. Se esse homem estiver de acordo, poderá ajudá-lo a reconquistar a fortuna e a endireitar a vida.” Mal acabara de pronunciar estas palavras, o homem pulou da cadeira, pegou-me nas mãos e exclamou: “Leve-me logo a esse homem, pelo amor de Deus.”
Era curioso observar que ele falasse no nome de Deus. Depreendia-se daí que havia no seu espírito um raio de esperança. Conduzi-o pois ao laboratório onde realizava os meus testes de análise de caráter; parei diante de uma cortina, que afastei, e deixei que o homem visse a sua própria imagem, refletida num grande espelho. Apontei para o espelho dizendo:
“Aqui está o homem ao qual eu queria apresentá-lo. É a única pessoa, no mundo inteiro, que pode reconstruir a sua vida, e se não se sentar e travar melhor conhecimento com ele, sairá daqui pronto para atirar-se ao lago Michigan, como disse, porque o senhor de nada valerá para si mesmo ou para o mundo, enquanto não se conhecer melhor.”
O homem parou diante do espelho, passou as mãos pela barba crescida, estudou-se da cabeça aos pés, durante alguns minutos, depois recuou, baixou a cabeça e começou a chorar. Eu sabia que a lição fora violenta. Assim, levei-o até o elevador e ele saiu. Não esperava vê-lo outra vez, e duvidei de que aquela lição tivesse sido suficiente para levá-lo a reconquistar o seu posto no mundo, pois ele fora muito longe para poder salvar-se. Pareceu-me não somente decaído, mas quase morto.
Alguns dias depois encontrei-o na rua. A transformação por que passara fora tão grande que quase não o reconheci. Caminhava com passo firme, a cabeça erguida. Perdera aquela aparência de abatimento e de velhice. Estava de roupa nova da cabeça aos pés.  Dava a impressão de prosperidade e se sentia próspero. Deteve-se, e contou-me o que havia acontecido para produzir aquela rápida transformação:
“Estava a caminho do seu escritório,” disse-me ele, “para lhe levar boas noticias. Naquele mesmo dia em que o procurei, apesar da minha aparência de maltrapilho, consegui empregar-me com um salário de 3 mil dólares por ano. Pense nisso, meu amigo, três mil dólares por ano! E o meu empregador adiantou-me dinheiro suficiente para comprar roupa nova, e para enviar à minha família; eis-me pois, mais uma vez, na estrada do triunfo. Parece-me um sonho quando penso que há uma semana eu havia perdido a esperança, a fé e a coragem, e já pensava mesmo no suicídio. Ia dizer-lhe que um dia desses, quando menos esperar, irei fazer-lhe uma visita, já como triunfador. Levarei comigo um cheque assinado, com a quantia em branco, e o senhor poderá então escrever a quantia que desejar pois salvou-me apresentando-me a mim mesmo, apresentou-me o meu verdadeiro eu.”
Quando aquele homem se despediu e desapareceu nas ruas movimentadas de Chicago, vi, pela primeira vez em minha vida, a força, o poder e as possibilidades que jazem adormecidas na mente daquele que nunca descobriu o valor da confiança em si mesmo. Concluí então que poderia também ficar defronte daquele espelho, e apontar com um dedo acusador para mim mesmo, por não ter descoberto a lição que ministrara a outro. O livro que o leitor tem agora em mão é uma evidência de que o meu objetivo principal está sendo levado a efeito.
O homem cuja história acabo de narrar é hoje presidente de uma das mais importantes e prósperas empresas do Estados Unidos, e os seus negócios se estendem ao Canadá e ao México.
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"8 de novembro de 2013"
43º aniversário da morte de Napoleon Hill.

Alguém conhece este homem e o que ele fez pela humanidade?
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