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Pulverizações com nutrientes foliares ou defensivos; localizadas e mais eficientes.

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Uva BRS Vitória sem sementes. Considerada a "Rainha das Uvas de mesa" De 20 a 24 º brix.
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UVA BRS VITÓRIA da EMBRAPA
Um espetáculo de fruta e de sabor
BRS VITÓRIA – (Vitis Labrusca). Esta é uma nova cultivar de uva de mesa sem sementes, com sabor especial tolerante ao míldio.
ORIGEM: É o resultado de vários cruzamentos de uvas especiais de mesa, realizados em 2004 pela Embrapa Uva e Vinho, Estação Experimental de Viticultura Tropical, em Jales, estado de São Paulo.
CARACTERÍSTICAS
Uva de ciclo precoce;
Vigorosa;
Peso médio do cacho: 300 gramas;
Tamanho natural da baga: 17mm x 19mm;
Cachos levemente compactados;
Produtividade entre 25 e 30 toneladas por hectare;
Sabor e aroma aframboesados;
Teor de açúcar entre 19 e 23° Brix;
Tolerante ao míldio.
RECOMENDAÇÕES DE USO
BRS VITÓRIA é uma uva preta de sabor muito agradável para o consumo ao natural. Pode ser cultivada com sucesso em regiões de climas tropicais. É uma planta vigorosa e fértil, e é a primeira cultivar brasileira de uvas sem sementes tolerante ao míldio, o que possibilita a redução do número de aplicações de fungicidas para o controle do mildio.
Esta cultivar por ser de ciclo precoce adapta-se bem ao esquema de 2 podas por ano: Poda longa alternada com poda curta em regiões tropicais.
HISTÓRIA
A história da viticultura nas regiões tropicais brasileiras compõe um cenário que mescla o ceticismo e a ousadia inicial, a organização setorial, os investimentos públicos e a evolução tecnológica na fase de implantação/consolidação, a projeção nacional e internacional e o sucesso empresarial dos anos 1980 até meados da década de 1990 e a natural necessidade de ajustes das características dos produtos ofertados às exigências do mercado consumidor, em constante mudança.
Neste contexto, já em meados da década de 1980 alguns viticultores, sobretudo aqueles pequenos e médios localizados na região noroeste do Estado de São Paulo, sentiram a necessidade de buscar outras alternativas varietais no sentido de ajustar a matriz produtiva, baseada principalmente na variedade Itália e sua mutação Rubi às novas exigências, gostos e preferências do mercado consumidor.
A partir do início da década de 1990, com a criação da Estação Experimental de Viticultura Tropical (Jales-SP), vinculada ao Centro Nacional de Pesquisa de Uva e Vinho da Embrapa, deu-se prioridade ao trabalho de avaliação e adaptação de variedades americanas e híbridas com características e potencial para virem a ser a alternativa então buscada pelos viticultores.
Observações: A cultura das videiras é bem complexa e exige muitos cuidados como: adubações, podas e manejos; mesmo em plantios domésticos.
Os frutos podem ser conservados em sacos plásticos na geladeira ou congelador.
Não necessita de polinização cruzada.
Mudas com 1m de altura com início de produção prevista de 6 a 12 meses.
PODE SER PLANTADA EM VASOS COM SISTEMA DE SUPORTES DE MADEIRA, EM QUINTAIS EM PERGOLADOS OU CARAMANCHÕES SUPORTADOS POR ARAME ou TELAS EM MALHAS SOLDADAS UTILIZADAS EM CONSTRUÇÃO 15 X 15, PRESTA-SE À ALIMENTAÇÃO HUMANA E DA AVI-FAUNA
TEMOS ALTA TECNOLOGIA DE ENVIO DE MUDAS!
As mudas são enviadas aos clientes em embalagens especiais e resistentes, e que impede o contato e a entrada de insetos no ambiente da muda.
RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES
Enviamos junto com as mudas as principais informações sobre plantios, adubações, manejos, e cuidados na produção dos frutos.
Enviamos também projetos para a preparação adequada de vasos e covas de plantio.
Cuidar com atenção desta frutífera, é imprescindível para evitar pragas ou doenças. Em caso de dúvidas consulte um agrônomo de sua cidade ou região.
Para a compra de mudas www.mudasdefrutiferas.com.br ou pelo fone: 17 - 38081479

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CONFINAMENTO DE PLANTAS FRUTÍFERAS EM VASOS - O texto que escrevi abaixo não pretende esgotar o assunto, mas vai dar a vc uma noção geral do que fazer para plantar em vasos.
PLANTIO DE FRUTÍFERAS EM VASOS
Tecnicamente podemos afirmar que qualquer planta frutífera pode ser cultivada em vasos, (até jaqueiras). Temos que observar três aspectos fundamentais desta operação.
PASSO A PASSO:
a) Dar preferência à mudas clonadas, enxertadas ou ananicadas (plantas minis).
b) Escolha do formato, estrutura e capacidade do vaso em litragem de solo de acordo com a estrutura futura da planta (sistema radicular e copa).
c) Preparar adequadamente o vaso e preenchê-lo com o tipo de solo (substrato) ideal para a planta.
FASE A: Comprar mudas de qualidade e origem comprovada, sem doenças ou pragas, neste aspecto deve-se dar preferência para viveiristas experientes e éticos.
FASE B: O formato poderá variar (bordas cônicas ou retas; bordas altas, médias ou baixas); de profundidade e diâmetro mínimo de 40 cm (plantas minis) 60 cm (plantas ananicadas) 80 cm (plantas de porte médio) 1 a 1,20 (plantas grandes). A estrutura deve sempre ser reforçada para suportar a pressão do solo e das raízes. O tamanho do vaso deve suportar a planta por muitos anos, para tanto deve ter uma boa litragem para armazenagem de solo. Quanto maior melhor.
FASE C: Pode-se isolar internamente o vaso, pintando-o para evitar infiltrações (manchas externas). Verificar a drenagem, colocar no fundo pequenas pedras de argila expandida (brita, carvão mineral, cacos de tijolos ou telhas), em cima das pedras colocar a manta de bidim (com sobra nas laterais. Preparar separadamente o solo que irá preencher o vaso da seguinte forma: 50% de terra de barranco - 30% de esterco de gado - 20% de matérias fibrosas (fibra de coco, restos secos de vegetais, carvão vegetal triturado, vermiculita, palhas, casca de leguminosas, etc); acrescentar a adubação mineralizada com NPK e micronutrientes completos (150 a 500 gramas por vaso).
FEITO ISTO - Amontoar e umedecer este material cobrindo-o para evitar inconvenientes (desmonte, urina de animais e contaminações diversas). Deixar este material descansando por 20 a 30 dias (revolvê-lo e umedecê-lo moderadamente, semanalmente). Após este prazo o substrato estará pronto para uso.
COMO PLANTAR? Para evitar irrigações constantes pode-se no momento do enchimento do vaso colocar junto com o substrato (material já preparado) espuma picada (a mesma espuma que se utiliza para travesseiros).
Esta espuma misturada ao solo irá reter água e nutrientes por vários dias, evitando assim possíveis stress hídricos e irrigações constantes. Pois irrigações em excesso lixiviam os nutrientes com o escorrimento da água.
Após o enchimento do vaso (antes do plantio da muda) irrigar bem o mesmo para que haja o acomodamento do solo. Complete o nível do mesmo até 5 a 8 cm da borda.
PRONTO - Plantar a muda sem abalar as raízes e sem enterrar o colo da planta. Fazer adubações mineralizadas, químicas, foliares ou orgânicas a cada 90 a 120 dias ou de acordo com recomendações técnicas para a cultura.
NÃO ESQUEÇA - Após o plantio cobrir o solo (com cascas de pinus) para evitar que o sol incida diretamente no solo aquecendo as raízes superficiais da planta.
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VOCÊ SABE QUAIS SÃO OS 17 ELEMENTOS ESSENCIAIS PARA A VIDA DAS PLANTAS? VEJA INFORMAÇÕES SOBRE O MOLIBIDÊNIO E CUIDE MELHOR DE SUAS FRUTÍFERAS (Molibdênio - parte 14/17) - Publicação: DIA 20-02-2016).
Dando sequência às informações sobre os 17 nutrientes essenciais para as plantas e a importância de cada um deles. Hoje vou apresentar mais um elemento químico de importância fundamental para as frutíferas e culturas em geral; E SE VOCÊ TIVER PACIÊNCIA PARA ESTA LEITURA GARANTO QUE VAI APRENDER COISAS IMPORTANTES.

HOJE O ÚLTIMO DO GRUPO DOS 8 MICRONUTRIENTES ESSENCIAIS.
NOTA IMPORTANTE: Os oligoelementos ou microminerais são elementos químicos essenciais para os seres vivos, geralmente são encontrados em baixa concentração nos organismos, mas são essenciais aos processos biológicos por serem fundamentais para a formação de enzimas vitais para determinados processos bioquímicos como, por exemplo, a fotossíntese ou a digestão (Wikipédia)

MOLIBIDÊNIO
Molibdênio (Mo) peso atômico 42 – É um elemento químico (os elementos químicos também são chamados de oligoelementos ou microelementos) encontrado no solo. É exigido para a síntese e atividade da redútase* de nitrato das enzimas.
O Molibdênio é vital no processo de fixação de nitrogênio simbiótico pela bactéria Rhizobia. As plantas absorvem molibdênio na forma do ânion MoO42.
É um elemento vital no processo de fixação simbiótica do nitrogênio pela bactéria Rhizobia nos nódulos radiculares das plantas. Também é necessário para converter o fósforo inorgânico em formas orgânicas na planta.
*Qualquer enzima que catalisa uma reação de redução.

As deficiências de molibdênio mostram-se como um amarelecimento geral ou atrofiamento da planta, ou mais especificamente na queima marginal e escavação (cupping) ou enrolamento das folhas. Deficiências de molibdênio também podem causar sintomas de deficiência de nitrogênio em culturas de leguminosas, tais como soja e alfafa, porque as bactérias do solo que crescem em simbiose com os nódulos radiculares das leguminosas necessitam de molibdênio para ajudar a fixar o nitrogênio oriundo do ar.

Deficiências de molibdênio ocorrem principalmente em solos ácidos e arenosos de regiões úmidas. Solos arenosos, em especial, têm maior tendência à deficiência de Mo que outros solos mais finos.
O Molibdênio torna-se mais disponível conforme aumenta o pH do solo, ao contrário de outros micronutrientes. Em razão deste fato, a calagem do solo poderá corrigir tal deficiência se o solo tiver uma quantidade suficiente desse nutriente.
Altas aplicações de fósforo aumentam a absorção de molibdênio pelas plantas, sendo que altas aplicações de enxofre reduzem sua absorção.
A aplicação intensa de fertilizantes com enxofre em solos com quantidades limítrofes de molibdênio pode induzir à deficiência desse nutriente.

O excesso de molibdênio é tóxico, especialmente para pastagens. Gado que se alimentar de vegetação rasteira contendo concentrações tóxicas deste elemento pode desenvolver diarreia severa.

Observação: Este pequeno texto publicado não pretende esgotar as informações sobre este elemento apresentado, e sim dar uma noção resumida da importância do mesmo para a vida das plantas, principalmente frutíferas, já que esta é a nossa especialidade. As informações contidas neste texto não devem ser utilizadas como substituto de um aconselhamento de um engenheiro agrônomo qualificado. Fontes: Soil Fertility Manual (2006), publicado pelo International Plant Nutrition Institute (IPNI) e pela Foundation for Agronomic Research (FAR). Original public disclosure nutrition crops
Abraço.
FARIAS – PESQUISADOR E COLECIONADOR DE PLANTAS FRUTÍFERAS

SAIBA QUAIS SÃO OS 17 ELEMENTOS ESSENCIAIS PARA A VIDA DAS PLANTAS E CUIDE MELHOR DE SUAS FRUTÍFERAS (Zinco - parte 13/17 - Publicação: DIA 19-02-2016).
Curtam e Compartilhem com os amantes e protetores da natureza.

Dando sequência às informações sobre os 17 nutrientes essenciais para as plantas e a importância de cada um deles. Hoje vou apresentar mais um elemento químico de importância fundamental para as frutíferas e culturas em geral; e se você tiver um pouco de paciência para a leitura, garanto que vai aprender coisas importantes para cuidar melhor das suas plantas.
HOJE O SÉTIMO DOS 8 MICRONUTRIENTES ESSENCIAIS, PRINCIPALMENTE PARA AS PLANTAS FRUTÍFERAS E PRODUÇÃO DE FRUTOS.

ZINCO
Zinco (Zn) peso atômico 30 - É absorvido pelas plantas na forma do cátion bivalente Zn2+. Foi um dos primeiros micronutrientes a ser reconhecido como essencial para as plantas e um dos que mais limita a produtividade das culturas. Embora seja exigido apenas em pequenas quantidades, não é possível obter alta produtividade sem o zinco.

O zinco participa intensamente nos sistemas enzimáticos que regulam as fases iniciais de crescimento, sendo ainda vital no desenvolvimento das frutas, sementes e sistemas radiculares; na fotossíntese; na formação de reguladores do crescimento das plantas; e na proteção das culturas contra o estresse.
Em conjunto com o Nitrogênio (N), Fósforo (P) e Potássio (K), o Zinco (Zn) participa de diversos processos de desenvolvimento das plantas.

Os solos exigem quantidades muito pequenas de zinco, em comparação com nitrogênio ou potássio, sendo necessário apenas 560 a 800 gramas por hectare para obter alta produtividade em milho, por exemplo. A falta de zinco pode limitar o crescimento das plantas, da mesma forma que a falta de nitrogênio ou potássio, principalmente se o solo for deficiente em zinco ou se a absorção da cultura for limitada.

Além de ser um componente essencial em vários sistemas enzimáticos para a produção de energia, o zinco é necessário na síntese de proteína e na regulação do crescimento.
Plantas com deficiência de zinco também atrasam sua maturidade. Como o zinco não é móvel nas plantas, os sintomas de deficiência desse elemento ocorrem principalmente no crescimento novo. Essa falta de mobilidade nas plantas sugere a necessidade de um fornecimento constante de zinco disponível para otimização do crescimento.

Os sintomas mais visíveis da deficiência de zinco são internódulos curtos (”rosetting”) e uma redução no tamanho das folhas. Faixas cloróticas ao longo das nervuras medianas do milho, folhas manchadas de feijão seco e clorose do arroz são sintomas característicos da deficiência de zinco.
A perda das cápsulas inferiores do algodão e folhas estreitas e amarelas no crescimento novo de cítricos também foram identificados como sintomas da deficiência desse elemento. Outro sintoma ainda é o atraso na maturidade da planta.

A perda de zinco ocorre de muitas formas. As deficiências ocorrem principalmente em solos arenosos com pouca matéria orgânica e em solos orgânicos. Ocorrem com mais frequência durante o clima frio e/ou úmido da primavera, e estão relacionados a uma menor atividade e crescimento das raízes.
A absorção de zinco pelas plantas é reduzida com o aumento do pH do solo. Altos níveis de fósforo e ferro disponíveis no solo também afetam adversamente a absorção de zinco.

Observação: Este pequeno texto publicado não pretende esgotar as informações sobre este elemento apresentado, e sim dar uma noção resumida da importância do mesmo para a vida das plantas, principalmente frutíferas, já que esta é a nossa especialidade. As informações contidas neste texto não devem ser utilizadas como substituto de um aconselhamento de um engenheiro agrônomo qualificado. Fontes: Soil Fertility Manual (2006), publicado pelo International Plant Nutrition Institute (IPNI) e pela Foundation for Agronomic Research (FAR). original public disclosure nutritioncrops
Abraço.
FARIAS – PESQUISADOR E COLECIONADOR DE PLANTAS FRUTÍFERAS

SAIBA QUAIS SÃO OS 17 ELEMENTOS ESSENCIAIS PARA A VIDA DAS PLANTAS E CUIDE MELHOR DE SUAS FRUTÍFERAS (Cobre - parte 12/17 - Publicação: DIA 18-02-2016).
Curtam e Compartilhem com os amantes e protetores da natureza.
Deixem o vosso comentário abaixo, e acrescentem outras informações a respeito do tema. Abraços.

Dando sequência às informações sobre os 17 nutrientes essenciais para as plantas e a importância de cada um deles. Hoje vou apresentar mais um elemento químico de importância fundamental para as frutíferas e culturas em geral; e se você tiver um pouco de paciência para a leitura, garanto que vai aprender coisas importantes para cuidar melhor das suas plantas.
HOJE O SEXTO DOS 8 MICRONUTRIENTES ESSENCIAIS, PRINCIPALMENTE PARA AS PLANTAS FRUTÍFERAS E PRODUÇÃO DE FRUTOS.

COBRE
O cobre (Cu) peso atômico 29 – Este elemento ativa enzimas e catalisa reações em diversos processos de crescimento das plantas.
A produção de vitamina A está intimamente ligada à presença de cobre, que também ajuda a assegurar a correta síntese de proteínas.
Classificado como um micronutriente, o cobre é necessário apenas em pequenas quantidades para a sobrevivência da planta.

O cobre (Cu) é necessário no metabolismo de carboidratos e nitrogênio, de forma que níveis inadequados de cobre resultam em plantas atrofiadas. O cobre também é exigido na síntese da lignina, que é necessária para o fortalecimento das paredes celulares e prevenção ao murchamento. Os sintomas da deficiência de cobre incluem o perecimento de hastes e ramos, amarelecimento de folhas, crescimento atrofiado e folhas com tom verde pálido que murcham facilmente. De forma geral, os sintomas aparecem nas plantas mais jovens.

As deficiências de cobre ocorrem principalmente em solos orgânicos e em solos arenosos com pouca matéria orgânica. A absorção de cobre aumenta com o maior pH do solo. Uma maior disponibilidade de fósforo e ferro no solo reduz a absorção de cobre pelas plantas.

As taxas de aplicação de cobre recomendadas variam entre 3,50 a 11 quilos por hectare na forma de sulfato de cobre (CuSO4) ou pó fino de óxido de cobre (CuO).
Os efeitos residuais do cobre aplicado são bastante marcantes, sendo que pesquisadores observaram respostas por até oito anos após a aplicação.
Em razão desses efeitos residuais, análises de solo são essenciais no monitoramento para impedir que o cobre se acumule e alcance níveis tóxicos em solos com esse tratamento. Também podem ser usadas análises de plantas para monitorar os níveis de cobre em seus tecidos. Quando os níveis de cobre disponível ultrapassam o intervalo de deficiência, os produtores rurais devem reduzir ou até suspender sua aplicação.

Observação: Este pequeno texto publicado não pretende esgotar as informações sobre este elemento apresentado, e sim dar uma noção resumida da importância do mesmo para a vida das plantas, principalmente frutíferas, já que esta é a nossa especialidade. As informações contidas neste texto não devem ser utilizadas como substituto de um aconselhamento de um engenheiro agrônomo qualificado. Fontes: Soil Fertility Manual (2006), publicado pelo International Plant Nutrition Institute (IPNI) e pela Foundation for Agronomic Research (FAR). original public disclosure nutritioncrops
Abraço.
FARIAS – PESQUISADOR E COLECIONADOR DE PLANTAS FRUTÍFERAS

SAIBA QUAIS SÃO OS 17 ELEMENTOS ESSENCIAIS PARA A VIDA DAS PLANTAS E CUIDE MELHOR DE SUAS FRUTÍFERAS (Níquel - parte 11/17 - Publicação: DIA 17-02-2016).
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Deixem o vosso comentário abaixo, e acrescentem outras informações a respeito do tema. Abraços.

Dando sequência às informações sobre os 17 nutrientes essenciais para as plantas e a importância de cada um deles. Hoje vou apresentar mais um elemento químico de importância fundamental para as frutíferas e culturas em geral; e se você tiver um pouco de paciência para a leitura, garanto que vai aprender coisas importantes para cuidar melhor das suas plantas.
HOJE O QUINTO DOS 8 MICRONUTRIENTES ESSENCIAIS, PRINCIPALMENTE PARA AS PLANTAS FRUTÍFERAS E PRODUÇÃO DE FRUTOS.

NÍQUEL
Níquel (Ni) peso atômico 28 – As informações sobre o elemento níquel nas plantas são muito recentes, pois ele foi acrescentado à lista de nutrientes essenciais das plantas no final do século 20.
As plantas absorvem o níquel na forma do cátion bivalente Ni2+. É exigido em quantidades muito pequenas, sendo que o nível crítico parece ser de 1,1 parte por milhão (PPM).

Características principais
É um metal de transição, de coloração branco-prateada, condutor de eletricidade e calor, dúctil e maleável, apresentando algum caráter ferromagnético.
O Níquel é encontrado em diversos minerais, em meteoritos (formando liga metálica com o ferro) e, em estado líquido no núcleo da Terra. É um elemento muito resistente a corrosão.
O níquel tem papel biológico parecido com o ferro por serem muito próximos.
Uma grande quantidade de enzimas (hidrogenases) contém níquel, especialmente aquelas cuja função é oxidar o hidrogênio. Alguns estudos indicam que o níquel sofre mudanças no seu estado de oxidação indicando que o núcleo do elemento é a parte ativa da enzima.
O níquel também está presente em bactérias metanogênicas.

Qual o papel do níquel nas plantas?
Por ser um importante catalisador de muitas enzimas, como: urease, superóxido dismutase, NiFe hidrogenases, metilcoenzima M reductase, monóxido de carbono dehidrogenase, acetil coenzima A sintase, hidrogenases, RNase-A e, provavelmente, em muitas outras, têm papel fundamental para o desenvolvimento das plantas.
O Níquel afeta sobretudo a atividade de 3, 4 ou até mais enzimas críticas em rotas bioquímicas fundamentais das plantas, influenciando a ciclagem de C e N, e também dos metabólitos secundários.
A falta deste elemento trará comprometimento do mecanismo de defesa das plantas contra doenças.

As principais fontes de níquel são adubos fosfatados, calcários, Cloreto de níquel e sulfato de níquel; sendo que o cloreto de níquel [NiCl2.H2O] tem 26% de niquele, e o sulfato de níquel (II) (NiSO4.6H2O) tem 21% de níquel.

Muito pouco se sabe a respeito da mobilidade do níquel dentro das plantas. Entretanto, o maior acúmulo estão em sementes.
Os solos de cerrado não contem teores satisfatórios de níquel para as plantas, sendo necessária a realização de adubação niquelada, principalmente em culturas perenes.

Podemos afirmar que nas plantas superiores (caso das frutíferas) o níquel é essencial para ativação da enzima urease, uma enzima envolvida no metabolismo do nitrogênio. Sem o níquel, níveis tóxicos de ureia se acumulam, resultando em lesões necróticas.

Observação: Este pequeno texto publicado não pretende esgotar as informações sobre este elemento apresentado, e sim dar uma noção resumida da importância do mesmo para a vida das plantas, principalmente frutíferas, já que esta é a nossa especialidade. As informações contidas neste texto não devem ser utilizadas como substituto de um aconselhamento de um engenheiro agrônomo qualificado. Fontes: Soil Fertility Manual (2006), publicado pelo International Plant Nutrition Institute (IPNI) e pela Foundation for Agronomic Research (FAR). original public disclosure nutritioncrops e wikipedia.
Abraço.
FARIAS – PESQUISADOR E COLECIONADOR DE PLANTAS FRUTÍFERAS

SAIBA QUAIS SÃO OS 17 ELEMENTOS ESSENCIAIS PARA A VIDA DAS PLANTAS E CUIDE MELHOR DE SUAS FRUTÍFERAS (Ferro - parte 10/17 - Publicação: DIA 16-02-2016).
Curtam e Compartilhem com os amantes e protetores da natureza.
Deixem o vosso comentário abaixo, e acrescentem outras informações a respeito do tema. Abraços.

Dando sequência às informações sobre os 17 nutrientes essenciais para as plantas e a importância de cada um deles. Hoje vou apresentar mais um elemento químico de importância fundamental para as frutíferas e culturas em geral; e se você tiver um pouco de paciência para a leitura, garanto que vai aprender coisas importantes para cuidar melhor das suas plantas.
HOJE O QUARTO DOS 8 MICRONUTRIENTES ESSENCIAIS, PRINCIPALMENTE PARA AS PLANTAS FRUTÍFERAS E PRODUÇÃO DE FRUTOS.

FERRO
Ferro (Fe) peso atômico 26 - É essencial para o crescimento das plantas e produção de alimentos e frutos. As plantas absorvem ferro na forma do cátion ferroso (Fe2+). O ferro é um componente de muitas enzimas associadas à transferência de energia, redução e fixação de nitrogênio e formação de lignina.

O Ferro faz parte da produção de clorofila e a clorose de ferro é facilmente reconhecida em culturas sensíveis ao ferro cultivadas em solos calcários. Em plantas o ferro é associado ao enxofre para a formação de compostos que catalisam outras reações.

Deficiências de ferro manifestam-se principalmente no amarelecimento de folhas resultante de baixos níveis de clorofila. O amarelecimento das folhas aparece primeiramente em folhas mais jovens e altas, nos tecidos intervenais. Deficiência severa de ferro faz as folhas ficarem completamente amarelas ou quase brancas, e então marrons, com sua morte.

Deficiências de ferro acontecem principalmente em solos calcários (alto pH), embora alguns solos ácidos e arenosos, com baixo teor de matéria orgânica, também possam ter essa deficiência. O clima fresco e úmido tende a ampliar a deficiência de ferro, especialmente em solos com níveis marginais de disponibilidade de ferro.
Solos com pouca aeração ou altamente compactados também reduzem a absorção de ferro pelas plantas. Conforme o pH do solo aumenta, a absorção de ferro é reduzida, sendo adversamente afetada pela alta disponibilidade de fósforo, manganês e zinco no solo.

Visto que as aplicações no solo da maioria das fontes de ferro são geralmente ineficazes para corrigir deficiências de ferro nas culturas, recomenda-se o método de pulverizações foliares.
A taxa de aplicação deve ser alta suficiente para molhar as folhas, de forma que uma aplicação típica é uma solução de 3% a 4% de sulfato ferroso (FeSO4), de 190 a 380 litros por hectare.
Importante: A inclusão de um agente espalhante adesivo na pulverização ajuda a melhorar sua aderência às folhas das plantas, aumentando a absorção de ferro pela planta. Mesmo assim, a correção de clorose pode exigir mais de uma aplicação de ferro foliar.

Observação: Este pequeno texto publicado não pretende esgotar as informações sobre este elemento apresentado, e sim dar uma noção resumida da importância do mesmo para a vida das plantas, principalmente frutíferas, já que esta é a nossa especialidade. As informações contidas neste texto não devem ser utilizadas como substituto de um aconselhamento de um engenheiro agrônomo qualificado. Fontes: Soil Fertility Manual (2006), publicado pelo International Plant Nutrition Institute (IPNI) e pela Foundation for Agronomic Research (FAR). original public disclosure nutritioncrops
Abraço.
FARIAS – PESQUISADOR E COLECIONADOR DE PLANTAS FRUTÍFERAS
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