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CONCEITO INTRODUTÓRIO DA VENTOSA NA TERAPIA CAPILAR


Por Sandra Santos Tecnóloga em Estética e Imagem

Objetivo da aprendizagem Esta abordagem é para conceituar e direcionar uma metodologia quanto à necessidade e aplicabilidade do uso da ventosa nas terapias capilares, trazer para os profissionais de saúde e estética, mais uma alternativa na ação reparadora e preventiva de alguns distúrbios do couro cabeludo, provocar discussões das informações aqui desenvolvidas e entendimentos com conceitos e informações científicas para obtenção de resultados possíveis nos distúrbios atuais e evitar problemas futuros provocados por usos de fármacos, cosméticos de ações mecânicas no couro cabeludo. O couro cabeludo sofre agressões externas provocadas por agentes químicos shampoo, condicionador, finalizador, transformações capilares como colorações, alisamentos e até mesmo do próprio clima ou ambiente como, calor, partículas de poeira, ações mecânicas. A má higienização do couro cabeludo provoca um acúmulo de substratos nos folículos pilosos, provocando uma alteração prejudicial aos cabelos e ao couro cabeludo, somadas as reações internas, as glândulas sebáceas produz substâncias que mantém a pele protegida contra microorganismo invasores agressivos e quando essas glândulas estão exacerbadas podem provocar mais sebo e consequentemente prejuízo ao PH fisiológico, permitindo com isso um meio propício para os aumento dos microrganismos nocivos evoluindo para as patologias como dermatite seborreica, coceiras e os famosos “tampões” ou “rolhões” que impedem o bom desenvolvimento dos fios. Sob o couro cabeludo se encontra o epicrânio a vasta lâmina musculotendinosa que reveste o vértice e as faces laterais do crânio desde o osso occipital até as sobrancelhas. É formado pelo ventre occipital e pelo ventre frontal, esses são reunidos por uma extensa aponeurose intermediária. Assim é o escalpo que pode ser definido como, uma membrana constituída por pele, tecido conjuntivo denso e aponeurose (gálea aponeurótica). A ação desses músculos é movimentar o couro cabeludo, enruga a fronte, eleva os supercílios e a pele do nariz. São músculo que exprimem atenção, surpresa, horror e medo.
A ventosa quando utilizada no couro cabeludo provoca uma higienização profunda, deslocando e desobstruindo os folículos que estão tamponados por acúmulos de substratos externos ou internos, a utilização da ventosa é o uso após todo ou qualquer tipo de química capilar, evitando com isso a TOTAL absorção da química pelos folículos pilosos, a ventosa proporciona também uma massagem eficaz no couro cabeludo que é coberto por uma grande extensão de fáscia, envolvendo e separando os osso do crânio ao couro cabeludo criando assim as condições necessárias para o desenvolvimento dos cabelos, não existindo músculo sob a maior parte do couro cabeludo é sem dúvida uma grande aliado o uso de ventosa, promovendo massagem melhora-se a oxigenação e a ativação de toda a extensão, ajudando especialmente quando já se tem alojado a alopecia, minimizando a temida calvície. A utilização de ventosas no tratamento de doenças não é uma exclusividade da Medicina Chinesa, existe informações do uso de ventosa desde o antigo Egito, ela é mencionada nos escrito de Hipócrates e praticada pelo povo Grego no século IV a.C., possivelmente também foi conhecida e utilizada por outras civilizações anda mas antigas, em várias terapias curativas. “O instrumento mais antigo que se tem notícia é uma cabaça para fazer esta terapia, que era chamado de “curubitula” que em latim significa ventosa. A ventosa tem registos históricos que datam de centenas a milhares de anos. Era utilizada pelos índios americanos que cortavam a parte superior do chifre dos búfalos, com cerca de 10 cm de comprimento, provocando o vácuo por sucção oral na ponta do chifre, sendo de seguida tamponada. O uso de ventosas no Ocidente antigo era um elemento terapêutico corriqueiro e de grande valor panaceico. Pois por falta de outros recursos médicos, a ventosaterapia era utilizada praticamente na cura de todas as doenças. Abordado por essas épocas como um instrumento curativo mágico, pelo contato intimo com o interior do corpo através do sangue. Ela era respeitada também pela sua atuação no elemento energético gerado pela respiração. Teoria que se aproxima dos conceitos de Medicina Oriental”. Paracelso também descreveu aplicações de ventosas no primeiro século d.c., indicando a aplicação de ventosas em benefícios de doenças crónicas assim como as agudas, incluindo ataques de febre e mencionou outras utilizações das ventosas. A higienização com ventosa evita o uso de substância medicamentosos que muitas vezes provoca desarranjos no manto hidro lipídico do couro cabeludo no combate aos microorganismos desarmônicos ou negativos onde há prejuízo para o ser humano. A ventosa segundo a MTC (Medicina tradicional Chinesa) tem a propriedade de limpar o sangue das toxinas acumuladas no organismo produzida pelos alimentos e outras fontes poluentes. A estagnação do sangue deixa-o escuro e sujo, este sangue estagnado e o ácido lático nas costas ou nas articulações são considerados pelas medicinas orientais como um dos elementos causadores de doenças. “A ventosa é usada para o alívio de dores musculares, melhorar o sistema circulatório e até mesmo, para redução de celulite e gordura localizada, lombalgias, dor abdominal, hipertensão arterial e muitas outras patologias”. (http://www.medicinachinesapt.com/ventosaterapia.html) HIGIENIZAÇÃO DE TAMPÕES:

REFERENCIAS: LEVENTHAL, R.; CHEADLE, R Parasilologia Médica. São Paulo: Premiere, 1997 http://piel-l.org/libreria/seccion/dermatologia-ibero-americana-online/page/14 http://www.medicinachinesapt.com/ventosaterapia.ht
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29/01/16
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