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Judeus sionistas soltam cães ferozes pra aterrorizar crianças palestinas. É assim que o ataque sionista israelense crianças palestinas. Você não vai ver isso na mídia como eles controlam a maior parte dele. Por favor assistam e compartilhem
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Rabinos israelenses assinam um decreto que pedem para matar os palestinos
Assim age israel e a mídia sionista esconde
Conheço pouco sobre a questão da água e da energia elétrica no Brasil, mas conheço um pouco sobre a questão da água em Israel.

É revoltante observar o que Israel faz com a água que rouba da Palestina. Depois que o Muro do Confisco passou a ser construído, as autoridades israelenses pegaram as poucas fontes que ainda restavam na Palestina -- lembremos que o Muro é construído em terras palestinas, para incorporá-las a Israel. Hoje, 85% dessa água é usada em Israel, ao passo que a Palestina fica com apenas 15% dela. Vivi o problema na pele quando morei na Palestina. No verão, em especial, a água vinha de madrugada, durante 2 ou 4 horas, dia sim, dia não. Não é suficiente para encher caixas d'água usadas por várias famílias (como Israel não permite que palestinos construam casas, famílias inteiras utilizam as que já existem). Por mais que economizemos, a torneira acaba secando; não há água para cozinhar, tomar banho, lavar a louça; é preciso esperar que Israel libere a água novamente, de 2 a 4 horas, nas madrugadas.

Essa água era acessada gratuitamente pelos palestinos antes que os sionistas resolvessem inventar um país e roubassem, para isso, o território palestino. Hoje, os 15% da água reservada à Palestina custa caro. Dá indignação ver, no vídeo, os verdes campos das plantações israelenses quando se viu com os próprios olhos, como aconteceu comigo, plantações palestinas ressecadas por falta de irrigação, ou queimadas pelos mesmos colonos que queimam casas, famílias e bebês na Palestina. Oliveiras são incendiadas ou arrancadas com máquinas específicas para isso, e replantadas nos kibutzim e nas colônias exclusivamente judaicas construídas ilegalmente em terras palestinas.

Os palestinos construíram cisternas para armazenar a água da época das chuvas, a fim de irrigar suas plantações. Israel destruiu todas, alegando não haver dado licença para a construção. Essas licenças nunca são dadas, mesmo que se as peça. O objetivo de Israel é dificultar ao máximo a vida dos palestinos, esperando que com isso eles saiam do país. Em vão, porque a maioria permanece lá, bem como seus descendentes.

Além do aquífero sob o deserto do Naqab -- o nome correto, árabe, para Negev --, Israel também confisca a água do aquífero sob a Cisjordânia, além de poluí-la. Quanto à Jordânia e à Síria, citadas no vídeo: a) Israel invadiu e se estabeleceu nas colinas de Golã, na Síria, porque lá estão as nascentes do rio Jordão, hoje controladas pelos sionistas; b) eles também controlam o próprio rio, que corta a Jordânia e proporciona uma paisagem bem diferente da desértica e pedregosa Palestina; perto do Jordão o cenário é naturalmente verdejante.

O vídeo tampouco fala que, quando os primeiros judeus sionistas se estabeleceram nos kibutzim -- construídos em terras roubadas à Palestina --, aprenderam com os palestinos as técnicas de como plantar naquela região difícil. Também não dizem que as melhores terras para a agricultura ficaram em Israel, na maldita partilha -- que foi apenas RECOMENDADA, e nunca APROVADA, na ONU; isso significa que a ONU NÃO CRIOU ISRAEL, até porque não lhe compete criar países; quem for pesquisar, como eu fui, nos arquivos da ONU, verá que o Conselho de Segurança -- a única instância à qual é permitido tomar decisões (a Assembleia Geral só pode fazer recomendações, depois aprovadas ou não pelo Conselho de Segurança; a AG só pode tomar decisões em um único caso: quando o CS não toma decisões sobre alguma questão que envolve a paz no mundo; foi nessa brecha que a Palestina conseguiu ser reconhecida como ESTADO, embora não membro; em 2011, quando do pedido para ser reconhecida como Estado não vingou na AG, conversei muito com o pessoal da OLP e da ANP sobre a tal brecha, e eles me asseguraram que iriam usá-la, como de fato aconteceu.

A verdade é que os sionistas roubaram a Palestina para ali construir seu bunker, de onde operam a expansão do imperialismo, do colonialismo e o crime organizado (tráfico de drogas, armas, órgãos, crianças, escravas/os sexuais etc.). Os sionistas manipularam a fé judaica, levando para lá os judeus a fim de conseguir que o bunker Israel tivesse a aparência de um país. Enganam os desinformados e os que nunca percorreram a região de norte a sul e de leste a oeste, conversando com as pessoas e observando tudo com muita atenção. Ali você se sente participante de um filme de guerra, porque é esse mesmo o cenário: muros de oito metros e mais de altura; cercas eletrificadas; soldadas/os armada/os por toda parte, incluindo ruas, cinemas, shows; postos militares de controle por onde só passa quem tem licença para isso, e só consegue licença quem tem emprego em Israel; torres altíssimas espalhadas por toda a Palestina que mais lembram as de castelos medievais, onde soldados montam guarda dia e noite; câmaras de alta definição e visão noturna por toda parte, operando uma vigilância de 24 horas por dia em terras palestinas, submetendo sua população a esse controle infame; buffer-areas, ou áreas de "amortecimento", de até 500 metros de largura, em torno de cada cidade e vila palestina, onde soldados armados montam guarda dia e noite; incursões militares em vilas palestinas de madrugada, acordando moradores e aterrorizando as crianças -- nelas, os soldados têm ordens escritas de dar buscas nas moradias e de prender quem bem entenderem, principalmente meninos de 4 a 17 anos; não importa que não haja motivos para as prisões, pq os soldados inventam: acusá-los de atirar pedras é a mentira mais comum, e testemunhei isso lá.

Enfim, para aqueles campos verdejantes do vídeo há milhões de pessoas sofrendo com a seca e com a dificuldade de plantar e de criar cabras e ovelhas (também queimadas e mortas pelos colonos judeus). Sem contar, claro, a demolição de casas -- os palestinos, além de perderem seu lar, ainda são obrigados a pagar pela destruição dele.

Essa realidade o vídeo não mostra, é evidente. Israel se orgulha de sua tecnologia, obtida com base em sua indústria bélica, que mata um povo desarmado e oprimido, que perdeu o direito a seu país, sua cultura, sua história, sua vida.
Baby Siqueira Abrão
Rabinos israelenses assinam um decreto que pedem para matar os palestinos
Assim age israel e a mídia sionista esconde
Conheço pouco sobre a questão da água e da energia elétrica no Brasil, mas conheço um pouco sobre a questão da água em Israel.

É revoltante observar o que Israel faz com a água que rouba da Palestina. Depois que o Muro do Confisco passou a ser construído, as autoridades israelenses pegaram as poucas fontes que ainda restavam na Palestina -- lembremos que o Muro é construído em terras palestinas, para incorporá-las a Israel. Hoje, 85% dessa água é usada em Israel, ao passo que a Palestina fica com apenas 15% dela. Vivi o problema na pele quando morei na Palestina. No verão, em especial, a água vinha de madrugada, durante 2 ou 4 horas, dia sim, dia não. Não é suficiente para encher caixas d'água usadas por várias famílias (como Israel não permite que palestinos construam casas, famílias inteiras utilizam as que já existem). Por mais que economizemos, a torneira acaba secando; não há água para cozinhar, tomar banho, lavar a louça; é preciso esperar que Israel libere a água novamente, de 2 a 4 horas, nas madrugadas.

Essa água era acessada gratuitamente pelos palestinos antes que os sionistas resolvessem inventar um país e roubassem, para isso, o território palestino. Hoje, os 15% da água reservada à Palestina custa caro. Dá indignação ver, no vídeo, os verdes campos das plantações israelenses quando se viu com os próprios olhos, como aconteceu comigo, plantações palestinas ressecadas por falta de irrigação, ou queimadas pelos mesmos colonos que queimam casas, famílias e bebês na Palestina. Oliveiras são incendiadas ou arrancadas com máquinas específicas para isso, e replantadas nos kibutzim e nas colônias exclusivamente judaicas construídas ilegalmente em terras palestinas.

Os palestinos construíram cisternas para armazenar a água da época das chuvas, a fim de irrigar suas plantações. Israel destruiu todas, alegando não haver dado licença para a construção. Essas licenças nunca são dadas, mesmo que se as peça. O objetivo de Israel é dificultar ao máximo a vida dos palestinos, esperando que com isso eles saiam do país. Em vão, porque a maioria permanece lá, bem como seus descendentes.

Além do aquífero sob o deserto do Naqab -- o nome correto, árabe, para Negev --, Israel também confisca a água do aquífero sob a Cisjordânia, além de poluí-la. Quanto à Jordânia e à Síria, citadas no vídeo: a) Israel invadiu e se estabeleceu nas colinas de Golã, na Síria, porque lá estão as nascentes do rio Jordão, hoje controladas pelos sionistas; b) eles também controlam o próprio rio, que corta a Jordânia e proporciona uma paisagem bem diferente da desértica e pedregosa Palestina; perto do Jordão o cenário é naturalmente verdejante.

O vídeo tampouco fala que, quando os primeiros judeus sionistas se estabeleceram nos kibutzim -- construídos em terras roubadas à Palestina --, aprenderam com os palestinos as técnicas de como plantar naquela região difícil. Também não dizem que as melhores terras para a agricultura ficaram em Israel, na maldita partilha -- que foi apenas RECOMENDADA, e nunca APROVADA, na ONU; isso significa que a ONU NÃO CRIOU ISRAEL, até porque não lhe compete criar países; quem for pesquisar, como eu fui, nos arquivos da ONU, verá que o Conselho de Segurança -- a única instância à qual é permitido tomar decisões (a Assembleia Geral só pode fazer recomendações, depois aprovadas ou não pelo Conselho de Segurança; a AG só pode tomar decisões em um único caso: quando o CS não toma decisões sobre alguma questão que envolve a paz no mundo; foi nessa brecha que a Palestina conseguiu ser reconhecida como ESTADO, embora não membro; em 2011, quando do pedido para ser reconhecida como Estado não vingou na AG, conversei muito com o pessoal da OLP e da ANP sobre a tal brecha, e eles me asseguraram que iriam usá-la, como de fato aconteceu.

A verdade é que os sionistas roubaram a Palestina para ali construir seu bunker, de onde operam a expansão do imperialismo, do colonialismo e o crime organizado (tráfico de drogas, armas, órgãos, crianças, escravas/os sexuais etc.). Os sionistas manipularam a fé judaica, levando para lá os judeus a fim de conseguir que o bunker Israel tivesse a aparência de um país. Enganam os desinformados e os que nunca percorreram a região de norte a sul e de leste a oeste, conversando com as pessoas e observando tudo com muita atenção. Ali você se sente participante de um filme de guerra, porque é esse mesmo o cenário: muros de oito metros e mais de altura; cercas eletrificadas; soldadas/os armada/os por toda parte, incluindo ruas, cinemas, shows; postos militares de controle por onde só passa quem tem licença para isso, e só consegue licença quem tem emprego em Israel; torres altíssimas espalhadas por toda a Palestina que mais lembram as de castelos medievais, onde soldados montam guarda dia e noite; câmaras de alta definição e visão noturna por toda parte, operando uma vigilância de 24 horas por dia em terras palestinas, submetendo sua população a esse controle infame; buffer-areas, ou áreas de "amortecimento", de até 500 metros de largura, em torno de cada cidade e vila palestina, onde soldados armados montam guarda dia e noite; incursões militares em vilas palestinas de madrugada, acordando moradores e aterrorizando as crianças -- nelas, os soldados têm ordens escritas de dar buscas nas moradias e de prender quem bem entenderem, principalmente meninos de 4 a 17 anos; não importa que não haja motivos para as prisões, pq os soldados inventam: acusá-los de atirar pedras é a mentira mais comum, e testemunhei isso lá.

Enfim, para aqueles campos verdejantes do vídeo há milhões de pessoas sofrendo com a seca e com a dificuldade de plantar e de criar cabras e ovelhas (também queimadas e mortas pelos colonos judeus). Sem contar, claro, a demolição de casas -- os palestinos, além de perderem seu lar, ainda são obrigados a pagar pela destruição dele.

Essa realidade o vídeo não mostra, é evidente. Israel se orgulha de sua tecnologia, obtida com base em sua indústria bélica, que mata um povo desarmado e oprimido, que perdeu o direito a seu país, sua cultura, sua história, sua vida.
Baby Siqueira Abrão


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Crianças palestinianas detidas por Israel são vítimas de confissão forçada. Crianças palestinas detidas por tropas israelenses são vítimas de confissões forçadas, o ramo palestino da Defesa para crianças (DICIP,) informou, de acordo com um relatório publicado quarta-feira na mídia palestina. 

"Os soldados israelenses interrogam crianças palestinas por vários dias para obter a confissão a qualquer custo", disse o Diretor do Programa de Responsabilidade desta organização, Ayed Abu Eqtaish.

Eqtaish disse que os tribunais militares de Israel aceitam essas confissões obtidas à força e as usa para condenar crianças palestinas detidas; um processo que contradiz os padrões de um julgamento justo.

 De acordo os dados fornecidos no relatório, realizado o regime terrorista israelense entre 2012 e 2014, mais de 54 crianças palestinas em celas de isolamento, pelo menos 75% delas sofreram algum tipo de violência física durante a detenção e interrogatório.

Em 2014, mais de 25% das crianças e adolescentes detidas assinaram documentos escritos em hebraico, uma língua que não conhecia, enquanto a maioria das crianças entre 12 e 17 anos, presas no mesmo ano, teve de cuidar de si e defender contra as acusações.

As investigações DICIP também mostram que as crianças palestinas, que não têm o direito de ser acompanhado por um adulto, e um advogado tornam-se nos centros de detenção do regime Tel Aviv amarrados e com os olhos vendados.

 Em novembro de 2014, a Organização de Libertação da Palestina (OLP), disse em um relatório que 10 000 menores palestinos foram detidos pelo regime israelense.

Os prisioneiros palestinos Club (PCC, por sua sigla em Inglês), com sede em Ramallah, na Cisjordânia, disse em novembro do ano passado que 40% das crianças detidas pelas autoridades israelenses, em Al-Quds (Jerusalém ) foi vítima de abuso sexual por policiais israelenses.

Em um relatório publicado em 2013, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) chamou generalizada a sistemática e institucionalização de maus-tratos de menores palestinos no sistema de detenção regime militar Israel

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Holocausto Palestino (José Saramago)

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Milhares de palestinos fugindo de suas casas na Cidade de Gaza, por medo de bombardeios israelenses.
Miles de palestinos huyen de sus casas en Ciudad de Gaza por temor a bombardeos israelíes.

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O mundo levanta a voz contra ataque israelense. Várias cidades ao redor do mundo estão em comícios, palco de protesto contra a ofensiva israelense na Faixa de Gaza, em que milhares de pessoas estão em solidariedade com o povo palestino.

Várias concentrações de protesto contra a operação militar israelense na Faixa de Gaza e em solidariedade com o povo palestino têm sido registrados em várias cidades do mundo.

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Pelo menos 10 pessoas foram mortas em um novo ataque israelense contra uma escola da ONU, como relatado por fontes médicas. Testemunhas relatam que um míssil atingiu a entrada da escola.

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ONU: Israel em Gaza mostra o seu "desrespeito deliberado" do direito internacional. O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, chamado ações de Israel na Faixa de Gaza de "desrespeito deliberado" do direito internacional.

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Dia mais sangrento da ofensiva israelense deixa 119 mortos e 500 feridos em Gaza. Reprodução
Total de mortos chega a 1.349 e os feridos são mais de 7,5 mil, a maioria civis, incluindo mulheres e crianças

31/07/2014 Da Redação*

As Forças Armadas de Israel mataram 119 palestinos e deixaram mais de 500 feridos na Faixa de Gaza nesta quarta-feira (30). As informações são dos agentes humanitários em território palestino. Com esses números, ontem foi o dia mais sangrento desde o início da atual ofensiva militar israelense.

O porta-voz do Ministério da Saúde em Gaza, Ashraf al Qedra, especificou que os dois episódios mais graves ocorreram quando o Exército israelense atingiu uma escola gerida pela ONU no norte da Faixa de Gaza e um mercado na capital.

O porta-voz detalhou que o total de mortos desde o início da ofensiva israelense, que começou em 8 de julho, chega a 1.349 e os feridos são mais de 7,5 mil, a maioria civis, inclusive mulheres e crianças.

O presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, declarou hoje (31) a Faixa de Gaza como "área de desastre humanitário" e pediu à comunidade internacional para proteger e dar assistência à região devastada pela ofensiva israelense.

O dirigente palestino acusa Israel de cometer crimes de guerra e aconselha a ONU a pressionar as instituições internacionais para que enviem ajuda de emergência à Faixa.

*com informações do Opera Mundi

http://www.brasildefato.com.br/node/29381
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