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Oi,veja que belas unhas decoradas com bolinhas de caviar.Excelente dica para as mulheres.Lindo  trabalho de Juliana Santos do Manual Bela e Simples.
Confira: http://goo.gl/Mvh6Zb

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PRECE DO POETA

Vem, meu verso, e faze meu poema encantado e tão bonito,
Que eu me torne um eterno emissário dos deuses comovidos
     [ a propalar ternuras pelos quatro cantos do Universo.
Faze que eu emocione o coração mais rijo e que meu verbo seja doce e leve
                                                      [ como brisa matutina.
Faze o meu escrito radiante e tão viçoso qual menina adolescente com seus
                                                       [ sonhos e desejos juvenis.
Faze que o lirismo torne a mim e os outros homens elevados e  cientes
                                       [ de que somos unos com o cosmo.
Torna então meu canto o elemento que aos humanos faça entregues aos mais
                                                  [ altos sentimentos,
Ao pensar profundo que nos leve à visão mais cristalina sobre as coisas.
Faze enfim, meu verso, ser a poesia o ponto onde se encontre o físico e o
                                          [ controverso metafísico
E, mais, que descubramos a completa unicidade entre os dois.

Barão da Mata

A Casa do Poema
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LUCIANA

Deitaram-se na cama e Luciana lhe ofereceu os lábios ávidos.  Vestido curto, leve, solto, quase transparente,  preto com estampa de pontos brancos.  Guilherme ergueu o corpo da mulher e a sentou no colo, como fora ela um achado raro e precioso, um diamante, uma esmeralda, o bem maior do mundo inteiro.
Sabia que a moça era de se dar com facilidade, que tinha vários amantes e que jamais lhe entregaria a alma tão liberta e aventureira.  Sabia também que a não queria para si, pra todo o sempre ou alguns anos. Mas naquele momento a amava como o mais extremoso enamorado, como o mais possessivo dos machos existentes.  Porque a desejava... como a desejava! Ah, como a desejava!  Queria tanto desfrutar aquele corpo esguio e pálido, as pernas magras e roliças que há  tanto cobiçava, sentia tanto prazer em tê-la na cama, que o ardor parecia amor, entrega, sentimento fundo, suplicante e desvanecido.
No dia seguinte talvez Luciana fosse de outro, mas isto não importava ao homem, que era tão ávido e sôfrego,  que achava que o tempo não passaria, que aquele momento se eternizaria; que não tinha ciúmes, mas só desejo: um desejo de longo tempo, um desejo que não tinha medidas, um fogo que lhe abrasava o corpo inteirinho.
Levantou-lhe o vestido, deitou-a na cama, arrebatou-lhe a calcinha de renda e por pouco não lhe rasgou o escuro vestido.  Beijou-lhe a boca longamente inúmeras vezes,  sugou-lhe os seios, a língua, os lábios, a vulva e as nádegas, cheirou a mulher por inteiro: cada  milímetro do corpo e cada cavidade, e toda cavidade do corpo de fêmea, candente, adentrou.
Amanhã quem sabe outro a ela faria tudo o que ele agora fazia, mas pouco a Guilherme importava: hoje a mulher era dele; dele somente, e era na essência a mais pura magia: ninfa, deusa, valquíria, sereia, feminino demônio ou outra entidade, mas algo que em definitivo ao homem enlouquecia.
O  casal gemia, arfava, gozava, fremia, e tê-la consigo num ballet tão frenético,  entre frases tão quentes, obscenas palavras, lascivas carícias, era para Guilherme a conquista maior, a chegada ao paraíso, e este sequer se lembrava de algo que houvesse além do desejo, delírio, deleite, prazer inefável, esquecido mundo, da vida, do ontem, do dia vindouro, que havia amanhã.

Barão da Mata

A Casa do Poema
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CANÇÃO TRISTE

Como eu poderia, menina, escrever-te poesias,
Se eu não sei falar dessa alegria
Solta, alegre, esvoaçante, tão menina,
Reluzente no teu ser?

Como, se eu só sei cantar tristeza
Com tristeza, por tristeza,
Nada mais?

Menina, a minha canção é qual silêncio,
É gemido, pranto, noite funda,
Fronte baixa, olhos mortos, pura dor.

Minha canção é qual crepúsculo de inverno,
Negro céu, bairro sem gente, mar sem vida,
Casa abandonada de desolado quintal.

Minha canção é um queixume tão desnudo de esperança,
Lágrima incessante deslizando pelo rosto,
Barco ancorado no deserto cais.

Minha canção é folhas secas arrastadas pelo vento,
Tarde sombria, olhar cansado, solidão.

Minha canção é escuridão, é desalento,
É fadiga, desencanto, lassidão, abatimento,
Melancolia, desconsolo, é vontade de morrer.

Barão da Mata

A Casa do Poema
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OS NAMORADOS DA REDE SOCIAL

O rapaz e a moça vêm andando um na direção do outro, na ampla calçada, entreolhando-se fixamente,e ela sorri:
- Ricardo?!
- Eu mesmo, bonitinha.
- Puxa! Você é pontual , hem?
- Sempre fui...
- E olha que eu tava pensando comigo: "Ângela, será que ele vai 'deixar furo'?"
- Não faria isso com você.
- Olha, você é mais bonito pessoalmente...
- Você também, lindinha...
Ela agradeceu e em seguida sorriu, observou com um ar de malícia:
- Mas você é um pouquinho mais velho do que nas fotos, danadinho?
- Mas e a cam...?
- A resolução da tua é muito ruim!
- Tem muito tempo que eu não tiro foto - o rapaz explicou.
Ela seguiu, ainda com um  riso concupiscente:
- Por falar em danadinho, você é terrível mesmo, hem? Fazia tudo pra eu tirar a roupa na cam, mas eu joguei duro com você - gesticulou com mãos e braços rígidos - e eu não tirei! Não tirei nem deixei você tirar! Fui durona, não é?
- Demais... - ele balançou a cabeça como derrotado.
- Mas não é melhor assim? - ela o chamava à razão, como a confortá-lo - Hoje vamos nos despir juntos, você vai  conhecer meu corpo, eu vou conhecer o seu, a gente vai fazer amor... Não é melhor a novidade?
- Se você acha assim...? - ele levantou os ombros.
- Fui durona mesmo. A gente se falou vinte dias, mas eu nunca cedi pra você!
Ele sorriu um tanto sem graça, ela informou:
- Tem um motel aqui no fim desta rua que é ótimo! Tô louca pra te amar, você não imagina.
Os dois seguiram de mãos dadas, no caminho ela queria conversar:
- E como vão as coisas no trabalho?
- Tanta coisa na cabeça - ele se justificava e a inteirava -,  que eu não te falei que mudei de emprego: comecei no banco hoje.
- Ah! Que legal! É melhor pra você?
- Claro que sim!
- Se é melhor...
- Lógico que é!
- E  a tua namorada? Não desconfia de nada?
- Claro que não. Dei um bom drible nela hoje.
- Ricardo, meu amor, posso descumprir uma promessa que te fiz?
- Depende.
- É que não vou poder passar a noite contigo, porque hoje o pai da minha filha vai levar ela lá pra casa...
- Tá bom, anjo, desta vez tá tranquilo, mas da próxima...
-Juro que na próxima nós dormimos juntinhos, juntinhos... ficamos a noite inteira juntinhos, tá?
Ele concordou num gesto de cabeça, chegaram à entrada do motel.
Amaram-se de forma quase animalesca, num ardor de não ter controle. Depois se despediram muito calidamente:
- Você promete que amanhã me liga, meu amor? - pediu Ângela.
- Ligo cedinho, pode deixar... Antes de ir pro trabalho.
Na manhã seguinte, o celular da mulher tocou, e ela reconheceu na bina o número do Ricardo:
- Oi, meu amor! Que saudade!
- Ah, minha querida, me desculpa ter te deixado esperando ontem! Mas a minha namorada apareceu de surpresa lá no escritório, quinze minutos antes de eu sair, e me levou pra jantar e depois cismou de passar a a noite comigo.

Barão da Mara

Verdades e Diversidades
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ENQUANTO NÃO VEM A NOITE

Canta ante a festa da vida,
Enquanto não vem a noite,
Tão cheia de breu e silêncio,
Calar o teu canto pra sempre.

Luta por tudo que almejas,
Enquanto não vem anoite
E te manda à agonia do umbral
Ou às dores eternas  do Inferno.

Ama a mulher que te encanta,
Enquanto não vem a noite
Mostrar que não há a quem possas
Clamar por perdão ou justiça.

Dança nos dias de festa,
Enquanto não vem a noite
Fazer os teus membros inertes,
Em rumo à putrefação.

Arde no leito com gana,
Enquanto não vem a noite
Tonar-te tão pálido e gélido,
Incapaz de desejo e volúpia.

Sê nos momentos bem pleno,
Enquanto não vem a noite
Findar com tudo pra sempre,
Sem deixar um segundo pra ti.

Barão da Mata

A Casa do Poema
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gracias xla invitacion

gracias por la invitacion!!!!!1
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