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Corveta “Barroso” é o novo capitânia da Força-Tarefa Marítima da UNIFIL

Em 15 de setembro, durante a cerimônia de transferência, ou handover, a Corveta “Barroso” tornou-se, pela segunda vez, o navio capitânia da Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FTM-UNIFIL), em substituição à Fragata “União”, que concluiu com êxito um período de seis meses na missão.
A cerimônia foi presidida pelo Comandante da FTM-UNIFIL, contra-almirante Sergio Fernando de Amaral Chaves Junior.
O evento contou com a presença do Embaixador do Brasil no Líbano, Jorge Kadri, além de diversas personalidades civis e militares locais e de países integrantes da missão.
A FTM-UNIFIL foi criada em 15 de outubro de 2006, em atendimento à Resolução 1701 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, por solicitação do governo libanês, tendo a peculiaridade de ser a única Força Naval componente de missão de paz da ONU.
A FTM-UNIFIL possui um Estado-Maior multinacional e sete navios de seis diferentes nacionalidades: Alemanha, Bangladesh, Brasil, Grécia, Indonésia e Turquia.

http://tecnodefesa.com.br/corveta-barroso-e-o-novo-capitania-da-forca-tarefa-maritima-da-unifil/

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Corveta ‘Jaceguai’ recebe a visita do Secretário Adjunto da SAE/PR

Em 6 de setembro, a Corveta “Jaceguai” recebeu a visita do Exmo. Sr. Secretário Adjunto da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR), Dr Marcos Degaut.
Durante a visita, o Secretário Adjunto percorreu alguns compartimentos do Navio, e foram-lhe apresentados dados sobre as Corvetas Classe “Inhaúma”, como histórico, sistema de combate e tarefas. Segundo o Dr. Degaut, foi uma oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o Projeto Corvetas da Marinha do Brasil, e revelou que vem trabalhando para apoiar a construção das Corvetas Classe “Tamandaré”.
Por fim, o visitante fez uma breve apresentação para os Oficiais do Navio sobre a SAE/PR e os trabalhos que vem realizando junto ao Ministério da Defesa e as Forças Armadas.

NOTA DO PODER NAVAL: a Marinha do Brasil planeja construir quatro corvetas classe “Tamandaré” para substituir duas fragatas Type 22 Batch I que ainda restam e as duas primeiras fragatas classe Niterói que deverão dar baixa nos próximos anos.

http://www.naval.com.br/blog/2017/09/20/corveta-jaceguai-recebe-visita-do-secretario-adjunto-da-saepr/

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Esquadra amplia sua capacidade de Operações Aéreas noturnas no Brasil

O Navio Doca Multipropósito (NDM) “Bahia”, em Vistoria de Segurança de Aviação (VSA) realizada de 11 a 15 de setembro, foi homologado para a condução de operações aéreas noturnas com helicópteros, em condições de voo visual e por instrumentos.

O primeiro pouso noturno a bordo ocorreu no dia 12 de setembro, por uma aeronave AH-11A Super Lynx.
No dia 14 de setembro, uma aeronave UH-15 participou da campanha de homologação, realizando o primeiro pouso noturno do H225M do Esquadrão HU-2 em navios da MB em operações no mar.
A capacitação da NDM “Bahia” para operações aéreas noturnas e a qualificação das primeiras equipagens de helicópteros foi um evento coordenado entre o Comando da Força Aeronaval e o Comando da Força de Superfície, sob a supervisão do Comando em Chefe da Esquadra.
Participaram da VSA, na qualidade de Vistoriador-Chefe, o Capitão de Mar e Guerra Eduardo Augusto Wieland, Comandante do Centro de Instrução Almirante Marques de Leão (CAAML), e o Capitão de Mar e Guerra Renato Gomes Ferreira, Comandante do Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN), como Coordenador.

http://www.defesaaereanaval.com.br/esquadra-amplia-sua-capacidade-de-operacoes-aereas-noturnas-no-brasil/

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Fuzileiros Navais brasileiros ajudam a Colômbia na desminagem humanitária

Desde 2015 instrutores brasileiros ficam na Colômbia por dois anos, capacitando os militares da Marinha Nacional para a remoção de minas e artefatos explosivos improvisados dos terrenos.

O Capitão-de-Corveta (FN) Fernando de Paula Lima e o Capitão-de-Corveta (FN) Bruno Tiago Silva dos Santos do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) da Marinha do Brasil (MB) estão na Colômbia desde janeiro dando instrução de desminagem humanitária (DH) aos militares colombianos. O objetivo é contribuir na formação de militares da Marinha Nacional da Colômbia, com o intuito de capacitá-los para a tarefa de remoção de minas e artefatos explosivos improvisados que foram utilizados durante o período de conflito interno do país com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).
Os militares brasileiros foram formados no Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais, unidade da MB responsável pela condução das instruções, dos adestramentos e das missões simuladas e reais de desminagem. Lá são realizados os cursos de Neutralização e Desativação de Artefatos Explosivos, de Anti-Bomba e de DH.
Segundo o Capitão-de-Mar-e-Guerra (FN) Dalton Araújo de Barros, comandante do Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais da MB, o acordo bilateral surgiu da necessidade da Marinha da Colômbia em aumentar o efetivo de militares capacitados na DH. “Essa demanda foi solicitada em 2014 e efetivada em 2015, quando a MB enviou dois oficiais para o Centro Internacional de Treinamento Anfíbio em Coveñas, Sucre, por um período de dois anos”, disse o CMG Dalton, e acrescentou que, no início de 2017, a equipe foi substituída pelos dois oficiais que estão à frente da missão atualmente.
O desafio das Forças Militares da Colômbia é o de aumentar a efetividade na DH, a fim de cumprir o prazo estabelecido pelo Tratado de Ottawa, assinado em 1997, para concretizar a limpeza dos campos minados espalhados por todo o país até 2021. O CMG Dalton disse que o CFN está contribuindo decisivamente para que o prazo seja alcançado, como também para diminuir o sofrimento dos colombianos. “Essas armas letais dificultam o desenvolvimento econômico e social e impedem o direito de andar livremente da população civil”, destacou.

Curso de Desminagem Humanitária

Os militares brasileiros coordenam os cursos de técnico de desminagem básico, líderes de DH e supervisores de DH. Segundo o CC Fernando Lima, cada curso é realizado duas vezes por ano. “Eu e o CC Bruno Tiago realizamos instrução, treinamento, capacitação teórica e prática, bem como auxiliamos no desenvolvimento e no aperfeiçoamento de doutrina na Marinha Nacional da Colômbia, com a criação e a revisão de documentos operacionais”, disse.
Inicialmente, os alunos recebem um embasamento teórico em sala de aula, depois os conhecimentos são colocados em prática, por meio de exercícios no terreno, chamados de “Pista de Desminagem Humanitária”. O local simula um campo minado, com as mesmas condições e tipos de artefatos encontrados nas frentes de trabalho. O CC Fernando Lima explicou que a parte prática equivale a aproximadamente 70 por cento do tempo total do curso. “Os alunos são acompanhados e avaliados a todo momento, de maneira que, ao final do curso, tenhamos certeza de que lograram se graduar e tenham as necessárias condições técnicas, físicas e psicológicas para trabalhar nas atividades de DH”, garantiu.
Segundo os instrutores brasileiros, durante as aulas práticas, os alunos são submetidos a condições ainda mais difíceis do que em uma situação real. “O objetivo é fazer com que os alunos executem apropriadamente os procedimentos operacionais para estarem preparados ao se deparar com uma situação possível de ocorrer em seu dia-a-dia de trabalho”, explicou o CC Bruno Tiago.
Desde 2015, quando iniciou o acordo bilateral, já foram formados 329 técnicos em desminagem, sendo 39 apenas em 2017, e 46 líderes de DH. Além da instrução propriamente dita, a missão inclui a disseminação do tema sobre minas terrestres e explosivos improvisados para os militares colombianos, por meio de palestras e cursos em instituições de ensino, como a Escola Naval de Oficiais e o Curso de Cabos e Sargentos. “Aproximadamente 500 militares receberam os conceitos básicos nas unidades de ensino desde janeiro deste ano. Esses militares podem ter que enfrentar esse problema em algum momento de sua vida operativa”, explicou o CC Fernando Lima.

Missão amplia capacidade operacional dos militares brasileiros

Para os Fuzileiros Navais da MB que estão na Colômbia, a missão representa uma oportunidade de ganho operacional e pessoal. “É um sentimento nobre, saber que você está contribuindo de alguma forma para um mundo melhor, mais seguro. Uma mina que é retirada do terreno representa a vida de uma pessoa que foi salva. É, portanto, menos uma vítima. Nesse contexto, nossa motivação é sempre alta”, destacou o CC Bruno Tiago.
O CC Bruno Tiago lembrou os desafios iniciais durante o período de adaptação e adequação à doutrina e às peculiaridades do país. Apesar disso, segundo ele, a produtividade foi muito satisfatória. “A tendência agora é que tenhamos nossa eficiência aumentada e, quando dizemos eficiência em DH, ressaltamos que os técnicos em desminagem trabalharão cada vez mais capazes e seguros”, garantiu.
Já o CC Fernando Lima destacou o ganho operacional conquistado durante a missão. “Estou tendo contato com novos tipos de artefatos explosivos, utilizados pelas FARC, no longo conflito vivido pela Colômbia, país fronteiriço ao nosso. Isso nos dá um ganho operativo muito grande, aumentando a capacidade de resposta a este tipo de ameaça”, ressaltou.
O militar lembrou ainda do bom convívio com a Marinha Nacional da Colômbia. “São muito agradecidos pelo apoio que prestamos ao seu país e estão sempre prontos para nos apoiar nas necessidades que surjam para o melhor desenvolvimento dos cursos”, disse o CC Fernando Lima.
O CMG Dalton também destacou as vantagens da missão para a capacitação dos militares brasileiros. “A troca de experiências com os militares colombianos, adquiridas durante 50 anos de guerra no interior do seu próprio país, com larga experiência em artefatos explosivos improvisados, é uma excelente oportunidade. Além disso, esse contato é muito importante para estreitar os laços de amizade entre os dois países, que irão facilitar futuros acordos de cooperação em todos os níveis e áreas”, reforçou.

Consequências dos terrenos minados na Colômbia

A Colômbia é um dos países com maior contaminação de minas, segundo a Organização das Nações Unidas. Desde 1990 até junho de 2017, foram 11.487 vítimas dos artefatos explosivos, sendo 4.458 civis e 7.029 militares; desse total, 2.208 foram fatais, de acordo com informações da Dirección para la Acción Integral contra Minas Antipersonal – Descontamina Colombia, órgão oficial colombiano que trata do tema de desminagem.
Segundo o CMG Dalton, já foram destruídos 5.328 artefatos explosivos encontrados nos campos minados e mais de dois milhões de metros quadrados já foram limpos no território colombiano. A Colômbia possui 1.123 municípios, sendo 688 com registro confirmado de contaminação. “Desse total, apenas cinco foram limpos. Outros 25 municípios já estão sendo desminados e 67 estão em processo de investigação para confirmar as suspeitas de contaminação. Ou seja, ainda faltam 596 municípios necessitando de algum tipo de intervenção dos técnicos em desminagem”, disse.


http://www.defesaaereanaval.com.br/fuzileiros-navais-brasileiros-ajudam-a-colombia-na-desminagem-humanitaria/

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Empresa russa fornecerá antivírus às Forças Armadas Brasileiras

Kaspersky Lab será responsável por instalar e prestar manutenção do software em 120 mil computadores. Companhia é acusada pelo governo dos EUA de atuar como espiã para a inteligência da Rússia. CEO nega.

A empresa russa Kaspersky Lab se tornou a responsável por fornecer soluções de segurança cibernética para as Forças Armadas do Brasil –Exército, Força Aérea e Marinha. Mais especificamente na proteção contra vírus.
O software da Kaspersky será parte da defesa cibernética desses órgãos, que inclui outros serviços ligados à segurança digital, como setores especializados na detecção de intrusos e de atividade maliciosa.
Por meio da distribuidora brasileira EsyWorld, com sede em São Paulo, os russos venceram pregão eletrônico realizado em 2015. Os contratos firmados têm duração de três anos e somam R$ 8,4 milhões. A maior parte, R$ 4,5 milhões, é referente ao serviço prestado ao Exército. O contrato com a Força Aérea tem valor de R$ 2,3 milhões e da Marinha R$ 1,6 milhão.
De acordo com a Kaspersky, a instalação dos sistemas já vem desde dezembro de 2016, mas, por questões de segurança, o anúncio oficial deve ser feito nesta semana. A informação, no entanto, já constava em Diário Oficial.
Segundo a empresa, o antivírus será instalado aproximadamente em 120 mil máquinas. O contrato de manutenção oferece relatórios de ameaças e serviços de monitoramento e resposta a incidentes. Serão também oferecidos treinamentos.
Em nota, o Exército afirma que anteriormente não havia uma solução que atendesse a todas as suas unidades militares. Os estudos para implantar essa infraestrutura começaram em 2014. “Dessa maneira, o Exército pode realizar o monitoramento em tempo real de incidentes de segurança decorrentes de arquivos e processos maliciosos, proporcionando maiores níveis de segurança da informação”.
A Força Aérea diz que serviço semelhante já foi prestado pelas empresas Trend Micro e McAfee. Por meio de sua assessoria de imprensa, a Marinha apenas confirmou que contratou a solução. Sistemas antivírus oferecem segurança a usuários finais, considerados um ponto crítico por especialistas por serem a porta de entrada para ataques mais sofisticados.

ESPIÕES RUSSOS

Na última semana, a administração Trump emitiu uma nota oficial em que se dizia “preocupada” com possíveis ligações da Kaspersky à inteligência russa e baniu os softwares da empresa dos computadores do governo dos EUA.
À Folha, Eugene Kaspersky, fundador e CEO da companhia russa, atribui a decisão a motivações políticas. “Nossa cooperação com a Rússia é a mesma que temos com vários outros países”, diz. A Kaspersky presta serviço a governos de diferentes países e tem, entre seus clientes, entidades como a Interpol (Polícia Internacional). “Nós não trabalhamos com a parte de ataques. Nosso serviço é todo ligado à proteção”, afirma Eugene.
Em julho deste ano uma equipe de militares brasileiros foi à sede da Kaspersky, em Moscou para inspecionar os códigos dos produtos que serão usados.
O Exército afirmou que, por ter uma rede de computadores complexa, apenas empresas “líderes mundiais no mercado” estariam aptas a fornecer a solução e diz que todas elas são estrangeiras.

http://www.defesaaereanaval.com.br/empresa-russa-fornecera-antivirus-as-forcas-armadas-brasileiras/

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Navio-Escola ‘Brasil’ comemora o 195º Aniversário da Independência do Brasil

Por ocasião da estadia do Navio-Escola “Brasil” no porto de Barcelona, no dia 7 de setembro, foi realizada a bordo, durante a recepção protocolar, a Cerimônia comemorativa ao 195º Aniversário da Independência do Brasil.
O evento contou com a presença de autoridades civis e militares, como o Deputado Federal Arlindo Chinaglia, a Cônsul-Geral do Brasil em Barcelona Embaixadora Maria Elisa Berenguer, o Adido Naval e Aéreo Coronel Alan Elvis de Lima, o Adido de Defesa Coronel Carlos Eduardo Machado Gouvêa, além de representantes da Armada Espanhola e do governo local. Na ocasião, houve a entrega da condecoração da Ordem do Rio Branco ao Sr. Antoni Traveria Celda, Diretor da Casa América Catalunya. A condecoração é destinada a galardoar os que, por qualquer motivo ou benemerência, se tenham tornado merecedores do reconhecimento do Governo Brasileiro, podendo ser conferida a pessoas físicas ou jurídicas, nacionais ou estrangeiras.
O NE “Brasil” é o terceiro navio da MB a ostentar esse nome em homenagem ao nosso País. Construído pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, passou por diversas fases até ser submetido à mostra de armamento e incorporado à armada em 21 de agosto de 1986. Em 2017, o navio realiza a XXXI Viagem de Instrução de Guardas-Marinha (VIGM).

NOTA DO PODER NAVAL: O Navio Escola Brasil – U 27 foi construído pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro – AMRJ e seu projeto foi desenvolvido pela Diretoria de Engenharia Naval – DEN a partir do casco das fragatas Vosper Mk.10, classe Niterói.
Na concepção original, o NE Brasil teria um canhão de 76 mm na proa, mas por medida de economia (sempre ela), este armamento foi eliminado e permaneceram apenas dois canhões de 40 mm e 4 canhões de salva de 47 mm.

http://www.naval.com.br/blog/2017/09/20/navio-escola-brasil-comemora-o-195o-aniversario-da-independencia-do-brasil/

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Mergulhadores de Combate da Marinha do Brasil (GRUMEC) Câmera Record

O Câmera Record acompanhou o treinamento dos candidatos ao Grupamento de Mergulhadores de Combate, considerado a versão brasileira dos SEALS, a elite da Marinha dos Estados Unidos.
Quem pertence ao GRUMEC é escalado somente em operações especiais, como as missões de paz no Líbano e no Haiti.
Câmera Record é um programa de televisão jornalístico semanal brasileiro, produzido e exibido pela Rede Record, que vai ao ar nas noites de domingo a partir de 23:15, com uma hora de duração, que traz grandes documentários produzidos pelas equipes de reportagem no Brasil, e com a participação dos correspondentes internacionais do Jornalismo Record nos quatro continentes.
Na pauta do Câmera Record assuntos de interesse da população em geral, curiosidades, viagens, serviço, finanças e locais nunca antes vistos na TV.

https://youtu.be/ve_B45TtNnc

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Os novos AHTS da Marinha do Brasil

A Marinha do Brasil (MB) vai incorporar a sua frota novos rebocadores de alto mar.

Os três AHTS (que deverão ser reclassificados na MB) Sea Stoat, Sea Fox e Sea Vixen pertencem a uma serie de nove navios construídos pela ABG Shipyard Limited em Mumbai (Índia),e foram lançados ao mar a partir do segundo semestre de 2011.
Cada rebocador conta com dois motores diesel RRM Bergen C25: 33L8P cada um com 2560 kW (6800 BHP), acoplados a duas caixas de engrenagens AGM RRM 600 e dois eixos e dois hélices.
A propulsão auxiliar e constituída de três motores CAT cada um de 425 kW , além de uma unidade de emergência com 99 kW.
O navio totalmente carregado desenvolve velocidade máxima de aproximadamente 14,5 nós. os tanques de combustível possuem capacidade para armazenar até 804 m3 de diesel.
Os equipamentos de movimentação de peso (gruas) são comandados eletronicamente através de joystick. Um moderno sistema de combate a incêndios (Fire Fighting I) permite a operação simultânea de duas linhas de água sob alta pressão.
Os navios podem realizar a descarga simultânea de líquido através de duas estações independentes. A tripulação de 28 homens e dividia em quatro camarotes simples e 12 duplos.
Os equipamentos de navegação e comunicação incluem, por exemplo, o radar Furuno FR-2115, o eco-sensor Furuno FE-700, o Furuno DS-80 log, o Gyrocompass Sperry Marine Navigat X Mk2 e o piloto automático Sperry Marine Navipilot V HSC, estação de rádio 2570 e estação VHF FM-8800S.

Características básicas dos AHTS:

Comprimento total: 63,40 m

Comprimento entre perpendiculares: 56,53 m

Boca moldada: 15.80 m

Pontal: 6,80 m

Calado máximo: 5,50 m

Deslocamento: 1.943 ton

Dimensões do convés: 403 m2 ( 31x13m)

Força de tração: 80 toneladas.

http://tecnodefesa.com.br/os-novos-ahts-da-marinha-do-brasil/
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