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Reviso trabalho acadêmico, artigos, resenhas, texto literário e etc.
Faço correção ortográfica e gramatical.
Email: rafaluiz.ss12@gmail.com
Zap 13 996548485.
Mas você pode me chamar in box também
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Já não escrevo faz algum tempo. Em parte por não escrever bem o suficiente, em outra porque a vida anda corrida. Mas o principal é porque nunca consegui uma poesia como a do Mario Quintana: leve, livre, cheia de tanta vida e simplicidade que faz a vida parecer simples. Acho que a época, o estilo de vida, e a possibilidade factual de se viver foi diferente para nós.

Apesar dos pesares e pêsames, resolvi escrever algumas palavras para a passagem do ano. Pensei em publicar no Facebook, mas a dinâmica daquele lugar não me agrada para este tipo de texto. Quem leu esta introdução e decidiu por ver o poema, me desculpo por parecer, no primeiro momento, que não tenho esperança. Na verdade, acabei movido pela preocupação que tenho com a depressão como o novo mau contemporâneo. Só este ano testemunhei duas tentativas de suicídio por pessoas pertencentes ao meu cotidiano, fora as vezes que eu mesmo pensei em tal. É verdade que a questão não pode ser tratada de uma forma individual, pois são diversos fatores e pressões sociais que permeiam o problema. Porém devemos pensar para, assim, levantar questões mais pertinentes que a mera política de medicação, da qual tenho muitas ressalvas e cautelas. Será a depressão algo tão novo quanto se pensa? O alcoolismo, assim como outros vícios em narcóticos, não seria um indício de que a depressão é mais velha do que parece? Será que uma data de festa é o suficiente para curar um mal que assola a sociedade? Quantos anos serão necessários para que se faça um verdadeiramente novo?

É isso! Quem quiser ler o poema, espero que goste, mas se não, ao menos pense sobre o que esta introdução buscou trazer. Um longo abraço, e Feliz Ano Novo!

http://menosdoisblogs.blogspot.com.br/2017/12/esperando-o-final-feliz-do-filme.html?m=1

Sabe quando você parece estar sozinho neste mundo? Quando ninguém quer saber de você, e ninguém se importa consigo? Sabe o porque disto acontecer? é para nos tornar-mos mais fortes.

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No texto de Hoje debruçamos na cultura cinematográfica e como e quanto tempo os salames da industria cultural permanece ou não saborosos. Leia mais em:
https://goo.gl/FCs1t7

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A Comarca News presenteia o seu leitor com uma análise profunda do estigma inserido no Filme "A Caça". Estude um pouco mais com as ponderações do Dr° Carlos Eduardo. Leia mais em:
http://bit.ly/2rSZ3i1

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Quer Ficar Um Pouco Mais por Dentro do Mundo dos Mortos-Vivos. Leia Mais em:
http://bit.ly/2pfpaPR

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