Em 30 de novembro de 2012, sobre a mensagem "Deus seja louvado" nas notas de real, a apresentadora afirmou que os defensores do laicismo são "ingratos" para com o cristianismo, que, segundo ela, é o responsável por princípios como liberdade, honestidade, respeito e justiça. "É no mínimo uma ingratidão à doutrina que inspirou nossa cultura, nossos valores e até mesmo a nossa própria constituição promulgada sob a proteção de Deus." Afirmou ainda que "o próximo alvo dos laicistas" será a constituição, para dali tentar tirar a referência a Deus. "Mas aí não bastará uma simples ação civil, [porque] eles terão de emendar a constituição."[10]

No dia 20 de março de 2013, Sheherazade defendeu a postura do pastor e deputado federal Marco Feliciano, conhecido por suas críticas polêmicas ao aborto, ao afirmar que ele tem o direito de manifestar opiniões e que foi eleito democraticamente.[11]

Formada em Jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), foi servidora do Tribunal de Justiça da Paraíba como jornalista desde 1994 e posteriormente trabalhou como repórter correspondente da TV Justiça no estado.[5]

Começou na mídia trabalhando na TV Correio, afiliada paraibana da Rede Record. Alguns meses depois, foi convidada para a TV Cabo Branco, afiliada da Rede Globo no Estado. Já em 2003, tornou-se apresentadora do Tambaú Notícias, telejornal da TV Tambaú, afiliada do SBT.[6][7]

Rachel é conhecida por diversas críticas a vários temas, inclusive os vídeos dos seus comentários têm ganhado o mundo, sendo dublados e legendados em diversos idiomas.[8] Em fevereiro de 2011, quando ainda trabalhava na TV Tambaú, criticou duramente o Carnaval na Paraíba. O vídeo foi postado no YouTube, fazendo com que a apresentadora ganhasse projeção nacional. Com isso, a apresentadora foi convidada por Silvio Santos a ir para a matriz do SBT, em São Paulo.

Desde 30 de maio de 2011 divide a bancada do SBT Brasil, principal telejornal da emissora, com Joseval Peixoto e Carlos Nascimento, de segunda a sábado.[9]

Em 26 de dezembro de 2013, no Facebook do filósofo Paulo Ghiraldelli Jr., professor de filosofia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, publicou a seguinte mensagem: "Meus votos para 2014: que Rachel Sherazedo (sic) seja estuprada." Logo em seguida, foi postada outra mensagem com o mesmo teor: "Votos para 2014: que a Rachel Sheherazade abrace bem forte, após ser estuprada, um tamanduá." Alertada por um amigo, Shehera­zade denunciou os ataques em seu Twitter: "Caso grave de incitação ao crime, promovido pelo Sr. Paulo Ghiraldelli ou quem se faz passar por ele. Compartilhem!" Em seguida, questionou diretamente o próprio filósofo: "Sr. Ghiraldelli, liberdade de expressão termina onde começam calúnia, difamação, ameaça, incitação ao crime! Vai aprender isso num tribunal!" No dia 30, a jornalista postou no Twitter: "Mis­são cumprida: esta manhã fui à delegacia competente representar penalmente contra meu agressor ou quem se faz passar por ele. Agora, é só aguardar as providências legais e a providência divina. Tenho a certeza de que cumpri meu papel de cidadã."[12] Ghiraldelli Jr. negou ser o autor dos votos de que Rachel Sheherazade seja estuprada em 2014, alegando que o seu Facebook teria sido invadido por hackers e apagou as mensagens de incitação à violência contra a jornalista. Ghiraldelli Jr. também negou ser o autor de outras postagens antigas ironizando Shehera­zade, encontradas em suas contas no Twitter e Facebook.[13]

Acusação de incitação à violência[editar | editar código-fonte]
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