MESTRE BARONE RESPONDE:;;;;DEUS VIROU NO BRASIL UM OBJETO MUITO CARO PARA SER COMPRADO...A PALAVRA DE DEUS É PURO COMÉRCIO...APÓSTOLO AGENOR DUCK VENDE ÓLEO UNGIDO A MIL REAIS A DESEMPREGADOS DIZENDO QUE ESTE ÓLEO CONTÉM OITO MIL PROMESSAS DE DEUS...APÓSTOLO ALAN ROBSON VENDE CURA DIVINA A CENTO E QUARENTA REAIS NA RÁDIO DE CAMPINAS!!!!!!!!DA BURRO E IDIOTAS QUE CAEM COMO PATINHOS NESSES BANDIDOS DA FÉ!!!!!!!!MAS O POVO NÃO SABE QUE ESSES VENDEDORES DE JESUS NOS PROCURAM E PAGAM TRABALHOS ESPIRITUAIS AS ESCONDIDAS E NOS PAGAM MUITO BEM POR SIGILO ABSOLUTO SÓ NÃO ACEITAMOS O FATO DE TRANSFORMAREM DEUS EM OBJETO DE COMÉRCIO MUITO CARO.....MESTRE BARONE ARAPIAGA WHATSAP 019999543681.

Post has shared content

Post has attachment

Post has shared content
EITA ANO NOVO ...
QUE VENHA MAIS UM ANO DE GRANDES DESAFIOS E DE TREMENDAS ARMADILHAS ! QUE POSSAMOS TER SABEDORIA E CRIATIVIDADE PARA SOLUCIONAR PROBLEMAS E GERAR SOLUÇÕES EFICIENTES E ALTERNATIVAS ! A ARTE DE RABISCAR MAIS UMA VEZ VAI PRECISAR DE MUITO ESBOÇO COM PROJETOS ...

Post has attachment
O que é Terapia Familiar e de Casal e que benefícios ela pode trazer?
A Terapia Familiar e de Casal do Instituto Grão Criador visa identificar e trabalhar padrões de interação entre os membros de uma família ou casal facilitando o processo de conscientização e mudança dos aspectos relacionados a estes padrões e buscando as alternativas possíveis para isso. 
Também pode funcionar como agente de construção de projetos de vida e fortalecimento dos laços afetivos.
Os atendimentos às famílias e casais realizados no Instituto são destinados a pessoas que desejem:
- Melhorar suas relações;
- Restabelecer o equilíbrio interno e no ambiente de convivência;
- Mediar conflitos, pois se você é parte do problema é parte da solução;
- Ampliar a consciência a respeito de si e daqueles que o cercam;
- Aprender novas formas de se comunicar com o outro;
- Potencializar características construtivas nas relações;
- Conscientizar-se de suas emoções e comportamentos;
- Trabalhar a individualidade e desenvolver alternativas saudáveis para lidar com conflitos, sempre visando o bem estar de todos os envolvidos.
Utilizamos ferramentas da Terapia Familiar Sistêmica e da Programação Neurolinguística para trabalharmos as noções de que é possível compreender e enxergar a si mesmo e ao outro na relação, desenvolver a capacidade de cultivar emoções, pensamentos e atos equilibrados para saborear a plenitude de se relacionar verdadeiramente.
Dessa forma, é possível abrir portas para construir uma convivência saudável, harmoniosa e plena. 
Photo

Post has attachment

Post has shared content
Elsimar Coutinho esclarece como o movimento feminista boicotou a pílula anticoncepcional masculina

"GUERRA DOS SEXOS"

Olá, pessoal!... 

Como vão todos? Nessa nova postagem, gostaria de trazer à atenção de vocês um assunto muito importante, de interesse público. Muito importante pelos diversos aspectos nele envolvidos - aspectos médicos, políticos, econômicos, etc. - mas que muita gente vem tentando evitar que chegue a público, fazendo de tudo para mantê-lo em segredo. 

O que temos de concreto a respeito é um documento digital: um vídeo de 8 minutos e 52 segundos do programa "Roda Viva", da TV Cultura, no qual a jornalista Marília Gabriela entrevista o médico endocrinologista doutor Elsimar Coutinho. Essa é a nossa fonte primária, como dizem os historiadores; e a minha análise irá se basear unica e somente sobre ela. 

E do que trata o vídeo abaixo? Trata de algo que já não é mais possível esconder da sociedade: a existência, hoje, nos nossos dias, de uma pílula anticoncepcional masculina sendo comercializada normalmente fora do Brasil. 

A internet democratizou e dinamizou exponencialmente a comunicação. Com informações circulando em todas as direções, as pessoas adquiriram um meio próprio para se comunicar, deixando de depender dos meios de comunicação oficiais. Há 30 anos nós somos martelados com campanhas do governo falando em camisinha o tempo todo, mas nunca vimos uma propaganda oficial mencionando a pílula masculina, surgida já há, pelo menos, 15 anos. 

Contudo, com a popularização da internet, a população conectada, há anos em crescimento, atingiu uma espécie de massa crítica, tornando cada vez mais difícil ocultar da sociedade o que se passa no exterior.

No vídeo, o doutor Elsimar Coutinho menciona uma pílula masculina produzida com gossipol, uma substância natural extraída da semente da planta do algodão, destacando que o medicamento já é, hoje em dia, distribuído, vendido, comprado e consumido normalmente na China. Detalhe: essa não é a única reportagem na internet que trata do assunto. 

Quero chamar a atenção dos internautas para a parte em que o doutor Elsimar Coutinho comenta que encontrou um laboratório farmacêutico em Pernambuco que se dispôs a investir no novo produto. Trata-se do Laboratório Hebron, em Caruaru, que em 1 999 encaminhou ao Ministério da Saúde um pedido de registro para a comercialização da nova pílula, conforme consta no site "Inventores BR" (http://www.invencoesbrasileiras.com.br/index.php/inventos/farmacos/885-nofertil). 

A propósito, viram a data que eu escrevi aí em cima? Isso mesmo: 1999. 

Isso significa que há anos, há muitos anos, os brasileiros já poderiam e deveriam dispor de um novo contraceptivo - um contraceptivo eficiente, seguro e barato. O que aconteceu? 

O que aconteceu é o que é denunciado no próprio vídeo: o Ministério da Saúde negou o registro do medicamento, sem dar nenhuma explicação. Não sou advogado e não entendo de leis, mas essa negativa não precisaria ser justificada por aquele ministério? Se o veto oficial pode ser feito dessa forma arbitrária, prescindindo de uma justificativa obrigatória, apontando as falhas do novo fármaco, creio que é o caso de se rever a lei, a bem da transparência. 

De todo modo, a perspicácia do doutor Elsimar Coutinho já deu a dica: com o baixo preço da matéria prima, a indústria farmacêutica não tem interesse no novo produto. Ou seja: ela, indústria farmacêutica, mandou vetar a pílula, e o Ministério da Saúde, obediente, cumpriu a ordem. Não é difícil imaginar as pressões que o Laboratório Hebron deve ter sofrido na época. 

E que conclusão nós podemos tirar desse desfecho? A pior possível: uma omertà. No estilo da máfia italiana, a existência de um sinistro pacto de lealdade entre a indústria de medicamentos e as autoridades de saúde. 

Aliás... Talvez, na verdade, nem a palavra "omertà" seja adequada. Na máfia, o termo designa uma solidariedade, uma cumplicidade, entre "capos" que se consideram e se tratam como iguais. É diferente nesse caso. O Ministério da Saúde está numa posição humilhante, de joelhos, lambendo o sapato dos figurões da indústria farmacêutica. A "autoridade" de saúde que impôs o veto é apenas um burocrata, que trabalha - quando trabalha - a serviço dos interesses mais escusos. Confortavelmente alojado num cargo bem remunerado, esse burocrata não atende as pessoas, nem vive a rotina das unidades de saúde. Pode até ser graduado em Medicina, mas isso não faz dele um médico. Não do modo como eu entendo o que é ser um médico. 

A pergunta que faltou fazer: vetou-se a pílula masculina, mas por que se vetou? Porque o novo medicamento faria concorrência com contraceptivos já instalados no mercado. Por exemplo, casais consolidados, com uma relação estabelecida, poderiam trocar o preservativo pela nova pílula. Isso baixaria os lucros obtidos com a contracepção tradicional. 

Ademais, o anticoncepcional feminino passaria a dividir espaço com o anticoncepcional masculino - produzido pelo Hebron. E como a matéria prima era barata, a nova pílula seria também barata. Não se aceitou a chegada de um medicamento de baixo custo a um mercado já loteado. O povo não podia ter essa opção. 

Chega a ser chocante o modo como essa gente se sente à vontade para dispor da população... De todo modo, é com muita satisfação que eu vejo que essa máfia já foi derrotada na China. 

Quero também chamar a atenção dos internautas para um trecho muito importante da entrevista. Trata-se de quando o doutor Elsimar Coutinho fala do Congresso Mundial de População em Budapeste, na Hungria. O profissional ressalta que as feministas americanas se encontravam na conferência e se pronunciaram contra o lançamento de um novo contraceptivo masculino. 

Vamos aos fatos. Em primeiro lugar, o Ministério da Saúde não vetou o produto por causa das feministas. É ingenuidade achar que elas têm poder p'ra isso. Vetou porque as empresas da área mandaram vetar. Segundo, o médico denunciou que a rejeição à nova pílula partiu das lideranças feministas americanas, que estavam na plenária em Budapeste. Em nenhum momento do vídeo ele menciona que havia mulheres brasileiras no local. 

Acaso isso é uma guerra? É uma guerra dos sexos? Quero pedir aos brasileiros, mulheres e homens, para que não caiam nessa armadilha. NÓS ESTAMOS SENDO USADOS. Mulheres e homens não são inimigos. Os verdadeiros adversários são outros. Enquanto nos engalfinhamos aqui embaixo, eles ganham dinheiro lá em cima - ganham às nossas custas. 

P'ra começar, se as mulheres americanas não gostam da ideia de os homens terem uma pílula própria, isso elas resolvem em casa, com os americanos. O Brasil não precisa esperar o desfecho dessa polêmica, uma vez que nada na nossa Constituição determina que devemos pedir a bênção aos EUA para liberar um produto farmacêutico em nosso próprio solo. 

Fazemos assim: eu vou bancar o inocente e fingir que não há nenhum tipo de conivência entre o ativismo feminista e a grande indústria. Uma posição como essa não consiste em pleitear um direito, o que seria legítimo. Consiste, basicamente, em exigir que um dado direito seja negado a alguém. Isso não é uma falha de método, nem de abordagem. É uma falha de caráter. 

Nesse momento, gostaria de esclarecer os internautas em relação a um ponto muito importante. Sempre fui, sou e sempre serei favorável à igualdade de mulheres e homens, em direitos e deveres, como comprovam diversas postagens por mim publicadas. Contudo, meu decidido apoio às mulheres não pode ser confundido com respaldo ao ativismo feminista. 

Não considero construtivas ideologias, feministas ou machistas, que põem os sexos como rivais. Via de regra, não gosto de radicalismos ideológicos, de mulheres ou de homens. Minha abordagem recai sobre a negociação e a lealdade, o compromisso com o que foi negociado. 

Nunca é demais lembrar que o nosso país em dias recentes teve uma sanguinária ditadura militar, e nos dias atuais tem um ativismo de rua que executou um cinegrafista na Central do Brasil, no Centro do Rio de Janeiro. São exemplos do que a toxina ideológica, qualquer que ela seja, pode fazer a uma sociedade. Principalmente: tenho observado que, ao longo da História, nesses movimentos radicais geralmente os que estão embaixo são manipulados pelos que estão em cima. São doutrinados a uma obediência cega ao discurso ideológico, discurso esse que é usado pelas lideranças do movimento em proveito próprio. 

Temos aqui um exemplo do que aconteceu em Budapeste? A liderança feminista que lá se encontrava usa esse tipo de manipulação? É possível. Antes de mais nada, elas se opuseram a um produto que não era destinado a elas. Elas não podem falar em nome dos homens. 

Não podem falar em nome dos homens, nem em nome das mulheres, diga-se (a máfia da indústria farmacêutica, por exemplo, não fala em meu nome). Acreditar que há um complô de metade da Humanidade contra a nova pílula não é uma hipótese séria. Acrescente-se ainda que, assim como em outras situações, o radicalismo, mais uma vez, está matando. 

Matando de que forma? Da forma que é uma antiga queixa das feministas: complicações pós-aborto. Mas deixa ver se eu entendi... Quando se faz um aborto é porque se trata de uma gestação indesejada, certo? Ora, se o contraceptivo masculino serviria para cobrir as falhas do contraceptivo feminino, evitando gestações não planejadas, e portanto evitando abortos, isso não ajudaria a salvar as vidas de inúmeras mulheres? A não ser... 

A não ser que o ativismo feminista em Budapeste não fosse motivado por razões médicas, mas sim políticas. No entendimento delas, se algumas mulheres tiverem que ser sacrificadas em prol do interesse "de todas" (?), que assim seja. 

Lembram de quando eu falei que tem muita gente sendo usada por aí? 

Todos sabemos que uma antiga reivindicação das feministas é a legalização do aborto. Segundo elas, sendo atendidas na rede pública, as mulheres deixariam de ir a açougues humanos que operam clandestinamente, o que diminuiria a letalidade da prática. 

Bom, deixa eu contar uma novidade a vocês: o aborto não será liberado no Brasil. Esqueçam. A única forma possível de reduzir a mortalidade feminina é ampliando a contracepção. 

Acima de tudo, quero deixar claro aqui um ponto muito importante. Seria eu algum tipo de guerreiro antiaborto? Nada disso. Acredito que as pessoas devem ser morais, e não moralistas. Ademais, quem já viu outras postagens que eu publiquei aqui mesmo no Google+ sabe que de moralista eu não tenho nada. Principalmente, sou um estudioso, e não um religioso. Minha obrigação não é com crenças, mas com fatos. Não se trata de ser contra o aborto, nem a favor; nem vem ao caso se está certo ou se está errado. O que vem ao caso é que os ativistas pró-aborto querem o impossível: a legalização por eles pretendida simplesmente não tem como ser feita. Por quê? Vamos a isso... 

Em primeiro lugar, se o aborto fosse aprovado hoje, o que as grávidas encontrariam amanhã de manhã seria uma rede pública onde falta tudo, menos filas. Equipes médicas sobrecarregadas, que trabalham administrando insuficiência de pessoal, de recursos, e de tempo, teriam que realizar mais um procedimento (é claro que a alta burocracia do ministério não tem que se preocupar com isso). Acrescente-se ainda que muitos profissionais médicos se recusariam a fazer o aborto, o que só agravaria a situação.

Deve-se ainda ressaltar o excesso de otimismo nas expectativas de redução da mortalidade feminina. Cirurgia nenhuma tem risco zero. A única cirurgia com 0% de risco é aquela que se pôde evitar. As mortes decorrentes de complicações sofreriam um certo decréscimo, mas nem de longe seriam zeradas. As mortes que vemos na rede pública, todos os dias, não deixam ilusões quanto a isso.

Se pensam que o cenário médico é complicado, esperem para ver o cenário político. Vou traçar um paralelo com outras situações da vida nacional.

Por exemplo, sabemos que menores infratores executam 1 800 brasileiros por ano. Mesmo esse número macabro não foi capaz, ainda, de dobrar a resistência do Congresso à redução da maioridade. E isso porque a bandeira é empunhada por pesos-pesados da política nacional, como o governador de São Paulo Geraldo Alckmin, sem esquecer ainda que a proposta tem o apoio da maioria do Judiciário. Quero lembrar também que nada menos que 90% da população clama pela redução da maioridade, conforme pesquisa do Jornal O Dia de 25/10/2 012: 
http://odia.ig.com.br/portal/rio/pesquisa-mostra-que-parte-da-popula%C3%A7%C3%A3o-%C3%A9-contra-aborto-e-homofobia-1.506880

Já que o assunto é guerra, convém destacar o seguinte: é muito mais fácil manter uma situação estabelecida, consolidada, do que mudá-la. Mudar um quadro já petrificado é mais difícil, exige mais esforço. Um soldado numa trincheira vale por três soldados a céu aberto - não há militar ou historiador que não saiba disso. Para enfrentar o fogo inimigo em campo aberto, tomar a trincheira do adversário e expulsá-lo na ponta da baioneta, você tem que fazer mais esforço. 

A luta pela redução da maioridade é prova cabal desse fato: mesmo com o apoio de importantes autoridades públicas, 90% da nação está tendo que conquistar terreno duramente, palmo a palmo. E apesar dos avanços, nem se pode dizer que estejamos "levando vantagem" na guerra. Afinal, estamos tendo 1 800 mortos por ano!

Podemos citar outro exemplo na questão do voto facultativo. Até as árvores das nossas matas sabem que o voto facultativo tem forte apoio na sociedade. O mesmo Jornal O Dia aponta 64% de apoio do público, em matéria de 07/07/2 014: 
http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2014-07-07/maioria-nao-segue-partidos-e-defende-voto-facultativo.html

Seguinte: a maior parte da intelectualidade brasileira também é favorável à proposta. Dificilmente se vê um acadêmico defendendo que o eleitor deve, sim, ser obrigado a votar - e os poucos que o fazem não encontram respaldo entre os colegas. Com tudo isso, o voto facultativo não passa no Congresso, justamente porque há interesses políticos que não deixam passar. 

No caso do aborto, as proporções se invertem. A mesma matéria de 25 de outubro de 2 012 do Dia aponta que 84% da população se declara contra a liberação. Nossos políticos podem ser tudo, menos tolos. De bobos eles não têm nada. Quero que qualquer um me diga quantos políticos vão sacrificar votos apenas para não sacrificar mulheres. Elas que vão aos açougues humanos, se quiserem. 

Outro ponto diz respeito à questão religiosa. Como não conheço a posição dos evangélicos sobre o assunto, vou descrever o caso dos católicos. A oposição católica ao aborto é duríssima. Citando uma evidência disso, podemos lembrar que o Catecismo publicado pelo Vaticano em 1 992, ao tempo do papa João Paulo II, considerou a prostituição um pecado venial (ou seja, um pecado leve, diferente de um pecado mortal). Essa abordagem foi mantida pelos papas que o sucederam. 

Sim, podemos constatar que há alguns países católicos no mundo que legalizaram o aborto; mas há um número muito maior de países, também católicos, onde a prostituição é legalizada ou permitida. Perguntem a qualquer clérigo se ele aceitaria o aborto de uma criança que tivesse sido gerada num programa, num programa de prostituição. A resposta do eclesiástico certamente será negativa. Acredito até que o celibato seja revisto, em algum momento; mas a Igreja não irá rever suas objeções ao aborto. 

Acaso eles são santos? Não, não são. Todos sabem que homossexualidade e pedofilia florescem abertamente dentro da Igreja. Mas a imagem que se tem de uma instituição religiosa é a que se vê de fora, não de dentro. Isso faz com que as igrejas, todas elas, adotem um certo conservadorismo em matéria de usos e costumes. 

Precisa mais? Pois tem, mesmo sem precisar. Com a tese, defendida pelos ativistas, de que "o aborto é uma escolha da mulher", muitos homens evitam se envolver no assunto. Aliás, falar em escolha é uma meia verdade. Há sim as mulheres que abortam porque não querem prejudicar suas carreiras. Outras o fazem porque já estão cheias de filhos e não podem pôr um pão dentro de casa. Quando o aborto é motivado pela miséria, não se trata, propriamente, de "uma escolha". Ao contrário: é justamente a falta de escolha que empurra a mulher para essa decisão. 

Um erro primário... Ao colocar o tema aborto nessas bases, o que os ativistas fizeram foi convencer a maioria da população de que as complicações da cirurgia são exatamente a consequência do mau uso desse direito de escolha. Isso explica os 84% de rejeição ao aborto apontados pela pesquisa do Jornal O Dia. 

O cenário já seria ruim para os ativistas se eles tivessem competência. E não têm. Por exemplo, uma crítica comum feita aos religiosos é que eles exigem uma conduta religiosa de todas as pessoas, sejam ou não fiéis das suas igrejas. Isso seria uma violação da liberdade individual. Porém, quando as feministas em Budapeste exigiram que os homens não tivessem uma pílula, só porque elas entendiam que eles não deviam ter, até mesmo esse argumento foi desautorizado. 

Por último, mesmo se todos esses fatores francamente desfavoráveis desaparecessem por milagre, um fator mais poderoso se imporia: a falta de competência. Ilusões à parte, os ativistas do aborto simplesmente não têm competência p'ra vencer. São o lado numericamente mais fraco, e investiram na divisão da sociedade. 

Com tudo o que foi dito acima, alguém ainda acredita em liberação do aborto no Brasil? Só em sonho... 

A única alternativa possível para baixar a mortalidade das mulheres é a pílula dos homens. São eles os maiores perdedores com a mortandade delas. Sempre que uma mulher morre, é um homem que vai ficar sozinho, em algum lugar. Elas são valiosas demais para serem desperdiçadas. Não se pode perder nenhuma (até lamento dizer, mas receio que precisamos mais delas do que elas da gente).  

Meu entendimento é que isso não é uma "guerra dos sexos". É uma guerra entre o direito e os privilégios, entre o interesse público e os interesses privados. Tampouco a pílula masculina pode ser vista como um "problema dos homens". Um assunto como esse envolve toda a sociedade. Aos pró-aborto, digo que mulheres serão salvas. Aos antiaborto, digo que abortos serão evitados. 

Finalmente, quero agradecer aos internautas, que tiveram a paciência de ler uma postagem tão longa. Também quero fazer um pedido aos brasileiros, homens e mulheres. Coloquei os links de algumas emissoras de tevê ao final dessa postagem. Peço que cliquem no item "Fale conosco" e solicitem reportagens sobre a pílula masculina. 

Faço também um apelo aos profissionais de saúde para que procurem atuar em seus conselhos regionais, de modo a obter o apoio dessas entidades para a liberação do novo fármaco. Quero lembrar que anos atrás nós vencemos a batalha dos medicamentos genéricos, enfrentando todos os interesses, vitória essa que foi possível graças à aliança entre classe médica e população. Nem mesmo a poderosa indústria farmacêutica pôde sobrepujar a força de uma sociedade unida. 

Forte abraço a todos. 

O Tamoio. 

TV Cultura: http://tvcultura.cmais.com.br/

Rede Globo: http://redeglobo.globo.com/

Rede TV: http://www.redetv.uol.com.br/

Rede Bandeirantes: http://www.band.uol.com.br/

Rede CNT: http://www.cnt.com.br/

Rede SBT: http://www.sbt.com.br/home/

Rede Record: http://rederecord.r7.com/

Post has attachment

Post has attachment

Post has attachment
Wait while more posts are being loaded