Quebra-cabeças Importados.

História do quebra-cabeça
A origem do “puzzle” (quebra-cabeça) se deu em 1760, quando os fabricantes de mapas colaram os mesmos em madeiras e depois os cortaram em pedaços pequenos.
Isto se tornou um sucesso educacional e desde então os “puzzles”, também conhecidos na Europa e nos Estados Unidos como “jigsaws”, onde surgiram em 1900. Em 1908, quando os “puzzles” de madeira eram cortados individualmente, eram considerados muito caros... Um quebra-cabeça da época com 500 peças custava 5 dólares, aproximadamente.
Durante a grande depressão (1929) os “puzzles” para adultos eram muito populares, atingindo o pico de venda por volta de 1933, com vendas incríveis: 10 milhões de quebra-cabeças por semana. Nesta época muitos desempregados como arquitetos, carpinteiros e pessoas com habilidades manuais, começaram a cortar quebra-cabeças em casa e alugar ou vendê-los em seus bairros.
Por volta de 1932, começa a ser introduzido o papel cartão para se fazer os “puzzles”. Desta forma diminuiu-se muito o custo para a fabricação dos quebra-cabeças, tornando-os mais populares.
Após a Segunda Guerra Mundial os quebra-cabeças de madeira entram em um profundo declínio, seu corte tomava muito tempo comparando-se com o papel cartão. Na década de 60, a empresa “Springbok Editions” (www.springbok-puzzles.com) introduz reproduções de alta qualidade em motivos de obras de arte...
A “Springbok” foi fundada no início dos anos 1960 por Katie e Robert Lewin para produzir quebra-cabeças. O senhor Lewin, ativo na National Wildlife Federation (www.nwf.org), gostava muito de um animal nativo da África chamado “springbok” (antílope-saltador). Na época em que eles montaram a empresa decidiram usar o animal como símbolo. A senhora Lewin visitava museus e galerias e escolhia obras de arte que seriam interessantes para fazer quebra-cabeças.
Em 1964, a Springbok lançou o quebra-cabeça “Convergência”, com 340 peças, originalmente veio com um pôster. Esse “puzzle” reproduziu uma pintura de Jackson Pollock e ficou conhecido como o quebra-cabeça mais difícil do mundo para se montar.
Paul Jackson Pollock (1912-1956) foi um pintor norte-americano que é referência no movimento do Expressionismo abstrato. Ele realizou a obra óleo sobre tela “Convergence”, em 1952, a qual foi doada por Seymour H. Knox, Jr., em 1956, para o museu de arte moderna e contemporânea Albright-Knox Art Gallery (www.albrightknox.org), localizado em Buffalo, New York.
Notas: A “Hallmark” comprou a “Springbok” em 1967 e usou seu conhecimento da arte e da reprodução de litografia para melhorar a oferta e expandir a sua atual posição no mercado. Depois de muitos anos que apareceu o quebra-cabeça “Convergence”, esse “puzzle” foi lançado recentemente, pela Pomegranate, agora na versão 1.000 peças, para encantar gerações de novatos e veteranos “puzzleworkers”.
Hoje, contamos com quebra-cabeças de até 24.000 peças. Existem “puzzles” de holografia, circulares, que se enxergam no escuro etc.
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