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1. FILOSOFIA DO DEÍSMO
* O deísmo é o sistema filosófico dos que rejeitam toda espécie de revelação divina, acreditam, todavia em Deus, considerando apenas como a força infinita, causa de todos os fenômenos do Universo. Os deístas exercem o deísmo como pessoas sectárias do deísmo (Silveira Bueno, Dicionário da Língua Portuguesa), grifo nosso.

1.1. Segundo Claudionor – O deísmo é a doutrina que, apesar de admitir a existência do Supremo Ser, ensina não estar Ele interessado no curso que a história toma, ou venha tomar. Noutras palavras: Deus limitou tão-somente a criar-nos, abandonando-nos a seguir à própria sorte. A Bíblia afiança-nos, porém, estar o bondoso Deus preocupado com a humanidade. No Salmo 104, Davi mostra quão solícito é o Criador para com as Suas criaturas. E o que dizer da mensagem do Apóstolo João: “Porque Deus amou o ser humano tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que n’Ele crer não morra, eternamente, mas tenha a vida eterna” (João 3.16)? Grifo nosso.

1.2. Segundo Nicola – O deísmo é a doutrina de uma religião natural ou racional não fundada na revelação histórica, mas na manifestação natural da divindade à razão do ser humano. O deísmo é um aspecto do Iluminismo, de que faz parte integrante. Mas as discussões em torno do deísmo foram iniciadas pelos chamados platônicos de Cambridge, especialmente por Herbert de Cherbury. Entre os outros deístas ingleses devem ser lembrados os nomes de John Toland, Mathew Tindal, Anthony Collins, Anthony Shaftesbury. O deísmo difundiu-se fora da Inglaterra como elemento do Iluminismo: são deístas quase todos os iluministas franceses, alemães e italianos. Nem todos, porém, usam a palavra deísmo para designar suas crenças religiosas: Voltare, p.ex., usa a palavra “teísmo”. Mas foi Kant que estabeleceu claramente a distinção.

Conclusão:
* Concluímos que, o ser humano procura explicações a respeito de Deus. As ideias são diversas, adotam as mais diferentes teorias filosóficas, mas a conclusão, sempre, direciona para um Ser Supremo, capaz de governar o mundo em todo o seu Universo e este Ser é Deus Eterno.

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2. FILOSOFIA DO POLITEÍSMO
* O politeísmo é uma religião em que há pluralidade de deuses; é um verdadeiro paganismo. A maioria dos politeístas: seguem o politeísmo sem consciência do que estão fazendo, muitos deles na verdade pensam em um Deus, mas usam outros deuses (santos) para adorá-lo, e fazerem suas preces. 

2.1. Segundo Claudionor (Dicionário Teológico) – O politeísmo é um sistema religioso que adota a crença e a consequente adoração em muitos deuses. É uma distorção do monoteísmo hebreu, cuja adoração acha-se centrada dogmaticamente no Deus Único e Verdadeiro.

2.2. Segundo Nicola (Dicionário de Filosofia) – O politeísmo está bem longe de ser uma crença primitiva e grosseira, inconciliável com a reflexão filosófica. Visto que já está presente na distinção entre divindade e Deus, na realidade são politeístas muitas filosofias às vezes consideradas tipicamente monoteístas, como p.ex. a de Aristóteles. 

Conclusão:
* Concluímos que, o politeísmo é adotado por muitos povos há muito tempo. A Bíblia relata que Deus chamou Abraão em Ur dos Caldeus na Mesopotâmia e lhe recomendou: sai desse lugar que você vive e vai morar em outro que Eu vou lhe mostrar. De você e sua esposa farei uma grande nação. Abraão e Sara já idosos, como poderia nascer deles uma nova nação? E, essa nação deveria ser monoteísta, porque Abraão vivia no meio de um povo politeísta. O fato aconteceu, e hoje temos o povo de Israel, filhos da promessa. A promessa de Deus chegou até nós, e em nossos dias, há um povo monoteísta que adora o Deus Eterno. Tem muita gente, no mundo inteiro, que é herdeira dessa promessa, eu também sou herdeiro não como filho natural, mas como filho adotivo.

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