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Bem-vindos!

DIVERSIDADE

A liberdade de ser quem você é, sem precisar pedir desculpas...

Vamos falar neste espaço de todos os assuntos considerados polêmicos.

Pluralidade
Diversidade; condição do que existe em grande quantidade; fato de não existir ou ser único, de ser diverso ou diferente: pluralidade racial, cultural.

Espaço livre de preconceitos.

Significado de Preconceito
O dicionário informa: Intolerância; repúdio demonstrado ou efetivado através de discriminação por grupos religiosos, pessoas, ideias; pode-se referir também à sexualidade, à raça, à nacionalidade entre outros.

Comportamento que demonstra esse repúdio.
Prejulgamento; juízo de valor preconcebido sobre; opinião ou pensamento acerca de algo ou de alguém cujo teor é construído a partir de análises sem fundamentos, sendo preconcebidas sem conhecimento e/ou reflexão.
Cisma; convicção fundamentada em crenças ou superstições.
Forma de pensamento na qual a pessoa chega a conclusões que entram em conflito com os fatos por tê-los prejulgado.
Etimologia (origem da palavra preconceito): pré + conceito.

Atenção:
Se você entrar aqui e se sentir incomodado, simplesmente retire-se e siga seu caminho.
Aqui é um espaço livre de convenções sociais, religiosas, raças, gêneros, e todo o preconceito derivado da intolerância.

Viva e deixe viver...

Criada em 22/07/2017
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BATALHAS SEXUAIS

A biologia sexual informa: Preconceito é atestado de ignorância.

A rigidez do modelo binário não deixa espaço para explicar casos intermediários, em que fica impossível definir limites de separação entre os sexos.

Se você tem cromossoma Y é homem; se não tem, é mulher, diziam os antigos. Hoje, sabemos que a biologia sexual é muito mais complexa. Na primeira metade do século 20, foram descritos transtornos de desenvolvimento sexual em que havia disparidade entre os cromossomas e a anatomia dos órgãos sexuais. Em alguns deles, a distinção entre masculino e feminino era tão imprecisa que gerava dúvidas, nos médicos e nas famílias, sobre a forma de educar a criança. Alguns autores calculam que exista um caso desses transtornos em cada cem nascimentos.

A revista Nature publicou uma revisão da literatura com o título O Sexo Redefinido. Nela, explica que o binário XX/XY caiu em descrédito na genética moderna, quando foram identificadas mutações de certos genes envolvidos no desenvolvimento, responsáveis por modificações sutis na anatomia e na fisiologia sexual.

E o conceito mais surpreendente: quase todos nós somos uma colcha de retalhos de células distintas, algumas das quais não combinam geneticamente com as do resto do corpo, ou seja, células XX em tecidos de homens e XY em mulheres.

O sexo de cada célula do organismo é definido por uma rede de interações de altíssima complexidade. O especialista John Achermann, do London College, diz: “Existe grande diversidade genética tanto no sexo masculino quanto no feminino, e há áreas de intersecção com algumas pessoas que não se enquadram na estrutura binária (homem/mulher)”.

A rigidez do modelo binário não deixa espaço para explicar esses casos intermediários, em que fica impossível definir limites exatos de separação entre os sexos.

Na vida intrauterina, os limites são ainda mais nebulosos. Até a quinta semana de gestação, o embrião tem potencial para dar origem à anatomia sexual masculina ou feminina. É só a partir da sexta semana que as gônadas começam a se diferenciar na direção de testículos ou ovários.

Se houver formação de testículos, eles secretam testosterona e outros hormônios que forçam a atrofia das tubas e do útero. Na situação oposta, a secreção de estrogênio pelos ovários e a falta de testosterona atrofiam os dutos espermáticos e o epidídimo.

Os mesmos hormônios controlam a formação dos genitais externos e, na puberdade, o aparecimento dos caracteres sexuais secundários. Pequenas alterações em alguns desses passos podem ter consequências radicais. Mutação num único gene às vezes é suficiente para que uma pessoa XX desenvolva características masculinas e vice-versa.

Durante muitos anos, a ciência acreditou que o desenvolvimento masculino era consequência da ativação de um programa disparado pelo cromossoma Y. O feminino resultaria da falta de competência para a ativação desse cromossoma.

A descoberta de genes que promovem a formação de ovários e suprimem a ação daqueles responsáveis pelo desenvolvimento testicular levou ao abandoo da simplicidade do binário e ao entendimento do sexo como um sistema biológico complexo, mediado por uma disputa entre redes de genes com interesses opostos.

Preconceito contra a diversidade sexual é atestado de ignorância.

Fonte: ZeroHora/Caderno Vida/Drauzio Varella (www.drauziovarella.com.br) em 03/06/2018.
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COM A PALAVRA: FILIPE ROLOFF

Líder LGBT, 27 anos – Bacharel em comércio Exterior, funcionário da empresa alemã SAP. Foi apontado pelo jornal Financial Times como uma das 50 futuras lideranças LGBTs mais importantes do mundo.

EMPRESAS QUE ACEITAM A DIVERSIDADE LUCRAM MAIS.

http://www.almanaqueliterario.com/com-a-palavra-filipe-roloff
Com a Palavra... Filipe Roloff
Com a Palavra... Filipe Roloff
almanaqueliterario.com
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SOBRE A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO

‘Sem descriminalização do aborto, mulheres são condenadas ao silêncio e à vergonha’
Senadora responsável por lei que legalizou término de gravidez no Uruguai chega ao Brasil nesta segunda para debater o tema
POR DANDARA TINOCO
23/03/2015


RIO - “Quando os políticos resistem a aprovar uma lei, devem prestar atenção no que a sociedade lhes diz. E o que a sociedade diz é que, todos os anos, milhares de mulheres abortam, abortaram e abortarão, aprovem os políticos a lei ou não”. O raciocínio é de Constanza Moreira, senadora uruguaia que é uma das articuladoras da lei que, em 2012, descriminalizou o aborto. Membro da Frente Ampla, partido do ex-presidente José Mujica, ela chega nesta segunda-feira ao Brasil, onde participará de encontros ao lado do coletivo Duas Gerações de Luta pelo Aborto Legal e Seguro. A agenda, em Brasília e no Rio, inclui reuniões com representantes da Secretaria de Políticas para as Mulheres e parlamentares.



Quanto durou a batalha pela legalização do aborto no Uruguai?

A batalha legal e jurídica no período recente começou com o retorno da democracia. Projetos de lei foram apresentados em 1985, 1991, 1993, 1998, 2001, 2006 e 2011. No total, foram apresentadas seis iniciativas, incluindo a que foi finalmente aprovada. O projeto apresentado em 2006, foi aprovado em 2008, mas o Executivo vetou o capítulo referente ao aborto. A lei atual, chamada “Interrupção Voluntária da Gravidez”, terminou aprovada em 2012. Precedentes no país remontam à década de 30, quando o aborto ficou em vigor durante quatro anos, até ser penalizado em 1938. A lei da “Saúde Reprodutiva”, aprovada em 2008 e parcialmente vetada pelo então presidente Tabaré Vázquez, foi regulamentada e, na prática, o sistema público de saúde cuidava da mulher no período pré e pós-aborto. O uso de Misoprostol (remédio abortivo) foi difundido durante esse tempo. As mulheres tinham de comprar a pílula no mercado negro, mas, em seguida, eram atendidas no sistema de saúde.

O Uruguai tem sido um exemplo para outros países da América Latina em questões como aborto e drogas. O que permitiu ao país adotar leis mais progressistas?

Em primeiro lugar, a sua condição de país laico. O Uruguai é o país mais laico da América Latina. O partido que governou durante a primeira metade do século XX, o PC, foi caracterizado por seu perfil anticlerical, com links com a maçonaria. Esta visão laica, que permitiu a separação precoce da Igreja e do Estado, contribuiu enormemente para o desenvolvimento dos direitos das mulheres. O baixo peso da Igreja Católica no Uruguai contribuiu para isso. Em estudos de opinião pública, a variável mais correlacionada com a posição sobre o aborto é a religiosidade do povo. Baixa adesão religiosa e a adoção de valores laicos são então parte da explicação. Em segundo lugar, a chegada da Frente Ampla ao governo, e sua condição não só de partido majoritário, mas sua grande penetração política e cultural entre as classes médias e os setores populares, são fatores decisivos. Em terceiro, o peso das organizações sociais, de organizações feministas ao movimento sindical, deve ser levado em conta. Em quarto lugar, o próprio presidente Mujica, de orientação liberal e libertária sobre os aspectos relacionados com os direitos das pessoas, foi fundamental para o avanço desta agenda.

Quantos abortos legais foram realizados desde que a lei foi aprovada? Houve complicações ou morte?

Os últimos dados oficiais indicam que têm sido realizados 556 abortos por mês desde a aprovação da lei. Foi registrada uma morte materna por aborto desde então, mas se tratou de um aborto praticado fora do sistema de saúde.

Esse número seria um aumento em relação ao período antes da lei?

Antes da aprovação da lei, era muito difícil obter números confiáveis com os quais se possa fazer comparações, porque até então a estimativa se refere a uma prática ilegal, clandestina. Em pesquisas de fertilidade, o aborto induzido nunca superou 5% das gestações, mas este dado não é confiável.

A lei uruguaia permite à mulher fazer o aborto no primeiro trimestre de gravidez, depois de passar por um comitê de ginecologistas, psicólogos e assistentes sociais. Este poderia ser um modelo para o Brasil?

A existência de um Serviço de Saúde Sexual e Reprodutiva no serviço de saúde público e privado já existia antes da lei. No entanto, uma condição imposta pelo Partido Independente para dar o seu consentimento à votação da lei foi o de a mulher ter de apresentar seu caso perante o serviço e depois passar por cinco dias de reflexão. Na minha opinião, a mulher deveria ir ao seu médico, ser encaminhada para um ginecologista e começar imediatamente o tratamento. Muitas vezes os procedimentos de saúde são lentos. A espera de cinco dias para iniciar o tratamento, muitas vezes, traz mais problemas do que algo positivo.

Hoje, as uruguaias enfrentam algum tipo de dificuldade para fazer o aborto legal?

Creio que hoje os problemas são de dois tipos. Por um lado, a resistência das pessoas a procurar o sistema de saúde, que em alguns casos pode ser pouco amigável. No Uruguai, há lugares onde a “objeção de consciência” dos médicos para fazer o aborto chega a 100%, e as mulheres têm de procurar outro local para fazer o procedimento. Em alguns lugares do interior do país, há muito poucos ginecologistas que aceitam orientar as mulheres nessas situações. Muitas vezes, a assistência no sistema de saúde é complicada, o tratamento não é o melhor, há resistência dos próprios cidadãos para consultar os médicos, e os tempos de espera não cooperam. O segundo problema é que o aborto não foi completamente despenalizado. A interrupção voluntária da gravidez nas primeiras 12 semanas é permitida, mas não fora desse período. Recentemente, uma mulher de 21 anos, que trabalhava como prostituta e era a principal fonte de renda para sua família, foi presa por fazer um aborto clandestino aos cinco meses de gravidez. Ao continuar a gravidez, ela não seria capaz de apoiar financeiramente sua família por vários meses. Duas outras mulheres que a ajudaram também foram processadas.

Há críticas de que a lei é baseada em questões de saúde, sem abordar claramente o direito de a mulher decidir sobre o seu corpo. O que acha disso?

O aborto é praticado somente pela vontade da mulher. Nesse sentido, ela tem liberdade para decidir sobre o seu corpo. No entanto, os argumentos sobre o “direito à vida” levaram muitos defensores do aborto a empunhar razões do tipo sanitárias, para não opor um direito ao outro. Pessoalmente, acho que não existe qualquer direito dos não nascidos, e é um absurdo jurídico usar esse argumento. Mas este foi um dos caminhos que o debate tomou.

O que o Uruguai pode ensinar ao Brasil sobre a questão do aborto?

Que a descriminalização do aborto colabora com a saúde e a segurança das mulheres. Que as mortes maternas por aborto induzido caem, e a mortalidade materna como um todo também. Que, depois de descriminalizar o aborto, a sociedade como um todo se beneficia porque o próprio fato de ter existido um debate ajudou a informar muitos cidadãos. Talvez o mais significativo é que, quando tentaram revogar a lei, a grande maioria da sociedade optou por não seguir esse caminho. Quando os políticos resistem em aprovar uma lei, devem prestar atenção no que a sociedade lhes diz. E o que a sociedade diz é que todos os anos milhares de mulheres abortam, abortaram e abortarão, aprovem os políticos a lei ou não. E, se não aprovam leis, eles estão condenando as mulheres ao silêncio, à vergonha, às consequências para a sua saúde, e, ao que é pior, à solidão.

No Brasil, o debate sobre o aborto é polarizado. A solução é a proibição ou a liberação completa? Há um caminho intermediário?

Sim, eu buscaria um caminho de “causas” (do aborto). Mas o caminho de causas não se refere apenas à violação, ou malformações, ou em risco de vida para as mulheres. Incluiria causas que tenham a ver com economia, dificuldade para levar uma gravidez adiante quando existe uma rejeição clara da mulheres a fazê-lo, as razões psicológicas, a falta de apoio dos pais ou do cônjuge etc. Você pode começar com causas abertas. Este caminho é mais “suave” do ponto de vista de um confronto legislativo.

O atual presidente de nossa Câmara dos Deputados foi eleito com uma plataforma de oposição ao aborto. Você acha que isso terá um impacto nas negociações sobre a questão?

Sim, isso influencia, mas não é determinante. Se houver conscientização sobre a questão, e se as maiorias parlamentares trabalharem, pode-se avançar sobre o assunto.

O tema ainda é evitado pelas autoridades brasileiras, mesmo depois de a morte de mulheres que fizeram aborto clandestino terem ganhado repercussão. Como é possível mudar isso?

Conscientizando a sociedade brasileira das mortes causadas por aborto feito em condições de risco. Mostrando o testemunho de mulheres. Fazendo com que mulheres e homens que acompanhem esta questão falem. Acima de tudo, defendendo a liberdade dos indivíduos para decidir, e enfatizando que não abortar é uma decisão intransferível da pessoa, mas forçar outra pessoa a aceitar este ponto de vista é tomar partido por uma moral determinada. E o Estado não tem moral para aplicar, o Estado é neutro a partir dessa perspectiva, e tudo que tem a fazer é proteger os direitos e os cidadãos. Se o Estado não protege a decisão da mulher de não levar uma gravidez adiante, está faltando com seu dever de proteger a saúde da população. Ao mesmo tempo, todos sabemos que obrigar uma mulher a manter uma gravidez que não quer é uma terrível violência contra ela.

O que você acha da punição criminal às mulheres que abortam?

Não é fácil para uma mulher decidir fazer um aborto. Se ela ainda é punida por isso, está sendo castigada duas vezes. Há uma “pena” moral, e também uma sanção penal. Muitas mulheres que optam pelo aborto já têm filhos. Se elas são presas, essas crianças ficam sem uma mãe. É uma outra maneira de vitimar um núcleo familiar com problemas.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/sem-descriminalizacao-do-aborto-mulheres-sao-condenadas-ao-silencio-a-vergonha-15669713#ixzz3VX5A6jZF
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PORQUE SOU A FAVOR DO ABORTO.

É um assunto bastante polêmico e as pessoas que são contra, lutam fervorosamente, para que não seja legalizado em nosso país.

Os dados estatísticos estão aí para mostrar a quantidade de mulheres que morrem no ato de um aborto clandestino. E são chamadas criminosas. Já não temos cadeias para armazenar os assaltantes, estupradores e assassinos, imagine então, se prenderem as mulheres que abortaram...

Elas são consideradas criminosas porque realizaram um ato contra o próprio corpo? É contraditório e nada civilizado.

Vejam bem: Quando eu era adolescente, meus amigos, também adolescentes, já sabiam qual o “medicamento” que deveriam comprar para que a namorada tomasse, caso a menstruação ficasse atrasada. E era ensinado pelo próprio pai, para que o filho não se “metesse” numa encrenca.

Não mudou muito, temos vários métodos contraceptivos e o mais importante deles, a “camisinha” e mesmo assim... jovens engravidam. Não é só a gravidez, mas o risco de sérias doenças, hpv, aids, entre outras.

O Brasil é um país laico na teoria, de influência cristã católica e a maioria substituiu as Leis, o Código Civil, Penal e a Constituição pela Bíblia. Isto é, igual aos países islâmicos, que abandonam as leis jurídicas para aplicar a Sharia, ou seja, o Alcorão é o parâmetro para as leis.

Eu sou a favor que o aborto seja legalizado no país, para evitar a morte de milhares de mulheres, mulheres jovens. Nada vai mudar com relação ao uso de contraceptivos, vão continuar abortando de forma clandestina. Nem a aids, que há alguns anos assustou o mundo inteiro, foi suficiente para fazer, com que casais priorizassem o uso da camisinha, evitando assim, também uma gravidez indesejada.

Sou a favor da legalização do aborto.

Nell Morato *

25/03/2015
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Namorar...
Feliz Dia dos Namorados para as amigas, os amigos e todos os seguidores...
Comemorem que faz um bem danado!
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