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13/13 SHIP BREAKER, de Paolo Bacigalupi (2010). O fim do (nosso) mundo chegou sob o efeito de catástrofes ecológicas e deu origem a uma economia de sobrevivência. Nailer, um rapaz de 15 anos, esventra navios encalhados na praia em busca do valioso fio de couro. Mas, por vezes, a sorte também pode sorrir aos novos escravos… De entre os vários romances distópicos para o público juvenil publicados na última década e meia, vale a pena começar por este.
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12/13 THE ROAD / A ESTRADA, de Cormac McCarthy (2006). Num cenário pós-apocalíptico, um pai e um filho percorrem estradas cobertas de cinza em direcção ao sul, com um carrinho de supermercado e uma desesperada perseverança. Quando tudo é um resto, a razão de continuar é o enigma. Uma travessia pelo país das últimas coisas.
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11/13 ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA, de José Saramago (1995). Uma cegueira colectiva, epidémica e inexplicável, atinge a população de uma cidade. As consequências para a organização social são graves, como testemunha a única personagem capaz de ver. O mundo em branco: uma grande ideia na origem de uma fábula moderna, sem tempo nem lugar.
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10/13 THE HANDMAIS’S TALE / A HISTÓRIA DE UMA SERVA, de Margaret Atwood (1985). A teocracia instala-se, num futuro próximo marcado por uma acentuada quebra de fertilidade. Os homens redistribuem as cartas e atribuem às mulheres papéis a cumprir: esposa, criada, reprodutora. O moralismo ronda as sociedades mais progressistas e, sem vigilância, os direitos mais básicos podem sofrer regressões brutais, sob a aquiescência generalizada. Parecia ficção científica.
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9/13 NEUROMANCER / NEUROMANTE, de William Gibson (1984). Henry Dorsett Case era o melhor dos hackers, mas desde que sofreu danos irreparáveis no sistema nervoso retirou-se na sombra. E se fosse possível voltar à actividade? A obra mais emblemática do cyberpunk oscila entre os espaços confinados e angustiantes da maior metrópole do mundo e os largos corredores do ciberespaço, numa representação perfeita da divisa "high tech, low life".
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8/13 HIGH-RISE / ARRANHA-CÉUS, de J. G. Ballard (1975). Os tiques de classe acentuam-se num condomínio fechado, repleto de serviços que permitem prescindir da cidade. Mas quando o verniz estala, o espírito de destruição irrompe com furor. Ballard antecipa fenómenos contemporâneos de alienação, desagregação social e desmantelamento das estruturas.
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7/13 THE LATHE OF HEAVEN / O TORMENTO DOS CÉUS, de Ursula K. Le Guin (1971). George Orr tem o poder de alterar a realidade com os seus sonhos: se ele sonhar uma montanha, essa montanha passa a existir. Obrigado a sessões de psiquiatria, cai nas mãos de um megalómano que tenta orientar o dom para corrigir problemas da humanidade. As pessoas tenderão sempre a tornar o planeta inviável, mas qual o preço a pagar por um mundo melhor?
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6/13 DO ANDROIDS DREAM OF ELECTRIC SHEEP? / SERÁ QUE OS ANDROIDES SONHAM COM OVELHAS ELÉTRICAS?, de Philip K. Dick (1968). Com o planeta a apodrecer, o Eldorado está nas colónias espaciais. Na Terra, os humanos querem defender-se dos simulacros que criaram, novos escravos desprovidos de empatia. Rick Deckard, o exterminador de androides, não é o anti-herói romântico que encontramos no filme "Blade Runner" mas um modelo avançado do fim da humanidade.
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5/13 A CLOCKWORK ORANGE / A LARANJA MECÂNICA, de Anthony Burgess (1962). O filme de Kubrick popularizou este retrato vertiginoso de uma sociedade cínica e sem piedade, que conhece a vingança como única lei. À violência lúdica e gratuita opõem-se terrificantes modalidades científicas de controlo e punição. O estilo inovador, que antecipa a linguagem contemporânea, ainda consegue surpreender.
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4/13 I AM LEGEND, de Richard Matheson (1954). É Robert Neville o único sobrevivente de uma pandemia que afectou a população mundial? Provavelmente sim, mas Los Angeles não é uma ilha deserta. Os predadores que ele caça durante o dia saem à noite à procura dele, numa guerra que impõe novos códigos. Um ilustre predecessor do fenómeno dos zombies na cultura popular.
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