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6/13 DO ANDROIDS DREAM OF ELECTRIC SHEEP? / SERÁ QUE OS ANDROIDES SONHAM COM OVELHAS ELÉTRICAS?, de Philip K. Dick (1968). Com o planeta a apodrecer, o Eldorado está nas colónias espaciais. Na Terra, os humanos querem defender-se dos simulacros que criaram, novos escravos desprovidos de empatia. Rick Deckard, o exterminador de androides, não é o anti-herói romântico que encontramos no filme "Blade Runner" mas um modelo avançado do fim da humanidade.
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5/13 A CLOCKWORK ORANGE / A LARANJA MECÂNICA, de Anthony Burgess (1962). O filme de Kubrick popularizou este retrato vertiginoso de uma sociedade cínica e sem piedade, que conhece a vingança como única lei. À violência lúdica e gratuita opõem-se terrificantes modalidades científicas de controlo e punição. O estilo inovador, que antecipa a linguagem contemporânea, ainda consegue surpreender.
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4/13 I AM LEGEND, de Richard Matheson (1954). É Robert Neville o único sobrevivente de uma pandemia que afectou a população mundial? Provavelmente sim, mas Los Angeles não é uma ilha deserta. Os predadores que ele caça durante o dia saem à noite à procura dele, numa guerra que impõe novos códigos. Um ilustre predecessor do fenómeno dos zombies na cultura popular.
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3/13 FAHRENHEIT 451, de Ray Bradbury (1953). A leitura foi substituída por actividades que mantêm a população distraída (isto soa familiar). Os bombeiros andam ocupados a queimar livros, tidos como um perigo – mas há resistentes, cuja única arma é a memória. Uns contra os outros: a morte do livro é o fim da interacção social.
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2/13 1984, de George Orwell (1949). A obra que popularizou o conceito de distopia é o exemplo máximo de romance de antecipação. Todos os dias damos um novo passo na direcção de uma sociedade submetida à vigilância e à manipulação. Que o reality show mais famoso do planeta se tenha apropriado do termo big brother é a mais corrupta das homenagens. 
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1/13 BRAVE NEW WORLD / ADMIRÁVEL MUNDO NOVO, de Aldous Huxley (1932). Um dos primeiros e mais influentes romances distópicos a anunciar a alienação do totalitarismo: condicionamento psicológico e biológico, regras impostas tidas por naturais, uma sociedade tecnológica subjugada ao utilitarismo. A humanidade condenada a uma sinistra felicidade.
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