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Em Portugal, destaque para entrevistas com
as autoras Marina Solé Pagot, Maria Gravino Ogata e Manuela Marques Tchoe, no Recanto da Lusofonia, do Semanário do Alto Minho.

Vamos lá conferir!?

Boa leitura!

http://www.minhodigital.com/news/literatura-15

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Muitos dizem que: lidar com animais é melhor que lidar com pessoas. Talvez porque queremos que tudo seja feito realmente do jeito que nós queremos. Pessoas pensam, tem desejos próprios, são de culturas diferentes e questionam muito. Assim é o ambiente onde nós vivemos, ou seja, no trabalho, em casa e em nossos meios sociais.

Muitas vezes tomamos algumas decisões de excluir as pessoas que não são de acordo com as nossas ideias, pois é mais fácil ter pessoas de ideias iguais junto a nós. Infelizmente não é fácil encontrarmos pessoas para trabalhar com aquelas que tenham ideias parecidas com as nossas. No meio social é mais fácil, pois procuramos comunidades que pensam na maioria das vezes como gostaríamos. Em nossos lares, também já não está tão fácil manter os ideais iguais, pois a liberdade de expressão está cada vez mais difundida.

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Marina Solé Pagot, nascida em 29 de abril de 2002 em Bento Gonçalves, estuda no Colégio Santa Rosa e desde pequena escreve histórias e gibis. Escreveu seu primeiro livro aos 12 anos, e o segundo e o terceiro (pertencentes à trilogia), aos 14 e 15 anos. Em 2017, lançou seu primeiro livro, “Coração de Obsidiana”, e em outubro de 2018, vai lançar a sequência da trilogia.
Além de romances, também escreve crônicas e pretende uni-las em uma obra. Vem trabalhando em outro livro chamado “O Livro Que Ninguém Consegue Ler”, um romance curto e utópico. Além da escrita e leitura, tem paixão pela música – toca guitarra desde seus 11 anos. Pretende cursar jornalismo na faculdade e espera fazer as pessoas se apaixonarem pelos seus textos e personagens.
“A leitura em si sempre foi muito importante para mim, e a escrita se tornou a maneira para eu me expressar, ver, conforme o tempo, as minhas mudanças – do modo de pensar, de escrever, de ver a vida. Então, escrever é de extrema importância para mim.”
Boa leitura!

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Em Portugal, no Recanto da Lusofonia, destaque para entrevista com a autora Ilana Eleá e o autor Magno Jardim, assim como para o livro do poeta brasileiro Ajomar Santos, vamos lá conferir!
Boa leitura!

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O amor não entra em corações fechados, quebrados, muito menos ocupados. É preciso que ele esteja livre e seja convidado pelo seu anfitrião a entrar.
Podemos até nos apaixonar por acaso,
mas continuar apaixonados é uma decisão.

Leia mais: http://www.batepapocomestilo.com.br/2018/06/um-fio-invisivel-conecta-aqueles-que.html

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Resenha maravilhosa do nosso parceiro Evandro Atraentemente.

O livro não tem a pretensão de ser um instrumento de auto ajuda, visando levar o leitor a trilhar o caminho para o conhecimento de si próprio. É verdade que suas crônicas já foram consideradas assim por muitos, e também é verdade que essa é a primeira ideia que temos ao fazer contato com a escrita do autor. Contudo, aos poucos percebemos que ele parte de pequenos fatos, momentos do cotidiano, encontros ou acontecimentos que poderiam passar despercebidos, e através deles traça paralelos ou comparações deixando livre seu pensamento. O autor não impõe verdades absolutas, sendo permitido ao leitor concordar ou não com suas ideias. Muitas vezes, entrei em sintonia com suas convicções, em outras, tive opiniões divergentes. O que não se pode negar é que a escrita do autor é extremamente agradável e rapidamente nos sentimos envolvidos com os temas e personagens apresentados.

Leia mais: http://www.atraentemente.com.br/2018/06/resenha-sobre-vida-e-o-viver-ricardo-de.html

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Olá, pessoal, esta semana encontraremos destaque para entrevista com os autores Tito Mellão Laraya e Piaza Merighi, assim como para o livro "Selfie da Macaca" da autora Maria Estela Ximenes, no Recanto da Lusofonia, do Semanário do Alto Minho, em Portugal.

Boa leitura!

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A igreja a qual Koster fez referência é a atual matriz de Santa Luzia, em cuja imediação é considerada por muitos como o marco zero do povoamento mossoroense. Com relação ao citado templo católico, encontramos na Wikipédia que: A primeira edificação no local foi uma capela fundada oficialmente no dia 5 de agosto de 1772. Na ocasião, o sargento-mor da ribeira do Mossoró, Antônio de Souza Machado, e sua mulher, Rosa Fernandes, receberam autorização para construir uma capela na fazenda Santa Luzia, de sua propriedade. Em 13 de julho de 1801, Rosa Fernandes, já viúva, doou o patrimônio da Capela de Santa Luzia, onde já eram enterrados os mortos da cidade desde 1773. Em 1830 foi feita uma reforma na capela, que recebeu uma imagem de Santa Luzia de Mossoró, em madeira, esculpida em Portugal.

Motivos históricos, como a fixação efetiva da população e a continuidade do povoamento, foram levados em conta para a fixação do marco zero ao lado da igreja matriz de Santa Luzia, pois há consenso entre àqueles que escreveram sobre Mossoró que a povoação tomou impulso histórico e geográfico a partir da construção do templo em devoção à santa italiana.

Leia mais: https://portalliterario.com/categoria-educacao/621-visao-geografica-de-henry-koster-sobre-mossoro-em-1810

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Pessoal, que emoção, matéria linda, uma verdadeira obra de arte, composta por letras e imagens, no Blog Atraentemente, administrado pelo blogueiro Evandro Atraentemente que fecha parceria com Divulga Escritor. Um parceiro para resenhar e divulgar os vossos livros, nossas entrevistas.
Vamos lá conferir!
Sejam todos bem-vindos!

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Em Portugal, no Recanto da Lusofonia, destaques para entrevistas com a autora Christiane de Murville, e o autor George Ornellas, assim como para o livro da autora Shirley Cavalcante.
Vamos lá conferir!?
Boa leitura a todos!
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