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I've  previously written how we need more people with serious data chops. In that story I pointed to several recent reference points (qualitative and
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In this third instalment of the series on How to Track On-site Campaigns, learn about Internal URL Referral Parameters and discover if you should use them on your website
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O lance da punição, na minha sincera opinião, é puro Bullshit. Mas vejam todas as facetas abordadas pelo nosso amigo Flávio. Vale a pena ler.. não se prenda ao drama de uma eventual punição. :P
Flávio Raimundo originally shared:
 
Por que eu acho que o Google errou quando infringiu uma auto-punição

“O conhecimento é essencial para a compreensão e a compreensão deve anteceder o julgamento". Louis Brandeis, em 1924, ao proferir um de seus célebres votos na Suprema Corte Americana.

Baseado no fato de que não tenho o conhecimento pleno do ocorrido, minha compreensão fica comprometida e meu julgamento, mais ainda. Porém, não quero aqui julgar ninguém, apesar de achar que o Google fez merda.

O caso da pseudo compra de links por parte da Google é de conhecimento público e foi noticiada primeiro aqui http://www.seobook.com/post-sponsored-google depois teve uma postagem do +Danny Sullivan aqui http://searchengineland.com/googles-jaw-dropping-sponsored-post-campaign-for-chrome-106348, com os devidos créditos para quem de direito, o +aaron wall

No dia seguinte, o +Matt Cutts interrompeu sua estadia na América Central. Não sei o que estava fazendo lá, talvez em férias, salgando o rabo em alguma praia para dizer que lá a internet é uma porcaria. E, como é responsável pela comunicação do time de Search Quality, reportou o que foi feito, e que pode ser lido aqui https://plus.google.com/109412257237874861202/posts/NAWunDzJSHC. Estranhamente, não cita a fonte primeira da noticia, o que é até compreensível, já que o +aaron wall é um pentelho encravado no saco do +Matt Cutts não é de hoje. O +aaron wall não é lá muito santo, mas que o cara foi o primeiro a noticiar, isso foi e merecia o crédito por isso.

Na postagem, que teve incríveis 424 compartilhamentos (até o momento que publico esse post), o que tem de mais rico são os pontos de vista diferentes, algumas perguntas interessantes, respostas dadas pelo +John Mueller já que o +Matt Cutts não responde, e alguns babando o ovo, o que também é natural e faz parte.

Punições

A Google, quando recebeu essa informação e viu a merda que o terceirizado fez, tinha basicamente duas alternativas: aplicar uma punição manual ou não aplicar. Tenho plena convicção de que não deveria aplicar.

Primeiro, vamos entender que a punição manual não é comum, somente é aplicada em casos extremos, geralmente quando os algoritmos não atuam no tempo esperado ou quando é algo totalmente novo que ainda não faz parte da "inteligência" desses algoritmos.

Há um segundo caso de aplicação, que é quando a situação de descumprimento das regras pode afetar "culturalmente" o ecossistema do Search. Um exemplo: se você é conhecido no mercado e, fizer, por exemplo, algum Black Hat e ficar contando vantagem, pode ter certeza que alguém do Search Quality irá atuar, entre outras situações que podem levar o mercado a entender que Black Hat e descumprir as políticas de qualidade do Google compensa. E realmente não compensa!

Muitas vezes, os algoritmos não punem um site pelo fato de o mesmo ser relevante e conseguir "segurar" algumas coisas mais que outros não tão relevantes assim. Aí, nesse caso, pode haver uma atuação manual também. Porém, esse é um expediente que o Google não gosta. Primeiro, porque uma aplicação de uma punição manual atuará somente naquele site, e se uma denúncia, por exemplo, for relevante e usada para melhorar a próxima geração de algoritmos, o ganho de escala será muito maior e aquele site objeto da denuncia cairá. Infelizmente, esse processo todo pode demorar meses e causar uma frustração em quem denuncia irregularidades.

O caso da punição da "Chrome page" foi uma decisão absolutamente errada. Que me desculpem meus amigos do Google, mas me pareceu algo totalmente sem necessidade, para não dizer demagógico. Eu odeio o termo bom senso, já falei isso antes, pois bom senso é a coisa mais bem distribuída do mundo, já que todos acham que têm o suficiente e até genocídios são levados adiante tomando como único parâmetro o bom senso entre outras cagadas. Mas, nesse caso, até por falta de outro, uso esse maldito termo, ou seja, faltou bom senso e sobrou exagero, sobrou demagogia. Se queria punir, que o fizesse, mas sem alardear nada.

Se a Google fosse punir todos os sites que compram um link, sobrariam bem poucos, as SERPs começariam sempre na posição - 50 :-) Até porque a compra de link é algo bem relativo, como é dito nesse post http://www.linkbuilding.com.br/link-building/maneiras-eticas-comprar-links porém é errado como está bem claro aqui http://support.google.com/webmasters/bin/answer.py?hl=pt-BR&answer=66736.

Vou enumerar alguns pontos que embasam meu ponto de vista e mostram que essa punição é muito mais nociva ao mercado do que construtiva.

1) Por que punir uma página que é relevante somente por causa da compra de um link?
A compra do link foi feita nitidamente sem o conhecimento dos donos da página e talvez sem intenção da agência responsável em manipular o PR. E era apenas um link! Ok, a punição é pelo ato de comprar e não pela quantidade de links comprados, mas então, que contrate uns 10 mil capangas e saia punindo manualmente todos que compram.

2) Como ficam as denúncias de agora em diante?
Se o Google agiu manualmente por causa de apenas um link, o +Matt Cutts interrompeu o que estava fazendo na América Central, usou uma internet precária, qual a moral que fica quando há uma denúncia da compra de milhares de links e nada é feito e nem justificado? Uma ação desmedida como essa tem conseqüências, também, junto às pessoas que esperam tratamento igual para suas denúncias. Essa punição deixará quem faz as coisas certas em desvantagem. Imagine um cliente seu mostrando um concorrente nitidamente descumprindo muitas regras e você, como SEO, dizendo que não pode fazer muita coisa, ou que sua denúncia será avaliada e incorporada na próxima geração de algoritmos? Talvez a solução seja indicar o +Matt Cutts para atender seu cliente?

3) A equipe de Search Quality se pauta pela imprensa?
Até onde a equipe de Search Quality se deixou pautar pela imprensa (leia-se Search Engine Land) ou uma pressão da comunidade? A equipe de Search Quality jamais deveria se deixar influenciar desse jeito por qualquer tipo de pressão externa ou interna. O precedente aberto foi muito perigoso e poderá ser um expediente usado por aqueles que têm acesso à imprensa especializada ou à grande imprensa.

4) Tenho certeza que não é, mas parece até link bait.
Depois de 60 dias, a punição será retirada e, certamente, a quantidade de links que a página está ganhando com esse buzz será muito maior do que o que perdeu.

5) O share do Chrome não vai ter influência nenhuma.
O Google Chrome é um produto de altíssima qualidade e estratégico para a Google. Se essa punição tivesse alguma influência no share, aí sim seria uma punição eficiente. Não é o caso.

6) Moral demais para o Search Engine Land
Dar tanta moral assim para o Search Engine Land só piora uma situação que já é nítida para algumas pessoas do mercado e até para capangas da Google que ficam sabendo de algumas novidades do Google pelo site da SEL.

7) É necessário um enforcamento em praça pública?
O +Ariel Lambrecht usou uma expressão semelhante a essa e dar certas respostas ao mercado fazendo um "enforcamento em praça pública", na forma de uma auto-punição, não agrega nada a ninguém.

8) Geralmente a gravidade do Black Hat está muito mais relacionada com a intenção do que com a ação.
Um aspecto que deve ser considerado, e é muito importante, é a intenção de uma ação. A intenção é muito mais importante, pois levará ou não a outras ações. E, mesmo considerando o pensamento do Louis Brandeis, duvido que tenha havido intenção de comprar, por parte da agencia link, para manipular o PR

Me parece que a decisão do time de Search Quality foi tomada no calor do momento, logo quando a notícia foi divulgada, talvez com pressa em dar uma resposta ao mercado. Uma das premissas de gerenciamento de crises é dar respostas nas primeiras horas. Porém, ações duradouras nunca são implementadas no mesmo dia ou até mesmo nos primeiros dias. Está faltando junto ao time de Search Quality um especialista em gerenciamento de crises.

E a questão é: o que eu faria no lugar deles? Simples. Diria que, tal qual milhares de sites ou situações semelhantes, não se justifica uma punição manual, ou se tivesse alguma coisa errada, os algoritmos iriam agir. Simples assim.

Bateria o pé, ligava o #fodase, como a Google já fez outras vezes e mandava a agência pra #pqp ou a pessoa que a contratou e, no mínimo, não soube passar os parâmetros certos da campanha e seguia a vida.

Pautar-se pela imprensa e tomar uma ação desmedida, que está muito mais relacionada a relações públicas, não é o caminho.

Agora, como tudo tem seu lado bom, um pouco de conhecimento respingou para nossas bandas aqui https://plus.google.com/u/0/101652923105579085630/posts/16AeEv95ZJ9 e o +Miguel SilvaR deu uma reposta quase perfeita aqui https://groups.google.com/a/googleproductforums.com/forum/#!category-topic/webmaster-pt/TDSfWs-K2CE. Só não foi perfeita porque não tem como comparar bacalhau com galinha. Galinha é infinitamente melhor :-)
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Diógenes Passos

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A segmentação é o 1º passo para uma análise bacana. Aqui vai uma mega aula sobre o assunto. Desfrutem, façam bom uso! ;)
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Diógenes Passos

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Esse post grita mesmo sem falar nada.
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Diógenes Passos

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Blizzard ainda aprendendo (realmente) a fazer virais com features dos games. lol.
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Diógenes Passos

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Opinião do Avinash sobre uma melhor medição do Bounce para sites de Conteúdo. Abaixo, a minha discordância e uma nova proposta.
Avinash Kaushik originally shared:
 
More Accurate Measurement of Bounce Rates for Content Sites

Bounce rate measures the number of people who come to your site and only see one page. For ecommerce / lead gen / direct outcomes site this is horrible, you want people to stay - or you don't stay in business. For content sites though someone could come, read the entire article, leave and that would be kind of ok. (Though think carefully as to how the content site stays in business.) So bounce rate measuring just one page and not the person's behavior is sub optimal.

The path some followed was to "auto fire" an event if the past stayed open for x seconds. Problem is that many people open an article in a new tab and forget about it or come to it later or other such things. You are measuring time for the entire duration the tab was dormant. Sub optimal.

My thought was why not measure some signal that tells us that the person took some action. A direct proxy, :), if you will. Why not measure the fact that someone scrolled? That is a clear and direct indication that someone read the content, or at least bothered to skip to what's below the fold.

You can do this with Google Analytics (and with other tools, please check with your vendor). If you have a content site you can measure the scrolling behavior and measure bounce rate more accurately. The solution comes courtesy of my dear friend +Nick Mihailovski.

Here's the code that sends an event once people scroll on your page...causing that visit to be a non-bounce.

<script>
var _gaq = _gaq || [];
_gaq.push(['_setAccount', 'UA-12345-1']);

window.addEventListener ?
window.addEventListener('scroll', testScroll, false) :
window.attachEvent('onscroll', testScroll);

var scrollCount = 0;
function testScroll() {
++scrollCount;
if (scrollCount == 2) {
_gaq.push(['_trackEvent', 'window', 'scrolled']);
}
};
</script>

#gobeaninja
.
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Diógenes Passos

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:)
Phil Mui originally shared:
 
AddThis, ShareThis, and AddToAny are now natively instrumented with Google Analytics Social Plugin tracking!
Labels. Advanced Topics (54); AdWords (9); Analytics API (29); Announcements (90); Back to Basics Series (28); Beginner Topics (40); Business Insights (48); Code and Configuration (36); Custom Reports...
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Diógenes Passos

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Artigo realmente top sobre Custom Variables no Google Analytics.
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Diógenes Passos

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Não entenda mau, eu sou muito fã do Avinash e eu defendo que ele nunca (tá, quase nunca...) está errado.
Todavia, a opinião do Avinash a respeito de "reports" é meio perigosa, passível de uma interpretação no mínimo dúbil.

De verdade, eu não precisaria do Avinash nem do Eric Peterson e nem do meu chefe (passado, atual ou futuro) para entender que a médio ou longo prazo, qualquer profissional de Analytics diferenciar-se-á pela sua capacidade de lidar com business - e não com a sua capacidade de produzir reports. E vou além: também não é definitiva sua capacidade de produzir análises mais detalhadas e customizadas para seus clientes (internos e/ou externos). Calma, deixa pra concluir que eu tô viajando só no final. :)

Reports fazem parte, são necessários e não importa o quanto você evolua e o tamanho ou nível de maturidade de análises da organização que você atua: eles continuarão fazendo parte. E quando digo reports, de verdade não estou falando de exports diretos de pdfs ou e-mails automatizados - me refiro a um mínimo trabalho de refinamento dos dados (caso contrário vc não faz nada além da ferramente) mas ainda não ao nível de diversas métricas customizadas, mega integrações e automatizações.

Eu poderia citar uns 30 motivos, mas vou frisar em 3:
1. Ninguém começa de forma avançada.
Em última instância, eu defendo que nós já fazemos e (continuaremos evoluindo...) faremos reports/análises bem melhores. O problema é que todo mundo tem um racional diferente e esse racional é influenciado pelas oportunidades que cada um tem de lidar com uma questão ou outra. Certamente quem está lidando com gestores de produtos terá um mindset (ainda que a longo praz) bem diferente de quem passa o tempo todo com o time técnico (E nada contra os caras de TI!!!).
A questão é: você vai entregar o peixe ou quer que os seus analistas aprendam a pescar? Os reports mais básicos devem servir de insumo para diferentes perfis de analistas e até diferentes equipes entenderem o todo e quando tiverem a missão (com ou sem maturidade) de entegar análises mais específicas e insights, é dali que eles partirão.
Sou capaz de apostar que nem Dell, que faz mais de 700 testes A/B e multivariáveis por ano sobrevive sem reports mais básicos. Porque são diferentes perfis de pessoas que precisam de acesso ao todo para depois tiraram conclusões para sua área.

2. O seu chefe (ou seu cliente, ou seu pai, ou sua mulher...) vai continuar pedindo.
Relaxa, isso nunca vai mudar. E não me entenda errado... É totalmente diferente você extrair somente para você os dados da sua ferramenta de análise competitiva e ver que um dos seus sites está em 3º lugar na sua respectiva categoria. Outra coisa totalmente diferente é você levar o mesmo dado num slide mais bonitinho para o seu chefe e ele colocar na mesa que o time gestor do produto tem a missão de em 6 meses chegar à 2ª colocação, ou que aquele resultado é 30% abaixo do esperado ou que o time merece um bônus por estar 50% acima (tá, chefe nenhum faz isso.. eu acho).

3. Você continuará trabalhando com ferramentas.
Seja de Web Analytics (Google Analytics, Omniture, Webtrends, Woopra, StatCounter...) ou Análise Competitiva (Ibope Nielsen, ComScore, Hitwise, SEM Rush....) ou medições adaptadas: você continuará tendo que lidar com as ferramentas. E o que as ferramentas oferecem por padrão? REPORTS.
Você não conseguirá ficar fazendo apenas análises, porque precisará entender do lado tecnológico da coisa, porque precisará fazer debug, porque em algum momento a sua equipe comercial precisará para levantamento de requisitos antes dos projetos digitais estarem prontos muito mais que análises diárias.
Para quem trabalha com Google Analytics há mais de 4 anos: você imagina a ferramenta sem Segmentos Avançados? Não! E você acha mesmo que vai ficar fazendo segmentos avançados todos os dias? Esqueça... ao invés disso, busca passar esse conhecimento para a sua equipe de marketing (ou de seo, ou comercial) e acompanhe os resultados. Siga com eles nos próximos levantamentos de requisitos. Nas primeiras vezes você construirá - e espero que conseguindo passar o conhecimento - algum segmento avançado (GA) ou algum custom report (GA ou Omniture) ou alguns slides bonitinhos baseados exatamente nos dados que eles pedem. Amanhã as necessidades comerciais mudarão, tornar-se-ão mais complexas e esse trabalho passa por um novo ciclo. Não se engane achando que vai fazer um trabalho definitivo, uma análise super-mega-plus cheia de insights que atenderá à todas as equipes sem precisar de acesso aos reports.

Enfim, Reports são a parte longa, análise a parte difícil. Reports todas as equipes precisam; análises são para mapear histórico, acompanhar tendências e quem sabe antecipar-se em relação aos concorrentes em certos aspectos.

Só não deixe que suas análises, em relação aos reports, tornem-se tão raras de encontrar como agulhas em palheiros. Mas não se engane, por mais que seja lindo o que o Avinash e o Stephane Hamel escrevem (E eu verdadeiramente sou fã deles), você não livrar-se-á dos reports. Como diria a Marta, relaxa e goza.
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Muito bom cara, +1
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