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Preparação do Evangelho da Paz
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Fé para ser salvo,e obediência a palavra de Deus para permanecer salvo.
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A Divindade de Jesus Cristo


Por Dr. John Ankerberg e Dr. John Weldon

Traduzido por Wesley Nazeazeno



1. Jesus disse aquilo que apenas Deus poderia dizer?

As seguintes citações das Escrituras, direcionadas a Jesus, só são logicamente explicadas à base de sua divindade:

João 6:38 Porque eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.

João 17:5 E, agora, glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse.

Mateus 28:18 E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra.

João 16:33 Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.

João 10:25 Respondeu-lhes Jesus: Já vo-lo tenho dito, e não o credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai, essas testificam de mim.

João 5:24 Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida. (Veja João 10:27, 28; 11:25)

João 15:5 Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada poderei

João 14:6 Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.

João 16:15 Tudo quanto o Pai tem é meu; por isso, vos disse que há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar.

João 9:5 Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo.

João 12:48 Quem me rejeitar a mim e não receber as minhas palavras já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último Dia.

João 3:36 quele que crê no Filho tem a vida eterna, mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece.

João 5:23 para que todos honrem o Filho, como honram o Pai. Quem não honra o Filho não honra o Pai, que o enviou.

João 12:44 E Jesus clamou e disse: Quem crê em mim crê não em mim, mas naquele que me enviou.

Será que podemos imaginar o presidente do Brasil aparecendo na mídia nacional e fazendo tais declarações de si mesmo? Podemos imaginar até mesmo o mais exaltado anjo fazendo isso? A magnitude dessas declarações é tão grandes que, se não forem verdadeiras, Jesus não pode ser considerado um homem são ou bom. Ele deve deveria ser considerado o fundador do maior sistema de idolatria que o mundo jamais viu. Loraine Boettner defende em seu Studies in Theology (1980, p. 144):

Certamente, como base em Seu próprio ensino, Jesus declara a divindade a si próprio. Nenhum leitor sem preconceito pode tirar uma conclusão diferente. Tal tem sido a impressão da grande massa daqueles que têm lido o Novo Testamento. Isso levou o Dr. A. H. Strong a observar que “se Ele não é Deus, Ele é um enganador ou um auto-enganado, e, em ambos os casos, Cristo, se não for Deus, não é bom.” E Dr. E. Y. Mullins tem mostrado que se negarmos Sua Divindade, então “devemos concluir que, com toda Sua beleza moral e excelência, Jesus foi um lastimável erro como mestre se não teve sucesso em guardar Sua mensagem contra corrupções que levaram à sua auto-exaltação como Deus, e à existência ao longo de 18 séculos de um sistema de idolatria no qual Ele é o centro.”

Note novamente o estreito relacionamento entre Deus e Cristo nas seguintes citações Bíblicas. Nenhuma mera criatura, mesmo que exaltada, poderia racionalmente fazer tais afirmações:

João 10:30 Eu e o Pai somos um.

João 5:23 para que todos honrem o Filho, como honram o Pai. Quem não honra o Filho não honra o Pai, que o enviou.

João 8:19 isseram-lhe, pois: Onde está teu Pai? Jesus respondeu: Não me conheceis a mim, nem a meu Pai; se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai.

João 12:45 E quem me vê a mim vê aquele que me enviou.

João 5:19 Mas Jesus respondeu e disse-lhes: Na verdade, na verdade vos digo que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer ao Pai, porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente.

Mateus 11:27 Todas as coisas me foram entregues por meu Pai; e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.

João 14:1 Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.

João 14:9 Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?

João 15:23 Aquele que me aborrece aborrece também a meu Pai.

Mateus 10:40 Quem vos recebe a mim me recebe; e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou.

João 16:15 Tudo quanto o Pai tem é meu; por isso, vos disse que há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar.

João 5:17 E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.

2. Cristo correspondia aos atributos Divinos?

Nas seguintes resumidas várias citações Bíblicas, vemos que Jesus Cristo é Deus, porque Ele possui os atributos de Deus.

Eternidade

Pai da eternidade (Isaías 9:6)

Desde a eternidade (Miquéias 5:2)

Desde o princípio, Ele sempre era (João 1:1, 2, 14, 15)

Jesus já tinha glória com Deus antes de o mundo ser criado (João 17:5)

Onipresença

Onde dois ou três estiverem, Ele estará lá (Mateus 18:20)

Ele está conosco sempre (Mateus 28:20)

Ele está em cada crente (João 14:20-23)

Ele enche tudo (Efésios 1:23; 4:20)

Onisciência

Ele conhece o pensamento das pessoas (Marcos 2:8; Lucas 6:8; 11:17)

Ele sabia como morreria (Mateus 11:27; Somente Deus pode saber de si próprio – I Coríntios 2:11, 16)

Ele sabia quem haveria de traí-lO (João 6:64, 70-71)

Ele sabia do futuro (João 22:19-22; João 18:4; João 13:19; Mateus 24:35)

Ele viu Natanael debaixo da figueira (João 1:48-50)

Ele sabia a história da mulher Samaritana (João 4:29)

O testemunho dos discípulos (João 16:30; 17:30)

Ele conhecia todos os homens (João 2:24, 25)

Enquanto Cristo é Deus, precisamos nos lembrar que durante a encarnação ele abriu mão do uso de Seus atributos (Filipenses 2:6-8; João 5:30). Como verdadeiro homem, Ele foi um servo do Pai, um exemplo para nós (João 13:4, 5). Conseqüentemente, enquanto em terra, houve coisas que o Pai não permitiu que Ele soubesse, e apenas em Sua humanidade ele não foi onisciente. Deste modo, ele não soube o tempo de Seu retorno (Marcos 13:32); Ele foi ver se havia fruto na figueira (Marcos 11:13) e Ele se maravilhou tanto com o descrente (Marcos 6:6) quanto com o crente (Mateus 8:10).

Onipotência e Soberania

Ele é o Todo-Poderoso (Apocalipse 1:8)

Ele faz o que quer que o Pai faça (João 5:19)

Ele sustém todas as coisas (Colossensses 1:17; Hebreus 1:3)

Toda autoridade, inclusive sobre toda a humanidade, é dado a Ele (Mateus 28:18; João 17:2, 3)

Ele é a cabeça de todo poder e autoridade (Colossensses 2:10)

Ele tem o poder de sujeitar todas as coisas a Si próprio (Filipenses 3:21)

Ele reinará até que tenha posto todos os inimigos de baixo de seus pés (I Coríntios 15:25)

Ele exerce controle sobre Sua própria vida e morte (João 10:18)

Ele é o governante dos reis da terra (Apocalipse 1:5)

Ele tem poder sobre a natureza (Lucas 8:25)

Ele é o Senhor de todos (Apocalipse 19:16; I Pedro 3:22; Colossensses 1:18; Atos 10:36)

Imutabilidade

Ele é sempre e para sempre o mesmo (Hebreus 13:8 cf., 1:12, 8, 10)

Suas palavras nunca passarão (Mateus 24:35)

Santo

Ele é santo (Apocalipse 3:7)

Ele é o santo descendente que seria chamado de Filho de Deus (Lucas 1:35)

Ele não conheceu o pecado (II Coríntios 5:21)

Ele não tem pecado (Hebreus 4:!5)

Ele é santo, inocente, imaculado e separado dos pecadores (Hebreus 7:26)

Ele é sem defeito e sem manchas (I Pedro 1:19)

Ele não cometeu nenhum pecado (Joao 8:46; I João 3:5; I Pedro 2:22)

Verdadeiro

Ele é cheio de graça e verdade (João 1:14)

A verdade está em Jesus (Efésios 4:21)

Ele é a verdade (João 14:6)

Ele é fiel e verdadeiro (Apocalipse 19:11)

Se a maioria dos atributos da divindade são atribuídos a Cristo, a única conclusão lógica é que Cristo é Deus.

3. Existem nomes, títulos e designações de Deus atribuídos a Cristo?

As seguintes comparações entre Deus no Antigo Testamento e Cristo no Novo Testamento provam que Jesus Cristo é Deus. Qualquer criatura, mesmo que exaltada, é indigna dessas declarações coletivamente, e às vezes até mesmo individualmente.

PROVAS DE QUE JESUS CRISTO É DEUS

Descrições de Deus no Antigo Testamento que são usadas para Jesus no Novo Testamento:

O primeiro e o último — Isaías 41:4; 44, 6; 48:12 / Apocalipse 2:8; 22:13
EU SOU — Êxodo 3:14 / João 8:58; João 13:19
Autor de palavras eternas — Isaías 40:8; Salmo 119:89 / Mateus 24:35; João 6:68
Luz — Salmo 27:1 / João 1:4-9; 8:12; I João 1:5
Rocha — Deuteronômio 32:31; Salmo 18:2; Isaías 8:14; Salmo92:15 / I Pedro 2:6-8; I Coríntios 10:4
Noivo — Isaías 62:5; Oséias 2:16 / Marcos 2:19; Apocalipse 21:2
Pastor — Salmo 23:1 – João 10:11; Hebreus 13:20
Perdoador de pecados — Jeremias 31:34 / Atos 5:31
Redentor — Oséias 13:14 / II Pedro 1:1, 11; Tito 2:13-14; Apocalipse 5:9
Salvador — Isaías 43:3; Oséias 13:4 / II Pedro 1:1, 11; Tito 2:10-13; Atos 4:12 (cf. Tito 1, 3)
Senhor da Glória — Isaías 42:8 / João 17:1-5; I Coríntios 2:8
Juiz — Joel 3:12 / Mateus 25:31-46
A Segunda Vinda de Deus — Zacarias 14:5 / Mateus16:27; 24:29-31
A Primeira Vinda de Deus — Isaías 40:3 / Mateus 3:3
Rei da Glória — Salmo 24:7, 10 / I Coríntios 2:8; João 17:5
Jeová é nossa justiça — Jeremias 23:5, 6 / I Coríntios 1:30
Jeová é o primeiro e último — Isaías 44:6; 48:12-16 / Revelação 1:8, 17; 22:13
Jeová acima de tudo — Salmo 97:9 / João 3:31
O companheirismo e equidade de Jeová — Zacarias 13:7 / Filipenses 2:6
O Senhor Soberano — Isaías 6:1-3; 8:13-14 / Jao 12:41; I Pedro 2:8
Jeová — Salmo 110:1 / Mateus 22:42-45
Jeová o Pastor — Isaías 40:11 / Hebreus 13:20
Jeová, pelo qual todas as coisas foram criadas — Provérbios 16:4 / Colossenses 1:16
Jeová, o mensageiro da Aliança — Malaquias 3:1 / Lucas 7:27
Invocado como Jeová — Joel 2:32; Isaías 45:22 / I Coríntios 1:2
O Deus eterno e Criador — Salmos 102:24-27 / Hebreus 1:8, 10-12
O grande Deus e salvador — Isaías 43:11-12 / Tito 1:3-4; 2:10, 13; 3:4-6
Deus, o Juiz — Eclesiastes 12:14 / I Coríntios 4:5; II Coríntios 5:10; II Timóteo 4:1
Emanuel — Isaías 7:14 / Mateus 1:23
O Santo — I Samuel 2:2 / Atos 3:14
Senhor do Sábado — Gênesis 2:3 / Mateus 12:8
Senhor de todos — I Crônicas 29:11-12 / Atos 10:36; Romanos 10:11-13
Criador de todas as coisas — Isaías 40:28; Salmo 148:1-5 / João 1:3; Colossenses 1:16
Sustentador, preservador de todas as coisas — Neemias 9:6 / Colossenses 1:17
Pedra de tropeço — Isaías 8:13-14 / Romanso 9:32-33; I Pedro 2:8; Atos 4:11
Confissão de que Ele é o Senhor — Isaías 45:23 (Jeová) / Filipenses 2:11 (Jesus)
Juiz de todos os homens — Salmo 98:9 / Atos 17:31
Aquele que dá vida aos mortos — I Samuel 2:6; Salmo 119 (11 vezes) / João 11:25; 5:21; Lucas 7:12-16
Co-emissor do Espírito Santo — João 14:16 (O Pai envia) / (Jesus envia) João 15:26
Levou cativo o cativeiro — Salmo 68:18 / Efésios 4:7, 8
Visto por Isaías — Isaías 6:1 / João 12:41
Juiz das nações — Joel 3:12 / Mateus 25:31-41
Salvação ao clamar pelo nome do Senhor — Joel 2:32 / Romanos 10:13
4. Há prerrogativas da divindade aplicadas a Cristo?

Ressuscitou os mortos enquanto estava em terra (Mateus 9:25, a filha do oficial da Sinagoga; Lucas 7:12-16, o filho da viúva; João 11:44, Lázaro, João 2:19-22, Si mesmo).

Fez as obras de Deus (João 10:37-39)

Doador de vida eterna com autoridade sobre toda a humanidade (João 17:2, João 10:28)

Adorado por anjos (Salmo 148:2): Deus — Hebreus 1:6; Jesus — Lucas 4:8

Destinatário de orações (Atos 7:59)

Providência e domínio eterno (Lucas 10:22; João 3:35; 17:2; Efésios 1:2; Colossenses 1:17; Hebreus 1:3; Apocalipse 1:5)

Poder para transformar o corpo de todos os crentes (Filipenses 3:21)

Ressuscitar os mortos para o Julgamento (João 5:24-29; Atos 10:42; Atos 17:31)

Adorado pelas pessoas. Somente Deus é digno de receber adoração (Salmo 95:6). Nem as pessoas (Atos 10:25-26), ou anjos (Apocalipse 19:10) são receptores de adoração, somente Deus é (Lucas 4:8). Mas, Jesus recebeu adoração de: um homem cego de nascença (João 9:38); dos discípulos (Mateus 14:33; 28:17); dos Magos (Mateus 2:2, 11); do jovem chefe (Mateus 9:18); mulheres (Mateus 28:9); dos demônios (Marcos 3:11; 5:6); todos (Filipenses 2:10, 11); dos quatro anciãos (Apocalipse 5:14).

Ele perdoa pecados (Mateus 1:21; Marcos 2:7)

Envia o Espírito Santo (uma criatura não pode enviar Deus; João 16:7; cf. 14:26). Até mesmo na fórmula batismal, encontramos Cristo claramente argüindo Sua Divindade. Em seu Studies in Theology (1980, pg. 144-145) Lorainer Boettner cita o grande teólogo de Princeton B. B. Warfield (Biblical Doctrines, pg. 204).

A fórmula precisa deve ser cuidadosamente observada. Ela não diz: “Nos nomes” (plural) — como se houvessem três seres enumerados, cada qual com seu nome distinguido. E nem: “No nome do Pai, Filho e Espírito Santo,” como se houvesse uma só pessoa, exibida em três nomes. Ela diz: “No nome (singular) do Pai e do (artigo repetido) Filho, e do (artigo repetido) Espírito Santo,” cuidadosamente distinguindo três pessoas, posto que unindo todas elas em um só nome. O nome de Deus era para os Judeus Jehovah, e o nome do nome de Jehovah, clamar pelo nome de Jehovah sobre eles era o mesmo que torná-los Seus. O que Jesus fez nessa grande injunção foi ordenar Seu seguidores a clamarem o nome de Deus sobre seus convertidos, e para anunciar o nome do Deus que deveria ser clamado pelos seus convertidos na tripla enumeração de “o Pai” e “o Filho” e “o Espírito Santo”. Como está inquestionável que aqui Ele se projetou como “o Filho”, aqui Ele se põe ao lado do Pai e do Espírito, pondo-se junto deles constituinte o Deus único. Isto é, de fato, a Trindade a qual ele está descrevendo e que, como o mesmo peso, Ele anuncia-se como uma das pessoas da Trindade.

5. As escrituras declaram claramente que Cristo é Deus?

Se as “provas de que Cristo é Deus” através de comparação não são suficientes, as Escrituras claramente declaram a divindade de Cristo:

João 1:1: e o Verbo era Deus... E o Verbo se fez carne e habitou entre nós.

João 1:18: “o unigênito de Deus”

João 20:28: Tomé disse a ele [Jesus]: “Meu Senhor e meu Deus.

Tito 2:13: Nosso Grande Deus e Salvador Jesus Cristo.

I João 5:20: Jesus Cristo. Ele é o verdadeiro Deus e vida eterna.

Colossenses 2:9: Em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da Divindidade.

Isaías 9:6: Por que um menino nos nasceu... e Seu nome será Deus Forte.

Isaías 7:14; Mateus 1:23: “Emanuel, Deus conosco”.

Hebreus 1:1-3: O Filho é a expressão exata do ser de Deus.

II Tessalonicenses 1:12: Nosso Deus e Senhor Jesus Cristo

Filipenses 2:6: sendo em forma de Deus. (O Grego pode ser literalmente traduzido como “continuando a subsistir em forma de Deus”.)

Alguns críticos têm respondido a lista acima com um “isso é tudo?”. Outros, até mesmo teólogos, tem dito que as atuais referencias Bíblicas sobre a divindade de Cristo no Novo Testamento são “extremamente poucas”.

Apenas uma clara referencia de Deus sobre a divindade de Cristo seria suficiente; a verdade é que temos centenas de referencias indiretas. O termo “Deus Jeová” que é empregado cerca de 6 mil vezes na Septuaginta (a tradição Grega do Antigo Testamento) é Kurios (Senhor). Em outras palavras, kurios é o termo especifico que os tradutores da Septuaginta escolheram para designar o único Deus verdadeiro de toda a terra.

O Apóstolo Paulo e outros escritores do Novo Testamento estavam bem familiarizados com esse fato. O que é interessante é que cada palavra escolhida para ser designada a Deus na Septuaginta é a mesma palavra que eles escolheram para designar a Jesus Cristo no Novo Testamento — kurios. A implicação disso dificilmente passaria desapercebida por tanto os escritores do Novo Testamento como pelos leitores. Os escritores do Novo Testamento claramente escolheram descrever Jesus Cristo como Deus centenas de vezes através do uso do termo kurios.

6. Outros testemunhos

Tomé: “Meu Senhor e meu Deus” (João 20:28)
Pedro: “O Filho do Deus vivo” (Mateus 16:16; para um Judeu, isso fazia dele igual a Deus, cf., João 5:18)
João: “Fazendo a si mesmo [Jesus] igual a Deus” (João 5:18)
Os Judeus: “Tu és um mero homem clamando ser igual a Deus” (João 10:33)
O Sumo Sacerdote: “Vocês ouviram a blasfêmia” (Marcos 14:61-64)

A divindade de Cristo e o testemunho da Igreja Primitiva

Alguns críticos, bem como a maioria dos teólogos liberais, mantém que a doutrina da trindade não foi parte do ensino de Jesus e dos apóstolos, mas que teria sido meramente inventada pela igreja séculos depois.

Emanuel Swendenborg, fundador da Igreja da Nova Jerusalém, afirmou que a igreja apostólica não sabia de nada da Trindade e que a Trindade foi realmente inventada no Concílio de Nicéia no século IV como uma crença em três deuses, não em um único Deus, o qual ele acreditava ser unipessoal: “Uma Trindade de Pessoas era desconhecida na igreja Apostólica, mas foi gerada pelo Concílio de Nicéia,” e “Nenhuma outra trindade além de uma trindade de Deuses foi entendida pelos membros do Concílio de Nicéia... [e] igualmente entendeu assim o mundo Cristão por inteiro.” 1 Semelhantemente, em um sermão em agosto de 1964, em Nova Iorque, o teólogo liberal James A. Pike declarou, “A Trindade é desnecessária. Nosso Senhor nunca a ouviu. Os apóstolos não sabiam nada sobre ela.” Victor Paul Wierwille, fundador da “The Way International”, declara em seu livro, Jesus Christ is not God que a igreja primitiva (até 330 d.C.) nunca creu na Trindade ou na divindade de Cristo. Ele argumenta, “Certamente que, durante esse tempo, os líderes da igreja falaram no Pai, no Filho e no Espírito Santo, mas, eles nunca se referiram a eles como co-equivalentes... De fato, o caso era o oposto. Eles falaram do Pai como supremo, único e verdadeiro Deus... e do filho como inferior... tendo um princípio, visível, primogênito, imutável.”2

Mas, é realmente isso o que encontramos quando examinamos os escritos dos líderes Cristãos primitivos, ou isso é apenas uma invenção daqueles que, seja lá por qual razão, escolheram não crer na Trindade? Os seguintes vinte e dois exemplos de líderes-chave mostram que a igreja primitiva claramente creu que Jesus Cristo era Deus:

Inácio de Antioquia (30-107 d.C.): Ele nasceu antes da morte de Cristo e consistentemente falou da divindade de Jesus Cristo. Considere alguns exemplos: Em seus escritos Aos Efésios, Aos Romanos, Aos Magnesianos e em outras cartas, encontramos referencias tal como as seguintes: “Jesus Cristo, o nosso Deus”; “o qual é Deus e homem”; “recebeu conhecimento de Deus, isto é, de Jesus Cristo”; “por nosso Deus, Jesus, o Cristo”; “porque Deus se manifestou como homem”; “Cristo, que estava na eternidade com o Pai”; “de Deus, de Jesus Cristo”; “de Jesus Cristo, nosso Deus”; “Nosso Deus, Jesus Cristo”; “sofro para seguir o exemplo de paixão de meu Deus”; “Jesus Cristo, o Deus” e “Nosso Deus Jesus Cristo”.3 O fato é que Inácio não foi repreendido, nem rotulado como herege por nenhuma das igrejas e nem pelos líderes Cristãos que receberam suas cartas, o que prova que a igreja primitiva, muito antes de 107 d.C. aceitava a divindade de Cristo.

Policarpo (69-155 d.C.): Ele possivelmente falou de “Nosso Senhor e Deus, Jesus Cristo”.4

Justino, o Mártir (100-165 d.C.): Ele escreveu sobre Jesus, “o qual... sendo a Palavra primogênita de Deus, também é Deus.” 5 Em seu Diálogo com Trifo, ele declarou que “Deus nasceu de uma virgem” e que “Jesus foi “digno de louvor” e de ser “chamado Senhor e Deus”. 6

Taciano (110-172 d.C.): O antigo apologeta escreveu, “Não agimos como tolos, oh Gregos, nem como [contadores de] contos totalmente inúteis quando anunciamos que Deus nasceu em forma de homem.” 7

Teófilo (116-181 d.C.): Ele foi o primeiro a usar o termo “Trindade” em sua Epístola a Antolycux II, XV. 8

Irineu de Lyon e Roma (120-202 d.C.): Ele escreveu que Jesus era “perfeito Deus e perfeito homem”; “não um mero homem... mas, foi verdadeiro Deus”; e que “Ele é em Si mesmo e em Seu próprio direito... Deus, e Senhor e Rei Eterno” e falou de “Cristo Jesus, nosso Senhor, e Deus, e Salvador e Rei.”9

Tertuliano de Cartago (145-220 d.C.): Ele disse de Jesus, “Cristo também é Deus” porque “aquele que veio de Deus [em nascimento virginal] é, de uma vez só, Deus e Filho de Deus, e os dois são um... em Seu nascimento, Deus e homem unido.” Jesus é “tanto homem quanto Deus, e Filho do Homem quanto Filho de Deus.”10

Hipólito (170-235 d.C.): Ele disse, “[isto é] o Pai que é acima de todos, o Filho que é através de todos, e o Espírito Santo que está em todos. E nós não podemos pensar diferentemente de um Deus, mas, crendo em verdade no Pai, Filho e Espírito Santo... Porque é através dessa Trindade que o Pai é glorificado...

Caio (180-217 d.C.): Ele foi um presbítero Romano que escreveu o atestado universal Cristão da divindade de Cristo em sua refutação a Artemon, o qual mantinha que Cristo era apenas humano. Caio apelou para muitos Cristãos antigos, os quais todos ensinaram a divindade de Cristo: “Justino e Miltiades, Tácião e Clemente, e muitos outros — quem é ignorante aos livros de Irineu e Melito, e dos demais, os quais declaram que Cristo era Deus e homem? Todos os salmos, também, hinos da irmandade, que foram escritos bem no começo pelos fiéis, celebram Cristo, a Palavra de Deus, atribuindo divindade a Ele... [Esta] doutrina da Igreja, então, tem sido pregada há muitos anos atrás,...”12

Gregório Taumaturgo de Neo-Cesaréia (205-270 d.C.): Ele declarou no Sobre a Trindade, que “Todas [as pessoas] são uma só natureza, uma essência, uma vontade, e são chamadas de Santíssima Trindade; estes também são nomes subsistentes, uma natureza em três pessoas e um só gênero [espécie].”13 Ele se referiu a Jesus como “Deus de Deus” e “Deus Filho”. 14

Novácio de Roma (210-280 d.C.): Ele escreveu em seu Sobre a Trindade de Jesus sendo verdadeiro homem, mas que “Ele também era Deus, segundo as Escrituras... As Escrituras descrevem Jesus Cristo tanto como homem, tal como, além do mais, também descreve Cristo, o Senhor, como sendo Deus... este mesmo Jesus é chamado também de Deus e Filho de Deus.” “Cristo Jesus [é] nosso Senhor Deus”.15 (Note, assim, que no ano 200 já tínhamos discursos sobre a Trindade).

Origines de Alexandria (escreveu em cerca de 230 d.C.): Ele afirmou que Cristo era “Deus e homem”.16 Em 254 d.C. ele escreveu, “Jesus Cristo... enquanto ele era Deus, embora feito homem, permaneceu Deus tal como era antes.”17

Atanásio (293-373 d.C.): Este sagaz defensor do ensino do Novo Testamento contra a heresia antiga dos Arianos, os quais ensinavam que Jesus Cristo não era Deus, falou de Jesus, “Ele sempre foi e é Deus e Filho,” e “Ele, que é eternamente Deus,... também se tornou homem por nossa causa.”18

Luciano de Antíoco (300 d.C.): “Cremos em... um Senhor Jesus Cristo, em seu filho, o Deus unigênito.... Deus de Deus...”19

Alexandre de Alexandria: Ele falou se referindo a Jesus de “sua exaltada e essencial divindade” e que ele era “uma exata e idêntica imagem do Pai.”20

Eusébio de Cesaréia: Declarou que “O Filho de Deus não porta nenhuma semelhança ás criaturas originadas, mas... é igual ao Pai em cada coisa, o qual o gerou [-O] e que ele não é de nenhuma outra matéria ou substância que não seja da do Pai.” 21 E (325 d.C.), “Nós cremos em... um Senhor, Jesus Cristo, a palavra de Deus, Deus de Deus...”22

Cirilo de Jerusalém (cerca de 350 d.C.): “Cremos em... Um Senhor Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus... verdadeiro Deus, pelo qual todas as coisas foram feitas.”23

Epifânio de Constância (375 d.C.): “Cremos... em um senhor Jesus Cristo... da substância do Pai, Luz de Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus.”24

Agostinho: Declarou que os Cristãos “...crêem que o Pai, Filho e Espírito Santo são um Deus, criador e regente de toda a criação: que o Pai não é o Filho, nem o Espírito Santo é o Pai ou o Filho; mas, uma Trindade de pessoas mutuamente relacionadas, e uma unidade de essência eqüitativa,” e que consequentemente, “o Pai é Deus, o Filho é Deus e o Espírito Santo é Deus; e todos juntos são um só Deus.”25

Tertuliano: Escreveu de Jesus que “Ele é Deus e homem... Temos aqui uma condição dual — não fundida, mas unida — em uma pessoa, Jesus como sendo Deus e homem.”26

Proclus: “Ele nasceu de mulher, Deus, mas não unicamente Deus; e homem, mas não meramente homem... Cristo não se tornou Deus por progresso — Deus nos livre! — mas, em misericórdia ele se tornou homem, tal como nós cremos. Não pregamos um homem divinizado; confessamos um Deus encarnado... apenas ele, o qual nasceu de uma virgem, Deus e homem.” 27

Cirilo de Alexandria: Escreveu de Jesus, “Porque ele permaneceu o que ele era; isto é, Deus por natureza. Mas... ele tomou isso de si mesmo para ser homem,” e, “Não há nada que nos previna de pensar em Cristo como sendo o único e exclusivo Filho, ao mesmo tempo sendo tanto Deus e homem, perfeito em divindade e perfeito em humanidade... ele é concebido como Deus é Deus,...”28

Desde bem o começo os líderes da igreja Cristã — imediatamente após o tempo dos apóstolos até o Concílio de Nicéia no século IV e adiante — tem crido consistentemente e ensinado que Jesus Cristo é Deus. Por isso, aqueles que negam isso estão claramente equivocados quando sustentam que a Trindade foi “inventada” por Cristãos somente no século IV ou depois.

Só há uma explicação lógica para o abundante testemunho antigo sobre a divindade de Jesus Cristo: os líderes primitivos estavam simplesmente declarando o que já havia sido declarado por Jesus Cristo e pelo apóstolos nas Sagradas Escrituras: que Cristo era, de fato, Deus. Como Gregório Nazianzeno declarou em sua “Terceira Oração Teológica Concernente ao Filho”, “De seus [dos apóstolos] grandes e exaltados discursos, temos descoberto e pregado a divindade do Filho.”29 E. Calvin. Beisner, autor de God in Three Persons, declara:

O testemunho do Novo Testamento sobre a divindade de Cristo é unânime... Não há passagens que claramente chamam a Cristo de Deus, mas continuamos tendo grande volume de evidências de que o conceito do Novo Testamento sobre ele é, em todos os sentidos, de que ele é representado como precisamente paralelo ao Deus Pai. C. F. D. Moule escreveu: “De longe mais impressivas que qualquer passagem estão dois ‘ponteiros’ Cristológicos. Primeiro está o fato de que nas saudações das Epístolas Paulinas, Deus e Cristo são trazidos em uma só fórmula. Requer-se um esforço de imaginação para compreender a monstruosidade com que isso deve ter se parecido para um Judeu não-Cristão. Isso deve ter dado um choque comparável (se é que a analogia pode ser expressa sem causar irreverência) a nós encontrando hoje um religioso Cubano editando uma mensagem do Deus-e-“Che” Guevara...”

O outro ponteiro Cristológico, evidenciando anteriormente.... [é o inegável] fato que Paulo procura experimentar a Cristo como qualquer teísta se põe a considerar Deus — isto é, como pessoal, tão quanto individual: mais do que uma pessoa. Isto é evidenciado por certos usos (embora que, admitidamente não por todos) da em conhecida ‘formulae’ incorporativa, “em Cristo.”...30

A verdade é que para todos os que negam a divindade de Crsito — assim como os antigos Arianos — a Trindade é simplesmente um empecilho a seu racionalismo. O que eles não podem compreender totalmente, eles não aceitarão. Assim, a doutrina da Trindade não pode ser rejeitada nos contextos Bíblicos e nem históricos porque o testemunho para tal é demasiadamente abundante. Ela só pode ser rejeitada nos contextos filosóficos e pessoais, os quais não possuem mérito algum.



Notas de Rodapé



1. Emanuel Swedenborg, The True Christian Religion, Vol. 1, p. 260 (n. 174); p. 258 (n. 172).

2. Victor Paul Wierwille, Jesus Christ Is Not God (New Knoxville, OH: American Christian Press, 1975).

3. Kirsopp Lake, trans., The Apostolic Fathers, Vol. 1, Loeb Classical Library, Harvard University Press (1965), To the Ephesians I, Greeting; I:I; vii. 2; xvii. 2; xviii. 2; xix. 3; To the Magnesians, xiii. 2; To the Trallians, vii. 1; To the Romans, Greeting; iii. 3; vi. 3; To the Smyrnaeans I.I; To Polycarp, viii. 3, respectively.

4. The Epistle of Polycarp to the Philippians, Chapter 6, in Alexander Roberts, James Donaldson (eds.), The Ante-Nicene Fathers Translations of the Writings of the Fathers Down to A.D. 325 (Vol. 1 The Apostolic Fathers with Justin Martyr and Irenaeus)(Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1977), p. 34.

5. Justin Martyr, "The First Apology," Chapter 63, in Roberts and Donaldson, The Ante-Nicene Fathers, Vol. 1, p. 184.

6. Justin Martyr, "Dialogue of Justin, Philosopher and Martyr, with Trypho, a Jew," Chapters 64, 68, in Roberts and Donaldson, The Ante-Nicene Fathers, Vol. 1, pp. 231-233.

7. Tatian the Assyrian, "Address of Tatian to the Greeks," Chapter 21, in Roberts and Donaldson, The Ante-Nicene Fathers, Vol. 1, p. 74.

8. Roberts and Donaldson, Ante-Nicene Fathers, Vol. 2, p. 101.

9. Irenaeus, "Against Heresies" Book III, Chpt. 16, Title; Chpt. 19, Title, para. 2; Book I, chapt. 10, para. 1, in Roberts and Donaldson (eds.), The Ante-Nicene Fathers, Vol. 1, pp. 440, 448-49.

10. Tertullian (Quintus Tertullianus), "A Treatise on the Soul," Chapter 41, and "Apology," Chapter 21, in Roberts and Donaldson,The Ante-Nicene Fathers, Vol. 3, Latin Christianity: Its Founder, Tertullian (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1978), 221, 34-35, andAgainst Praxaes in Ante-Nicene Fathers, Vol. 3, p. 498, respectively.

11. Hippolytus, Against the Heresy of Noetus, p. 14, cited in Harold O. J. Brown, Heresies (Garden City, NY: Doubleday & Co., 1984), p. 95; Refutation of All Heresies, X, XXIX, Ante Nicene Fathers, Vol. 5, p. 151.

12. Caius, "Against the Heresy of Artemon" in "Fragments of Caius" in Roberts and Donaldson, The Ante-Nicene Fathers: Fathers of the Third Century, Vol. 5, p. 601.

13. Gregory Thaumaturgus, "On the Trinity," para. 2, in Roberts and Donaldson, The Ante-Nicene Fathers, Vol. 6: Fathers of the Third Century (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1975), p. 48.

14. In Beisner, p. 81.

15. Novatian, a Roman Presbyter, "A Treatise of Novatian Concerning the Trinity," Chapter 11, in Roberts and Donaldson, The Ante-Nicene Fathers: Fathers of the Third Century, Vol. 5, p. 620.

16. Origen, "Dialogue with Heraclides," 1-4 in Wiles and Santer,Documents in Early Christian Thought, p. 23.

17. In Beisner, p. 80, citing On the Principles, Preface, p. 4.

18. Athanasius, "Against the Arians," III, para. 29, 31, in Maurice Wiles and Mark Santer (eds.), Documents in Early Christian Thought (Cambridge: Cambridge University Press, 1979), pp. 52, 54.

19. In Beisner, p. 82.

20. "Alexander of Alexandria’s Letter to Alexander of Thessonalica," para. 37, in William G. Rusch (trans./ed.), The Trinitarian Controversy (Philadelphia: Fortress Press, 1980), pp. 40, 42.

21. "Eusebius of Caesarea’s Letter to His Church Concerning the Synod at Nicaea," para. 13 in Rusch, p. 59.

22. In Beisner, p. 84.

23. Ibid., p. 86.

24. Ibid., p. 87.

25. Augustine, "On the Trinity," IX, para. 1; XV, para. 28, in Wiles and Santer, Documents in Early Christian Thought, 36-37, p. 91.

26. Tertullian, "Against Praxeas," Chapter, 27, in Wiles and Santer (eds.), p. 46.

27. Proclus, "Sermon I," paragraphs 2, 4 in Wiles and Santer,Documents in Early Christian Thought, pp. 62-64.

28. Cyril of Alexandria, "Second Letter to Succensus," 2, 4, in Wiles and Santer, Documents in Early Christian Thought, pp. 67, 69-70.

29. Gregory of Nazianzus, "Third Theological Oration Concerning the Son," 17 in Rusch (trans./ed.), The Trinitarian Controversy, p. 143.

30. In E. Calvin Beisner, God in Three Persons (Wheaton, IL: Tyndale, 1984), pp. 33-34.

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Flagrante Analogia – A incrível semelhança entre os TJ e os Adventistas

Comparação doutrinária entre as seitas
Testemunhas de Jeová e Adventistas do Sétimo Dia
Atualmente, a pessoa que lesse o livro “Radiografia do jeovismo”, do adventista Arnaldo Cristianini, criticando as doutrinas da Sociedade Torre de Vigia, e depois folheasse as edições da revista “A Sentinela” de 15/5/93 e 15/7/97, refutando as doutrinas adventistas, jamais sequer imaginaria a estreita ligação doutrinária que existe entre esses dois grupos. Entretanto, isso não se constitui surpresa porque se sabe que os adventistas do sétimo dia foram, em certo sentido, os pais espirituais das testemunhas de Jeová, já que estes saíram do movimento do advento o qual Russel se embebedou doutrinariamente.
Para muitas testemunhas de Jeová isso não passa de uma calúnia infundada, e alguns adventistas ficam muito chateados com isso. Mas as evidências são por demais contundentes para ignorarmos. E lembre-se, amado leitor, qualquer semelhança não é mera coincidência nessa história!
Histórias de uma amizade
Charles T. Russel era grande admirador dos líderes adventistas e teve seu primeiro contato com este movimento em 1869, quando Jonas Wendell, pregador do Advento Cristão, realizava uma reunião em Allegheny, na Pensylvania. Mas não se tornou um “segundo adventista”, mesmo freqüentando por algum tempo essa igreja. Ele não negava sua dívida para com os adventistas, bem como para com outras denominações, e mencionou duas pessoas em especial: George Stetson e George Storrs, que lhe deram assistência espiritual.
Falando sobre o período de 1869 a 1872, ele disse:
“O estudo da Palavra de Deus com estes amados irmãos levou-me, passo a passo, até esperanças mais verdejantes e brilhantes para o mundo, embora não tenha sido senão em 1872 que eu obtive uma imagem clara do trabalho do nosso Senhor como o nosso preço de resgate, que descobri que a força e a fundação de toda a esperança de restituição reside nessa doutrina”.
Quem, pois, eram Stetson e Storrs, e de que forma contribuíram para o pensamento de Russell? A resposta à primeira parte dessa pergunta é que ambos tinham longos antecedentes no “segundo adventismo”. De fato, Stetson era ministro do Advento Cristão, enquanto Storrs tinha sido um dos principais fundadores da Life and Advent Union (União da Vida e do Advento). Esses dois movimentos estavam ligados a Guilherme Miller e possuíam pontos doutrinários polêmicos, como, por exemplo, o sono da alma, a negação da Santíssima Trindade, a negação do inferno, entre outros. Depois, Russel foi editor-assistente de um de seus dissidentes, N. H. Barbour, na revista “Arauto da Aurora”, em 1878. Mais tarde, Russel separou-se desses adventistas por discordarem em alguns pontos doutrinários, como, por exemplo, “a maneira como se daria a volta de Cristo”. Mas Russel conservou em sua teologia as idéias heréticas desses homens. Foram justamente essa teologia que os “estudantes da Bíblia”, conhecidos atualmente como testemunhas de Jeová, receberam como herança.[1] A seguir, a incrível semelhança entre esses dois grupos.
Dois lados da mesma moeda
Adventistas: Acreditam ser a única Igreja verdadeira chamada de “Igreja Remanescente” (Sutilezas do erro. CASA, 1ª Edição, p. 30).
Testemunhas de Jeová: Acreditam ser a única religião verdadeira na terra (Poderá viver para sempre no paraíso na terra. STV. p.190).
Adventistas: Possuem os escritos de Ellen G. White como autoridade doutrinária. Para eles, esses escritos são divinamente inspirados (Revista adventista, fev/84, p.37).
Testemunhas de Jeová: Possuem os escritos da liderança chamada de “Corpo Governante”. Para eles, esses escritos são inspirados (A Sentinela, 01/06/1968).
Adventistas: Consideram as demais igrejas como parte da “Grande Babilônia do Apocalipse” (O Grande Conflito. CASA. 1988, p.383).
Testemunhas de Jeová: Consideram as demais igrejas como parte da “Babilônia, a grande” (A Sentinela – Perguntas dos Leitores. 15/8/75, p. 511-2).
Adventistas: Marcaram a volta de Cristo para 1843 e, depois, para 1844 (Dick, Everett. Fundadores da mensagem. CPB, p.9).
Testemunhas de Jeová: Marcaram várias vezes a volta de Cristo: 1814,1818,1825 e 1975 e deram explicações estravagantes ás suas derrocadas escatológicas (Estudos das Escrituras. STV, vol 3, p. 228).
Adventistas: Deram explicações extravagantes para suas profecias que não se cumpriram (Dick, Everett. Fundadores da mensagem. CPB – Primeiros Escritos págs.250/251).
Testemunhas de Jeová: Deram explicações extravagantes para suas profecias que não se cumpriram (Despertai. STV. 22/03/1993, p.4).
Adventistas: Crêem que Cristo voltou de forma invisível em 1844 e está hoje julgando os crentes no céu por meio do estranho ensino do Juízo Investigativo (O grande conflito. CPB. 24ª Ed., 1980, p.483).
Testemunhas de Jeová: Crêem que Cristo voltou de forma invisível em 1914, culminando na doutrina da Parousia (Estudos das Escrituras. STV, vol. 3, p. 228).
Adventistas: A verdade e a salvação só se encontram no movimento adventista: “No mundo só existe uma igreja que presentemente se acha na brecha tapando o muro e restaurando os lugares assolados…” (Testemunhos seletos. CPB, vol. 2, p. 356).
Testemunhas de Jeová: Dizem que pessoa precisa pertencer à organização de Jeová para receber a bênção da vida eterna (Poderá viver para sempre no paraíso na terra. STV. p.225).

Adventistas: Preservam alguns costumes judaicos como a alimentação dietética e a guarda do sábado (White, Ellen G. Testemunhos seletos. CPB, p.23).
Testemunhas de Jeová: Preservam alguns costumes judaicos como o respeito pelo sangue (Raciocínios à base das Escrituras. STV, p.343-348).
Adventistas: Não acreditam na salvação somente pela fé. O adepto precisa guardar a lei mosaica, em especial os dez mandamentos, principalmente o sábado (White, Ellen G. Testemunhos seletos. CPB, p.23).
Testemunhas de Jeová: Não acreditam na salvação somente pela fé. O adepto precisa fazer o que a organização mandar (Ministério do reino. STV, 1984).
Adventistas: Possuem uma interpretação particular sobre os 144 mil do Apocalipse (Reformation Study Course, Lessom 16, International Missionary Society, DAS, Reform Movement).
Testemunhas de Jeová: Possuem uma interpretação particular sobre os 144.000 mil do Apocalipse (Proclamadores do reino. STV, p.717).
Adventistas: Acreditam no sono da alma e na imortalidade condicional. Ou seja, a alma do homem não sobrevive após a morte, fica dormindo até o dia da vinda de Jesus (Sutilezas do erro. CASA, 1ª Edição, p. 217).
Testemunhas de Jeová: Acreditam no aniquilacionismo. Isto é, a alma não sobrevive após a morte (Seja Deus verdadeiro. STV, p.72).
Adventistas: Não acreditam no inferno, o inferno seria a própria sepultura (White Ellen G. O grande conflito. CPB, p.540,541).
Testemunhas de Jeová: Não acreditam no inferno, o inferno seria a própria sepultura (Poderá viver para sempre no paraíso na terra. STV, p. 83/7).
Adventistas: Acreditam na extinção total dos ímpios (White Ellen G. O grande conflito. CPB).
Testemunhas de Jeová: Acreditam na extinção total dos ímpios (Poderá viver para sempre no paraíso na terra. STV, p.76-80).
Adventistas: Acreditam que Jesus e o Arcanjo Miguel são a mesma pessoa (White, Ellen G. Primeiros escritos. CPB, p.164).
Testemunhas de Jeová: Acreditam que Jesus e o Arcanjo Miguel são a mesma pessoa (Poderá viver para sempre no paraíso na terra. STV, p.191).
Adventistas: Acham que foram levantados por Deus para restaurar a essência do verdadeiro cristianismo, em especial o dia santificado: o sábado (White, Ellen G. Mensagens escolhidas. CPB, p.63).
Testemunhas de Jeová: Acreditam que foram levantados por Deus para restaurar a essência do verdadeiro cristianismo, em especial o nome de Deus, que seria Jeová (Conhecimentos que conduzem à vida eterna. STV, p. 25/7).
Adventistas: Acreditam que as demais igrejas cristãs apostataram da fé (Testemunhos seletos.Vol 2.1956, p.386).
Testemunhas de Jeová: Acreditam que as demais igrejas cristãs apostataram da fé (Poderá viver para sempre no paraíso na terra. STV, p.190).
Adventistas: Usam jargões como “verdade presente” para justificar suas novas revelações (A verdade pressente. Ano 1. Jan/2002. 1ªedição).
Testemunhas de Jeová: Usam jargões como “lampejos de luz” para justificar suas novas revelações (The Watchtower. 02/1881, p.188).
Esses são apenas alguns dos muitos pontos semelhantes entre a Igreja Adventista do Sétimo Dia e as Testemunhas de Jeová. Não estaria na hora de ponderarmos um pouco? Se os adventistas consideram as testemunhas-de-jeová uma seita por apresentarem distorções doutrinárias e sendo que muitas dessas distorções que elas apresentam em seu bojo doutrinário possuem ensinamentos semelhantes aos dos adventistas como os expostos acima, não seria o caso de a outra parte citada também ser, visto serem tão similares? Pense nisso!
Notas
[1] O grupo formado em 20 de maio de 1863 conhecido como Igreja Adventista do Sétimo Dia, não obstante, não ter nada a ver juridicamente com o grupo de Stetson e Storrs, contudo, se assemelha ao deles em vários pontos doutrinários tais como: sono da alma, trindade, inferno, falsas profecias, exclusivismo, etc…
Muitos dos pioneiros da igreja Adventista do Sétimo Dia, eram oriundos de diversas igrejas que se filiaram ao movimento de Miller e sustentavam pontos de vistas pelêmicos como os mencionados acima.

15 razoes porque não posso ser Testemunha de Jeová

Os ensinamentos claros e cristalinos da Palavra de Deus não dão lugar a que se abrace as doutrinas das Testemunhas de Jeová após um estudo bíblico completo. Os ensinamentos básicos dessa seita estão em conflito com as Escrituras. Quinze dos seus erros doutrinários excepcionais foram abaixo relacionados e constituem razões sólidas para que ninguém se filie às Testemunhas se quiser continuar apegado a verdade divina.

1. As Testemunhas DE JEOVÁ NEGAM A DIVINDADE ABSOLUTA E SINGULAR DE JESUS CRISTO. As Escrituras demonstram que o Senhor Jesus Cristo é Jeová.

Isaías 41:4, 44:6, e 48:12 declaram que o atributo de ser o “primeiro e último” pertence a Jeová somente. Apocalipse 1:7-8,11,17 e 22:13-14 apresentam Jesus Cristo com exatamente esse mesmo atributo, fazendo dEle, portanto, Jesus Cristo, o Jeová dessas passagens, e de todo o Velho Testamento.
Isaías 45:22-25 fala de uma adoração universal, que um dia toda a humanidade prestará a Jeová. Filipenses 2:9-11 aplica esta passagem de Isaías a Jesus Cristo.
Isaías 44:22-23 apresenta Jeová como Redentor. Efésios 1:7 estabelece Jesus Cristo como esse Redentor.
Em Isaías 45:24 e 54:17 Jeová é a nossa justiça. Em 1 Coríntios 1:30 Jesus Cristo é a nossa justiça.
Isaías 43:11 reserva a Jeová somente a obra da salvação do homem: “Fora de mim não há Salvador.” Tito 2:13 ensina que Jesus Cristo é o Salvador, estabelecendo-O, portanto, como o Jeová de Isaías, capítulo 43.
O estudante honesto das Escrituras há de ler, estudar e comparar os versículos acima apresentados.

2. As Testemunhas DE JEOVÁ ENSINAM QUE JESUS CRISTO É UM SER CRIADO – SIMPLESMENTE UM OUTRO DEUS.
Este erro doutrinário foi criado pelas Testemunhas de Jeová através de sua esdrúxula Tradução do “Novo Mundo” que apresenta João 1:1 da seguinte maneira: “E o verbo era um deus”. Isaías nega este erro enfaticamente em 43:10, 44:6 e 45:5,12, e prova que sua tradução de João 1:1 é ilegítima. Quatro vezes Jeová declara a impossibilidade de haver “um outro deus” ou “um deus” além dEle mesmo. Qualquer estudante honesto das Escrituras deve reconhecer a exclusividade única de Jeová.

3. As Testemunhas DE JEOVÁ NEGAM A PERSONALIDADE E DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO.

Das muitas referências bíblicas que demonstram que isto não é verdade, João 16:13-14 é a principal. Oito vezes o Senhor Jesus se refere ao Espírito Santo usando o pronome pessoal masculino “ELE”. A palavra grega “ESPÍRITO” é neutra mas o pronome empregado não é neutro mas masculino. Cristo estava teologicamente certo nisto, reconhecendo a personalidade do Espírito. Se o Espírito Santo não fosse uma pessoa, o pronome neutro é que seria usado e a gramática da passagem ficaria intacta. Jesus Cristo, o Filho de Deus, JAMAIS COMETEU UM ERRO.
Até a própria tradução “Novo Mundo” das Testemunhas reconhece a personalidade do Espírito na tradução desses dois versículos. A divindade do Espírito Santo está claramente demonstrada nas referências abaixo que o estudante honesto deve estudar com todo o cuidado: Atos 5:3-4, 1 Coríntios 3:16, 2 Coríntios 13:14. Em 1 Coríntios 12:4-6 o Espírito Santo é chamado de Senhor, v. 5, e Deus, v. 6. Ao colocar Isaías 6:8-10 junto a Atos 28:25-27, toma-se evidente que o Deus de Isaías 6 é o Espírito Santo.

4. As Testemunhas DE JEOVÁ NEGAM A DOUTRINA BÍBLICA DA TRINDADE.

Embora a verdade da Trindade seja considerada divertida pelas Testemunhas, ela não obstante constitui parte da revelação de Deus. O estudante da Bíblia descobre que há uma Pessoa nas Escrituras, conhecida como Pai, que é Deus, Efésios 1:2. Há uma outra Pessoa nas Escrituras, chamada de Filho, Jesus Cristo, e que é Deus, Tito 2:13. Há ainda uma outra Pessoa chamada de Espírito Santo, que é Deus também, Atos 5:3-4. A palavra grega theos, “Deus”. foi usada em relação a todas essas três Pessoas, concedendo assim a mesma divindade a cada uma delas. O estudante cuidadoso também nota o fato da Trindade em, Isaías 48:17, 28:19, 2 Coríntios 13:14. A conclusão é simplesmente que há um só Deus manifesto nas três Pessoas conhecidas como Pai, Filho e Espírito Santo e, considerando que cada uma dessas Pessoas é Deus, elas são iguais.

5. As Testemunhas DE JEOVÁ NEGAM A RESSURREIÇÃO FÍSICA E CORPORAL DE JESUS CRISTO.

A sua falsa doutrina declara: “O homem Jesus está morto, só o Seu espírito ressuscitou.” O testemunho de Jesus Cristo é completamente diferente, Lucas 24:36-45. Mesmo um exame superficial do v. 39 desfaz qualquer dúvida referente à ressurreição corpórea. Tomé encontrou-se com o Cristo fisicamente ressuscitado, João 20:24-29, como também os outros discípulos que comeram peixe com Ele, João 21:12-14. Paulo testifica a ressurreição física de Jesus Cristo em 1 Coríntios 15:3-19. Os guardas junto à sepultura. os principais dos sacerdotes e o Sinédrio jamais teriam ficados, em Mateus 28:11,15, se “apenas o Seu espírito ressuscitasse”.
6. As Testemunhas DE JEOVÁ NEGAM A VOLTA FÍSICA E VISÍVEL DE JESUS CRISTO.

Eles dizem: “Não devemos esperar que Ele torne a voltar como um ser humano”. A volta fica mais adequadamente traduzida por presença e se refere à presença invisível do Senhor. Contrastando com isso, o estudante da Bíblia descobre que a verdade é que JESUS CRISTO VAI VOLTAR novamente, física e literalmente. Em Apocalipse 1:7, “todo o olho o verá”. Em 1 Tessalonicenses 4:16-17, “o Senhor mesmo…descerá dos céus” E em Atos 1:10-11, “assim virá do modo como o vistes subir”. O testemunho dessas passagens é irrefutável.

7. As Testemunhas DE JEOVÁ NEGAM A PRESENÇA DO CRENTE COM CRISTO APÓS A MORTE.

De acordo com 2 Coríntios 5:8, Filipenses 1:21-24 e Lucas 16:20-22, o crente, imediatamente após a morte, passa para a presença de Cristo. O corpo fica no solo, João 11:11-14, aguardando a ressurreição, 1 Coríntios 15:20-23, enquanto a alma e o espírito, agora separados do corpo, Tiago 2:16, entram no céu.
8. As Testemunhas DE JEOVÁ REPROVAM A ESPERANÇA QUE O CRENTE TEM DE IR PARA O CÉU.

João 14:1-3, Filipenses 3:20-21, 1 Pedro 1:3-5 e Apocalipse 3:12 são apenas algumas das muitas passagens bíblicas que falam da “esperança viva” de estar com Cristo para sempre.
9. As Testemunhas DE JEOVÁ NEGAM A REALIDADE E ETERNIDADE DO CASTIGO FUTURO.

As Escrituras falam da realidade do inferno. O Senhor Jesus Cristo falou mais do inferno do que do céu e nos informou que o inferno é uma fornalha de fogo, Mateus 13:49-50, um lugar preparado para Satanás e os seus emissários, Mateus 25:41, de fogo que não se extingue, Marcos 9:42-48. Além disso, Ele insistiu no fato do inferno ser eterno. A palavra grega aionios,que traduz “aquilo que não tem fim”. e que foi usada para descrever a vida eterna mencionada em João 3:16, e a eternidade de Deus em Romanos 16:26, foi deliberadamente usada por Cristo para descrever a duração do inferno, Mateus 18:8, e por João, em Apocalipse 14:11. Aionios não tem um significado duplo. Se ela quer dizer que Deus é eterno e a vida que o crente recebe é eterna, então deve significar que o inferno também é eterno.
10. As Testemunhas DE JEOVÁ NEGAM A SALVAÇÃO PERFEITA DA CRUZ DE CRISTO.

Sem qualquer justificativa bíblica, as Testemunhas ensinam que o Milênio, os mil anos do reino de Cristo na terra, proporcionará a toda a humanidade, desde Adão em adiante, que ressuscitará, uma oportunidade, sob condições favoráveis, de receber a salvação eterna. Onde encontrar um único versículo bíblico que apoie tal coisa? O Senhor Jesus Cristo comprou nossa salvação na Cruz, Romanos 3:21-26, e resta ao homem crer e ser salvo, Efésios 2:8-9 e Atos 16:30-31. A salvação é totalmente a parte de qualquer esforço humano, Romanos 3:27-28.
11. As Testemunhas DE JEOVÁ NEGAM O PATRIOTISMO E A CONTINÊNCIA À BANDEIRA.

As Escrituras ordenam aos crentes a serem cidadãos leais. O estudante cuidadoso verá isto em Romanos 13:1-7, 1 Pedro 2:13-15 e Mateus 22:21.
12. As Testemunhas DE JEOVÁ ESTÃO CONFUSOS QUANTO AOS 144.000.

Através de boas obras e esforço sincero uma Testemunha de Jeová tem esperança de se tornar um membro do grupo dos 144.000. Nos dois capítulos em que foram mencionados os 144.000, Apocalipse 7 e 14, o estudante das Escrituras nota que os 144.000 são, realmente; Judeus das tribos, sem gentios entre eles, 7:4-8, são todos homens, 14:4, servirão durante a Grande Tribulação, 14:6-13, e não receberão a sua posição mediante obras mas serão designados por Deus, 7:3. Por mais que se force a imaginação. nenhuma interpretação bíblica aceitável pode garantir a essa seita gentia posição entre os 144.000.
13. As Testemunhas DE JEOVÁ USAM UMA TRADUÇÃO DETURPADA DA BÍBLIA.

A Tradução “Novo Mundo” das Escrituras Gregas Cristãs é uma tradução desajeitada do Novo Testamento, que não tem nenhuma reputação entre os mestres do grego. A tradução foi alterada para se encaixar na heresia. Por exemplo. a palavra allos. “outro”. não aparece no texto grego de Colossenses 1:16-17, mas foi inserida quatro vezes em sua tradução para que Cristo apareça ser parte da criação e, desse modo, se encaixe em sua doutrina que afirma ser Ele um filho criado, um outro deus. “?.porque por meio dEle todas as coisas foram criadas”. Esta e dezenas de outras passagens tornam a tradução “Novo Mundo” em uma caricatura da Palavra de Deus.
14. As Testemunhas DE JEOVÁ TEM UM SISTEMA DOUTRINÁRIO QUE SE BASEIA NAS INTERPRETAÇÕES DE CHARLES TAZE RUSSEL.

Em 1874. um camiseiro do Brooklyn, chamado Charles Taze Russel, anunciou que era dono da verdade. Em suas muitas obras Russel “não deixou quase nenhuma grande verdade ou doutrina fundamental não tocada com suas conclusões heréticas e injustificadas”. Dr. Win. E. Biederwolf. Conforme um cuidadoso estudo pode revelar, as obras de Russel servem de base fundamental para a estrutura das Testemunhas de Jeová. Atualmente as Testemunhas de Jeová estão seguindo as conclusões falidas de um patife que se divorciou de sua esposa, teve problemas com os tribunais e que enganou seus seguidores vendendo-lhes “trigo milagroso” a preço exorbitante, o qual ele proclamava que produzia 15 vezes mais do que o trigo comum.
15. AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGLIGENCIAM A VASTA ÁREA DE VERDADES BÍBLICAS.

Uma análise cuidadosa dos diversos livros, panfletos, e revistas editados pela Torre de Vigia revela que apenas uma pequena porcentagem Bíblica foi por eles usada. Eles não citam mais de 7% das Escrituras, deixando o restante da Palavra de Deus não mencionada.


Falsas Profecias das Testemunhas de Jeová

Se eles fossem a única igreja verdadeira e a única voz verdadeira de Deus, então o que eles dizem deveria ser comprovadamente verdade, especialmente em se tratando de profecias. Mas em predizer o futuro, a organização Torre de Vigia falha miseravelmente. Veja abaixo algumas de suas falsas predições feitas através dos anos. Se você apresentar isto a uma TJ, ele talvez diga alguma coisa como: “Aquilo foi tomado fora do contexto”, ou “Eles não disseram que eram profetas de Deus”, ou ainda argumentarão com Prov. 4.18 : “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”. Mas o versículo seguinte diz: “O caminho dos ímpios é como a escuridão, nem sabem em que tropeçam”.
As Escrituras ensinam a identificar o falso profeta: “Quando o profeta falar em nome do Senhor e tal palavra não se cumprir, nem suceder assim, esta é a palavra que o Senhor não falou; com presunção a falou o profeta; não o temerás” (Dt 18.22) Se alguém faz uma falsa profecia e diz que vem de Deus, então ele é um falso profeta e não devemos dar ouvidos a ele.
Em 1972, a revista Sentinela afirmou que as Testemunhas de Jeová são profetas de Deus. No tópico Identificando o profeta, declaram: “Jeová tem um profeta para ajudá-los, para adverti-los dos perigos e para declarar as coisas por vir? Estas questões podem ser respondidas afirmativamente. Quem é este profeta?… Este “profeta” não era um homem, mas era um corpo de homens e mulheres. Era um pequeno grupo de seguidores de Jesus Cristo, conhecidos naquele tempo como International Bible Students. Hoje eles são conhecidos como Testemunhas Cristãs de Jeová… Certamente, é fácil dizer que este grupo atua como um “profeta” de Deus” (The Watchtower – Revista A Sentinela. 4/1/72) Veja alguma profecias
1899
“… a ‘batalha do grande dia do Deus Todo-poderoso’ (Ap 16.14), que terminará em 1914com a completa ruína do atual estado da terra já começou” (The Time Is at Hand, p. 101. Edição 1908).
1897
“Nosso Senhor, o Rei indicado, está agora presente, desde outubro de 1874” (Studies in the Scriptures, Vol. 4, p. 621).
1916
“A cronologia bíblica aqui apresentada mostra que os seis grandes dias de 1000 anos, começando em Adão, estão terminando e o grande sétimo dia, o reino de 1000 anos de Cristo, começou em 1873” (The Time Is at Hand, p. ii, – forward).
1918
“Entretanto, nós podemos, confiadamente, esperar que 1925 será marcado pelo retorno de Abraão, Isaque, Jacó e dos profetas, particularmente daqueles nomeados pelo apóstolo em Hebreus 11, para a condição de perfeição humana” (Millions Now Living Will Never Die, p. 89).
1922
“A data 1925 é mais distintamente indicada nas Escrituras que a de 1914” (The Watchtower9/1/22, p 262).
1923
“Nosso pensamento é que 1925 está definidamente indicado pelas Escrituras. Assim como Noé, o cristão de hoje tem muito mais em que basear a sua fé do que Noé tinha para basear a sua fé no dilúvio vindouro” (The Watchtower, p. 106 4/1/23).
1925
“O ano de 1925 chegou. Com grande expectativa cristãos tem esperado por este ano. Muitos estão confiantemente esperando que todos os membros do corpo de Cristo sejam transformados para a glória celestial durante este ano. Isto pode acontecer ou não. No Seu devido tempo Deus irá cumprir seus propósitos concernentes ao Seu povo. Os cristãos não deveriam estar ansiosos acerca do que pode acontecer este ano” (The Watchtower, 1/1/25, p. 3).
1925
“Era esperado que Satanás tentasse injetar nas mentes dos santos, o pensamento que em 1925 deveriam ver o fim da obra” (The Watchtower, Sept, 1925 p. 262).
1931
“Existe uma medida de desapontamento da parte daqueles que crêem em Jeová a respeito dos anos de 1917, 1918 e 1925… e eles também aprenderam a parar de fixar datas” (Vindication, p 338).
1941
“Recebendo o presente, crianças marchando unidas umas às outras, não por um brinquedo ou por um tempo de diversão, mas o instrumento levantado por Deus para a obra mais efetiva nos mesesque restam antes do Armageddon” (The Watchtower, 9/15/41, p. 288).
1968
“Verdade, existiu, no passado, quem predissesse o ‘fim do mundo’, inclusive especificando uma data. Nada ainda aconteceu. O ‘fim’ ainda não veio. Eles são culpados de falsas profecias. Por quê? O que estava faltando?… Estava faltando aquele povo a quem Deus dirige e evidencia que os está guiando e usando” (Awake, 10/8/68).
1975
“Mas ele [F.W. Franz] salientou que não devemos pensar que este ano de 1975 não seja de nenhum significado para nós, porque a Bíblia prova que Jeová é o maior cronologista e temos a data base de 1914 assinalando o fim dos tempos dos Gentios. Assim, prosseguiu, estamos cheios de expectativas quanto ao futuro próximo, quanto à nossa geração” (A Sentinela. 15 de setembro de 1975, p. 552).
Uma Testemunha de Jeová poderá dizer que a organização ainda está aprendendo. Se é assim, como eles podem ter a certeza de que o que aprenderam hoje não irá mudar amanhã?
Um verdadeiro profeta de Deus não erra uma profecia. Somente um falso profeta erra. A organização das Testemunhas de Jeová, é na realidade um falso profeta. Jesus avisou-nos a respeito, dizendo: “porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos” (Mt 24.24).

Perguntas que as TJs precisam responder

A TRADUÇÃO DO NOVO MUNDO (TNM – A BÍBLIA DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ) MOSTRA, MUITAS VEZES, O CONTRÁRIO DO QUE É PREGADA PELA SOCIEDADE TORRE DE VIGIA.
(Obs: Usaremos a abreviação TJ para Testemunhas de Jeová e TNM para a tradução do novo mundo)

Sobre a Deidade de Jesus Cristo na TNM:

– No sentido espiritual quem é o nosso marido, Jeová ou Jesus? Leia na TNM; Isaías 54:5 – II Cor.11:2.
– Quem é o Senhor dos senhores, Jeová ou Jesus? Leia na TNM: Deuteronômio 10:17 – Revelação (Ap.) 19:16.
– Se só Jeová pode salvar, então significa isto que as referências do NT a Jesus , como Salvador, confirma a sua deidade absoluta? Leia na TNM: Isaías 43:11 – II Timóteo 1:10 e Atos 4:12.
– Jeová diz em Is.44:24: “Eu, Jeová, faço tudo, estendo os céus por mim mesmo, estirando a terra. Quem comigo estava?” e em Dt.32:39 que nunca houve outro deus com Ele; “Vede agora que eu – eu é que sou, E não há [outros] deuses comigo”. Como conciliar essas declarações com o ensino das TJ de que Cristo foi primeiro criado e então Cristo (o deus menor) criou as demais coisas?
Leia na TNM: Isaías 44:24 e Deuteronômio 32:39 comparem c/ João 1:1-3. - O apóstolo João provavelmente conhecia Is.44:24 e Dt.32:39, será que não foi por isso que João disse que a Palavra estava com Deus e que era Deus? Se João tivesse dito que um deus menor estava com Deus isso não seria uma contradição bíblica? Será que isso também não prova a divindade de Jesus Cristo? Se Deus estava sozinho e fez tudo sozinho, então Jesus era Deus?
– Se Jesus não é Deus, por que não repreendeu Tomé que fez tal afirmação, como no caso do anjo e João? Leia na TNM: João 20:28 – Revelação (Ap.) 22:8-9.
– Os TJ afirmam que Jesus é a primeira criação e que depois dele tudo foi feito por seu intermédio. Entretanto, a TNM não diz que Jesus fez tudo no sétimo dia, mas que Deus fez tudo. Como explicar isso? Leia na TNM: Gênesis 2:3 – João 1:3.
– Como pode Isaías ter chamado Jesus de “Deus poderoso”, “Pai Eterno”, visto que só há um Jeová eterno e poderoso?
Leia na TNM: Isaías 9:6 – Sl.24:8 (Jeová Poderoso), Gênesis 21:33 (…que perdura indefinidamente = eternamente)
- Se a “sabedoria” (Cristo de acordo com as TJ) de Pv.8 teve princípio, então isso não significa que Deus esteve sem sabedoria até que Ele a adquirisse? Que tipo de Deus é esse, que as TJ pregam, que esteve um tempo sem sabedoria?
- É dito no livro “Poderá Viver… Pág.21” que o arcanjo Miguel é Jesus Cristo. Baseados em que texto afirma isso a sociedade Torre de Vigia? Na Bíblia não há nenhum texto que afirme tal sentença.
- A Sociedade Torre de Vigia afirma que Jesus não ressuscitou com o seu corpo (Livro “Poderá viver… Pág.142-147”) então onde está esse corpo? E dito também que Jesus comeu pão e mel usando a mesma maneira que os anjos fizeram no V.T., se isso é certo, por que então Jesus teve de nascer do ventre de Maria, não seria mais fácil Ele ter apenas tomado forma humana?
- “Por que Maria Madalena, após a ressurreição de Jesus, o confundiu com o jardineiro?” – Livro Poderá Viver…pág.144. Em resposta a esta pergunta, argumenta as TJ que Jesus teria aparecido com outra forma e por isso Maria não o conheceu. Aqui vemos a falta de boa vontade na interpretação bíblica. Será que não seria mais fácil concluirmos que Maria não o conheceu por causa da grandeza do fato e da pequena fé humana? É claro que Maria sabia quem era Jesus, mas também tinha visto o seu corpo morto ser sepultado. Acredito que mesmo hoje se vermos alguém que morreu andando na rua não iremos acreditar que é o falecido.

Sobre a alma:

– Se o homem morre e sua alma também, com quem Jesus conversou no monte da transfiguração, visto que Moisés já havia morrido? Leia na TNM: Deuteronômio 34:7 – Mateus 17:3.
– Se a alma é o sangue e se morre quando o corpo morre, que almas eram aquelas que gritavam debaixo do altar de Deus? Leia na TNM: Revelação (Ap.) 6:9-10. - Se quando o homem morre tudo acaba, o que é que volta a Deus? Leia na TNM: Eclesiastes 12:7
- Se o homem só é composto de alma e corpo, estaria o apóstolo Paulo errado ao admitir que o homem tem três partes? (espírito, alma e corpo). Será que não é claro que o homem é mais do que uma alma? Leia na TNM: I Tessalonicenses 5:23.
- Se o homem é só uma alma, como ele poderá adorar a Deus, pois está escrito que é com o espírito humano que se adora o Pai? Leia na TNM João 4:23-24. - Os TJ afirmam que a alma é só o sangue, mas sangue tem sentimentos? Como pode o sangue ficar contristado? Leia na TNM: Mateus 26:38.

Sobre o Inferno:

- Se o inferno não existe o que é que Jesus disse que foi preparado para o diabo e seus anjos? Leia na TNM: Mateus 25:41
– Se o inferno não existe, o que é “FOGO ETERNO”? Leia na TNM: Mateus 25:41
– Se o inferno não existe, onde é que o gusano (verme) nunca morre e o fogo não extingue? Leia na TNM: Marcos 9:48; Lucas 3:17.
– Se a palavra inferno, no original, também se traduz por geena, o que é geena ardente? Leia na TNM: Mateus 18:9
– Por que Jonas, estando no ventre do grande peixe e passando por grande angustia e sofrimento, diz estar no inferno? Será que Jonas não quis mostrar que o inferno é um lugar onde se fica vivo e em grande sofrimento? Será que o sofrimento de Jonas não é parecido com o do rico da passagem de Lucas? E se o inferno fosse um lugar onde a pessoa não tem consciência, Jonas não estaria errado de achar estar nele? Se Jonas estivesse no inferno que a Torre de Vigia prega e pensasse iguais as TJ, ele não diria que estava no inferno. Leia na TNM: Jonas 2:2 – Lucas 16:23.
– As Testemunhas de Jeová (TJ) afirmam que a palavra “Hades” significa “sepultura”, mas por que no texto de Lucas é dado o sentido de sofrimento? Leia na TNM: Lucas 16:23.
– Por que em varias enciclopédias Bíblicas a palavra “Inferno” significa: “Lugar destinado ao suplício das almas”? Leia na TNM: Lucas 16:23 e compare com a Enciclopédia da Ed. Vida.
– O que é decepamento eterno? E por que “decepamento eterno está em contraste com vida eterna?”. Leia na TNM: Mateus 25:46
- Por que as TJ são como os espíritas que não aceitam a realidade do inferno?
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15 RAZOES PORQUE NAO POSSO SER TESTEMUNHA DE JEOVÁ

Os ensinamentos claros e cristalinos da Palavra de Deus não dão lugar a que se abrace as doutrinas dos Testemunhas de Jeová após um estudo bíblico completo. Os ensinamentos básicos dessa seita estão em conflito com as Escrituras. Quinze dos seus erros doutrinários excepcionais foram abaixo relacionados e constituem razões sólidas para que ninguém se filie aos Testemunhas se quiser continuar apegado a verdade divina.

1. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A DIVINDADE ABSOLUTA E SINGULAR DE JESUS CRISTO.

As Escrituras demonstram que o Senhor Jesus Cristo é Jeová. Isaías 41:4, 44:6, e 48:12 declaram que o atributo de ser o "primeiro e último" pertence a Jeová somente. Apocalipse 1:7-8,11,17 e 22:13-14 apresentam Jesus Cristo com exatamente esse mesmo atributo, fazendo dEle, portanto, Jesus Cristo, o Jeová dessas passagens, e de todo o Velho Testamento. Isaías 45:22-25 fala de uma adoração universal, que um dia toda a humanidade prestará a Jeová. Filipenses 2:9-11 aplica esta passagem de Isaías a Jesus Cristo. Isaías 44:22-23 apresenta Jeová como Redentor. Efésios 1:7 estabelece Jesus Cristo como esse Redentor. Em Isaías 45:24 e 54:17 Jeová é a nossa justiça. Em 1 Coríntios 1:30 Jesus Cristo é a nossa justiça. Isaías 43:11 reserva a Jeová somente a obra da salvação do homem: "Fora de mim não há Salvador." Tito 2:13 ensina que Jesus Cristo é o Salvador, estabelecendo-O, portanto, como o Jeová de Isaías, capítulo 43. O estudante honesto das Escrituras há de ler, estudar e comparar os versículos acima apresentados.

2. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ENSINAM QUE JESUS CRISTO É UM SER CRIADO - SIMPLESMENTE UM OUTRO DEUS.
Este erro doutrinário foi criado pelos Testemunhas de Jeová através de sua estúria Tradução "Novo Mundo". que apresenta João 1:1 da seguinte maneira: "E o verbo era um deus". Isaías nega este erro enfaticamente em 43:10, 44:6 e 45:5,12, e prova que sua tradução de João 1:1 é ilegítima. Quatro vezes Jeová declara a impossibilidade de haver "um outro deus" ou "um deus" além dEle mesmo. Qualquer estudante honesto das Escrituras deve reconhecer a exclusividade única de Jeová.

3. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A PERSONALIDADE E DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO.

Das muitas referências bíblicas que demonstram que isto não é verdade, João 16:13-14 é a principal. Oito vezes o Senhor Jesus se refere ao Espírito Santo usando o pronome pessoal masculino "ELE". A palavra grega "ESPÍRITO" é neutra mas o pronome empregado não é neutro mas masculino. Cristo estava teologicamente certo nisto, reconhecendo a personalidade do Espírito. Se o Espírito Santo não fosse uma pessoa, o pronome neutro é que seria usado e a gramática da passagem ficaria intacta. Jesus Cristo, o Filho de Deus, JAMAIS COMETEU UM ERRO. Até a própria tradução "Novo Mundo" dos Testemunhas reconhece a personalidade do Espírito na tradução desses dois versículos. A divindade do Espírito Santo está claramente demonstrada nas referências abaixo que o estudante honesto deve estudar com todo o cuidado: Atos 5:3-4, 1 Coríntios 3:16, 2 Coríntios 13:14. Em 1 Coríntios 12:4-6 o Espírito Santo é chamado de Senhor, v. 5, e Deus, v. 6. Ao colocar Isaías 6:8-10 junto a Atos 28:25-27, toma-se evidente que o Deus de Isaías 6 é o Espírito Santo.

4. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A DOUTRINA BÍBLICA DA TRINDADE.

Embora a verdade da Trindade seja considerada divertida pelos Testemunhas, ela não obstante constitui parte da revelação de Deus. O estudante da Bíblia descobre que há uma Pessoa nas Escrituras, conhecida como Pai, que é Deus, Efésios 1:2. Há uma outra Pessoa nas Escrituras, chamada de Filho, Jesus Cristo, e que é Deus, Tito 2:13. Há ainda uma outra Pessoa chamada de Espírito Santo, que é Deus também, Atos 5:3-4. A palavra grega theos, "Deus". foi usada em relação a todas essas três Pessoas, concedendo assim a mesma divindade a cada uma delas. O estudante cuidadoso também nota o fato da Trindade em, Isaías 48:17, 28:19, 2 Coríntios 13:14. A conclusão é simplesmente que há um só Deus manifesto nas três Pessoas conhecidas como Pai, Filho e Espírito Santo e, considerando que cada uma dessas Pessoas é Deus, elas são iguais.

5. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A RESSURREIÇÀO FÍSICA E CORPORAL DE JESUS CRISTO.

A sua falsa doutrina declara: "O homem Jesus está morto, só o Seu espírito ressuscitou." O testemunho de Jesus Cristo é completamente diferente, Lucas 24:36-45. Mesmo um exame superficial do v. 39 desfaz qualquer dúvida referente à ressurreição corpórea. Tomé encontrou-se com o Cristo fisicamente ressuscitado, João 20:24-29, como também os outros discípulos que comeram peixe com Ele, João 21:12-14. Paulo testifica a ressurreição física de Jesus Cristo em 1 Coríntios 15:3-19. Os guardas junto à sepultura. os principais dos sacerdotes e o Sinédrio jamais teriam ficados, em Mateus 28:11,15, se "apenas o Seu espírito ressuscitasse".

6. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A VOLTA FÍSICA E VISÍVEL DE JESUS CRISTO.

Eles dizem: "Não devemos esperar que Ele torne a voltar como um ser humano". A volta fica mais adequadamente traduzida por presença e se refere à presença invisível do Senhor. Contrastando com isso, o estudante da Bíblia descobre que a verdade é que JESUS CRISTO VAI VOLTAR novamente, física e literalmente. Em Apocalipse 1:7, "todo o olho o verá". Em 1 Tessalonicenses 4:16-17, "o Senhor mesmo...descerá dos céus" E em Atos 1:10-11, "assim virá do modo como o vistes subir". O testemunho dessas passagens é irrefutável.
7. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A PRESENÇA DO CRENTE COM CRISTO APÓS A MORTE.

De acordo com 2 Coríntios 5:8, Filipenses 1:21-24 e Lucas 16:20-22, o crente, imediatamente após a morte, passa para a presença de Cristo. O corpo fica no solo, João 11:11-14, aguardando a ressurreição, 1 Coríntios 15:20-23, enquanto a alma e o espírito, agora separados do corpo, Tiago 2:16, entram no céu.

8. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ REPROVAM A ESPERANÇA QUE O CRENTE TEM DE IR PARA O CÉU.
João 14:1-3, Filipenses 3:20-21, 1 Pedro 1:3-5 e Apocalipse 3:12 são apenas algumas das muitas passagens bíblicas que falam da "esperança viva" de estar com Cristo para sempre.

9. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A REALIDADE E ETERNIDADE DO CASTIGO FUTURO.

As Escrituras falam da realidade do inferno. O Senhor Jesus Cristo falou mais do inferno do que do céu e nos informou que o inferno é uma fornalha de fogo, Mateus 13:49-50, um lugar preparado para Satanás e os seus emissários, Mateus 25:41, de fogo que não se extingue, Marcos 9:42-48. Além disso, Ele insistiu no fato do inferno ser eterno. A palavra grega aionios, que traduz "aquilo que não tem fim". e que foi usada para descrever a vida eterna mencionada em João 3:16, e a eternidade de Deus em Romanos 16:26, foi deliberadamente usada por Cristo para descrever a duração do inferno, Mateus 18:8, e por João, em Apocalipse 14:11. Aionios não tem um significado duplo. Se ela quer dizer que Deus é eterno e a vida que o crente recebe é eterna, então deve significar que o inferno também é eterno.

10. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A SALVAÇÃO PERFEITA DA CRUZ DE CRISTO.

Sem qualquer justificativa bíblica, os Testemunhas ensinam que o Milênio, os mil anos do reino de Cristo na terra, proporcionará a toda a humanidade, desde Adão em adiante, que ressuscitará, uma oportunidade, sob condições favoráveis, de receber a salvação eterna. Onde encontrar um único versículo bíblico que apoie tal coisa? O Senhor Jesus Cristo comprou nossa salvação na Cruz, Romanos 3:21-26, e resta ao homem crer e ser salvo, Efésios 2:8-9 e Atos 16:30-31. A salvação é totalmente a parte de qualquer esforço humano, Romanos 3:27-28.

11. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM O PATRIOTISMO E A CONTINÊNCIA À BANDEIRA.

As Escrituras ordenam aos crentes a serem cidadãos leais. O estudante cuidadoso verá isto em Romanos 13:1-7, 1 Pedro 2:13-15 e Mateus 22:21.

12. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ESTÃO CONFUSOS QUANTO AOS 144.000.

Através de boas obras e esforço sincero um Testemunha de Jeová tem esperança de se tornar um membro do grupo dos 144.000. Nos dois capítulos em que foram mencionados os 144.000, Apocalipse 7 e 14, o estudante das Escrituras nota que os 144.000 são, realmente; Judeus das tribos, sem gentios entre eles, 7:4-8, são todos homens, 14:4, servirão durante a Grande Tribulação, 14:6-13, e não receberão a sua posição mediante obras mas serão designados por Deus, 7:3. Por mais que se force a imaginação. nenhuma interpretação bíblica aceitável pode garantir a essa seita gentia posição entre os 144.000.

13. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ USAM UMA TRADUÇÃO DETURPADA DA BÍBLIA.

A Tradução "Novo Mundo" das Escrituras Gregas Cristãs é uma tradução desajeitada do Novo Testamento, que não tem nenhuma reputação entre os mestres do grego. A tradução foi alterada para se encaixar na heresia. Por exemplo. a palavra allos. "outro". não aparece no texto grego de Colossenses 1:16-17, mas foi inserida quatro vezes em sua tradução para que Cristo apareça ser parte da criação e, desse modo, se encaixe em sua doutrina que afirma ser Ele um filho criado, um outro deus. "?.porque por meio dEle todas as coisas foram criadas". Esta e dezenas de outras passagens tornam a tradução "Novo Mundo" em uma caricatura da Palavra de Deus.

14. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ TEM UM SISTEMA DOUTRINÁRIO QUE SE BASEIA NAS INTERPRETAÇÕES DE CHARLES TAZE RUSSEL.

Em 1874. um camiseiro do Brooklyn, chamado Charles Taze Russel, anunciou que era dono da verdade. Em suas muitas obras Russel "não deixou quase nenhuma grande verdade ou doutrina fundamental não tocada com suas conclusões heréticas e injustificadas". Dr. Win. E. Biederwolf. Conforme um cuidadoso estudo pode revelar, as obras de Russel servem de base fundamental para a estrutura dos Testemunhas de Jeová. Atualmente os Testemunhas de Jeová estão seguindo as conclusões falidas de um patife que se divorciou de sua esposa, teve problemas com os tribunais e que enganou seus seguidores vendendo-lhes "trigo milagroso" a preço exorbitante, o qual ele proclamava que produzia 15 vezes mais do que o trigo comum.

15. 0S TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGLIGENCIAM A VASTA ÁREA DE VERDADES BÍBLICAS.

Uma análise cuidadosa dos diversos livros, panfletos, e revistas editados pela Torre de Vigia revela que apenas uma pequena porcentagem Bíblica foi por eles usada. Eles não citam mais de 7% das Escrituras, deixando o restante da Palavra de Deus não mencionada. 

A Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados é conhecida como uma religião que nega a Divindade de Jesus Cristo. Com este propósito, quando eles produziram a sua própria tradução da Bíblia (A Tradução do Novo Mundo), eles esforçaram-se em fazer crer que as Escrituras não apoiam a ideia de que Jesus Cristo é Deus (Jeová). Na tentativa de mudar o foco de Jesus Cristo como Deus, eles inseriram “Jeová” (uma adaptação do original hebraico “YHWH” para o Nome de Deus) em lugar de Theos (Deus) e Kurios (Senhor) em múltiplos versículos nas Escrituras Gregas Cristãs (Novo Testamento). Assim, eles criaram a distinção entre Jeová Deus e Jesus Cristo que não é transmitida no texto. Em adição à inserção do Nome de Deus onde não é suportado pelo texto, eles também traduziram erroneamente muitas passagens que suportam a Divindade de Jesus Cristo, de forma a justificar o seu próprio dogma anti-Trinitariano. A lista seguinte preparada pela Life After Watchtower Ministries) fornece uma recolha de textos onde a posição preconceituosa anti-Trinitária da Sociedade Torre de Vigia pode ser vista na sua Tradução do Novo Mundo. Encorajamos os nossos leitores a verificar esses erros em qualquer versão Interlinear de Grego/Português, incluindo a Tradução Interlinear do Reino das Escrituras Gregas publicada pela Sociedade Torre de Vigia, em inglês.
- Lista de Textos Erradamente Traduzidos nas Escrituras Gregas Cristãs (Novo Testamento) das Testemunhas de Jeová

A palavra grega “Kurios” significando “Senhor” é traduzida erroneamente por “Jeová” ou “de Jeová.”

Mateus 22:44; 23:39; 27:10
Marcos 5:19; 12:29; 12:30; 12:36; 13:20
Lucas 1:25; 1:28; 1:32; 1:58; 1:68; 2:15; 20:42
Atos 2:34; 2:39; 2:47; 3:22; 7:33; 7:49; 12:11; 12:17; 13:47
Romanos 4:8; 9:28; 9:29; 12:19; 14:11;
1 Corintios 1:31; 3:20; 4:4; 4:19; 7:17; 14:21; 16:7
2 Corintios 6:17; 6:18; 10:18
Colossenses 3:16
1 Tessalonicenses 4:6
2 Timóteo 1:18; 2:19 (2 vezes); 4:14
Hebreus 7:21; 8:2; 8:8; 8:9; 8:10; 10:16; 10:30; 12:6; 13:6
Tiago 4:15; 5:15
2 Pedro 2:9; 3:9
Judas 5, 9, 14
Apocalipse 1:8; 4:11; 18:8; 19:6; 21:22; 22:5; 22:6
A palavra grega “Kurie” significando “Senhor” é traduzida erroneamente por “Jeová.”

João 12:38
Atos 1:24; 4:29; 7:60
Romanos 10:16; 11:3; 14:6 (3 vezes); 14:8 (3 vezes)
Apocalipse 15:4; 16:7
A palavra grega “Kuriou” significando “o Senhor” ou “do Senhor” é traduzida erroneamente por “Jeová” ou “de Jeová.”

Mateus 1:20; 1:22; 1:24; 2:13, 2:15; 2:19; 3:3; 28:2
Marcos 1:3; 11:9; 12:11
Lucas 1:6; 1:9; 1:15; 1:45; 1:66; 1:76; 2:9 (duas vezes); 2:23; 2:24; 2:26; 2:39; 3:4; 4:18; 4:19; 5:17; 13:35; 19:38
João 1:23; 12:13; 12:38
Atos 2:20; 2:21; 3:19; 4:26; 5:9; 5:19; 7:31; 8:22; 8:25; 8:26; 8:39; 9:31; 10:33; 11:21; 12:7; 12:23; 12:24; 13:10; 13:11; 13:12; 13:49; 15:35; 15:36; 15:40; 18:25; 19:20
Romanos 10:13; 11:34
1 Corintios 10:21; 10:26; 11:32; 16:10
2 Corintios 3:17 (duas vezes) 3:18 (2 vezes); 8:21
Efésios 5:17; 6:4; 6:8
Colossenses 1:10; 3:24
1 Tessalonicenses 1:8; 4:15; 5:2
2 Tessalonicenses 2:2; 2:13; 3:1
Hebreus 12:5
Tiago 1:7; 4:10; 5:4; 5:10; 5:11 (duas vezes); 5:14
1 Pedro 1:25; 3:12
2 Pedro 3:10
A palavra grega “Kurion” significando “Senhor” é traduzida erroneamente por “Jeová.”

Mateus 4:7; 4:10; 22:37
Lucas 1:16; 1:46; 4:8; 4:12; 10:27; 30:37
Atos 2:25; 8:24; 15:17
Romanos 15:11
1 Corintios 10:9; 10:22
2 Corintios 3:16
Colossenses 3:23
Hebreus 8:11
Tiago 3:9
A palavra grega “Kurio” significando “Senhor” é traduzida erroneamente por “Jeová.”

Mateus 5:33
Lucas 1:17; 2:22; 2:23
Atos 13:2; 14:3; 14:23; 16:15
Romanos 12:11; 14:4
1 Corintios 2:16
2 Corintios 10:17
Efésios 2:21; 5:19; 6:7
Colossenses 3:22
Hebreus 8:11
Tiago 3:9
A palavra grega “Theos” significando “Deus” é traduzida erroneamente por “Jeová.”

Hebreus 2:13
Apocalipse 4:8
A palavra grega “Theou” significando “de Deus” é traduzida erroneamente por “Jeová.”

Mateus 4:4
João 6:45
Atos 13:44; 13:48; 16:32; 18:21
Tiago 2:23
2 Pedro 3:12
A palavra grega “Theon” significando “Deus” é traduzida erroneamente por “Jeová.”

Atos 16:14
A palavra grega “Theo” significando “Deus” é traduzida erroneamente por “Jeová.”

Romanos 4:3
Gálatas 3:6
Colossenses 3:16
Tiago 2:23
A palavra grega “en” significando “em” é parafraseada como “em união com” para suportar o ensino da Torre de Vigia de que os cristãos apoiam a causa de Cristo, mas não têm Cristo habitando neles.

Mateus 10:32 (duas vezes)
Lucas 12:8 (duas vezes)
João 6:56; 10:38; 14:10 (três vezes); 14:11 (duas vezes); 14:20 (três vezes); 15:4 (três vezes); 15:5 (2 vezes); 15:6; 15:7; 17:21 (três vezes); 17:26
Romanos 8:1; 8:2; 8:10; 12:5; 16:7;
1 Corintios 1:2; 1:30; 15:18; 16:24
2 Corintios 5:17; 12:2; 13:5
Gálatas 1:22; 2:4; 2:20; 3:28; 5:10
Efésios 1:1; 1:3; 1:4; 1:11; 2:6; 2:7; 2:10; 2:13; 2:15; 2:21; 2:22; 3:6; 6:1
Filipenses 1:1; 3:9; 4:21
Colossenses 1:27; 1:28; 2:6; 3:3
2 Timóteo 1:1; 2:10; 3:15
Filêmon :23
1 Pedro 5:10; 5:14
1 João 1:5; 2:5; 2:6; 2:24; 2:27; 2:28; 3:6; 3:24 (três vezes)
1 João 4:4 (duas vezes). 4:13 (duas vezes); 4:15 (duas vezes); 4:16 (duas vezes); 5:20
Apocalipse 14:13
As palavras portuguesas “exercer”, “exercício,” “exercido”, “exercícios” são acrescentados sem base no texto grego. Este termo é adicionado para apoiar a doutrina da Torre de Vigia de que as obras têm de ser adicionadas à fé para se completar o processo da salvação.

Marcos 5:36
João 1:12; 3:16, 18, 36; 6:29, 35; 7:5; 11:25; 12:36; 14:1 (duas vezes); 14:12; 16:9
Romanos 4:3; 10:4, 9, 10
2 Corintios 4:13 (duas vezes)
Gálatas 3:22
2 Tessalonicenses 1:10
Hebreus 4:3
1 Pedro 1:8; 2:6
A palavra grega “kolasis” é traduzida “decepamento” em vez de “punição” para suportar a Torre de Vigia na sua crença da aniquilação e a rejeição do lugar de tormento eterno chamado “inferno”.

As palavras gregas “kai theos en ho logos” são traduzidas erradamente por “ a Palavra era um deus”, em vez de “a Palavra era Deus.” Isto é uma distorção do texto, visto que a palavra “um” não está no grego, mas foi acrescentada pelos Tradutores do Novo Mundo para tornar a Palavra (Jesus) “um” segundo “deus” que é separado do Deus, o Pai.

João 1:1
A palavra grega “ego eimi” significando “Eu Sou” é traduzida erroneamente como “Eu tenho sido” para ocultar a ligação entre Jesus ser o “Eu Sou” Jeová Deus de Êxodo 3:14.

João 8:58
A palavra “me” é omitida em “Me pedirdes” de forma a suportar a alegação da Torre de Vigia de que Jesus não é digno de receber orações.

A palavra grega “ginoskosin” significando “conhecer, intimamente” é erradamente traduzida por “absorver conhecimento de” para suportar a doutrina da Torre de Vigia de que o conhecimento exato é necessário para se obter vida eterna. Alterar a tradução “que te conheçam” (assim como todas as outras traduções da Bíblia têm) para “que absorvam conhecimento de ti” muda o foco da relação pessoal com Deus para um mero estudo intelectual de Deus para ganhar a vida eterna.

João 17:3
A palavra portuguesa “filho” em “sangue do seu próprio [filho]” é acrescentado em parêntesis sem qualquer apoio do texto grego. Isto demonstra até onde vai a Torre de Vigia para negar que Jesus é o Deus que derramou o Seu próprio sangue por nós.

Atos 20:28
A frase em grego, “he petra de en ho Kristos” significando “e a rocha era Cristo” é traduzida erroneamente como “essa rocha significava o Cristo”. Mais uma vez, isto muda o foco de Jesus ser Jeová Deus, a Rocha de Israel (Isaías 30:29).

1 Corintios 10:4
Na edição em português da Tradução do Novo Mundo, a palavra portuguesa “outro” é acrescentada em parêntesis para indicar que a palavra não ocorre no texto grego. Os tradutores da Tradução do Novo Mundo acrescentaram a palavra “outro” em “lhe deu bondosamente o nome que está acima de todo [outro] nome” para apoiar o ensino da Torre de Vigia de que o nome “Jeová” é superior ao nome “Jesus”. Apenas em edições mais recentes da Tradução do Novo Mundo nós vemos os parêntesis em redor da palavra “outro.” Todas as edições desde 1950 a 1981 têm “outro” acrescentado sem parêntesis, fazendo acreditar que esta palavra está no texto grego original. Na página 27 de 1 de Fevereiro de 1992, da revista A Sentinela, vemos novamente Filipenses 2:9 ser citado sem o uso de parêntesis em redor da palavra “outro”. Isto demonstra novamente o preconceito enraizado da Sociedade Torre de Vigia contra Jesus possuir um nome igual ou superior ao nome “Jeová.”

Filipenses 2:9
A tradução tendenciosa contra a natureza eterna de Jesus Cristo como Deus Criador é claramente observada na Tradução do Novo Mundo, pela inserção da palavra “outras” com referência ao trabalho de Jesus na criação. Por adicionar a palavra “outras” a “todas as coisas” para se ler “todas as [outras] coisas vieram a existir por meio dele,” a Torre de Vigia é capaz de justificar a sua afirmação de que Jeová Deus criou primeiro Jesus e então o usou como Seu agente criativo para o resto da criação. Contudo, as Escrituras proclamam que Jesus é o Criador de “todas as coisas”, porque Ele sempre existiu como não criado, “Pai Eterno” – possuidor da eternidade (Isaías 9:6). Embora edições anteriores a 1961, da Tradução do Novo Mundo, inserissem a palavra “outras” sem parêntesis para que ninguém notasse que a palavra não se encontrava no grego original, a edição de 1961 e as seguintes são um pouco mais honestas por enquadrar a palavra com parêntesis. Contudo, vemos a tradução tendenciosa contra a Divindade de Cristo ocorrer novamente na literatura da Torre de Vigia nas páginas 20 e 21 da revista A Sentinela, 1 de Fevereiro de 1992, onde a inserção da palavra “outras” em Colossenses 1:16, é citada pela Torre de Vigia sem quaisquer parêntesis.

Colossenses 1:16, 17, 20
A palavra grega “Theotetos” significando “Divindade, Deidade” é traduzida erradamente por “qualidade divina” para distrair do fato de que a completa Divindade de Deus é atribuída ao Cristo nesta passagem.

Colossenses 2:9
A palavra grega “Theou kai soteros emon” significando “Deus e Salvador de nós” ou “nosso Deus e Salvador”
É traduzido erroneamente por “Deus e [do] Salvador de nós, Cristo Jesus”. Esta palavra “do”, é inserida entre parêntesis sem qualquer base no texto grego e é outra tentativa dos tradutores da TNM de separar Cristo de ser Deus.

Tito 2:13
As palavras gregas “pneumaton” e “pneumas” significando “espíritos” é erradamente traduzida “vida espiritual” e “vidas espirituais” para se enquadrar na doutrina da Torre de Vigia que nega a existência do “espírito” humano que sobrevive à morte.

Hebreus 12:9, 23

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Jonathan Edwards nasceu em 1703 em Windsor Connecticut. Ele era o único filho homem entre dez filhas, seu pai, Timothy Edwards era pastor, e sua mãe, Esther Stoddard era filha de Solomon Stoddard, um famoso reverendo da época.

Solomon Stoddard, avô de Edwards, era um Puritano em todo o significado da palavra, foi o líder espiritual da cidade de Northampton, Massachusetts por 57 anos.

Dois anos antes de sua morte, seu neto Jonathan Edwards subiu de pastor assistente para pastor.

Jonathan Edwards aprendeu muito com o avô principalmente a importância de trabalhar duro e estudar bastante. Ainda bem novo, Edwards aprendeu a escrever. O pai dele lhe ensinou o latim e outros idiomas como grego e hebraico. Aos seis anos de idade ele já conseguia conjugar os verbos em latim. O domínio destes idiomas lhe ajudaria depois a ser um perito em estudos da Bíblia Sagrada e um mensageiro poderoso da Palavra de Deus.

Aos 13 anos de idade, Jonathan Edwards entrou na Faculdade de Yale, e lá estudou teologia. E como aquele garoto amava estudar, ele freqüentemente passava 14 horas por dia estudando sobre a Palavra de Deus.

Em 1720, Edwards se formou em Yale, como o primeiro de sua classe. E começou cedo na carreira pastoral. Edwards lutou para resgatar o significado de verdadeira revivificação cristã.

Sua geração foi a segunda geração dos Puritanos. A primeira geração tinha trabalhado duro e sido muito diligente para semear a semente do evangelho e fazer da América um lugar no alto da Colina, onde fossem resgatadas muitas vidas para o Senhor.

Mas agora, a segunda geração tinha perdido muito seu desejo espiritual. Eles tinham perdido a vontade e o zelo necessários para continuar a expansão do reino de Deus.

Assim Edwards começou uma de suas séries de sermões, com muita oração para acordar a congregação sonolenta que tinha se envolvido demais com seus próprios negócios e suas próprias vidas, deixando em segundo lugar a vontade de Deus, se preocupando mais com sua vida cotidiana do que com Cristo e seu reino. Em 1731, Edwards pregou a mensagem: ” Deus se glorificou na dependência do homem.” Nisto, ele atacou o liberal argumento, que pecado somente era uma condição de ignorância. Ele acreditava que o pecado humano
era uma inimizade inerente contra Deus e que a salvação significava uma mudança de coração.

Esta mensagem desafiou os cristãos a procurarem em seus corações seus mais íntimos pecados e se arrepender de cada um deles. Sem dúvida Edwards foi um grande homem de Deus que muito colaborou, direta e indiretamente, para o reavivamento bíblico, e para que hoje eu e você possamos conhecer a Palavras de Deus e seu significado.

Contudo, em nenhuma área Edwards foi mais bem sucedido do que em seu papel como pai. Edwards e sua esposa Sarah tiveram onze filhos. Apesar de um horário de trabalho rigoroso que incluía acordar às 4:30 da manhã ler e escrever em sua biblioteca, viagens extensas, e reuniões administrativas infinitas, ele fazia questão de dedicar muito de seu tempo aos seus filhos.

Apesar de sua vida agitada, Edwards se comprometeu a passar pelo menos uma hora por dia com eles, principalmente lhes ensinando princípios cristãos.

E se ele perdesse um dia porque estava viajando, acumularia essas horas e as passaria com os filhos quando voltasse.

Sem dúvida Edwards deixou um importante legado aos seus filhos, assim como seu avô havia deixado para seu pai, e seu pai deixará para ele.

O dicionário Aurélio nos diz que legado é um valor previamente determinado, ou objetos previamente individuados, que alguém deixa a outrem. E o principal legado que Edwards deixou a seus filhos foram seus princípios cristãos.

Recentemente, o estudante Benjamim B. Warfield de Princeton encontrou, depois de muitas pesquisas, 1.394 descendentes conhecidos de Edwards. E nessa pesquisa podemos constatar o maravilhoso legado que Edwards deixou aos seus descendentes através de sua vida cristã. Dos 1.394 descendentes de Edwards:

3 se tornaram presidentes de universidades,

3 senadores dos Estados Unidos

30 juizes

100 advogados

60 médicos

65 professores de universidades

75 oficiais de exército e marinha

100 pregadores e missionários

 60 escritores de destaque

 1 vice-presidente dos Estados Unidos

 80 altos funcionários públicos,

 250 formados em universidades, entre eles governadores de Estados e diplomatas enviados a outros países.

Os descendentes de Jonathan Edwards não custaram ao Estado um dólar.

Por outro lado, Benjamim B. Warfield também pesquisou a vida de Max Jukes, um famoso ateu, contemporâneo a Edwards, o qual freqüentemente atacava os discursos, a ideologia e as pregações de Edwards. Max Jukes, o ateu, viveu uma vida ímpia, casou-se com uma jovem ímpia, e também deixou um legado para seus descendentes, da descendência dessa união entre Jukes e sua esposa, pesquisada por Benjamim, constatou-se que de todos seus descendentes encontrados:

310 morreram como indigentes.

150 foram criminosos, sendo 78 assassinos

100 eram alcoólatras

Mais da metade das mulheres, prostitutas

Os 540 descendentes de Jukes custaram ao Estado 1.250.000 dólares.

A história de Jonathan Edwards é um exemplo do que alguns sociólogos chamam a “regra das cinco gerações.” Como um pai cria seus filhos e o amor que eles dão, os valores que ensinam, o ambiente emocional que oferecem, a educação que provêem, não só influencia seus filhos, mas as quatro gerações seguintes. Em outras palavras, o que os pais fazem pelos seus filhos permanecerá pelas próximas cinco gerações.

O exemplo de Jonathan Edwards nos mostra a importância de deixarmos esse legado cristão aos nossos filhos.

Mas a teoria das cinco gerações trabalha de ambos os modos. Se não nos esforçarmos para sermos bons pais e transmitirmos princípios cristãos, nossa negligência pode infestar gerações. Considere o caso de Max Jukes.

Max Jukes teve problemas com a bebida, que o impediu de manter um trabalho fixo. Também o impediu de demonstrar muita preocupação pela esposa e os filhos.

Claro que isto não significa que as pessoas simplesmente são um produto direto de seus pais, ou que seu futuro está determinado pela sua descendência.

As histórias de Jonathan Edwards e Max Jukes oferecem lições poderosas sobre o legado que nós deixaremos como pais. Daqui a cinco gerações é bem provável que as nossas realizações profissionais serão esquecidas. Na realidade, nossos descendentes podem pouco saber sobre nós ou nossas vidas.

Mas o modo como somos pais hoje e princípios que transmitimos afetarão diretamente não só nossos filhos, mas também nossos netos, bisnetos e as gerações que se seguem.

 Como dizia Edwards: Deus fez todas as coisas com um propósito, e Deus também tem um propósito para todos nós, Nenhum homem vive em vão, todos nós deixaremos um legado. Qual será o seu?


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