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Gaudí Arte
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BRUNO BORNE

A E O
                          
Finalizando o ciclo de mostras individuais de 2015 a Galeria Mamute abre no dia 04 de dezembro a exposição A E O, do artista visual Bruno Borne. Sob a curadoria de Luísa Kiefer, a mostra apresenta três videoinstalações inéditas, concebidas especialmente para o espaço da Mamute. Trabalhando com obras site-specific, Borne utiliza o próprio espaço expositivo como objeto central de suas proposições.

Em A E O, cada vogal deu origem a uma videoinstalação distinta que, por sua natureza, se encontram e se misturam no ambiente. Partindo das formas geométricas correspondentes às letras, o artista desenvolveu três projeções que reproduzem virtualmente o ambiente da sala em que estão instaladas.

A experiência do espectador é ainda instigada pelo som que emana de cada obra e toma o ambiente como um todo. Utilizando programas de computação 3D e misturando jogos de espelhos virtuais e reais, o conjunto de obras de Bruno Borne é um convite para adentrar um labirinto no qual a imagem e o espaço expositivos parecem se reproduzir infinitamente, sempre um dentro do outro, sem nos deixar muitas pistas do que é real e o que é virtual.


A E O, de Bruno Borne

Perder-se na contemplação de uma obra de arte é um exercício de escolha. Precisa ser um ato deliberado, uma decisão. Certo é que pressupõe disponibilidade. Para se entregar a este mundo que mistura real e virtual, é preciso estar livre da censura guardiã da lógica. Também não é fácil achar tempo para a contemplação em um mundo que mede o tempo em segundos ou em suas frações. A exposição A E O, de Bruno Borne, é, neste sentido, um convite: pare, olhe, desfrute sem medo de se perder.

Com sua obra site-specific, criada para e a partir do ambiente em que é instalada, Borne intima o público a mergulhar em três videoinstalações que retratam o próprio espaço expositivo da galeria, provocando um diálogo complexo e labiríntico entre espaço, obra e imagem. Ele utiliza programas de computação gráfica, que geram modelos 3D, para reconstruir virtualmente as salas da galeria. A partir dessa simulação é que começa o jogo e o convite para perder-se em sua obra. Espelhos reais e virtuais multiplicam o ambiente projetado, criando metaimagens que se reproduzem em looping, sem deixar muitas pistas do que é reflexo e o que é simulação.

Partindo das formas geométricas correspondentes às letras que dão nome à mostra, as três projeções, pensadas cada uma como uma obra independente, formam, ao mesmo tempo, um conjunto, misturando-se e complementando-se. Acompanhadas por um som ambiente que se diferencia ao nos aproximarmos de cada trabalho, A E O transforma o ambiente da galeria em obra, incorporando e transformando o entorno – e a própria presença do espectador – em imagem.
Diante do conjunto da exposição, cabe ao espectador decidir se aceita, ou não, o convite para perder-se na imagem e, assim, descobrir o seu poder de contemplação.

Luísa Kiefer, curadora


Bruno Borne (Porto Alegre, 1979) É mestre em Poéticas Visuais pelo PPGAV/UFRGS e graduado em Artes Visuais e em Arquitetura e Urbanismo pela UFRGS. Realizou exposições individuais no MACRS e Galeria Lunara em Porto Alegre. Em 2014 foi prêmio adquisição no 43º Salão Paranaense. Em 2013 premiado no 2ª Prêmio IEAVI/RS, em 2011 recebeu o VI Prêmio Açorianos de Artes Plásticas na categoria Destaque em Mídias Tecnológicas. Tem obras nos acervos públicos do MACPR, MACRS e das prefeituras de Porto Alegre e Santo André. http://www.galeriamamute.com.br/#!bruno-borne/cf12

Luísa Kiefer (Porto Alegre, 1986) Doutoranda em história, teoria e crítica de arte pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais do Instituto de Artes, UFRGS, é mestre pelo mesmo programa e jornalista pela PUCRS. Em sua tese de doutorado pesquisa a fotografia na arte contemporânea.


A E O
Abertura: 04 de dezembro de 2015, 20h
Visitação até 05 de fevereiro de 2016.
De segunda a sexta, das 14h às 18h.
Sábados sob agendamento.
 

Galeria Mamute
Rua Caldas Jr, 375
Centro Histórico | Porto Alegre, RS.
contato@galeriamamute.com.br
51 3286.2615
Estacionamento conveniado.






www.galeriamamute.com.br

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O Atelier Subterrânea, após nove anos de atuação no cenário artístico independente, anuncia o encerramento de suas atividades neste março de 2015.

Entendemos que a Subterrânea chegou ao fim de seu ciclo, iniciado em 2006, como espaço independente e plataforma de projetos em arte contemporânea. Desta grande escola de arte que foi a Subterrânea, levaremos conosco muitas histórias, conhecimento e o desejo de inventar e auxiliar novas formas de agenciamentos coletivos. Também é um momento em que dedicaremos mais tempo às nossas carreiras individuais.

Desde 2006, realizamos, na Subterrânea, mais de 50 exposições e inúmeros eventos artísticos, como conversas, debates, seminários, performances, residências, lançamentos, projeções de vídeo.

Para celebrar o fechamento deste ciclo, está previsto, para 2015, o lançamento de um livro de entrevistas realizadas por Isabel Waquil com nós cinco. Através das conversas, serão retomadas histórias, dinâmicas, conflitos e conquistas deste espaço que marcou o cenário cultural de Porto Alegre nos últimos anos.

Agradecemos a todos que participaram direta e indiretamente das atividades do espaço, em especial, a Adauany Zimovski, que esteve conosco como gestora até 2012 e às nossas assistentes Letícia Arais Lopes e Isabel Waquil, além de Janaína Spode, produtora associada.

Nossos agradecimentos aos artistas que generosamente doaram obras ao longo desses nove anos para serem rifadas, vendidas ou leiloadas, além dos professores que ministraram cursos (Cadu, Maria Helena Bernardes, George Kornis, Gil Vicente, Jum Nakao) e curadores parceiros.

Nossa eterna gratidão aos montadores Gerson Derivi Marques, que deixa imensa saudade, e Alexandre Moreira. Aos DJs colaboradores Leo Felipe e Giancarlo Lorenci, que animaram nossas noites, juntamente com a Cerveja Província, nossa grande parceira. Ao artista sonoro Marcelo Armani e ao fotógrafo Anderson Astor. A Leandro Selister e a Karrath Luz, pelo apoio constante em nossas mostras. À Proconta Consultoria Contábil pelo auxílio e orientação. Aos artistas que dividiram o ateliê conosco, Antônio Augusto Bueno, Gustavo Pflugseder, Luciano Zanette, Rodrigo Lourenço.

Ao longo desses anos, foram imprescindíveis para nossa programação cultural o fomento via editais públicos de órgãos como a Funarte, o MinC, a SEDAC e o FAC RS, além do FUMPROARTE. Também destacamos as parcerias estabelecidas com outras Instituições como Santander Cultural, Goethe-Institut Porto Alegre, MACRS, IEAVI, Secretaria da Cultura de Pelotas e de Bagé, Bienal do Mercosul, Museu do Trabalho, EAV Parque Laje. Além disso, somos muito gratos por ter ao nosso lado, ao longo desses anos, pessoas tão incríveis que vêm tocando projetos independentes como: Cine Esquema Novo, Ateliê 397, Casa Paralela, Acervo Independente, Vila Flores, Estúdio Hybrido, Sala Dobradiça, Ateliê Aberto, JACA, Lastro, Casa da Ribeira, Capacete, Casa do Povo, El Parche Artist Residency, .Aurora, La Usurpadora, Taller 7, Diablo Rosso, Ceroinspiración, Península, Arena, Lesbian Bar/Mesbla, Sala Recife, Revista Tatuí, CRAC Valparaíso, LIPAC, Galeria Metropolitana, Curatoria Forense, Editora Panorama Crítico.

Por fim, agradecemos especialmente a todos que, nesses anos incríveis, desceram os degraus da Independência 745 e que, com sua presença nos eventos, foram fundamentais para que tudo isso fizesse sentido. Os nove anos de casa cheia serão lembrados com enorme carinho.

Foi demais. Muito obrigado a todos por terem compartilhado esse devaneio coletivo. Esperamos todos na festa de lançamento do livro.

Abraços,

Gabriel Netto

Guilherme Dable

James Zortéa

Lilian Maus

Túlio Pinto

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As obras da exposição "Entre o Brilho da Pele e o Esforço do Amor" foram desenvolvidas em

residência artística na NARS Foundation em Nova Iorque durante o segundo semestre de 2014.

 

 

 

SANDRA LAPAGE

Sandra Lapage trabalha a xilogravura como espaço escultórico, com a supressão de fronteiras em diferentes níveis: entre práticas artísticas, espaço bidimensional e escultórico, destruição e construção, interno e externo, identidades culturais e idiomas coexistentes, presente e passado.

"O significado fundamental do meu trabalho é a impossibilidade de definir, contemporaneamente, limites, seja em termos de linguagem ou prática artística, seja em termos de nacionalidade ou identidade, especialmente relevante para aqueles que migram por motivos familiares, de trabalho, religiosos, étnicos ou políticos.
Minha prática lida com a construção de figuras heteróclitas, resíduos de diversas experiências pessoais, representadas de um lado pela apropriação — que eu não trato como prática conceitual, mas como um salvo conduto para trabalhar entre os diversos meios em que sou uma estrangeira — e, de outro, por uma coexistência sincrética de diversas linhas de pensamento e de práticas com as quais construo minha identidade e cultura.
Eu trabalho com a supressão de fronteiras em níveis diferentes: entre práticas artísticas, espaço bidimensional e escultórico, destruição e construção, interno e externo, identidades culturais e idiomas coexistentes, presente e passado.

A eliminação de limites entre processos expressa uma cultura plural. Em meu trabalho eu justaponho velho e novo mundos. Eu manipulo violentamente imagens da arte européia da Idade Média ao século XIX, reduzindo-os a elementos construtivos que são evocativos da estética brasileira da auto-construção e improvisação; estes elementos são tumultuosamente arranjados em instalações, e a precariedade estrutural e a fragilidade do papel são elementos evidentes para o observador. O processo de destruição e o restauro de materiais se traduz em potencialidade. Destruição se torna construção. Meu trabalho elude uma narrativa tradicional, com começo e fim. Trabalhando com rastros, entrelaço racional e irracional. Para o observador, a imagem em fragmentos busca oferecer uma experiência pessoal e aberta do trabalho."

texto da artista             

www.sandralapage.com

 

 

 

CARLOS PILEGGI

Para Carlos Pileggi a gravura tradicional se expande em diferentes mídias: fotocópias, mídia e impressão digital e diferentes meios: o "zine", a instalação e o livro de artista.

"Carlos Pileggi propõe a gravura no campo expandido das novas tecnologias — fotocópias, impressão digital e mídia digital, em coexistência com as tradicionais — gravura em metal, linoleogravura e gravura em madeira, além da incorporação de meios únicos (desenho e pintura) em seus múltiplos. Tendo a estética da "zine gráfica" como espinha dorsal para sua pesquisa poética, Carlos propõe a amplificação do formato tradicional de codex, ou livro de artista, para amplas instalações interativas que submergem e englobam o visitante."

http://cargocollective.com/pulga

 

 

Abertura: 07 de fevereiro, sábado, 11/14hs
Período expositivo: 07 de fevereiro a 07 de março de 2015

(a galeria estará fechada nos dias 14, 15, 16 e 17 de fevereiro)
Endereço: Rua Doutor Franco da Rocha, 61, Perdizes – São Paulo
Horário de funcionamento: segunda à sexta- 10/18h e sábado -11/13h
contato@gravurabrasileira.com
www.gravurabrasileira.com 
Entrada gratuita/ Livre 

 

 

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Artista plástico Israel Macedo discute HIV e suas relações em novos trabalhos apresentados na 46ª Anual de Artes da FAAP.

 

O artista aborda o tema de diversas formas em sua nova produção, dando voz a pessoas portadoras de HIV sobre os efeitos da infecção em suas vidas na obra "co+lateral", ou mesmo abstraindo a paleta de cores dos medicamentos como base para uma série de 23 pinturas.

Na obra "co+lateral" o artista recria bulas de 5 antirretrovirais e no lugar dos efeitos colaterais estão textos de depoimentos de pessoas soropositivas que usam estes medicamentos. Segundo o artista, a ideia é desmistificar as relações sobre os tão famosos efeitos colaterais dos coquetéis motivando outras pessoas a aderirem as medicações. "Acredito que a obra carrega muito mais que relatos de efeitos colaterais, é também um momento de desabafo, de expor ali o que é colateral no sentido estar ao seu lado todo os dias, desde as relações adversas, mas também a superação e a motivação".

Em "antirretrovirais", o artista faz um estudo das cores de 23 medicações usadas para o tratamento da infecção. "É uma abstração de algo comum a milhões de pessoas, mas não é só um estudo de cores ou algo extremamente minimalista, carregam nelas muito e um pouco de cada uma das pessoas que conhecem bem estas cores".

 "Apesar de remediado, o HIV não está solucionado, e por não matar com mesma intensidade que no início da epidemia, há uma falsa ideia que ele não é mais um problema grava, afinal, é só tomar alguns comprimidos que você vive legal. Porém, a doença matou 1,6 milhão de vítimas em 2012, depois de alcançar um auge de 2,3 milhões em 2005. Já o número de novos infectados foi de 35,3 milhões de pessoas no mundo também neste ano, isto equivale a população da cidade de São Paulo, Londres, Nova Iorque e Tóquio juntas. No Brasil, entre os anos de 2001 e 2012, as mortes caíram 38,9%. Mas, o número de infectados passou de 430 mil para 530 mil, ou seja, alta de 23,3%. Com isto, cada vez mais a indústria farmacêutica lucra, cada vez mais novos medicamentos são lançados no mercado e comunidades pobres são requisitadas para os testes clínicos e mais pessoas passam a depender de medicações.

É preciso discutir sobre a prevenção, sobre a aderência aos medicamentos, sobre as relações de quem é portador do vírus, sobre os remédios e também sobre os preconceitos que muitos enfrentam. O que proponho com estes trabalhos é somente o início de uma reflexão de algo muito intenso e contemporâneo".



46ª Anual de Arte FAAP

De:  18 de novembro de 2014 a 09 de fevereiro de 2015

Local: MAB-FAAP

Rua: Alagoas, 903 – Higienópolis

Horário: De terça a sexta-feira, das 10h às 20h Aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h

(Fechado às segundas-feiras, inclusive quando feriado)

Entrada gratuita
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