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Menegatti Palestrante
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CGC: Comunicação Gerada pelo Cliente - [1ª Parte]
"Não se tem mais o poder sobre as decisões e o comportamento dos clientes..."

Um simples clique no mouse poderá fazer com que uma única pessoa possa propagar para milhões e milhões de pessoas sua opinião e com isso comece a fazer parte da Comunicação Gerada pelo Cliente ou CGC.

Veja o exemplo da Dell, pioneira em vendas de computadores pela

 internet e conhecida há décadas pelo seu forte compromisso de oferecer produtos customizados e com o atendimento personalizado aos seus clientes. Em 2005 um blogueiro, extremamente irritado com o mau atendimento, resolveu extravasar sua raiva em seu blog. Pouco tempo depois, passou a receber críticas de clientes insatisfeitos de todo o país. A notícia se espalhou tão rápido que, quando as pessoas digitavam Dell no Google o blog era o primeiro a aparecer, o que começou chamar a atenção de jornais e canais de televisão gerando uma publicidade ainda mais desastrosa para a empresa. Em razão disso, as marcas digitais causadas para a empresa duraram por um período terrivelmente longo e os clientes passaram a associar a marca a um serviço malfeito.

Antigamente se tinha poucos canais de comunicação com o cliente. Uma reclamação feita no SAC ficava restrita ao conhecimento de poucas pessoas. Mas a internet mudou isso. Ela proporciona aos clientes não somente uma voz coletiva, mas também uma plataforma. Eles se reúnem por meio de uma frustração comum: a desconfiança cada vez maior com o marketing e a propaganda. Hoje o CGC é o verdadeiro medidor de credibilidade da empresa e da marca.

Existe um abismo entre as promessas feitas por uma empresa: “posso ajudar” e a realidade “fazer uma reclamação e não achar ninguém que queira realmente achar a solução”. Na era da Comunicação Gerada pelo Cliente, uma marca é uma promessa e seu sucesso é o reflexo de quão bem ela cumpre o que promete.

No mundo internético de hoje as pessoas estão sempre conectadas, elas raramente se desconectam. O resultado é um fluxo constante de pensamentos, opiniões e emoções que saem do cérebro do cliente e vai direto para a web. A internet passa agora a oferecer um conjunto de indicadores e esse rastro de responsabilidade digital é um termômetro que está mudando as regras para as empresas em todo o mundo.

Nas próximas semanas, veremos algumas estratégias que poderão ajudar você a interpretar, analisar e responder as mensagens do exigente consumidor atual.

[Material extraído do DVD - Comunicação Gerada pelo Cliente - Prof. Menegatti - http://bit.ly/1j7gT1Z]
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“Ao olharmos para dentro e para fora de nós mesmos, percebemos a responsabilidade dos nossos atos"
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"Procure pensar menos nas pessoas e nas coisas que o incomodam".
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Networking! Meu plano estratégico de negócios...

Os meios de comunicação eletrônicos revolucionaram o modo como nos relacionamos. Sete em cada dez adultos usam as redes para contatos profissionais. Até 2015, as redes sociais deverão reunir mundialmente cerca de 2,5 bilhões de pessoas. Mas, com todos esses recursos, o contato pessoal ainda é a chave para um networking de sucesso.

Pensando nisso, uma empresa americana criou um aparelho para encontrar pessoas com rapidez em eventos. Quando os profissionais chegam em um evento, recebem um aparelho contendo os nomes, fotos e currículos de todos os participantes. Quando o usuário fica a alguns metros de distância dos contatos selecionados por ele o equipamento emite um aviso.

Achar a pessoa certa, bater um papo e trocar cartões não é o suficiente. Precisamos deixar nosso ego de lado, nossa necessidade incontrolável de falar de nós mesmos e focar nossa atenção na pessoa que estamos conversando e tentar descobrir o maior número de informações possíveis. Pessoas que participam de organizações ou eventos apenas para tirar proveito, raramente têm sucesso.

Ao entrar em qualquer grupo, trabalhe primeiro em benefício dele. Esteja sempre disposto a ajudar outras pessoas a atingirem seus objetivos e elas o ajudarão, e o mais bacana, sem você pedir ajuda. Só assim você terá, a longo prazo, mais visibilidade e um aumento no número de clientes.

Prof. Menegatti
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"Competência é a chave para a credibilidade, e credibilidade é a chave para influenciar pessoas
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"Se você deseja algo que nunca teve, precisa fazer algo que nunca fez"
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Os bons vendedores ouvem mais...

Um treinador de basquete de uma universidade, ao recrutar um jovem jogador ainda no colegial que estava se tornando famoso no Texas, após vê-lo jogar numa partida importante para o campeonato estadual, foi visitar o rapaz e seu pai. Explicou-lhes as limitações das bolsas oferecidas pela instituição que representava e ofereceu uma bolsa parcial. Pai e filho não disseram uma só palavra.

Embora o treinador já tivesse negociado várias ofertas de bolsas com muitos pais espertos e ambiciosos, perturbou-se com aquele silêncio. Não esperava que um garoto de dezessete anos fosse se mostrar difícil. Então, melhorou sua oferta, acenando com uma bolsa total.

Mais tarde, o treinador veio a saber que o silêncio do garoto não era uma tática de negociação. Ele era tímido e seu pai era ingênuo. Para os dois, a oferta inicial fora tão generosa que não sabiam o que dizer.

Existe uma maneira de saber se um vendedor é um principiante ou um vendedor experiente. É a maneira como o outro lado lida com o silêncio. Um profissional só fala para melhorar a ausência de palavras. Um amador fala demais, provavelmente para preencher o vácuo criado pelo silêncio. Se desejar uma rápida concordância do seu cliente, apenas fique sentado e não diga nada.

Você ficará surpreso como sua resposta virá em segundos.
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Olá amigos(as) do Google + estou postando a Iª Parte da Série: "Sou viciado em tecnologia".

Este e outros artigos você encontra no site [www.mnegatti.srv.br].

Cabe muitas relfexões. Boa leitura.

Prof. Menegatti

I Parte: Sou viciado em tecnologia!

A era digital trouxe avanços indiscutíveis para a forma como trabalhamos e vivemos. O acesso ao conhecimento aumentou, os custos de comunicação e viagens foram reduzidos. Enfim, a tecnologia tem um poder tremendo, mas em contrapartida fez aparecer pessoas com problemas de concentração e com isso a diminuição da produtividade.

Um estudo mostra que profissionais que trabalham em frente de um computador são interrompidos a cada três minutos. Toda vez que isso ocorre, leva-se até 23 minutos para retomar a tarefa. Em uma semana, um profissional distraído perdeu muitas horas de trabalho. Além disso, o desgaste mental de mudar de uma atividade para outra faz a pessoa ficar muito mais cansada.

Essa ansiedade por atualização se reflete no trabalho de algumas maneiras. Em primeiro lugar, ela causa um aumento da insegurança: os profissionais sentem-se na obrigação de estar disponíveis 24 horas por dia, já que o trabalho não fica mais restrito ao escritório.

Além disso, as pessoas passam mais tempo observando os outros nas redes sociais e fazendo comparações. Com isso, elas deixam de se medir com o colega ou até mesmo com elas mesmas para se comparar, com todos os usuários das redes sociais, o que pode ser terrível para a autoestima.
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"Assim como o fracasso, o sucesso pode ser inimigo do seu potencial, a medida em que você se acomoda após conquistá-lo".
Prof. Menegatti
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