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Lafaiete Spinola
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Tratamento execrável, tanto na chegada como na saída! É este o país cordial?

Cordial para o Cunha e seus pares!

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Sobre a CARTA DE SÃO PAULO


Lafaiete Spinola
7 minutos atrás  -  Compartilhada publicamente
 
A anistia, já nasceu restrita, em 1979!

A constituinte poderia haver declarado uma anistia irrestrita. Mas, infelizmente, muitos; por medo, falta de convicção e outros interesses; preferiram a omissão.                                 

Cito alguns exemplos:
                                                                                                                                                               1. Em uma das viagens a Brasília, dando a minha pequena contribuição na luta pela anistia, me encontrei com um jornalista, meu conhecido. Estive em sua residência. Ele era membro destacado da Comissão de Estudos Constitucionais que, sob a presidência do professor Afonso Arinos, elaborou proposta de anteprojeto da Constituição de 1988.
Bem, recebi a orientação de não me envolver com o assunto. Disse-me: “Você conseguiu estudar e formar-se como engenheiro eletrônico. Continue nesse caminho.” O ambiente, em Brasília era esse!

2. Em Salvador, quase sempre, organizávamos reuniões pela anistia. Do grupo participavam umas quinze pessoas. Surgiu, então, a ideia de solicitar uma audiência ao Gov. Waldir Pires. Fui indicado para coordenar uma comissão de três membros e convidar o Presidente da Associação (origem da UMNA) para essa visita ao Governador. O Presidente, desse numeroso grupo do Rio, comprometeu-se a estar presente. Que decepção! No dia marcado para audiência, nem o Presidente da Associação (e ele estava em Salvador, no dia!) nem um dos membros compareceram! O Gov. Waldir Pires nos recebeu, mas foi constrangedora a falta do Presidente da organização do Rio.  
O tempo demonstrou que muitos não lutavam por uma anistia irrestrita, pois, já vislumbravam bons dividendos na luta pela anistia via judiciário.

3. Já faz vários anos, quando fui convidado para participar de uma pequena reunião, em Salvador. A maioria dos participantes antigos já havia conquistado a anistia, via judiciário. Nesta reunião estavam presentes: Duas pessoas que nunca estiveram naquelas reuniões que ocorreram no passado distante e um membro da UMNA.
Houve uma reação indesejada, quando, durante a conversa, declarei:
a) Que já desconfiava do comportamento do Anselmo, desde 1963. O representante do Rio não gostou e ficou irritado.
b) Que seria desejável criar uma Associação, em Salvador, com o objetivo de propiciar a participação de todos. Neste momento, o participante do Rio levantou a voz: Mas existe a UMNA! Ora, como participar da UMNA, no Rio!
c) Pouco tempo depois, recebi um comunicado de que uma associação teria sido criada e o convite para uma reunião.

4. Recentemente, em janeiro de 2016, estive em São Paulo, onde conversei com o Cortez, solicitando orientações sobre a edição de um livro de memórias que deve ficar pronto em 2017.
Em seguida, viajei ao Rio com o objetivo primordial de visitar a UMNA e MODAC. Constatei que a MODAC, já não estava em atividade. Na UMNA, planejava conversar um pouco sobre o livro. Porém, como não demonstraram interesse, nem tirei um pequeno esboço que estava no envelope. Eles me apresentaram uma ficha de filiação e a inscrição para uma viagem a Aracaju. Como eu tinha outro compromisso, perguntei se poderia retornar no outro dia. Disseram-me que sim, pois a associação estava aberta à tarde. Reservei o dia seguinte para, calmamente, inscrever-me como sócio e realizar a inscrição. Compareci duas vezes à sala, porém estava fechada. Retornei ao Hotel, localizado a uns duzentos metros, liguei várias vezes, toda a tarde e nada. Suponho que me consideraram inconveniente porque solicitei uma cópia do estatuto e, numa conversa rápida, ao sair, externei que já, em 1963, o comportamento do Anselmo não me agradava. Notei estranheza e me recordei da reunião, em Salvador.

Refletindo sobre esse pequeno histórico, fica claro que muitas atitudes, em nosso meio, colaboraram  e continuam influindo para os insucessos e retocessos acima mencionados nessa Carta de São Paulo. 

Olinda,12.04.2016

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A anistia, já nasceu restrita, em 1979!

A constituinte poderia haver declarado uma anistia irrestrita. Mas, infelizmente, muitos; por medo, falta de convicção e outros interesses; preferiram a omissão.                                 

Cito alguns exemplos:
                                                                                                                                                               1. Em uma das viagens a Brasília, dando a minha pequena contribuição na luta pela anistia, me encontrei com um jornalista, meu conhecido. Estive em sua residência. Ele era membro destacado da Comissão de Estudos Constitucionais que, sob a presidência do professor Afonso Arinos, elaborou proposta de anteprojeto da Constituição de 1988.
Bem, recebi a orientação de não me envolver com o assunto. Disse-me: “Você conseguiu estudar e formar-se como engenheiro eletrônico. Continue nesse caminho.” O ambiente, em Brasília era esse!

2. Em Salvador, quase sempre, organizávamos reuniões pela anistia. Do grupo participavam umas quinze pessoas. Surgiu, então, a ideia de solicitar uma audiência ao Gov. Waldir Pires. Fui indicado para coordenar uma comissão de três membros e convidar o Presidente da Associação (origem da UMNA) para essa visita ao Governador. O Presidente, desse numeroso grupo do Rio, comprometeu-se a estar presente. Que decepção! No dia marcado para audiência, nem o Presidente da Associação (e ele estava em Salvador, no dia!) nem um dos membros compareceram! O Gov. Waldir Pires nos recebeu, mas foi constrangedora a falta do Presidente da organização do Rio.  
O tempo demonstrou que muitos não lutavam por uma anistia irrestrita, pois, já vislumbravam bons dividendos na luta pela anistia via judiciário.

3. Já faz vários anos, quando fui convidado para participar de uma pequena reunião, em Salvador. A maioria dos participantes antigos já havia conquistado a anistia, via judiciário. Nesta reunião estavam presentes: Duas pessoas que nunca estiveram naquelas reuniões que ocorreram no passado distante e um membro da UMNA.
Houve uma reação indesejada, quando, durante a conversa, declarei:
a) Que já desconfiava do comportamento do Anselmo, desde 1963. O representante do Rio não gostou e ficou irritado.
b) Que seria desejável criar uma Associação, em Salvador, com o objetivo de propiciar a participação de todos. Neste momento, o participante do Rio levantou a voz: Mas existe a UMNA! Ora, como participar da UMNA, no Rio!
c) Pouco tempo depois, recebi um comunicado de que uma associação teria sido criada e o convite para uma reunião.

4. Recentemente, em janeiro de 2016, estive em São Paulo, onde conversei com o Cortez, solicitando orientações sobre a edição de um livro de memórias que deve ficar pronto em 2017.
Em seguida, viajei ao Rio com o objetivo primordial de visitar a UMNA e MODAC. Constatei que a MODAC, já não estava em atividade. Na UMNA, planejava conversar um pouco sobre o livro. Porém, como não demonstraram interesse, nem tirei um pequeno esboço que estava no envelope. Eles me apresentaram uma ficha de filiação e a inscrição para uma viagem a Aracaju. Como eu tinha outro compromisso, perguntei se poderia retornar no outro dia. Disseram-me que sim, pois a associação estava aberta à tarde. Reservei o dia seguinte para, calmamente, inscrever-me como sócio e realizar a inscrição. Compareci duas vezes à sala, porém estava fechada. Retornei ao Hotel, localizado a uns duzentos metros, liguei várias vezes, toda a tarde e nada. Suponho que me consideraram inconveniente porque solicitei uma cópia do estatuto e, numa conversa rápida, ao sair, externei que já, em 1963, o comportamento do Anselmo não me agradava. Notei estranheza e me recordei da reunião, em Salvador.

Refletindo sobre esse pequeno histórico, fica claro que muitas atitudes, em nosso meio, colaboraram  e continuam influindo para os insucessos e retrocessos acima mencionados nessa Carta de São Paulo. 

Olinda,12.04.2016

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