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Mário Jorge
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Mário Jorge

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A banca continua a manobrar por detrás do pano, extorquindo e manipulando, brincando promiscuidades contabilísticas como se a matemática fosse ciência esotérica. A economia continua a da agiotagem, da especulação, roleta de apostas e dinheiros de papelada vendendo cifrões de ilusões, numa azáfama marginal que opera às escondidas do contribuinte, que, fatidicamente, acaba sempre por abrir a carteira para pagar pelos crimes e desvarios do sector financeiro – «mobster» da nossa modernidade sócio-económica. Enquanto os pistoleiros do sector rodam a roleta da nossa sorte, lucrando com o nosso azar futuro, os Estados encobrem os escândalos – um azar nunca vem só, caro contribuinte.
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O espampanante «crash» sentido em 2008 nunca serviu de lição: o mundo financeiro continua a dançar a mirabolante dança da ilusão endinheirada, do crédito irreal, dos artifícios produtos financeiros...
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Mário Jorge

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A diferênça entre um Homem, Mujica, e um homem com h pequeno, marinho e pinto.

O dinheiro que disponibilizam para os deputados é chocante”, afirma o antigo bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho e Pinto. Até apetece perguntar-lhe se vai doar o dinheiro que considera ser pago em excesso a uma instituição.

José Alberto Mujica Cordano,atual presidente da República Oriental do Uruguai, doa 90% de seu salário para ONGs e pessoas carentes. O restante que sobra do seu salário (cerca de 900 €) é o suficiente para se manter.
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Mário Jorge

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Entrevista de consumo obrigatório porque estará nela, provavelmente, a explicação mais clara até agora apresentada no espaço público sobre o diagnóstico da crise.

Nos minutos finais o espectáculo chega a ser literalmente patético, e hilariante, tamanho o descontrolo emocional de Maria João Avillez causado pela raiva que transporta.

http://aspirinab.com/valupi/50-minutos-preciosos/
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O provável sucessor de António Costa na Câmara de Lisboa defende que Portugal não podia ter evitado a crise. Mas acha que o PS já devia ter discutido o tema. Agora, teme as feridas que se abram.
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Mário Jorge

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A reforma do Estado para amigos

Os advogados serão juízes em causa própria. Uns movem ações contra o Estado e pedem indemnizações, e outros defendem o Estado cobrando honorários. Por fim fazem acordos extrajudiciais e o Estado paga para as duas partes e rápido. E sem julgamento.
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Ministério Público perde competências, o que para alguns é inconstitucional. Magistrados alertam para o risco dos custos com a defesa do Estado dispararem em benefício das grandes sociedades de advogados.
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Mário Jorge

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Temos mais dívida, muito mais desemprego, mais pobreza, os jovens a emigrar, mas isso agora não importa nada!
Viva a gente!
Viva o 1640 do século XXI!
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I wrote this song when my heart was breaking for Gaza. However there are SO many oppressed around the glove that it's fair to say that this song is for every one of them, and especially the ones who are left behind to mourn for them.

Anastasia Filippova 
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Mário Jorge

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There are a few magic places on Earth...
Sintra, the Mountain of the Moon.
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Fernando Medina deu uma entrevista, e o tipo é inteligente e fala bem. Raios, não pode ser. Fez parte de um governo que não aproveitou os juros baixos para pedir empréstimos e pagar a dívida com eles. Foi por isso que falimos. Eu sei, porque li num livro do César da Neves. E como socialista que é, quer apostar em educação, cultura, ciência. Isso são tudo coisas soviéticas, e olhem como eles acabaram.
por josé manuel fernandes
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Mário Jorge

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É das intervenções mais importantes que ocorreram na política portuguesa desde não sei quando à tarde. A entrevista de Maria João Avillez a Fernando Medina, se nenhuma outra utilidade tivesse, mostra que o PS tem ali um potencial secretário-geral da maior qualidade intelectual e política. Outro a juntar a um leque de vários talentos da nova geração socialista que, neste momento da história do partido, estão todos do lado de António Costa. No futuro do PS não haverá crises de má liderança, esse é um pesadelo do tempo presente.
A entrevista é igualmente de consumo obrigatório porque estará nela, provavelmente, a explicação mais clara até agora apresentada no espaço público sobre o diagnóstico da crise. Não se trata de ter sido proferida uma verdade, trata-se de se ter feito um argumento intelectualmente honesto. Como argumento que é, pode ser contrariado. Mas como a sua raiz nasce da honestidade da análise, exige igualmente um racionalização honesta por quem o quiser criticar. Isto leva a que os argumentos de baixa política ou se exibam ridículos nas suas deturpações primárias ou nem sequer apareçam por se reconhecerem como as inanidades que são.
Finalmente, a entrevista é de especial interesse pela pessoa da entrevistadora. Maria João Avillez, perto de fazer 70 anos, é uma típica representante da direita conservadora e da oligarquia. Nesta ocasião, ela faz o que sempre fez e fará: toma partido e camufla de intervenção jornalística o que é pura luta política. Sócrates é a sua obsessão, por via do tema “passado” que percorre a maior parte da entrevista. O que há aqui a realçar, por um lado, é o cardápio da atitude da senhora, o qual se resume à perseguição de um alvo odiado. As razões do ódio ficam imunes ao trabalho da inteligência, por isso a vemos a fugir sempre que as palavras de Medina a deixam encurralada e obrigada a contra-argumentar ou a assumir o seu erro de juízo. Contra-argumentar ela não consegue, assumir erros ainda menos, pelo que foge espavorida só para voltar a tentar ferir o adversário na próxima oportunidade. Nos minutos finais o espectáculo seja a ser literalmente patético, e hilariante, tamanho o descontrolo emocional causado pela raiva que transporta. Por outro lado, o elenco das retóricas baseadas na “culpa”, que é um automatismo antropológico universal nas contendas políticas, e que no caso português contemporâneo assumiu uma grandiosidade histórica pela força do carisma de Sócrates e do pânico que causou na direita, fica aqui com um documento anedótico para estudo ou divertimento. Ver as caras de repugnância da MJA, tanto ao fazer perguntas para as quais só admitia uma resposta como ao ouvir o que Medina tinha para lhe dizer, é desopilante. E trágico, bastando olhar para o que Seguro e os seus estão a fazer contra os próprios camaradas, copiando com zelo a cultura do ódio que tem moldado o debate politico em Portugal desde 2008.
Aqui fica uma caricatura da essência desta entrevista. E de tantas.

por Aspirina B
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Mário Jorge

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Afinal somos ricos...
1,5 mil milhões de euros em negócios para amigos!
passos coelho e a sua ministra da (in)justiça estão em vias de aprovar legislação destinada a privatizar o ministério público, confiando a defesa do Estado aos grandes escritórios de advogados.
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Pois achavam que o Estado estava a cortar despesas para reduzir o défice estrutural, a dívida pública e todos os outros problemas que, garantem, são a causa dos males deste país? Pois parece que não é bem assim.
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Mário Jorge

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O candidato à presidência da Comissão Europeia pelos partidários de Ângela Merkel, veio a Lisboa passear a sua ignorância sobre o fundador da primeira cidade de origem europeia na América, o navegador genovês Cristóvão Colombo. Disse o luxemburguês: "Os socialistas lembram-me um dos vossos compatriotas mais prestigiados: Cristóvão Colombo. Quando partia nunca sabia para onde ia, quando chegava nun...ca sabia onde estava, e era o contribuinte que pagava a viagem." Para além de Colombo não ser nosso compatriota, apesar da ficção o querer fazer galego ou catalão, e mesmo português, a patacoada é alarve, própria desta gente que gere a destruição da União Europeia e que não sabe "que o sonho comanda a vida". Assim os socialistas, portugueses e europeus, fossem capazes de, tal como Colombo, "dar novos mundos ao mundo" e descobrir de novo outras Américas. De Colombo fala-se 500 anos depois; de Juncker, mesmo pago com dinheiro dos contribuintes, daqui a uma década não passa da marca de um esquentador.

Por Tomas Vasques
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"É ESCUSADO. NÃO POSSO TER OUTRO PARTIDO SENÃO O DA LIBERDADE" MIGUEL TORGA
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